A Energia Secreta das Sincronicidades!

Saudações SINCRONÍSTICAS a todos!!

Vc já se viu no espelho??

Sim?

Então, vc pode me dizer quem aparece primeiro no
espelho: você ou sua imagem??

Vc pode me dizer também por que, num dia, você se
olha no espelho e ele reflete você triste?? E por
que, talvez nesse MESMO dia, vc se olha no
espelho e ele reflete você alegre?? Você é o
mesmo, sua imagem idem, mas o que ela reflete é
um sentimento diferente. Por que será??

Sincronicidade, pra mim, é isso: um evento
exterior surge como REFLEXO de nosso estado
psicológico interior.

A Sincronicidade é como o espelho. O
evento exterior que, “coincidentemente”, ocorreu
em nossa vida, NÃO FOI CAUSADO por nossa
disposiçao psicológica interior.

Nosso estado de espírito NÃO CAUSOU determinado
evento exterior. E nem nosso estado de espírito é
resultado de algum evento exterior.

Não há uma causa interna provocando um evento
externo. E nem um evento externo provocando um
estado de espírito. Eles são SÍNCRONOS. Eles
REFLETEM um ao outro. Eles refletem uma
QUALIDADE, uma LIÇÃO EXISTENCIAL.

Muitas pessoas têm me perguntado por que
JUSTAMENTE retiramos aquela carta do Tarot e não
outra?? O que em nós nos move para tirar do
baralho JUSTAMENTE esta Carta e não outra??

Eu NÃO digo que foi o nosso estado de espírito,
nem a nossa atual fase de vida, nem as lições
existenciais que estamos aprendendo mais
veementemente nesta etapa de nosso existir os
possíveis causadores do fato de termos tirado
DETERMINADA Carta do Tarot e não outra.

Eu digo que AQUELA Carta do Tarot REFLETE
fielmente O NOSSO MOMENTO, O NOSSO ESTADO DE
ESPÍRITO E AS LIÇÕES EXISTENCIAIS QUE ESTAMOS
MAIS ENVOLVIDOS EM TERMOS DE APRENDIZADO
atualmente.

Não foi a Carta que causou determinado estado de
espírito, por mais que possa parecer. Talvez a
Carta que saiu no Tarot foi JUSTAMENTE o
CATALISADOR pra vir à tona (CONSCIÊNCIA)
determinado estado de espírito COMPATÍVEL com a
*** QUALIDADE do momento que estamos vivendo. ***

Muitas vezes, a derrota de nosso time é o ESTOPIM
não para PROVOCAR um estado de espírito em nós,
MAS, JUSTAMENTE, para REFLETIR um estado de
espírito que estávamos predispostos a viver de
acordo com o MOMENTO de nossa vida, as lições que
queremos (mesmo que inconscientemente) aprender.

Muitas vezes, uma determinada notícia, uma imagem
de TV, um SONHO que tivemos à noite é o ESTOPIM
para TRAZER À CONSCIÊNCIA determinada questão
existencial, emocional, financeira, familiar,
sexual, espiritual que estamos PREDISPOSTOS a
viver.

E o que provoca essa nossa PREDISPOSIÇÃO a viver
ISSO e não aquilo??

Beijos sincronísticos nocês…
Yub

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Saudações COMPLEMENTARES a todos!

Eu havia escrito que: Sincronicidade, pra mim, é isso: um evento
exterior surge como REFLEXO de nosso estado
psicológico interior.

Havia dito q nosso estado interior não provocava um EVENTO EXTERIOR.
E nem um EVENTO EXTERIOR provocava um estado interior. Agora, relendo
tal reflexão, creio q fui bem taxativo e radical… rsrsrs

Tudo bem que ver AMBOS como duas faces de uma mesma moeda pode até
ser possível, mas fica difícil não enxergar UM (estado interior)
causando o OUTRO (evento exterior), ou o OUTRO (evento exterior)
causando o UM (estado interior).

Cara ou coroa? Quem causa a coroa é a cara da moeda ou VICE-VERSA?

Bom, deixa pra lá… rsrs

Acho q fica MELHOR eu explicar meu raciocínio, o qual me levou a essa
percepção de NÃO HAVER essa relação CAUSAL entre estado interior E
evento exterior.

Vou dar um exemplo real com pitadas de suposições:

Tem uma cliente minha que está bem seletiva no que tange a um
parceiro para um envolvimento afetivo mais maduro.

Ela não está mais com paciência para “ficar.” Então, um casal de
amigos a convidou para jantar com eles neste sábado. Eles avisaram
que irão lhe apresentar um amigo – e q este amigo tbm está em busca de
relação mais compromissada, estável, durável e segura. BINGO!

A gente pode, inicialmente, pensar que o estado interior dela (querer
uma relação mais madura e segura) criou/sintonizou/atraiu uma outra
pessoa (o outro amigo do casal) com esse mesmo objetivo e desejo.

Porém, não sabemos o q ocorreu há 2 meses atrás… Ela estava com
mais duas colegas de faculdade numa danceteria. Ali, ao som de muita
música eletrônica e no meio da pista de dança, rodeada por muitas
pessoas interessantes e em estado de euforia, ela sentiu-se estranha.

Disse-me:

– Eu me senti uma ET ali naquele lugar. Naquele momento, eu percebi q
aquele tipo de experiência e de contato não me satisfazia mais. Foi
como se a fruta de uma árvore naturalmente caísse ao solo, deixando
de ser atrativa ali no galho. Ela perdeu seu encanto e caiu. Assim me
senti. Não havia mais atrativo pra mim estar ali. Senti que queria,
verdadeiramente, uma relação mais madura, com um parceiro num vínculo
constante, seguro, estável e satisfatório.

Então, aquele evento exterior na danceteria provocou aquele estado
interior de querer um relacionamento mais maduro, certo?

Mas e se prestarmos atenção e retornarmos há mais 6 meses atrás. Ela
vinha tendo sonhos com um homem q parecia ser seu marido, pois eles
estavam de mãos dadas e cercados por crianças, as quais denotavam ser
filhas deles.

Fica difícil percebermos o que causa uma decisão, um sentimento, uma
vontade – como no caso dessa minha cliente no que tange a decidir,
sentir e querer um relacionamento mais maduro, estável e constante…
Quem veio primeiro? Um EVENTO EXTERIOR provocando esse desejo? Ou
estado interior nutrindo esse anseio dela??

Eu tenho visto que NEM UM NEM OUTRO… ou melhor, TANTO UM COMO
OUTRO, simultaneamente… Então, o que causou esse desejo dessa minha
cliente por um relacionamento mais compromissado? O que a levou a
esse SENTIMENTO, a esse QUERER???

Foi Saturno (símbolo de COMPROMISSO, MATURIDADE, SEGURANÇA)
transitando pela CASA 7 (a qual simboliza a área do RELACIONAMENTO)
do Mapa Natal dela??? Também não… rsrs Desenvolvo esse raciocínio
em na próxima mensagem… 😀

Beijos pacientes nocês…
Yub

 
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Saudações RETORNANTES a todos!!

Muitas vezes, um estado INTERNO (como um sonho, um sentimento e uma
intuição) surge à consciência primeiramente e, depois, um EVENTO
EXTERIOR traz um acontecimento que é síncrono com o primeiro.

Outras vezes, um EVENTO EXTERIOR surge e nos toca profundamente,
coincidindo com um ESTADO INTERNO que sentimos.

Eu tinha refletido que nem o ESTADO INTERNO provoca o ACONTECIMENTO
EXTERNO, e nem o EVENTO EXTERIOR provoca o ESTADO INTERNO.
Obviamente que nossa mente linear, causal, percebe um ocorrendo
primeiro que o outro, levando ao outro, resultando no outro.

Muitas vezes, pensamos em alguém (estado interno) e o telefone toca
(evento externo) em questões de segundos após o pensamento. É a
pessoa pensada. Nosso pensamento PROVOCOU a ligação da pessoa?? O
fato de pensarmos nela CAUSOU a ação da pessoa em nos ligar?

Quando uma pessoa, há muito tempo, pensava em mudar de emprego, de
repente, se depara com oportunidades de trabalhar numa nova área ou
numa nova empresa SEIS MESES após aqueles primeiros pensamentos de
mudança profissional, poderíamos considerar que foi o desejo dela de
ir para outro emprego que co-criou as oportunidades que se
manifestaram 6 MESES DEPOIS, permitindo-lhe a mudança profissional.

Eu estou ampliando minha visão atualmente… não sei se co-criamos
tanto assim como achava… Co-criamos profundamente e constantemente
SIM, porém não de modo tão consciente.

O que, no exemplo anterior da pessoa que queria mudar de emprego, se
mostra como sendo a origem causadora da criação das oportunidades
para ela efetivamente tomar um novo rumo profissional depois de 6
meses PARECE SER SEU DESEJO DE PROCURAR UM NOVO TRABALHO (que foi
sendo fomentado nesse tempo todo).

Porém, estou indo mais fundo e descobrindo que, muito provavelmente,
existiu um Desejo mais “Transcendente/Imanente” que “provocou” uma
insatisfação e uma inquietação na pessoa, levando-a a DESEJAR
PROCURAR UM NOVO TRABALHO. As sincronicidades que vieram mostrando-
lhe o POTENCIAL de MUDANÇA de EMPREGO, pra mim, não foram
provocadas, co-criadas nem atraídas pelo seu pessoal desejo por um
novo emprego.

É aí que entra o inconsciente e o SELF (o Eu Superior). O que eu
estou chamando de SELF aqui é aquela centelha divina em nós que
busca conduzir nosso ego/personalidade para os aprendizados mais
condizentes com as experiências que poderemos viver a fim de evoluir.

Então, quando, por exemplo, ocorrem SINCRONICIDADES NEGATIVAS na
vida dessa pessoa que estamos imaginando, como ela ser DEMITIDA, tal
SINCRONICIDADE PODE PARECER NEGATIVA (e, claro, geradora de
sofrimento e desgaste), mas seu objetivo é ser veículo de nosso SELF
para seguirmos um caminho de maior auto-realização, mais
satisfatório e prazeroso para nossa vida, para nossa maturidade,
para desenvolvermos e expressarmos os dons que temos.

É como se o Self soubesse de nossos verdadeiros talentos e também do
quanto é repleto de satisfação buscarmos a nossa auto-
realização/completude ao seguir o caminho que nos levará a
desenvolvermos e manifestarmos efetivamente tais talentos.

Assim, o Self constantemente está nos enviando mensagens em nossa
vida para os seguirmos, uma vez que tais mensagens são os
indicativos dos tipos de experiências, desafios e aprendizados pelos
quais teremos a oportunidade de realizar os nossos dons,
adquirirmos maior consciência e sermos mais plenos.

A questão é que nosso ego/personalidade, muitas vezes, resiste – por
medo, preguiça, acomodação, dúvida, etc. – a seguir tais sinais. O
nosso ego pode preferir seguir por outros rumos, teimando em não
aceitar, perceber e nem obedecer a tais
sincronicidades/oportunidades criadas por nosso SELF.

Desse modo, abrimos campo para que certas SINCRONICIDADES NEGATIVAS –
doenças, demissões, perdas, problemas intensos, etc. – dêem o ar de
sua graça, como se fossem presentes mais veementes que o nosso SELF
nos envia para chacoalhar com nossas pretensões, resistências,
medos, acomodações, etc.

No livro que terminei de ler, há uma enormidade de exemplos, uma quantidade
convincentes de casos que nos mostram o quanto as perdas, demissões,
doenças, rompimentos, desilusões, decepções, etc. são
SINCRONICIDADES NEGATIVAS que possuem um propósito e um sentido
muito belo para percebermos e seguirmos. Tudo bem que esse propósito
das SINCRONICIDADES NEGATIVAS não exclui e faz desaparecer a dor que
sentimos, os sofrimentos que vivemos diante de tais tragégias e
situações dolorosas.

Tais acontecimentos sincronísticos (sincronicidades negativas) podem
nos ajudar a ver com mais clareza a história que estamos – ou
devemos estar – vivendo.

Fecho essas atuais reflexões com a seguinte frase do livro
SINCRONICIDADE OU POR QUE NADA É POR ACASO (de Robert H. Hopcke):

“A idéia de que um acontecimento pode ser sincronístico dá a você
uma perspectiva diferente do fato, aprofunda sua compreensão do
mesmo ou intriga você a olhar além do que aconteceu.”

Seja feita a vontade do Self… 😀

Beijos numinosos nocês…
Yub

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O livro SINCRONICIDADE OU POR QUE NADA É POR ACASO que terminei de ler no dia 21/02, ampliou minhas percepções e, portanto, está influindo nessa revolução de paradigmas que vivo.
Descobri que o agente causador das sincronicidades é o SELF. Agora quero compreender como ocorre de maneira prática e efetiva a parceria SELF-EGO/CONSCIENTE.
Se o termo é co-criação, então, há uma parceria. Senão seria apenas criação.
Como nosso Self (Deus Interno/Eu Superior) já é criador, já é perfeito, seria o responsável pela criação. Porém, ele, sozinho, não consegue nada. Precisa de um parceiro para efetuar sua criação, manifestando-a no mundo material. Eis a tarefa do ego/consciente/personalidade.
Parece-me agora que o SELF representa o Destino e o EGO representa o livre-arbítrio. O Self representa o destino porque é o potencial que está disponível a nós para ser vivido e manifestado, pois representa aquilo que viemos fazer e viver nesta atual existência. E o ego/personalidade representa o livre-arbítrio no sentido de que ele tem o poder de escolher SIM a esse destino propagado/indicado pelo SELF, NÃO e COMO (de que forma e em qual ritmo).
Assim, o Self mostra nosso script existencial e nosso ego é o ator que vai executar e realizar (ou não; e de que forma) tal roteiro. E o Self (Deus que está em tudo e em todos) precisa do EGO para ser de fato experienciado. Deus experimenta a vida segundo o estilo de nossa personalidade/ego.
E algo me diz que, quando o Ego segue os sinais do Self a fim de cumprir o destino por este preconizado, acaba recebendo como “recompensa”  o que deseja. Por exemplo, a Oprah, seguindo os desígnios de seu Self, de que precisava experienciar a vida a partir de certos aprendizados, tais como ser uma sobrevivente, saindo de um estado de pobreza e de miséria para ser exemplo de superação a outras pessoas, recebe como “recompensa” o que seu ego deseja: fama, reconhecimento, dinheiro, relações internacionais. Ela, seguindo o script existencial de ser uma benfeitora humanitária, conforme seu Self lhe disponibilizou (pois este talvez queria viver a vida a partir dessa experiência humanitária), recebeu para seu ego um programa de tv para que pudesse ser uma figura popular como seu ego sempre desejou.
É como se o nosso ego fosse o objeto da vontade, que tem a capacidade de dinamizar a transição do estado potencial prometido pelo Self ao estado manifesto da realização. Nosso ego tem o livre-arbítrio de escolher aceitar, negar e em que grau/nível de permissão/negação viverá as indicações superiores do self.
Nosso self quer experienciar a vida através do nosso jeito de ser/ego. E o nosso self nos abre um leque quase infinito de possibilidades, de possíveis caminhos e trajetos, vivências e situações por intermédio das quais O remeterão aos específicos aprendizados que pretende viver nesta existência através de nossa personalidade. Não há limitação, determinação, imposição do nosso Self. A questão é que, nosso ego – resistindo diante de toda e qualquer dessas experiências disponíveis para o aprendizado – pode tornar a vivência de sua estadia aqui na terra mais sofrida.
O ego, não se permitindo seguir nenhuma das infindáveis experiências por intermédio das quais o nosso Self anseia viver a vida, pode, portanto, estar escolhendo o sofrimento, um sofrimento maior do que o natural. Agora, se o ego se permite viver uma e/ou algumas dessas indicações do Self, dessas situações mostradas por nosso self constantemente, creio que há recompensas ao mesmo. O ego será recompensado por essa permissão. No mínimo, sentirá a paz de espírito e a nutrição da Fonte/Deus/Eu Superior/Self. Mas, com certeza, o ego obterá inúmeras outras recompensas lucrativas, afinal, a parceria entre ego-self é justa e visa beneficiar a ambas as partes. Afinal, a vida – a qualidade da vida depende disso: ego e self se darem as mãos.
Uma co-criação que gere beles resultados existenciais e de manifestação depende disso: o ego ter a vontade de ouvir com carinho as mensagens do SELF, permitir e conscientização desses parâmetros norteadores e, com isso, se dispor a conscientemente para a manifestação do que desejam.
O self estará satisfeito por estar sendo ouvido e agradecido ao ego por este estar empenhado em deixar o Self experienciar a vida por seu intermédio. E o ego estará satisfeito por receber as merecidas recompensas dos efeitos de se agir segundo o script existencial preconizado pelo self.
Numa parceria verdadeiramente justa, todos saem ganhando. Obviamente, esse script existencial para ser cumprido, envolve outras pessoas (ou seja, outros egos e outros Selfs). Mas aí é que está. Não há outros Selfs. Há apenas um Self (um Deus). A centelha de vida que há em mim, há em você, no psicopata, no presidente da república, no vira-lata da esquina, etc. Deus está em tudo e em todos, vivendo através de tudo e de todos, experienciando a vida por intermédio de tudo e de todos.
Nosso ego, portanto, não tem condições de comprovar o quanto os destinos estão conectados entre todas as pessoas envolvidas no seu script existencial. Mas o Self tem. É ele que habita cada pessoa de seu destino. E, portanto, basta seguir suas indicações, permitindo-nos expressa-Lo, cada vez com mais consciência e entrega. São indicações sábias, pois guiam todas nossas interconexões de destinos, afinal “SOMOS TODOS UM SÓ.”
 

Beijos holísticos nocês…
Yub
 
Yubertson Miranda – Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo 
Formado em Filosofia pela PUC/MG e Simbologista
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LEIAM O ESTUPRADOR DE ALMAS, o primeiro romance
policial-filosófico de Yubertson Miranda:
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About YubMiranda

Sou Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo. Formado em Filosofia pela PUC/MG (1996-1999) Simbologista e pesquisador da Psicologia Analítica (psicologia junguiana).

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