Reflexão sobre Mediunidade e Loucura através da Astrologia!

 

Saudações LOUCAMENTE MEDIÚNICAS a todos!!
 
Cada dia mais, pelos exemplos de pessoas que conheço, do que já vivi/tenho vivido e de quem compartilha certos feedbacks comigo sobre as interpretações astrológicas que faço, eu me convenço de que a Loucura é a dificuldade de lidar com o diferente. É o diferente que invade a nossa vida costumeira, aparentemente estruturada, e gera um caos.
 
Essa invasão não é uma invasão. Nós é que sentimos como se fosse. Acabamos deixando que o maluco nos invada por não termos reconhecido os sinais de que o inusitado altamente progressista gostaria de entrar em nossa vida. Ele bateu à nossa porta (consciência/necessidade interna) durante várias vezes.
 
Como o reprimimos, não fomos receptivos ao novo, ele acabou nos invadindo. E os efeitos caóticos, obstinados, confusos deram o ar de sua graça em nosso existir. 
 
Eu gosto MUITO de usar a Astrologia como uma ferramenta para refletir sobre a vida. E vejo nos significados dos Planetas Transpessoais (Urano, Netuno e Plutão) os sinais da loucura, quando nossa estrutura pessoal (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus e Marte) e social (Júpiter e Saturno) é desafiada a receber o novo, o diferente, o transcendente, enfim, o que foge às regras e normas da padronização de conduta.
 
Um amigo meu me contou um caso. Disse que uma amiga que frequenta as reuniões mediúnicas onde atua está enfrentando uma situação chata. Seus irmaos estão achando que ela é louca. Ela tem percebido algumas coisas, anda dizendo algumas coisas e se opondo ao tratamento médico que a mae tem recebido e, assim, anda sendo taxada de louca.
 
Eu creio que, como esta amiga de meu amigo está adotando posturas, atitudes e opiniões diferentes da usual e que conclamam a todos a perceber algo além do padronizado e considerado correto, ela é chamada de louca. Isso ocorre sempre quando alguma pessoa introduz o novo, o diferente e o progressista ao que já está legalizado (Júpiter) aceito/implantado socialmente (Saturno).
 
E a loucura – ou o desequilíbrio mediúnico -, a meu ver, surge quando a própria pessoa (como essa amiga do meu amigo, por exemplo) não aceita o conflito interno referente à necessidade de aceitar a esfera de vida uraniana, netuniana e plutoniana.
 
É cada vez mais sofrido para as pessoas que abrem um pouco para essas realidades e se confrontam com o julgamento e a repressão exterior/social. Pois isso as força a reprimir a aceitação, a compreensão e o manuseio gradual dessas outras percepções e atitudes novas, diferentes e transformadoras.
 
Quanto mais o médium não encarar com naturalidade o desenvolvimento de sua natureza transpessoal e de seus impulsos transpessoais (simbolizados por tais planetas), mais ele sofrerá e será taxado de louco. Porque, pra mim, mediunidade é justamente um exercício para aceitar o transcendente em nossa vida diária.
 
Consequentemente, as psicopatologias tenderão a irromper violentamente em seu corpo e em seu psiquismo. Não porque estas precisam ocorrer para a gente abrir espaço para essa faceta transpessoal de nossa natureza e da vida.
 
Pena que tô sem tempo agora para continuar agora, porque quero falar no quanto a doença, os sintomas, fazem parte de um todo que, justamente por esse papel dentro de um conteúdo maior, não merecem ser considerados de modo pejorativo, negativo.
 
Espero em breve voltar para traçar essas associações: ciclos de transcendência e doença como um mesmo pacote de crescimento… minha visão sobre a saúde/doença tem mudado consideravelmente… coisas de um trânsito de Plutão em conjunção ao meu sol em quadratura com plutão natal na Casa 6 (=saúde), e de um trânsito de URANO NA 12 em quadratura com meu mercúrio e minha vênus em sagitário (regentes de minha Casa 6: saúde).
 
Volto de repente… rsrs
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Kléber: o Gladiador Azul – Como unir o sábio ao guerreiro?


 

            O jogador Kleber, ex-Palmeiras e conhecido por suas constantes expulsões, fez dois jogos pelo Cruzeito nesta Taça Libertadores da América 2009. Nos dois jogos, ele foi expulso: contra o Estudiantes e contra o Universitário Sucre. Será que o atacante guerreiro não aprenderá com seus erros a desenvolver mais sabedoria?

Ele já recebeu o apelido de O Gladiador Azul. Se ele for um gladiador no estilo de Russel Crowe, com aquela postura sábia de guerrear, eu – e toda a nação cruzeirense – estarei satisfeito.

Não discuto a técnica e a capacidade de fazer gols de Kleber. Justamente por ser tão talentoso, merece desenvolver a qualidade sábia de expressar seu lado guerreiro.

Astrologicamente falando, Kleber tem Marte em Câncer recebendo nada mais nada menos que a Quadratura de Plutão e de Saturno em Libra (12/08/1983, nascido em Osasco/SP; desconheço o horário de seu nascimento).

Sabemos que Marte simboliza nosso lado guerreiro. Representa o impulso de lutar pelas metas que estabelecemos. Plutão simboliza o impulso de transformação. E Saturno o de reestruturação madura através da prática.

O Aspecto Quadratura que une tais astros no Mapa Natal do atacante celeste já denota o grande desafio que Kleber tem de transformar (Plutão) e reestruturar (Saturno) sua ação agressiva/guerreira (Marte) por meio de constantes ajustes (Quadratura). Conciliar esses fortes impulsos plutonianos e saturninos num nível construtivo e benéfico para sua ação marcial é um exercício constante de diversos ajustamentos (Quadratura).

Ele se diz perseguido pelos juízes em campo. Diz que qualquer falta que cometa, os árbitros já têm a predisposição de julga-lo com mais severidade. Eis o conflito (quadratura) com figuras de autoridade (juizes; Saturno) tão comum de se ver na vida daqueles que têm Marte em Aspecto com Saturno. Os homens (Marte) podem ser vistos como repressores, castradores e severos (Saturno). E, claro, como destruidores (Plutão) de sua ação (Marte). Kleber tende a considerar as figuras de autoridade (Saturno) como perseguidores (Plutão) daquilo que quer fazer e faz (Marte).

Ele colocava a culpa no diretor técnico do Palmeiras, o qual lhe cobrava mais disciplina (Saturno) em campo por meio da mudança significativa (Plutão) de sua ação marcial. Agora se desentendeu com o diretor técnico do Cruzeiro, que também lhe cobrou mais ponderação (Saturno) no exercício de sua vontade (Marte).

Enquanto Kleber culpar as figuras de autoridade (diretores técnicos dos clubes que defende e juízes que lhe expulsam justamente), mais dificuldades terá para amadurecer (Saturno) e transformar (Plutão) seu modo guerreiro de agir (Marte).

Tudo bem que nesse mês de Fevereiro e ainda Março, Kleber – com Sol em Leão – não foi muito ajudado pelos astros… pois Marte (agressividade), transitando por Aquário, tem feito oposição ao seu Sol Natal. Sabemos o quanto todos nós tendemos a ficar mais impulsivos e agressivos (Marte) nessas fases em que Marte toca o nosso Sol.

Vamos torcer para que neste Ano Pessoal 4 no qual o atleta se encontra, seja propício para ele desenvolver mais disciplina e ponderação (4). Que nosso Gladiador Azul desenvolva mais maturidade e responsabilidade (4) em seu agir. Que ele, mesmo se sentindo inicialmente reprimido (4), possa superar essas aparentes e necessárias repressões (4) para ser nosso Gladiador Russel Crowe azul.

 


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Número de Impressão e Relacionamentos

Número de Impressão: se conhecendo através da pessoa parceira

Costumo brincar com meus clientes ao propor-lhes um desafio. Digo que, se querem realmente se conhecer, então, procurem uma pessoa parceira para se relacionar. Se já namoram, eu lhes incentivo a aproveitar melhor a função “espelho” que o cônjuge possui. Esse reflexo que o outro nos apresenta de nós mesmos costuma ser chamado de projeção na Psicologia Analítica.

Daryl Sharp, em seu livro Conhecendo a si mesmo: o avesso do relacionamento, escreve: “Jung acreditava que tudo a respeito de nós mesmos de que não temos consciência é projetado em outra pessoa. (…) Vemos portanto nos outros tanto nossas piores características quanto nosso potencial não desenvolvido.” Por mais que o que cada Número de nosso Mapa Numerológico represente características que podem ser projetadas na pessoa parceira, isso ocorre de maneira bem evidente com o nosso Número de Impressão (soma das consoantes de nosso nome). Tanto é que quando interpreto os possíveis significados da simbologia numérica que surge nessa posição, alguns clientes têm dificuldade de se enxergarem desse jeito. Uma pessoa com o Número de Impressão 3, por exemplo, costuma ser vista (Número de Impressão) como bastante comunicativa (3). Porém, por mais que as pessoas a julguem assim, ela mesma pode ter dificuldades de se ver dotada de habilidades de comunicação.

Justamente para ter mais consciência dos talentos que seu Número de Impressão mostra, a tendência é atrairmos uma pessoa para nos relacionar afetivamente com esse perfil. No caso da pessoa com o Número de Impressão 3, ela poderá atrair uma pessoa parceira hábil em se comunicar e, inclusive, que trabalhe em alguma atividade relacionada à comunicação, tal como o jornalismo.

Portanto, o Número de Impressão vai representar justamente o tipo de perfil que atrairemos em termos de pessoa parceira para nos relacionar. Através desse relacionamento amoroso, ao observarmos as características negativas e positivas que mais nos chamam a atenção na pessoa com a qual nos relacionamos, teremos pistas das qualidades que merecem ser desenvolvidas por nós. É como se deixássemos a pessoa parceira viver um lado de nossa natureza (representado pelo Número que ocupa essa posição) que ainda não nos sentimos confortáveis em expressar. Alguém com o Número de Impressão 1, por exemplo, pode atrair uma pessoa parceira (Número de Impressão) muito independente e assertiva (1). E, ao não desenvolver tais características, deixar que a companheira tenha sempre a iniciativa em tomar as decisões com coragem e criatividade.

E quais são os perigos de permitirmos – mesmo que inconscientemente – nosso cônjuge viver quase que integralmente esse jeito de ser simbolizado pelo nosso Número de Impressão? Corremos o risco de não desenvolver esses dons. E quanto mais não procuramos vivenciar essas características, mais a pessoa parceira poderá vive-las de maneira muito negativa. É como se ela nos alertasse: “olha, você precisa aceitar e reconhecer os desejos que tem de viver esses atributos.”

Continuando com o exemplo da pessoa com o Número de Impressão 1: ela anseia (mesmo que secretamente) ser mais independente, dinâmica e corajosa para apostar em seus projetos pessoais. Quer ser vista como original, genial e criativa. Talvez tenha o forte desejo de exercer liderança e trilhar um caminho diferente, inovador. Se tal pessoa não aceita, reconhece e procura viver esses anseios, muito provavelmente atrairá uma pessoa parceira que tenha esse perfil. E quanto mais não desenvolver esse jeito de ser, ou seja, demonstrando exteriormente muita indecisão, insegurança e comodismo, mais ela corre o risco de atrair uma companhia afetiva que, de tão independente, chega a ser excessivamente egoísta, impulsiva e autoritária.

Com isso, é muito proveitoso observarmo-nos naqueles momentos em que taxamos veementemente a pessoa parceira com adjetivos que correspondam – positiva ou negativamente – aos atributos do nosso Número de Impressão. É uma forma instintiva que usamos, ao projetar tais características na pessoa parceira, para nos conscientizar dos dons e talentos que temos e precisamos desenvolver para nos proporcionar muitos benefícios.

Então, com quais termos você fortemente descreve a pessoa parceira ou taxava algum(a) ex-namorado(a)? Essas características correspondem a atitudes negativas ou positivas de seu Número de Impressão? Você está vivendo tais qualidades ou deixa que apenas a pessoa parceira assim se expresse? Envolva-se em situações por meio das quais possa desenvolver tais atributos. Desse modo, sentirá mais satisfação em sua vida e enriquecerá seu relacionamento afetivo ao assumir esse perfil mostrado em seu Número de Impressão.



Beijãozão nocês…
Yub

Refletindo sobre os Ciclos!

Refletindo sobre os ciclos

O que há de novo ou repetitivo na sua vida neste novo ano?

 
O que você procura repetir todo final de ano para entrar no
próximo? Há algum ritual costumeiro, como passar o Reveillon de roupa
branca? Ou você faz diferente? Cada ano cria um detalhe novo no
ritual de passagem?
 
Eu procuro observar o Ano Pessoal que estarei a
partir de 1o. de Janeiro. De acordo com o Número que simbolizará os
tipos de situações, desafios e aprendizados, eu me preparo
internamente para enfrentá-los. É mais um ritual interno do que
externo. Medito e reflito nas primeiras horas do novo ano sobre como
poderei encarar o colorido dos aprendizados que terei nos meses
seguintes.

O interessante é observar o quanto a vida é uma eterna repetição.
Sempre me intrigou ver, por exemplo, uma pessoa ficar gripada quase
sempre em determinado mês do ano, ou de três em três anos. E aqueles
casos em que uma pessoa namora durante dois anos e termina, aí em
seguida começa a namorar de novo e finaliza essa outra relação depois
de dois anos novamente? Você percebe esses ciclos se repetindo em sua
vida ou na de pessoas próximas?

Eu fico com aquela vontade de compreender esses ciclos que
constantemente se repetem. Como lidar com esses retornos? De quais
maneiras podemos reagir mais sabiamente perante essas situações
semelhantes a outras que já vivemos em outras épocas? A Numerologia
me ajuda muito nesse processo. Como?
Através do cálculo do Ano Pessoal e dos Trimestres de cada
ano, posso identificar qual o colorido de cada ciclo desses e
comparar com o que vivi anteriormente quando passava pelo mesmo
trânsito numerológico. Todas as pessoas, por exemplo, estão no Ano
Pessoal em 2009 de mesma simbologia do seu 4o.Trimestre de 2008.
 
As pessoas que, como eu, têm a soma do dia e do mês de seu nascimento
gerando o número 6, estão no Ano Pessoal 8 em 2009. E viveram o
4o.Trimestre de 2008 simbolizado pelo mesmo Número 8. Os aprendizados
que extraímos a respeito de questões financeiras vividas no último
trimestre do ano passado (Trimestre 8), poderão ser úteis também
durante todo este ano de 2009 (Ano Pessoal 8).

Como faço uso de um diário desde 1997, eu tenho registrado o
que vivo, sinto e compreendo. Com o conhecimento numerológico, ou
seja, sabendo, por exemplo, qual Ano Pessoal estou e qual Trimestre
Pessoal me encontro, coloco essas simbologias ao lado do que escrevo
no meu diário. Por exemplo: abri uma conta poupança em 2001. Foi uma
decisão muito marcante, pois a partir dela desenvolvi hábitos bem
bacanas em termos de lidar com o dinheiro. Estava no Ano Pessoal 8.
Como agora também estou num ano simbolizado pelo 8, o que aprendi em
termos financeiros naquela época me ajuda a lidar mais sabiamente com
essa mesma questão material atualmente.

Mas independente de se saber em que Ano Pessoal ou Trimestre
Pessoal se encontra, o importante é você se observar. Preste atenção
nas situações que se repetem em sua vida com uma certa constância.
Geralmente, os eventos marcantes que costumam ocorrer de tempos em
tempos ficam bem gravados em nossa memória. Caso tenha dificuldade de
lembrar que, por exemplo, a crise profissional ou afetiva vivida hoje
é bem semelhante com outras já vividas por você, ter um diário pode
ser uma ótima ferramenta.

Assim, procure identificar se já viveu situação parecida no
passado. Lembre como reagiu a ela, quais as consequências
posteriores. Reflita sobre o que pode fazer diferente desta vez e
quais atitudes pode repetir, mas aprimorando-as. Faça o exercício de
anotá-las, para que possa aproveitar essas sugestões em outras
ocasiões.

Beijãozão nocês…

Yub
obs.: texto originalmente postado na Revista Personare


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Barack Obama, Juliana Paes e a Arte imita a Vida!

 
Desde quando comecei a observar o momento da vida dos atores e atrizes com seus ciclos numerológicos e astrológicos, fiquei assombrado com uma percepção. Iniciei essas observações de maneira mais disciplinada quando a novela MULHERES APAIXONADAS foi exibida no horário nobre global. E me norteei primeiro para os trânsitos astrológicos. Ainda não incluia os trânsitos Numerológicos.
 
Na época, eu fui pesquisar sobre o Marcelo Antony. E vi que ele tinha a Lua em Sagitário em seu Mapa Natal. Portanto, Plutão transitava por tal Signo e fazia conjunção (estava no mesmo grau) à Lua do ator. A Lua, no Mapa Natal de um homem, pode simbolizar a mulher (parceira) dele. Tende a representar tanto como este homem viverá a relação com ela quanto o que ela pode estar vivendo em sua vida. Plutão simboliza o medo da perda e a necessidade de transformação.
 
Quando Plutão toca a Lua, a mulher (Lua) deste homem tende a viver uma fase (trânsito) na qual está com muito medo da perda (Plutão). Diante desse medo da perda (Plutão) pelo que lhe dá segurança (Lua), ela pode tomar atitudes muito possessivas (Plutão), como se pudesse conseguir controlar poderosamente (Plutão) essa ameaça. E precisa passar por profundas mudanças (Plutão) quanto a esse sentimento de segurança (Lua).
 
Vimos exatamente isso ocorrendo com o personagem de Antony na novela. Heloisa (Giulia Gam) – LUA – era obcecada (Plutão) por ele. Morria de ciúmes e causava os maiores barracos devido à sua possessividade (Plutão). No desenrolar da novela, ela entrou para o grupo MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas). E começou a desencadear as devidas transformações (Plutão) em sua vida.
 
Depois dessa percepção e maravilhamento (existe essa palavra? rsrs), eu passei a observar os Trânsitos Numerológicos. Como já escrevi aqui no Blog sobre a atriz Suzana Vieira, costumo fazer o mesmo em meu Diário. Pesquisando no Google a data de nascimento de cada celebridade e fazendo os cálculos numerológicos, temos condições de saber os ciclos que vive. E ao entrar no site da globo.com, fico sabendo dos babados. Daí, é só conectar os eventos/fatos que cada celebridade vive com o seus trânsitos numerológicos.
 
No caso de Juliana Paes, por exemplo. Ela nasceu dia 26/03/1979. Ela está, desde 01/01/2009, no Ano Pessoal 4 (26+3+11 = 40/4). Lembro que fiz, no final do ano passado, a análise para o Personare/Globo.com desta fase da atriz. Ela vive um ano de muitas responsabilidades (Ano Pessoal 4).
 
Quando ia para a Faculdade com a Cris, passamos por uma banca. E uma revista de fofocas tinha uma frase da atriz. Ela dizia: “Fazer uma protagonista é uma enorme responsabilidade.” Sorri, ao lembrar o que escrevera para a globo.com no final do ano passado.
 
E ao acompanhar um pouco o início da novela e as propagandas sobre a mesma na TV, eu observei que ela está apaixonada por um Dalit. Ela vive uma personagem que está sob uma rígida tradição. Quando estamos num Ano Pessoal 4, tendemos a nos sentir aprisionados por certos hábitos e tradições familiares. A sensação é de repressão. É o que Juliana Paes está vivendo através de sua personagem, a qual se sente aprisionada pela rigidez familiar (Ano Pessoal 4).
 
É bacana ver os artistas, principalmente os atores e atrizes, viverem personagens que refletem o colorido, os desafios, as oportunidades e os aprendizados dos ciclos numerológicos e astrológicos em que estão. Além de ser um belo exercício para nós, estudiosos de Numerologia e Astrologia, aprendermos NA PRÁTICA a aprimorar nosso olhar interpretativo sobre tais simbolismos.
 
Para finalizar, mostro uma coincidência (ou sincronicidade? rsrs) que ocorreu com Barack Obama. Ele é o 44o. Presidente dos Estudos Unidos. Como nasceu dia 04/08/1961, está no Ano Pessoal 5 (04+08+11 = 23/5). Em Janeiro, mês de sua posse, estava no Mês Pessoal 24/6. E no dia 20/01, dia de sua posse, estava no Dia Pessoal 44/8!!!!! Sem contar que a simbologia do 8 envolve o assumir seu poder pessoal para influir de maneira impactante ao seu redor… Como Obama é uma figura pública, esse ambiente ao redor vai longe…  Este era o colorido do dia do homem mais poderoso do mundo.
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Algumas Reflexões sobre Relacionamentos Afetivos!

 
 
Saudações AFETIVAS a todos!!
 
Eu e a Cris temos observado desde o final do ano passado vários casais que conhecemos entrando em crises conjugais. Muitos deles terminaram a relação que mantinham. Junto com as nossas próprias crises e superações, refletimos sobre algumas questões. Compartilho agora com vocês.
 
Numa noite em que lanchávamos e proseávamos, a Cris se lembrou de uma frase de seu professor. Ela estava no 1o. Período de Psicologia. Ele perguntou à turma:
 
– Quem aqui namora?
 
Várias pessoas levantaram a mão.
 
Ele profetizou:
– Seus relacionamentos terminarão.
 
Houve aquele ar de ponto de interrogação entre todos. E o professor explicou que o Curso de Psicologia mexe bastante com as pessoas. Consequentemente, acarreta efeitos em seus relacionamentos. E o fim da relação pode ocorrer.
 
Lembrei de uma amiga minha. Ela era casada com um homem muito machista. Este lhe impedia de fazer terapia. Tinha medo de que seu relacionamento terminasse por conta desse processo terapêutico. Ela não fez terapia. E o casamento deles terminou assim mesmo. Talvez a terapia tivesse salvado a relação deles, transformando a maneira como se relaciovam…
 
Muitas vezes, acredito que frases do senso comum, tais como “não preciso de terapia; terapia é para loucos” ou “todo psicólogo ou estudante de psicologia é louco”, retratam uma baita defesa de nossa sociedade. É a resistência a mudar. Parece que as pessoas têm medo de se enxergarem com mais clareza porque podem perceber o que lhes provoca insatisfação. E, diante dessa constatação, terem de se dar ao trabalho de buscar mudanças que gerarão mais satisfação. Preferem manter “tudo como está”, porque acham que o sofrimento da mudança será maior do que o sofrimento que a manutenção de algo insatisfatório gera.
 
Para fugir à dor dessas percepções sobre o que realmente querem para ter uma vida verdadeiramente mais satisfatória, buscamos paliativos e sedativos existenciais através de certos vícios. Quem sabe assim mantemos permanentemente o estado de cegueira forçada sobre o que pensamos, sentimos e queremos de fato??
 
É nesse medo de mudar que vejo a primordial causa dos relacionamentos desses casais sucumbindo às crises conjugais, quando estas poderiam ser o estímulo para o casal renovar seu vínculo e seu compartilhar…
 
E quando uma pessoa que faz parte do casal decide mudar, seja através dos estudos e práticas terapêuticas/psicológicas ou outras que desembocam nesse mesmo fim, inevitavelmente a pessoa parceira será cutucada, mexida, afrontada, influenciada, sacudida. Como reagirá a esse movimento progressista desencadeado pela primeira?
 
Poderá reagir com resistência e se negar a mudar/crescer/amadurecer mais. E isso poderia emperrar tanto os projetos conjugais quanto os projetos individuais para os quais a primeira está querendo trilhar… Ou poderá reagir de forma madura, procurando se dedicar com mais afinco e espírito renovador a seus próprios projetos pessoais e aos conjugais.
 
O que impede a pessoa parceira de fazer essas mudanças e, junto com a primeira, se envolver na busca por mais satisfação no relacionamento?
 
Nos exemplos de traição que conheço, ocorreu algo semelhante a alguns desses casais. Um deles estava insatisfeito, inclusive sexualmente. E em vez de demonstrar essa insatisfação para a pessoa parceira, assumir sua parcela de responsabilidade no proceso insatisfatório, inclusive sexual, e procurar com a outra desencadearem mudanças bacanas para ambas melhorarem a relação, decidem simplesmente trair. É como se a traição fosse uma vingança para o fato de a outra pessoa não estar mais lhe satisfazendo… Em vez de dialogar, demonstrar seus sentimentos, o que não está legal, o que está, o que poderia ser mudado, como, etc., vão para o caminho aparentemente mais cômodo: buscar satisfação sexual com outra pessoa… Como se isso fosse resolver o problema…
 
Deve ser porque achamos que o problema sempre está no outro… Somos orgulhosos demais para assumir nossa parcela de responsabilidade no que está ruim, insatisfatório… porque assim, ao culparmos o outro, evitamos fazer movimentos de mudança, os quais revelariam nossas fraquezas, limitações, medos e vulnerabilidades. Preferimos manter nosso orgulho do que manter nossa relação, colocando-a num nível mais satisfatório. Preferimos ficar na posição superior do que – com verdadeira humildade – repararmos no que temos feito, nas nossas feridas emocionais, no modo como nos tratamos e no que podemos trabalhar para melhorar em nós mesmos.
 
Parece que em todos esses exemplos de casais em crise que conhecemos e nas nossas crises, o que pode minar ou transformar positivamente a relação é o seguinte fator:
 
O NOSSO MODO DE REAGIR ÀS NECESSÁRIAS MUDANÇAS!
 
Parece que há um acordo silencioso e profundamente sutil (mas muito poderoso) entre cada parte formadora do casal: “olha aqui. Vc promete não mexer nessas minhas feridas? Se sim, eu prometo não cutucar as suas. E, assim, poderemos manter nosso relacionamento legal, aparentemente harmonioso. Vc topa?” Astrologicamente falando, são casais que querem viver eternamente na dinâmica da Casa 7 (Libra) e NUNCA adentrarem na dinâmica da Casa 8 (Escorpião).
 
A outra parte responde: “Eu topo. Vc pode manter essas gavetas de sua psique fechadas. Sem problemas. Te escolhi também por isso. Tá ótimo desse jeito, nesse nível.”
 
Só que quando um deles começa a mexer em suas próprias gavetas, rompe este contrato. Viola esse acordo. E, o “pior”, exige do outro que mexa nas suas próprias gavetas psíquicas também.
 
O outro sente-se violentado, desrespeitado. E reage a esse movimento autoperceptivo e de autosuperação da pessoa parceira, decidindo manter tudo como estava inicialmente acordado. Muitas vezes, precisa fazer um esforço hercúleo de resistência. Aí começam os problemas… pois quando um decide mudar, quer que o outro acompanhe. E se a outra pessoa não acompanhar, pode reprimir o movimento da primeira, se esta se submeter. Porque esta pode preferir ficar junta da outra, mesmo insatisfeita. É o medo da perda, do rompimento, do ficar sozinho/a. Não percebe que está sozinho, ao lado de alguém. Existe um muro, tal como o do BBB9, entre eles… Mas não se aceita enxergar tal muro… E ao manter tudo como está, continua junto, mas separado.
 
Parece que essa submissão com o objetivo de manter a relação pode chegar num nível tal que a insatisfação cresce alucinadamente e explode em reações perigosas e destrutivas. A revolta por ter tentado se estagnar para manter a relação pode explodir numa fúria e em atitudes tão ferinas que o sofrimento acaba sendo MUITO maior do que se, antes, não tivesse vendido a sua alma em prol de uma falsa, cômoda e passiva segurança.
 
O medo da perda (de uma relação terminar) acaba fazendo a pessoa que iniciou o movimento de mudança refrear suas trasnformações. Porém, a dor dessa repressão é mais DOLOROSA que a dor da separação. Porque a dor da repressão é cada dia mais acrescida da dor da insatisfação. Afinal, esta relaciona-se de um modo rotineiro, desgastante, apenas para ficar junto (ou melhor, fisicamente e socialmente junto).
 
E isso é uma ilusão… A insatisfação só aumenta… e a relação vai se deteriorando ainda mais, com um distanciamento cada vez mais doloroso… uma pessoa vai machucando e agredindo a outra constantemente, mesmo que essa agressão venha por meio do próprio distanciamento… da frieza… da falta de sexo… da inexistência de uma enriquecedora intimidade.
 
A dor da separação, pelo menos, abriria a oportunidade para tocar os projetos pessoais, já que os conjugais foram para o beleléu quando a outra pessoa não se envolveu com os compromissos das mudanças na relação…
 
Com isso, encontramos muitos casais terminando ou mantendo um vínculo de fachada, de algo já deteriorado, que está longe de ser satisfatório.
 
Se uma pessoa busca mudar, se envolve em projetos individuais que vão lhe dar satisfação. Naturalmente, a pessoa parceira é colocada numa situação em que o progresso lhe é apresentado. Não precisa nem ser cobrada escancaradamente pela primeira a mudar. O movimento da primeira já provoca naturalmente essa reação na outra. É um estímulo natural para a outra mudar também. E não somente se dedicar a novas satisfações individuais, mas conjugais também.
 
Por isso que relacionar dá trabalho. Falo do relacionar verdadeiro. Não o de fachada. Porque o relacionar verdadeiro exige constantes mudanças que trarão cada dia mais satisfação a AMBAS, tanto a nível individual quando conjugal.
 
Beijos afetivamente reflexivos nocês…
Yub


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Dominando o futuro através do autodomínio! E o Número 8!!

Saudações COMPLEMENTARES e PODEROSAS a todos!!

Depois que escrevi a mensagem sobre PRESSENTIMENTO/ MINORITY REPORT,
refleti sobre algumas coisas, inclusive ontem, na terapia.

Compreendi com mais clareza o quanto realmente a causa de minha
angústia ao reagir aos meus PRESSENTIMENTOS se deve à minha
inclinação – agora maior – de querer controlar a vida. Meu ímpeto de
tentar – inutilmente – controlar o futuro ao querer saber os
detalhes práticos dos eventos reais que ocorrerão quando tenho um
PRESSENTIMENTO, revela essa inclinação CONTROLADORA de minha
natureza.

Como estou no Ano Pessoal 8 desde 01/01/09 e no Mês Pessoal 9 neste
mês de Janeiro, é um momento MUITO apropriado para refletir (9)
sobre o poder do controle (8). E aproveitar para compreender os
princípios que regem (9) o poder (8) manifestado como controle (8).

Estou experienciando na prática a diferença entre o poder que vem do
controle (8) e o verdadeiro poder, o do autodomínio (8). Compreendo
agora o quanto precisamos desenvolver o domínio em vez do controle.
O domínio é o exercício do poder de forma construtiva; enquanto o
controle é o exercício destrutivo do poder.

Porém, tenho verificado que o domínio só pode ser exercicido através
do autodomínio. Para dominarmos uma situação, precisamos, primeiro,
desenvolver o autodomínio. Por meio dele, aí sim, temos condições de
aceitar com verdadeira humildade a manifestação prática de um futuro
atualmente pressentido e marcado por muitas nebulosidades.

Muitas vezes, expressamos nosso poder de forma controladora.
Queremos controlar a pessoa parceira. Procuramos nos impor sobre
funcionários e colegas de trabalho com um poder controlador.
Buscamos reconhecimento e respeitabilidade por meio do exercício de
um poder pessoal repleto de estratégias controladoras,
manipuladoras.

Porém, ao agirmos assim, não estamos realmente exercendo nosso poder
pessoal de forma construtiva. Na verdade, esse comportamento
controlador mostra nossa fraqueza, nosso medo de perder o que
queremos, pois queremos ter tudo muito bem controlado, mantido,
seguro.

Parece mesmo que o verdadeiro poder passa por uma atitude
completamente vulnerável. A verdadeira força está na
vulnerabilidade. .. Putz! Agora eu compreendo a frase que li no filme
PODER ALÉM DA VIDA: A força do Guerreiro está na sua vulnerabilidade.

Porque a vulnerabilidade perante o futuro e o que cada evento
presente traz demanda entrega, fé, autoconfiança e hulmidade para
reconhecer que nossa força controladora é INFINITAMENTE MENOR que a
Força Natural da Vida…

Finalizo esta mensagem com a frase que abri hoje, ao folhear
intuitivamente o livro AS JORNADAS DE SÓCRATES, do Dan Millman:

“NA VIDA, A ANGÚSTIA SOBREVÉM QUANDO VOCÊ RESISTE.” 😀

Beijãozão nocês…
Yub


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A Angústia de Pressentir… e Minority Report

Meus pressentimentos sempre me incomodaram. Ultimamente, mais ainda… Tô bravo com esse lance de pressentir. Prefiro viver o dia-a-dia sem a angústia de que algo ocorrerá no futuro. Assim me sinto mais à vontade de aproveitar o presente, o momento presente.
Porém, isso não tem ocorrido. A corrosão provocada por pressentimentos contrários ao que estava sendo planejado para ocorrer futuramente angustia, dói, machuca. Não me refiro nem a grandes planejamentos futuros. Coisas bobocas e triviais mesmo. Talvez seja meu ímpeto de querer controlar a vida que está sendo abalado. É a vida mostrando pra mim a necessidade de me entregar à vida, seja qual for o futuro. Independente se o futuro será como eu quero ou não. Provavelmente minha dificuldade maior encontra-se em aceitar o futuro e aprender a viver bem o presente, mesmo quando este vem impregnado de um pressentimento ruim sobre algo que gostaria de viver no futuro.
Estou com dificuldades de aproveitar o presente quando vejo que não adianta comemorar ou me empolgar com algo que está sendo planejado atualmente para o futuro. Pra que brindar uma ilusão, uma vez que o futuro trará algo oposto ao planejado no presente?
Um exemplo bobo dentre vários que trará mais clareza sobre meu atual questionamento é o seguinte. Na noite de Natal, meu primo e sua mulher nos chamaram (eu e a Cris) para viajar à Serra do Cipó. Iríamos ficar na casa de campo que nosso tio tem na beira do Rio Cipó, cercado de cachoeiras lindíssimas. É um local que adoramos ir.
Não consegui nem me empolgar com a idéia. Porque um PRESSENTIMENTO de que não iríamos ocorreu fortemente e me dominou. Porém, não sabia o que especificamente ocorreria para impossibilitar essa viagem. E isso me incomodou. Não ter clareza sobre o evento que se realizaria como causa do impedimento à viagem. Se soubesse o que de fato se concretizaria, eu poderia simplesmente dizer ao meu primo:
– olha, não vamos viajar no final do ano. Não empolgue-se. E não me peça que fique empolgado com a viagem. Porque cada pessoa lá em casa pegará uma virose que nos impedirá de viajar. Então, não vou nem me dar ao trabalho de me empolgar com o planejamento e a expectativa de uma viagem que não ocorrerá. 😀 Acho que seria BEM MELHOR se soubesse a causa. rsrs
Se não pressentisse o que viria, esse PRESENTE seria melhor vivido. Mas a força do PRESSENTIDO foi tão forte que eu sabia que qualquer planejamento repleto de empolgação pela viagem seria ILUSÓRIO. Afinal, essa empolgação não seria vivida… seria falsa… porque eu sabia que não rolaria de viajar. Não sabia ainda que tipo de evento ocorreria para impedir a viagem… apenas que ela não ocorreria.

E é justamente essa meleca que o pressentimento do FUTURO provoca no PRESENTE que tem me feito questionar nossa habilidade (ou falta dela) de lidar com a realidade do presente, MESMO AO SABER QUE O FUTURO TRARÁ ALGO DIFERENTE DO QUE ESTAMOS PLANEJANDO para ele no atual momento presente…

Essa vida de Precog (do filme MINORITY REPORT) é angustiante pra caramba… Só que eles sabiam o que especificamente ocorreria. Então, fico na dúvida: não sei se saber claramente quais os eventos realmente ocorrerão – e que impedirão que o futuro não seja como o que está sendo planejado – seria a chave para aproveitar melhor o presente sem a ilusão de um futuro que não será vivido…

Um outro exemplo, este mais relevante e impactante que o meu, me foi contado pelo meu amigo-irmão Kélvin. Ele, sua namorada e a filha desta caminhavam no dia do Reveillon por uma praia. Ela começou a passar mal. E sua filha, momentos antes, também tinha passado mal. Resolveram sair dali. No outro dia, ele lê no jornal: houve um arrastão na Praia Grande naquela noite de Reveillon…
Será que se a namorada de meu amigo e a sua filha soubessem que estavam passando mal porque haveria um arrastão na praia, isso não facilitaria a vivência do presente sem tanta dor e sofrimento?? Se elas identificassem:
– olha, estou passando mal, porque já estou sentindo a energia negativa do arrastão chegando até nós. Ele vai trazer bagunça, caos e tristeza a muitas pessoas aqui na praia. Por isso não estou me sentindo muito bem… Vamos embora.
Se o evento prestes a ocorrer (pressentido para o futuro) pudesse ser mais claramente delineado no presente, talvez a angústia, o sofrimento e as dores fisicas/psíquicas poderiam ser menores. Afinal, teríamos de lidar com o que REALMENTE ocorreria. Em vez de ficarmos imaginando, sentindo, pensando, deduzindo o que pode estar causando nosso mal-estar e nossos pressentimentos ruins…
Gostaria de experimentar este outro lado: ter mais clareza do PRESSENTIDO para ver se viveria melhor o PRESENTE quando houvesse um pressentimento na jogada. Talvez seria melhor do que ficar PRESSENTINDO algo que ocorrerá, que impedirá o que está sendo vislumbrado/ planejado para o futuro – mas que não sei especificamente o que será.
O desconhecido, as nuvens nebulosas do que poderá ocorrer como EVENTO REAL, é que – me parece – gera mais sofrimento, angústia, tristeza, mal-estar do que o fato de PRESSENTIR. Pressentir, já sabendo o que poderá ocorrer em termos de eventos, talvez não seja tão detonante quanto apenas o vago pressentimento de algo que virá/ocorrerá, sem saber o que especificamente.
Taí uma bela prosa para ser aprofundada e um belo tema a ser refletido.
Beijãozão nocês…
Yub

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Sua vida é reflexo de quem vc é!

Sua vida é um reflexo de quem você é

Conheça a si mesmo através das situações que atrai e aprenda a atingir suas metas

 

A partir de livros e filmes no estilo O Segredo, Quem Somos Nós e Peça e Será Atendido, resolvi praticar a lei da atração. Deparei-me com muitas frustrações. Diante dos resultados “negativos” de não conseguir o que desejava, como não aumentar meus rendimentos financeiros em determinado mês, sentia-me desanimado.

 
Conseqüentemente, procurei identificar as causas dessa “incapacidade” de atrair o que queria realizar. E a vida foi o mestre. Através das circunstâncias em que vivia, enxerguei a mim mesmo. O reflexo do que me ocorria exteriormente me permitiu enxergar a causa de meus “fracassos.” Porque o meu estado interior era visível nas situações. Reconheci o que muita gente chama de sinais. Sim, realmente, a vida nos envia sinais.
 
Vou exemplificar. Em muitos momentos, eu aplicava técnicas para atrair um relacionamento harmonioso com as pessoas numa reunião. Porém, ao estabelecer vínculos e conversas com elas, essa harmonia não era encontrada. Os ambientes em que nos encontrávamos ficava agitado. Ou elas brigavam. Não havia entendimento enriquecedor. Enfim, ocorria o oposto do que pretendia. E isso me frustrava.
 
Então, parei de olhar externamente e direcionei-me para mim. O que aqueles conflitos e desentendimentos na reunião revelavam sobre mim? Eles refletiam o quanto eu sentia-me tenso em querer controlar tudo e todos para estabelecer acordos. Se algo saía errado no início de nossas conversas, eu me descontrolava e esforçava para corrigir o que gerou desconforto entre todos. Não relaxava. Não me entregava ao momento. E não buscava primeiro a paz em mim mesmo.
 
Bingo! Era isso! Primeiro eu precisava sentir-me em paz. Com confiança de que tudo sairia da maneira mais apropriada para todos, me abri. Passei a ser receptivo aos imprevistos e às aparentes desarmonias. Os conflitos surgiam. E eu os acolhia. Óbvio que eles se resolviam na interação entre nós e criavam uma união ainda mais proveitosa para todos. Aprendi o segredo.
 
Em vez de querer direcionar um controle sobre o exterior para nos proporcionar o que desejamos, o foco deve voltar-se para um trabalho interno. Desenvolvendo o pensamento, o sentimento e a postura condizente com o que queremos viver, haverá mais chances de conseguirmos o que tanto desejamos.
 
Isso equivale a dizer, por exemplo, que quem quer aumentar seus rendimentos financeiros, precisará, primeiro, empreender tarefas internas, tais como perceber suas crenças com relação ao dinheiro. Porque não há milagres. Por mais que exercitemos a lei da atração, só alcançaremos o resultado pretendido se antes pesquisarmos, compreendermos e mudarmos os hábitos que temos. Afinal, estes podem revelar a atração do oposto daquilo que desejamos. Daí a importância de alinharmos nossas crenças aos nossos desejos.


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A Numerologia e a Satisfação Profissional!

 

 

A Numerologia e a Satisfação Profissional: Descubra quais dons podem lhe proporcionar mais prazer na carreira

 

Já houve alguma cobrança sobre você para escolher determinada profissão? Caso trabalhe, já teve que cumprir uma tarefa bem diferente da que tem prazer em executar? E em determinados momentos, há uma pressão para desenvolver atitudes no trabalho que não têm muito a ver com seu jeito de ser?
 
Sempre me incomodou ver uma pessoa trabalhando em algo que não tem o perfil dela. Fico extremamente feliz ao perceber pessoas executando suas tarefas de forma apaixonada. E encontrei na Numerologia uma ferramenta que me auxilia a mostrar o quanto a consciência sobre nossos dons pode nos proporcionar satisfação profissional.
 
Através dos números de nosso mapa numerológico, muito mais que saber qual profissão escolher, descobrimos os dons a serem vividos em qualquer atividade que trabalhemos. O Número de Motivação, por exemplo, evidencia quais características de sua personalidade podem ser aproveitadas como oportunidades na carreira.
 
Quer saber qual seu Número de Motivação? Faça seu Mapa Numerológico Mini grauitamente ( http://www.personare.com.br/numerologia/mapa-numerologico ) e entenda o que pode lhe conferir mais satisfação na vida profissional.
  • Número de Motivação 1 – Se você encontra oportunidade de inovar através de seu trabalho, sente-se vitalizado. Tem o dom de se destacar por meio de sua criatividade e originalidade.
  • Número de Motivação 2 – Você, muito provavelmente, sente-se satisfeito quando pode apresentar o outro lado de cada questão em seu trabalho. Pode sentir-se motivado ao usar sua sensibilidade, seu lado protetor e sua habilidade com os detalhes.
  • Número de Motivação 3 – Você obterá muita satisfação se puder ser livre para se expressar criativamente. Ao usar seus talentos comunicativos com inspiração e versatilidade no desempenho de suas atividades profissionais, tem tudo para sentir-se muito bem.
  • Número de Motivação 4 – Você tem uma capacidade analítica considerável. Além de saber regras e meios funcionais de colocar as idéias em prática de modo organizado e produtivo. Sendo assim, pode sentir-se muito satisfeito quando expressa esse seu jeito criterioso, detalhista e metódico no seu trabalho.
  • Número de Motivação 5 – Você tem a capacidade de gerar mudança na vida de outras pessoas através das atividades que realiza. Além do carisma e a versatilidade que possui, podem expandir o horizonte das pessoas para percepções mais amplas. E, obviamente, ao fazer isso, a satisfação profissional tende a vir junto.
  • Número de Motivação 6 – Você se satisfaz através de sua aptidão de ajudar muita gente, seja com conselhos, através da arte ou cuidando para que haja melhores condições de vida para quem conhece e com quem convive.
  • Número de Motivação 7 – Você tem a capacidade de satisfazer-se ao trabalhar com algo em que possa aplicar seus especializados conhecimentos, constantemente aprimorados. Como aprecia a qualidade e é muito exigente, sua competência merece ser desempenhada.
  • Número de Motivação 8 – Você necessita assumir muita responsabilidade e exercer um respeitável comando através do posto que ocupa em sua profissão. Destacar-se ao empregar seu senso de justiça também lhe satisfaz.
  • Número de Motivação 9 – Você se satisfaz ao compartilhar seu saber com inspiração e muita doação. Porque tem a capacidade de ajudar as pessoas a se libertarem das prisões de seus paradigmas.
Então, em função dessas percepções e constatações, a Numerologia pode nos mostrar detalhes e informações muito úteis, a fim de nos envolver com um trabalho que tenha mais afinidade com nosso jeito de ser. Seguindo-os, temos mais chances de obtermos satisfação profissional. Muitas vezes, não precisamos nem mudar de emprego ou atividade. Basta criarmos condições de colocarmos em prática no atual trabalho o que nosso Número de Motivação representa.
 
  • Número de Motivação 1: Encontre meios de compartilhar suas idéias originais e exercer liderança criativa nas suas atuais tarefas.
  • Número de Motivação 2: Procure aplicar sua capacidade de reunir conhecimentos e pessoas aparentemente divergentes, a fim de estabelecer pontes de entendimento e harmonia em seu trabalho.
  • Número de Motivação 3: Busque oportunidades para se comunicar com mais expressividade, criatividade e inspiração
  • Número de Motivação 4:Tente empregar o seu poder de concentração em detalhes significativos de seu trabalho, para deixar tudo bem organizado e produtivo .
  • Número de Motivação 5: Tenha a disponibilidade de transmitir com versatilidade o que pesquisa e percebe, de modo a desencadear mudanças por meio do trabalho que realiza.
  • Número de Motivação 6: Envolva os que trabalham com você em um espírito de equipe para viverem juntos os ideais sociais que acreditam.
  • Número de Motivação 7: Crie espaço para você ter condições de demonstrar sua competência e seus especializados conhecimentos, os quais visam uma melhor qualidade de vida.
  • Número de Motivação 8: Assuma suas ambições e sua necessidade de comandar, buscando aplicar seus talentos executivos.
  • Número de Motivação 9: Encontre oportunidades para se doar por intermédio de seu trabalho, transmitindo seu saber com inspiração e entusiasmo.
 
Texto originalmente publicado na revista Personare: http://www.personare.com.br/revista
 
 


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