A porra da fatalidade da Astrologia: aceita-se ou aceita-se.

Planetas Retrógrados

Eu tenho praticado desde 26 de JUNHO de 2016 o exercício de prever o momento de um gol dentro de uma partida de futebol.

E ver jogos com praticamente o mesmo céu, tal como no jogo do Brasil feminino ontem e o Brasil masculino hoje (13 horas – Rio de Janeiro – Brasil), tem me feito refletir muito sobre livre-arbítrio e destino.

Na verdade, praticamente todo dia eu me questiono sobre a existência do livre-arbítrio. A cada mapa astral e previsões que faço para meus clientes e a cada dia que observo o céu meu, de minha esposa e de minhas filhas, eu faço esse questionamento.

O jogo do Brasil feminino foi 0 x 0. E jogo do Brasil masculino hoje foi 6 x O.

O mesmo céu. Só mudou a Lua. Na verdade, ontem a lua ainda estava em aspecto com os regentes do ângulos.

Mas não quero entrar em termos técnicos aqui agora não. E nem falar sobre as regras astrológicas que tem me feito perceber quando é o momento de gol. O céu de gol. Penso em dar um curso a respeito disso futuramente. Quem sabe assim não compartilho com as pessoas esse saber do céu de gol para as pessoas terem uma nova fonte de renda mensal?

Agora quero refletir sobre o quanto o aspecto exato é algo fatalista. Sim, é fatal. Um planeta em trânsito fez aspecto exato com um planeta natal, algo acontece. Claro, de acordo com tais planetas e signos em que se encontram.

Minha filha Sophia, de quase cinco anos, tem Marte Retrógrado em Virgem. E é impressionante. Algum trânsito vem e pega em cheio esse Marte Retrógrado, ela literalmente cai para trás. Aí você vê a literalidade da astrologia. Retrógrados andam para trás. E rola acidente com ela (Marte) caindo para trás (Retrógrado).

Muita gente acha que por eu ser astrólogo, um pai astrólogo, isso é uma vantagem. Pode até ser. Mas junto vem uma angústia muito angustiante rsrs… Porque a gente vê que pode rolar algo e não tem como controlar. Mesmo quando eu tento controlar as circunstâncias. Nesse momento, vejo minha impotência. E arrogância (interessante como a arrogância parece ser parceira da impotência… mas isso é outra coisa para filosofar rsrs).

Hoje eu tinha relaxado. Sabia pela manhã que o Marte Retrógrado dela em Virgem seria pego por Mercúrio em trânsito de forma exata. Confesso que esqueci disso já depois do almoço. E fomos à pediatra nova dela (já que a atual está viajando e só volta depois de 3 meses).

No final da consulta, Sophia – que estava mexendo na cadeira – caiu para trás no buraco da cadeira de adulto. Quando Júpiter em Virgem fez conjunção a esse Marte Retrógrado num Domingo em que estávamos no Parque das Mangabeiras, ela foi tomar um caldo de cana. E a cadeira dela foi para trás quando ela se remexeu para segurar o copo com caldo de cana.

Aí que você vê que a fatalidade da astrologia só pode ser aceita. Ou se aceita, ou se aceita. Nestes momentos a gente vê que não adianta porra nenhuma conhecer a astrologia.

Ou não? Talvez não. Porque, de alguma maneira, o fato de ter consciência do que pode rolar em determinado momento, em função de determinada configuração astral, talvez já nos proteja da face destrutiva do destino. Será?

Bom, é isso que eu tento em minhas consultas. Apresentar as melhores possibilidades aos meus clientes de se vivenciar o que um posicionamento astrológico – natal ou por previsão – pode representar, ser vivenciado.

Beijãozão nocês…

Yub

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About YubMiranda

Sou Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo. Formado em Filosofia pela PUC/MG (1996-1999) Simbologista e pesquisador da Psicologia Analítica (psicologia junguiana).

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