Barack Obama, Juliana Paes e a Arte imita a Vida!

 
Desde quando comecei a observar o momento da vida dos atores e atrizes com seus ciclos numerológicos e astrológicos, fiquei assombrado com uma percepção. Iniciei essas observações de maneira mais disciplinada quando a novela MULHERES APAIXONADAS foi exibida no horário nobre global. E me norteei primeiro para os trânsitos astrológicos. Ainda não incluia os trânsitos Numerológicos.
 
Na época, eu fui pesquisar sobre o Marcelo Antony. E vi que ele tinha a Lua em Sagitário em seu Mapa Natal. Portanto, Plutão transitava por tal Signo e fazia conjunção (estava no mesmo grau) à Lua do ator. A Lua, no Mapa Natal de um homem, pode simbolizar a mulher (parceira) dele. Tende a representar tanto como este homem viverá a relação com ela quanto o que ela pode estar vivendo em sua vida. Plutão simboliza o medo da perda e a necessidade de transformação.
 
Quando Plutão toca a Lua, a mulher (Lua) deste homem tende a viver uma fase (trânsito) na qual está com muito medo da perda (Plutão). Diante desse medo da perda (Plutão) pelo que lhe dá segurança (Lua), ela pode tomar atitudes muito possessivas (Plutão), como se pudesse conseguir controlar poderosamente (Plutão) essa ameaça. E precisa passar por profundas mudanças (Plutão) quanto a esse sentimento de segurança (Lua).
 
Vimos exatamente isso ocorrendo com o personagem de Antony na novela. Heloisa (Giulia Gam) – LUA – era obcecada (Plutão) por ele. Morria de ciúmes e causava os maiores barracos devido à sua possessividade (Plutão). No desenrolar da novela, ela entrou para o grupo MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas). E começou a desencadear as devidas transformações (Plutão) em sua vida.
 
Depois dessa percepção e maravilhamento (existe essa palavra? rsrs), eu passei a observar os Trânsitos Numerológicos. Como já escrevi aqui no Blog sobre a atriz Suzana Vieira, costumo fazer o mesmo em meu Diário. Pesquisando no Google a data de nascimento de cada celebridade e fazendo os cálculos numerológicos, temos condições de saber os ciclos que vive. E ao entrar no site da globo.com, fico sabendo dos babados. Daí, é só conectar os eventos/fatos que cada celebridade vive com o seus trânsitos numerológicos.
 
No caso de Juliana Paes, por exemplo. Ela nasceu dia 26/03/1979. Ela está, desde 01/01/2009, no Ano Pessoal 4 (26+3+11 = 40/4). Lembro que fiz, no final do ano passado, a análise para o Personare/Globo.com desta fase da atriz. Ela vive um ano de muitas responsabilidades (Ano Pessoal 4).
 
Quando ia para a Faculdade com a Cris, passamos por uma banca. E uma revista de fofocas tinha uma frase da atriz. Ela dizia: “Fazer uma protagonista é uma enorme responsabilidade.” Sorri, ao lembrar o que escrevera para a globo.com no final do ano passado.
 
E ao acompanhar um pouco o início da novela e as propagandas sobre a mesma na TV, eu observei que ela está apaixonada por um Dalit. Ela vive uma personagem que está sob uma rígida tradição. Quando estamos num Ano Pessoal 4, tendemos a nos sentir aprisionados por certos hábitos e tradições familiares. A sensação é de repressão. É o que Juliana Paes está vivendo através de sua personagem, a qual se sente aprisionada pela rigidez familiar (Ano Pessoal 4).
 
É bacana ver os artistas, principalmente os atores e atrizes, viverem personagens que refletem o colorido, os desafios, as oportunidades e os aprendizados dos ciclos numerológicos e astrológicos em que estão. Além de ser um belo exercício para nós, estudiosos de Numerologia e Astrologia, aprendermos NA PRÁTICA a aprimorar nosso olhar interpretativo sobre tais simbolismos.
 
Para finalizar, mostro uma coincidência (ou sincronicidade? rsrs) que ocorreu com Barack Obama. Ele é o 44o. Presidente dos Estudos Unidos. Como nasceu dia 04/08/1961, está no Ano Pessoal 5 (04+08+11 = 23/5). Em Janeiro, mês de sua posse, estava no Mês Pessoal 24/6. E no dia 20/01, dia de sua posse, estava no Dia Pessoal 44/8!!!!! Sem contar que a simbologia do 8 envolve o assumir seu poder pessoal para influir de maneira impactante ao seu redor… Como Obama é uma figura pública, esse ambiente ao redor vai longe…  Este era o colorido do dia do homem mais poderoso do mundo.
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Algumas Reflexões sobre Relacionamentos Afetivos!

 
 
Saudações AFETIVAS a todos!!
 
Eu e a Cris temos observado desde o final do ano passado vários casais que conhecemos entrando em crises conjugais. Muitos deles terminaram a relação que mantinham. Junto com as nossas próprias crises e superações, refletimos sobre algumas questões. Compartilho agora com vocês.
 
Numa noite em que lanchávamos e proseávamos, a Cris se lembrou de uma frase de seu professor. Ela estava no 1o. Período de Psicologia. Ele perguntou à turma:
 
– Quem aqui namora?
 
Várias pessoas levantaram a mão.
 
Ele profetizou:
– Seus relacionamentos terminarão.
 
Houve aquele ar de ponto de interrogação entre todos. E o professor explicou que o Curso de Psicologia mexe bastante com as pessoas. Consequentemente, acarreta efeitos em seus relacionamentos. E o fim da relação pode ocorrer.
 
Lembrei de uma amiga minha. Ela era casada com um homem muito machista. Este lhe impedia de fazer terapia. Tinha medo de que seu relacionamento terminasse por conta desse processo terapêutico. Ela não fez terapia. E o casamento deles terminou assim mesmo. Talvez a terapia tivesse salvado a relação deles, transformando a maneira como se relaciovam…
 
Muitas vezes, acredito que frases do senso comum, tais como “não preciso de terapia; terapia é para loucos” ou “todo psicólogo ou estudante de psicologia é louco”, retratam uma baita defesa de nossa sociedade. É a resistência a mudar. Parece que as pessoas têm medo de se enxergarem com mais clareza porque podem perceber o que lhes provoca insatisfação. E, diante dessa constatação, terem de se dar ao trabalho de buscar mudanças que gerarão mais satisfação. Preferem manter “tudo como está”, porque acham que o sofrimento da mudança será maior do que o sofrimento que a manutenção de algo insatisfatório gera.
 
Para fugir à dor dessas percepções sobre o que realmente querem para ter uma vida verdadeiramente mais satisfatória, buscamos paliativos e sedativos existenciais através de certos vícios. Quem sabe assim mantemos permanentemente o estado de cegueira forçada sobre o que pensamos, sentimos e queremos de fato??
 
É nesse medo de mudar que vejo a primordial causa dos relacionamentos desses casais sucumbindo às crises conjugais, quando estas poderiam ser o estímulo para o casal renovar seu vínculo e seu compartilhar…
 
E quando uma pessoa que faz parte do casal decide mudar, seja através dos estudos e práticas terapêuticas/psicológicas ou outras que desembocam nesse mesmo fim, inevitavelmente a pessoa parceira será cutucada, mexida, afrontada, influenciada, sacudida. Como reagirá a esse movimento progressista desencadeado pela primeira?
 
Poderá reagir com resistência e se negar a mudar/crescer/amadurecer mais. E isso poderia emperrar tanto os projetos conjugais quanto os projetos individuais para os quais a primeira está querendo trilhar… Ou poderá reagir de forma madura, procurando se dedicar com mais afinco e espírito renovador a seus próprios projetos pessoais e aos conjugais.
 
O que impede a pessoa parceira de fazer essas mudanças e, junto com a primeira, se envolver na busca por mais satisfação no relacionamento?
 
Nos exemplos de traição que conheço, ocorreu algo semelhante a alguns desses casais. Um deles estava insatisfeito, inclusive sexualmente. E em vez de demonstrar essa insatisfação para a pessoa parceira, assumir sua parcela de responsabilidade no proceso insatisfatório, inclusive sexual, e procurar com a outra desencadearem mudanças bacanas para ambas melhorarem a relação, decidem simplesmente trair. É como se a traição fosse uma vingança para o fato de a outra pessoa não estar mais lhe satisfazendo… Em vez de dialogar, demonstrar seus sentimentos, o que não está legal, o que está, o que poderia ser mudado, como, etc., vão para o caminho aparentemente mais cômodo: buscar satisfação sexual com outra pessoa… Como se isso fosse resolver o problema…
 
Deve ser porque achamos que o problema sempre está no outro… Somos orgulhosos demais para assumir nossa parcela de responsabilidade no que está ruim, insatisfatório… porque assim, ao culparmos o outro, evitamos fazer movimentos de mudança, os quais revelariam nossas fraquezas, limitações, medos e vulnerabilidades. Preferimos manter nosso orgulho do que manter nossa relação, colocando-a num nível mais satisfatório. Preferimos ficar na posição superior do que – com verdadeira humildade – repararmos no que temos feito, nas nossas feridas emocionais, no modo como nos tratamos e no que podemos trabalhar para melhorar em nós mesmos.
 
Parece que em todos esses exemplos de casais em crise que conhecemos e nas nossas crises, o que pode minar ou transformar positivamente a relação é o seguinte fator:
 
O NOSSO MODO DE REAGIR ÀS NECESSÁRIAS MUDANÇAS!
 
Parece que há um acordo silencioso e profundamente sutil (mas muito poderoso) entre cada parte formadora do casal: “olha aqui. Vc promete não mexer nessas minhas feridas? Se sim, eu prometo não cutucar as suas. E, assim, poderemos manter nosso relacionamento legal, aparentemente harmonioso. Vc topa?” Astrologicamente falando, são casais que querem viver eternamente na dinâmica da Casa 7 (Libra) e NUNCA adentrarem na dinâmica da Casa 8 (Escorpião).
 
A outra parte responde: “Eu topo. Vc pode manter essas gavetas de sua psique fechadas. Sem problemas. Te escolhi também por isso. Tá ótimo desse jeito, nesse nível.”
 
Só que quando um deles começa a mexer em suas próprias gavetas, rompe este contrato. Viola esse acordo. E, o “pior”, exige do outro que mexa nas suas próprias gavetas psíquicas também.
 
O outro sente-se violentado, desrespeitado. E reage a esse movimento autoperceptivo e de autosuperação da pessoa parceira, decidindo manter tudo como estava inicialmente acordado. Muitas vezes, precisa fazer um esforço hercúleo de resistência. Aí começam os problemas… pois quando um decide mudar, quer que o outro acompanhe. E se a outra pessoa não acompanhar, pode reprimir o movimento da primeira, se esta se submeter. Porque esta pode preferir ficar junta da outra, mesmo insatisfeita. É o medo da perda, do rompimento, do ficar sozinho/a. Não percebe que está sozinho, ao lado de alguém. Existe um muro, tal como o do BBB9, entre eles… Mas não se aceita enxergar tal muro… E ao manter tudo como está, continua junto, mas separado.
 
Parece que essa submissão com o objetivo de manter a relação pode chegar num nível tal que a insatisfação cresce alucinadamente e explode em reações perigosas e destrutivas. A revolta por ter tentado se estagnar para manter a relação pode explodir numa fúria e em atitudes tão ferinas que o sofrimento acaba sendo MUITO maior do que se, antes, não tivesse vendido a sua alma em prol de uma falsa, cômoda e passiva segurança.
 
O medo da perda (de uma relação terminar) acaba fazendo a pessoa que iniciou o movimento de mudança refrear suas trasnformações. Porém, a dor dessa repressão é mais DOLOROSA que a dor da separação. Porque a dor da repressão é cada dia mais acrescida da dor da insatisfação. Afinal, esta relaciona-se de um modo rotineiro, desgastante, apenas para ficar junto (ou melhor, fisicamente e socialmente junto).
 
E isso é uma ilusão… A insatisfação só aumenta… e a relação vai se deteriorando ainda mais, com um distanciamento cada vez mais doloroso… uma pessoa vai machucando e agredindo a outra constantemente, mesmo que essa agressão venha por meio do próprio distanciamento… da frieza… da falta de sexo… da inexistência de uma enriquecedora intimidade.
 
A dor da separação, pelo menos, abriria a oportunidade para tocar os projetos pessoais, já que os conjugais foram para o beleléu quando a outra pessoa não se envolveu com os compromissos das mudanças na relação…
 
Com isso, encontramos muitos casais terminando ou mantendo um vínculo de fachada, de algo já deteriorado, que está longe de ser satisfatório.
 
Se uma pessoa busca mudar, se envolve em projetos individuais que vão lhe dar satisfação. Naturalmente, a pessoa parceira é colocada numa situação em que o progresso lhe é apresentado. Não precisa nem ser cobrada escancaradamente pela primeira a mudar. O movimento da primeira já provoca naturalmente essa reação na outra. É um estímulo natural para a outra mudar também. E não somente se dedicar a novas satisfações individuais, mas conjugais também.
 
Por isso que relacionar dá trabalho. Falo do relacionar verdadeiro. Não o de fachada. Porque o relacionar verdadeiro exige constantes mudanças que trarão cada dia mais satisfação a AMBAS, tanto a nível individual quando conjugal.
 
Beijos afetivamente reflexivos nocês…
Yub


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Dominando o futuro através do autodomínio! E o Número 8!!

Saudações COMPLEMENTARES e PODEROSAS a todos!!

Depois que escrevi a mensagem sobre PRESSENTIMENTO/ MINORITY REPORT,
refleti sobre algumas coisas, inclusive ontem, na terapia.

Compreendi com mais clareza o quanto realmente a causa de minha
angústia ao reagir aos meus PRESSENTIMENTOS se deve à minha
inclinação – agora maior – de querer controlar a vida. Meu ímpeto de
tentar – inutilmente – controlar o futuro ao querer saber os
detalhes práticos dos eventos reais que ocorrerão quando tenho um
PRESSENTIMENTO, revela essa inclinação CONTROLADORA de minha
natureza.

Como estou no Ano Pessoal 8 desde 01/01/09 e no Mês Pessoal 9 neste
mês de Janeiro, é um momento MUITO apropriado para refletir (9)
sobre o poder do controle (8). E aproveitar para compreender os
princípios que regem (9) o poder (8) manifestado como controle (8).

Estou experienciando na prática a diferença entre o poder que vem do
controle (8) e o verdadeiro poder, o do autodomínio (8). Compreendo
agora o quanto precisamos desenvolver o domínio em vez do controle.
O domínio é o exercício do poder de forma construtiva; enquanto o
controle é o exercício destrutivo do poder.

Porém, tenho verificado que o domínio só pode ser exercicido através
do autodomínio. Para dominarmos uma situação, precisamos, primeiro,
desenvolver o autodomínio. Por meio dele, aí sim, temos condições de
aceitar com verdadeira humildade a manifestação prática de um futuro
atualmente pressentido e marcado por muitas nebulosidades.

Muitas vezes, expressamos nosso poder de forma controladora.
Queremos controlar a pessoa parceira. Procuramos nos impor sobre
funcionários e colegas de trabalho com um poder controlador.
Buscamos reconhecimento e respeitabilidade por meio do exercício de
um poder pessoal repleto de estratégias controladoras,
manipuladoras.

Porém, ao agirmos assim, não estamos realmente exercendo nosso poder
pessoal de forma construtiva. Na verdade, esse comportamento
controlador mostra nossa fraqueza, nosso medo de perder o que
queremos, pois queremos ter tudo muito bem controlado, mantido,
seguro.

Parece mesmo que o verdadeiro poder passa por uma atitude
completamente vulnerável. A verdadeira força está na
vulnerabilidade. .. Putz! Agora eu compreendo a frase que li no filme
PODER ALÉM DA VIDA: A força do Guerreiro está na sua vulnerabilidade.

Porque a vulnerabilidade perante o futuro e o que cada evento
presente traz demanda entrega, fé, autoconfiança e hulmidade para
reconhecer que nossa força controladora é INFINITAMENTE MENOR que a
Força Natural da Vida…

Finalizo esta mensagem com a frase que abri hoje, ao folhear
intuitivamente o livro AS JORNADAS DE SÓCRATES, do Dan Millman:

“NA VIDA, A ANGÚSTIA SOBREVÉM QUANDO VOCÊ RESISTE.” 😀

Beijãozão nocês…
Yub


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A Angústia de Pressentir… e Minority Report

Meus pressentimentos sempre me incomodaram. Ultimamente, mais ainda… Tô bravo com esse lance de pressentir. Prefiro viver o dia-a-dia sem a angústia de que algo ocorrerá no futuro. Assim me sinto mais à vontade de aproveitar o presente, o momento presente.
Porém, isso não tem ocorrido. A corrosão provocada por pressentimentos contrários ao que estava sendo planejado para ocorrer futuramente angustia, dói, machuca. Não me refiro nem a grandes planejamentos futuros. Coisas bobocas e triviais mesmo. Talvez seja meu ímpeto de querer controlar a vida que está sendo abalado. É a vida mostrando pra mim a necessidade de me entregar à vida, seja qual for o futuro. Independente se o futuro será como eu quero ou não. Provavelmente minha dificuldade maior encontra-se em aceitar o futuro e aprender a viver bem o presente, mesmo quando este vem impregnado de um pressentimento ruim sobre algo que gostaria de viver no futuro.
Estou com dificuldades de aproveitar o presente quando vejo que não adianta comemorar ou me empolgar com algo que está sendo planejado atualmente para o futuro. Pra que brindar uma ilusão, uma vez que o futuro trará algo oposto ao planejado no presente?
Um exemplo bobo dentre vários que trará mais clareza sobre meu atual questionamento é o seguinte. Na noite de Natal, meu primo e sua mulher nos chamaram (eu e a Cris) para viajar à Serra do Cipó. Iríamos ficar na casa de campo que nosso tio tem na beira do Rio Cipó, cercado de cachoeiras lindíssimas. É um local que adoramos ir.
Não consegui nem me empolgar com a idéia. Porque um PRESSENTIMENTO de que não iríamos ocorreu fortemente e me dominou. Porém, não sabia o que especificamente ocorreria para impossibilitar essa viagem. E isso me incomodou. Não ter clareza sobre o evento que se realizaria como causa do impedimento à viagem. Se soubesse o que de fato se concretizaria, eu poderia simplesmente dizer ao meu primo:
– olha, não vamos viajar no final do ano. Não empolgue-se. E não me peça que fique empolgado com a viagem. Porque cada pessoa lá em casa pegará uma virose que nos impedirá de viajar. Então, não vou nem me dar ao trabalho de me empolgar com o planejamento e a expectativa de uma viagem que não ocorrerá. 😀 Acho que seria BEM MELHOR se soubesse a causa. rsrs
Se não pressentisse o que viria, esse PRESENTE seria melhor vivido. Mas a força do PRESSENTIDO foi tão forte que eu sabia que qualquer planejamento repleto de empolgação pela viagem seria ILUSÓRIO. Afinal, essa empolgação não seria vivida… seria falsa… porque eu sabia que não rolaria de viajar. Não sabia ainda que tipo de evento ocorreria para impedir a viagem… apenas que ela não ocorreria.

E é justamente essa meleca que o pressentimento do FUTURO provoca no PRESENTE que tem me feito questionar nossa habilidade (ou falta dela) de lidar com a realidade do presente, MESMO AO SABER QUE O FUTURO TRARÁ ALGO DIFERENTE DO QUE ESTAMOS PLANEJANDO para ele no atual momento presente…

Essa vida de Precog (do filme MINORITY REPORT) é angustiante pra caramba… Só que eles sabiam o que especificamente ocorreria. Então, fico na dúvida: não sei se saber claramente quais os eventos realmente ocorrerão – e que impedirão que o futuro não seja como o que está sendo planejado – seria a chave para aproveitar melhor o presente sem a ilusão de um futuro que não será vivido…

Um outro exemplo, este mais relevante e impactante que o meu, me foi contado pelo meu amigo-irmão Kélvin. Ele, sua namorada e a filha desta caminhavam no dia do Reveillon por uma praia. Ela começou a passar mal. E sua filha, momentos antes, também tinha passado mal. Resolveram sair dali. No outro dia, ele lê no jornal: houve um arrastão na Praia Grande naquela noite de Reveillon…
Será que se a namorada de meu amigo e a sua filha soubessem que estavam passando mal porque haveria um arrastão na praia, isso não facilitaria a vivência do presente sem tanta dor e sofrimento?? Se elas identificassem:
– olha, estou passando mal, porque já estou sentindo a energia negativa do arrastão chegando até nós. Ele vai trazer bagunça, caos e tristeza a muitas pessoas aqui na praia. Por isso não estou me sentindo muito bem… Vamos embora.
Se o evento prestes a ocorrer (pressentido para o futuro) pudesse ser mais claramente delineado no presente, talvez a angústia, o sofrimento e as dores fisicas/psíquicas poderiam ser menores. Afinal, teríamos de lidar com o que REALMENTE ocorreria. Em vez de ficarmos imaginando, sentindo, pensando, deduzindo o que pode estar causando nosso mal-estar e nossos pressentimentos ruins…
Gostaria de experimentar este outro lado: ter mais clareza do PRESSENTIDO para ver se viveria melhor o PRESENTE quando houvesse um pressentimento na jogada. Talvez seria melhor do que ficar PRESSENTINDO algo que ocorrerá, que impedirá o que está sendo vislumbrado/ planejado para o futuro – mas que não sei especificamente o que será.
O desconhecido, as nuvens nebulosas do que poderá ocorrer como EVENTO REAL, é que – me parece – gera mais sofrimento, angústia, tristeza, mal-estar do que o fato de PRESSENTIR. Pressentir, já sabendo o que poderá ocorrer em termos de eventos, talvez não seja tão detonante quanto apenas o vago pressentimento de algo que virá/ocorrerá, sem saber o que especificamente.
Taí uma bela prosa para ser aprofundada e um belo tema a ser refletido.
Beijãozão nocês…
Yub

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Sua vida é reflexo de quem vc é!

Sua vida é um reflexo de quem você é

Conheça a si mesmo através das situações que atrai e aprenda a atingir suas metas

 

A partir de livros e filmes no estilo O Segredo, Quem Somos Nós e Peça e Será Atendido, resolvi praticar a lei da atração. Deparei-me com muitas frustrações. Diante dos resultados “negativos” de não conseguir o que desejava, como não aumentar meus rendimentos financeiros em determinado mês, sentia-me desanimado.

 
Conseqüentemente, procurei identificar as causas dessa “incapacidade” de atrair o que queria realizar. E a vida foi o mestre. Através das circunstâncias em que vivia, enxerguei a mim mesmo. O reflexo do que me ocorria exteriormente me permitiu enxergar a causa de meus “fracassos.” Porque o meu estado interior era visível nas situações. Reconheci o que muita gente chama de sinais. Sim, realmente, a vida nos envia sinais.
 
Vou exemplificar. Em muitos momentos, eu aplicava técnicas para atrair um relacionamento harmonioso com as pessoas numa reunião. Porém, ao estabelecer vínculos e conversas com elas, essa harmonia não era encontrada. Os ambientes em que nos encontrávamos ficava agitado. Ou elas brigavam. Não havia entendimento enriquecedor. Enfim, ocorria o oposto do que pretendia. E isso me frustrava.
 
Então, parei de olhar externamente e direcionei-me para mim. O que aqueles conflitos e desentendimentos na reunião revelavam sobre mim? Eles refletiam o quanto eu sentia-me tenso em querer controlar tudo e todos para estabelecer acordos. Se algo saía errado no início de nossas conversas, eu me descontrolava e esforçava para corrigir o que gerou desconforto entre todos. Não relaxava. Não me entregava ao momento. E não buscava primeiro a paz em mim mesmo.
 
Bingo! Era isso! Primeiro eu precisava sentir-me em paz. Com confiança de que tudo sairia da maneira mais apropriada para todos, me abri. Passei a ser receptivo aos imprevistos e às aparentes desarmonias. Os conflitos surgiam. E eu os acolhia. Óbvio que eles se resolviam na interação entre nós e criavam uma união ainda mais proveitosa para todos. Aprendi o segredo.
 
Em vez de querer direcionar um controle sobre o exterior para nos proporcionar o que desejamos, o foco deve voltar-se para um trabalho interno. Desenvolvendo o pensamento, o sentimento e a postura condizente com o que queremos viver, haverá mais chances de conseguirmos o que tanto desejamos.
 
Isso equivale a dizer, por exemplo, que quem quer aumentar seus rendimentos financeiros, precisará, primeiro, empreender tarefas internas, tais como perceber suas crenças com relação ao dinheiro. Porque não há milagres. Por mais que exercitemos a lei da atração, só alcançaremos o resultado pretendido se antes pesquisarmos, compreendermos e mudarmos os hábitos que temos. Afinal, estes podem revelar a atração do oposto daquilo que desejamos. Daí a importância de alinharmos nossas crenças aos nossos desejos.


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A Numerologia e a Satisfação Profissional!

 

 

A Numerologia e a Satisfação Profissional: Descubra quais dons podem lhe proporcionar mais prazer na carreira

 

Já houve alguma cobrança sobre você para escolher determinada profissão? Caso trabalhe, já teve que cumprir uma tarefa bem diferente da que tem prazer em executar? E em determinados momentos, há uma pressão para desenvolver atitudes no trabalho que não têm muito a ver com seu jeito de ser?
 
Sempre me incomodou ver uma pessoa trabalhando em algo que não tem o perfil dela. Fico extremamente feliz ao perceber pessoas executando suas tarefas de forma apaixonada. E encontrei na Numerologia uma ferramenta que me auxilia a mostrar o quanto a consciência sobre nossos dons pode nos proporcionar satisfação profissional.
 
Através dos números de nosso mapa numerológico, muito mais que saber qual profissão escolher, descobrimos os dons a serem vividos em qualquer atividade que trabalhemos. O Número de Motivação, por exemplo, evidencia quais características de sua personalidade podem ser aproveitadas como oportunidades na carreira.
 
Quer saber qual seu Número de Motivação? Faça seu Mapa Numerológico Mini grauitamente ( http://www.personare.com.br/numerologia/mapa-numerologico ) e entenda o que pode lhe conferir mais satisfação na vida profissional.
  • Número de Motivação 1 – Se você encontra oportunidade de inovar através de seu trabalho, sente-se vitalizado. Tem o dom de se destacar por meio de sua criatividade e originalidade.
  • Número de Motivação 2 – Você, muito provavelmente, sente-se satisfeito quando pode apresentar o outro lado de cada questão em seu trabalho. Pode sentir-se motivado ao usar sua sensibilidade, seu lado protetor e sua habilidade com os detalhes.
  • Número de Motivação 3 – Você obterá muita satisfação se puder ser livre para se expressar criativamente. Ao usar seus talentos comunicativos com inspiração e versatilidade no desempenho de suas atividades profissionais, tem tudo para sentir-se muito bem.
  • Número de Motivação 4 – Você tem uma capacidade analítica considerável. Além de saber regras e meios funcionais de colocar as idéias em prática de modo organizado e produtivo. Sendo assim, pode sentir-se muito satisfeito quando expressa esse seu jeito criterioso, detalhista e metódico no seu trabalho.
  • Número de Motivação 5 – Você tem a capacidade de gerar mudança na vida de outras pessoas através das atividades que realiza. Além do carisma e a versatilidade que possui, podem expandir o horizonte das pessoas para percepções mais amplas. E, obviamente, ao fazer isso, a satisfação profissional tende a vir junto.
  • Número de Motivação 6 – Você se satisfaz através de sua aptidão de ajudar muita gente, seja com conselhos, através da arte ou cuidando para que haja melhores condições de vida para quem conhece e com quem convive.
  • Número de Motivação 7 – Você tem a capacidade de satisfazer-se ao trabalhar com algo em que possa aplicar seus especializados conhecimentos, constantemente aprimorados. Como aprecia a qualidade e é muito exigente, sua competência merece ser desempenhada.
  • Número de Motivação 8 – Você necessita assumir muita responsabilidade e exercer um respeitável comando através do posto que ocupa em sua profissão. Destacar-se ao empregar seu senso de justiça também lhe satisfaz.
  • Número de Motivação 9 – Você se satisfaz ao compartilhar seu saber com inspiração e muita doação. Porque tem a capacidade de ajudar as pessoas a se libertarem das prisões de seus paradigmas.
Então, em função dessas percepções e constatações, a Numerologia pode nos mostrar detalhes e informações muito úteis, a fim de nos envolver com um trabalho que tenha mais afinidade com nosso jeito de ser. Seguindo-os, temos mais chances de obtermos satisfação profissional. Muitas vezes, não precisamos nem mudar de emprego ou atividade. Basta criarmos condições de colocarmos em prática no atual trabalho o que nosso Número de Motivação representa.
 
  • Número de Motivação 1: Encontre meios de compartilhar suas idéias originais e exercer liderança criativa nas suas atuais tarefas.
  • Número de Motivação 2: Procure aplicar sua capacidade de reunir conhecimentos e pessoas aparentemente divergentes, a fim de estabelecer pontes de entendimento e harmonia em seu trabalho.
  • Número de Motivação 3: Busque oportunidades para se comunicar com mais expressividade, criatividade e inspiração
  • Número de Motivação 4:Tente empregar o seu poder de concentração em detalhes significativos de seu trabalho, para deixar tudo bem organizado e produtivo .
  • Número de Motivação 5: Tenha a disponibilidade de transmitir com versatilidade o que pesquisa e percebe, de modo a desencadear mudanças por meio do trabalho que realiza.
  • Número de Motivação 6: Envolva os que trabalham com você em um espírito de equipe para viverem juntos os ideais sociais que acreditam.
  • Número de Motivação 7: Crie espaço para você ter condições de demonstrar sua competência e seus especializados conhecimentos, os quais visam uma melhor qualidade de vida.
  • Número de Motivação 8: Assuma suas ambições e sua necessidade de comandar, buscando aplicar seus talentos executivos.
  • Número de Motivação 9: Encontre oportunidades para se doar por intermédio de seu trabalho, transmitindo seu saber com inspiração e entusiasmo.
 
Texto originalmente publicado na revista Personare: http://www.personare.com.br/revista
 
 


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Superando os medos, Saturno e Desafios Numerológicos

 

Supere seus medos

As coisas que você mais teme podem ser as que mais deseja viver

 

Por Yubertson Miranda

 

            Tenho muito medo de me comunicar. Ao mesmo tempo, desejo ser um excelente comunicador. Essa contradição sempre me intrigou. Como pode? Algo que tanto desejo é o mesmo que temo viver? Você percebe esse paradoxo em sua vida? Existe alguma situação que ambiciona e simultaneamente evita?

            Minha prática com a Numerologia e a Astrologia tem mostrado algumas possíveis respostas para esta intrigante situação de desejar e temer o desejado. Constatei que tanto o posicionamento de Saturno em nosso Mapa Natal (por Signo, Casa e Aspectos) quanto os Números presentes na posição Desafios no Mapa Numerológico nos revelam essa contradição.

            Gêmeos, Casa 3 e o Planeta Mercúrio na Astrologia são símbolos associados à comunicação. Tenho Saturno em Gêmeos, na Casa 3 e em oposição a Mercúrio. O Número 3, na Numerologia, representa as questões comunicativas. Em meu Mapa Numerológico, tenho o Desafio do 3.

            Pelo que observo em mim e em meus clientes, o medo de desenvolver e expressar os nossos talentos costuma ser causado pela herança que herdamos de nossos pais e avós. Na minha concepção, estamos aqui para irmos além do ponto no qual eles alcançaram. Este é o propósito evolutivo. A Teoria Sistêmica (uma abordagem da Psicologia) também se pauta nesta dinâmica familiar.

            É como se, em determinada fase de nossa vida, depois de repetirmos hábitos e escolhas de nossos pais, chegássemos num ponto-chave. A partir dali, teremos duas opções: continuar repetindo padrões familiares ou rompermos com os mesmos, indo além.

            No caso de nossos dons (mostrados por Saturno e os Desafios Numerológicos), talvez temamos desenvolvê-los num nível acima ao que nossos pais e avós os manifestaram. É como se a dificuldade que sentimos nesse ponto não fosse só nossa. Os obstáculos a serem superados não são apenas nossos, mas também dos familiares.

Porém, a vida – em seu natural processo de evolução – nos pede que avancemos. Junto com a superação dos limites perante os quais nossos pais e avós chegaram, obteremos muita satisfação. Parece que a expressão mais aprimorada de tais talentos cura as feridas herdadas.

E ao vencer esses medos diante do que mais desejamos viver, temos plenas condições de beneficiar muitas pessoas com as capacidades desenvolvidas e bem direcionadas nesse processo. É o que espero, cada dia mais, ofertar a todos através de minha comunicação.

            Obviamente que o medo de me comunicar sempre me acompanhará. Mas ele é saudável. Sua tarefa é me lembrar de que a superação dele me permite viver com mais prazer, realizando meu desejo comunicativo. Um filme que me ajudou a compreender e lidar de maneira prática com os medos, a fim de manifestar os dons a eles associados, é o Batman Begins.

 

Texto originalmente publicado na Revista Personare:

http://www.personare.com.br/revista


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Plutão em Capricórnio na vida de cada um de nós!

 
 
Saudações PRÁTICAS E APLICÁVEIS A CADA UM DE NÓS!!
 
Pra mim, mais bonito que perceber esses eventos e fenômenos mundiais em associação com os eventos celestes (= trânsitos de Plutão), é perceber NA PRÁTICA o que o Trânsito de Plutão por CAPRICÓRNIO pode representar PARA CADA UM(A) DE NÓS.
 
Por mais que MUITA GENTE aqui NÃO TENHA ASCENDENTE em Capricórnio, NÃO TENHA O SOL OU A LUA em CAPRICÓRNIO, NÃO TENHA PLANETA(S) NESTE SIGNO, todos NÓS temos Capricórnio presente em nosso MAPA NATAL.
 
É ali, nos assuntos e nas atividades da Casa Astrológica em Capricórnio está em nosso Mapa que poderemos observar, NA PRÁTICA, o que o Trânsito de Plutão pode significar para cada um de nós.
 
Lembrando da ANALOGIA que CADA POSICIONAMENTO astrológico pode ser visto como um PRÉDIO DE VÁRIOS ANDARES, com CADA ANDAR significando um nível de manifestação dos VÁRIOS POSSÍVEIS para tal posição astrológica,
o Trânsito de Plutão por Capricórnio na CASA ASTROLÓGICA em que ele passa em nosso Mapa Natal tem um LEQUE DE POSSIBILIDADES DE VIVENCIAÇÃO. Colocarei aqui alguns, só para servir de referência sobre as oportunidades, os desafios e os aprendizados que temos pela frente nesta área (Casa) em que Plutão transita por nosso Mapa.
 
Por onde Plutão passa, ele está sinalizando uma época de profunda crise. E a crise plutoniana implica numa necessidade de nos envolver de corpo e alma (com paixão) com as questões, atividades e assuntos relacionados à Casa por onde ele dá o ar de sua graça.
 
A Casa Astrológica em que Capricórnio se encontra em nosso Mapa Natal representa uma esfera de nossa vida na qual queremos segurança, respeitabilidade, estabilidade e temos poder de influenciar determinado nicho social/profissional.
 
Uma pessoa, por exemplo, que tem Capricórnio na Casa 5, tem necessidade de ter segurança e muito respeito (Capricórnio) nas atividades artísticas, criativas, lúdicas e românticas (Casa 5). E tem o poder de usar de sua criatividade (Casa 5) para influenciar muitas pessoas (Capricórnio), sendo um exemplo/referência (Capricórnio) de como lidar com crianças, arte, prazer, divertimento e auto-expressão (Casa 5).
 
A questão, como falamos acima, é que Plutão vem representar a vinda de um impulso poderoso e transformador. Em que sentido? No sentido de nos dedicar com mais intensidade, profundidade e envolvimento (Plutão) com os assuntos, atividades e circunstâncias associadas com a Casa Astrológica por onde ele passa.
 
Passando por Capricórnio na Casa Astrológica em que tal Signo se encontra em nosso Mapa Natal, indica uma fase propícia para transformarmos (Plutão) nossa maneira de buscar segurança, estabilidade e respeitabilidade (Capricórnio) nesta área de nossa vida (Casa).
 
Muito provavelmente, sentiremos necessidade de buscar uma profunda satisfação emocional (Plutão) nesse processo de alcançar mais segurança, estabilidade e respeitabilidade (Capricórnio) nessa esfera de nosso existir (Casa Astrológica). A nossa vontade visceral (Plutão) de influenciar a sociedade (Capricórnio) no que tange a lidar com os assuntos da Casa em que Capricórnio se encontra em nosso Mapa aumentará. Ao mesmo tempo, aumentará a nossa vontade visceral (Plutão) de influenciar a sociedade (Capricórnio) a partir do modo como vivemos os assuntos, atividades e questões da Casa em que Capricórnio está em nossa Carta Natal.
 
No exemplo de Capricórnio na Casa 5, o trânsito de Plutão por ali, muito provavelmente, incentivará a pessoa a ter uma postura completamente diferente (Plutão) ao lidar com filhos, crianças, criatividade, prazer, divertimento e expressão de sua identidade (Casa 5). Ela sentirá uma intensa vontade (Plutão) de obter uma profunda satisfação (Plutão) quando estiver criando, namorando, transando, brincando, lidando com sua criança interior e com crianças de um modo geral (Casa 5), a fim de alcançar segurança, estabilidade e reconhecimento (Capricórnio). E terá uma força ainda mais intensa (Plutão) de influenciar as pessoas atraves de seu exemplo (Capricórnio) quando estiver criando, se expondo, se expressando criativa e confiantemente (Casa 5).
 
Óbvio que, muito provavelmente, não será tão fácil como aparenta no que escrevi. Esse processo de transformação plutoniana na área em que capricórnio se encontra em nosso Mapa Natal será repleto de crises, insatisfações e um fortíssimo desejo de solapar com as situações que não estão nos trazendo esse retorno satisfatório que Plutão simboliza.
Plutão quer nada mais nada menos do que uma satisfação visceral. É tudo ou nada para Plutão. Se não há a possibilidade desse prazer intenso, dessa satisfação visceral, muitas vezes poderemos congelar, esfriar e não direcionar nossa energia nesse rumo. Se não pudermos nos envolver de corpo e alma em busca dessa satisfação profunda, teremos dificuldades de lidar com as questões e atividades da Casa em que Plutão passa/passará neste Trânsito pelo Signo de Capricórnio em nosso Mapa Natal.
 
Bem, creio que essa abordagem geral serviu para termos uma noção do que esperar de Plutão em Trânsito por Capricórnio em nossa PRÓPRIA VIDA.
 
Qualquer dúvida e/ou aprofundamento, estou à disposição para prosear a respeito! 😉
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Diário Numerológico: Previsões e Eventos! Ex.: SUZANA VIEIRA

 
Saudações OBSERVADORAS a todos!!
 
Gosto MUITO de observar na prática a manifestação dos simbolismos numerológicos. Procurarei compartilhar com todos este modo de aprender a Numerologia cada dia mais.
 
Aproveito para fazer uma homenagem ao astrólogo ANTONIO CARLOS HARRES (o “Bola”)! Pois ao ler em sua lista de Astrologia Mundial no yahoogrupos, a ZIGURAT, o modo como procura minuciosamente associar eventos práticos com trânsitos e posicionamentos astrológicos, eu me inspiro com este exemplo dele!!  
 
Vamos ao exemplo de hoje.
 
O babado deste mês de novembro é a traição do marido (agora ex-marido) da atriz Suzana Vieira. A traição foi tornada pública. E Suzana terminou seu relacionamento com o Marcelo Silva.
 
Suzana nasceu dia 23/08. Está, portanto, no Ano Pessoal 5 (cinco).
 
23 + 08 + 10 (o qual veio da soma do 2+0+0+8 do Ano Universal/Vigente) = 41/5.
 
Um Ano Pessoal 5 costuma ser uma época de muitas crises e inesperados. Surpresas ocorrem nos estimulando a mudar, progredir e sair do comodismo de situações que não mais nos satisfazem.
 
Suzana, neste 4o.Trimestre de 2008, está no Trimestre Pessoal simbolizado pelo 6. O 4o. Trimestre é obtido através da soma do Ano Pessoal + o Ano Vigente, ou seja, 41 + 10 = 51/6.
 
Um ciclo simbolizado pelo 6, como é este 4o. Trimestre de 2008 para Suzana Vieira, representa uma fase de muitos conflitos, principalmente familiares. Procura-se pela harmonia. Objetiva-se a união, principalmente no seio familiar, de modo a encontrar mais paz e segurança emocional.
 
E neste mês de Novembro de 2008, Suzana está no Mês Pessoal 7 (sete). Este foi obtido através da soma do Ano Pessoal e do número do mês vigente: 41 + 11 = 52/7.
 
Um ciclo simbolizado pelo 7 envolve o aprendizado da confiança. Entregar-se a uma experiência, seja esta um relacionamento, uma religião ou uma cultura/viagem, é o grande desafio. Aprender a viver esta vulnerabilidade, angariando um nível de confiança maior, é uma das lições de uma época simbolizada pelo número 7. E como não é fácil desenvolver essa entrega, justamente pelo medo de sermos incompreendidos e traídos, podemos erguer muros de resistência e de defesa.
 
Desse modo, como Suzana está num Ano Pessoal 5 (crises/mudanç as), num Trimestre 6 (conflitos, principalmente familiares, necessitando de resoluções em prol da harmonia e união) e num Mês Pessoal 7 (vencer o medo da traição e da incompreensão para confiar e se entregar à Vida como um todo, seja por meio de um relacionamento amoroso ou não), encontramos neste evento na vida da atriz esse colorido evidenciado pelos simbolismos numerológicos.
 
Ou seja, Suzana Vieira vive uma crise (Ano Pessoal 5) em função de conflitos familiares/conjugai s (Trimestre 6) gerados pela traição que sofreu (Mês Pessoal 7) de Marcelo Silva.
 
Talvez o grande aprendizado para Suzana agora seja se abrir ao novo (Ano Pessoal 5) através do que esta traição (Mês Pessoal 7) produziu de desarmonia (Trimestre 6) em sua vida.
 
obs.: Suzana, sou fã de sua personalidade corajosa! Aproveite o momento e renasça brilhantemente!!!
 
Beijos prático-simbólicos a todos…
Yub


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Criminal Minds, Tarot, Nietzche e Teoria Sistêmica!

 
“O que o pai calou aparece na boca do filho; muitas vezes descobri que o filho é o segredo revelado do pai.”
Nietzche
 
 
Criminal Minds é a série que eu mais AMO. Um grupo de agentes do FBI é especializado em traçar perfil psicológico. A equipe formada vai à caça de serial killers. O objetivo é encontrar o serial killer para impedi-lo que continue sua saga de assassinatos em série.
 
Ontem, no episódio 7 da Terceira Temporada, a frase acima foi mencionada. E a questão da família foi diretamente abordada.
 
Como tenho pesquisado a teoria sistêmica (uma abordagem da Psicologia), além de minha terapeuta seguir esta linha, gostei MUITO do que vi. Lembrei-me do Seminário que eu e a Cris assistimos no mês passado lá na Faculdade.
 
Por mais que tenho percebido em minha própria história familiar e nos livros que tenho lido, fiquei surpreendido com os casos clínicos que foram aprensentados. Impressionante como os filhos costumam ser xerox autenticado dos pais.
 
Confesso que tenho um fascínio por esse tema: mitos familiares. E como ir além da encruzilhada em que nossos pais chegaram. Não é à toa que meu primeiro romance policial em desenvolvimento (O Estuprador de Almas) aborda essa questão. Para quem gosta de Astrologia, meu nodo lunar sul no Signo de Câncer na Casa 4, tendo seu regente – a Lua – no signo de Escorpião na Casa 8, pode ser uma referência simbólica-astrológica desse meu profundo interesse.
 
Uma vez que sou espiritualista e acredito na Reencarnação, sempre procurei observar o quanto tendemos a repetir padrões. Costumo dizer que mudar um hábito é MUITO difícil, talvez porque o nutrimos durante muitas existências. Isso me permite ter mais paciência comigo mesmo e com as outras pessoas, principalmente clientes que estão há muito tempo aprisionados em uma determinada experiência. Essa prisão, muitas vezes, é fruto justamente da repetição vida após vida de um determinado padrão comportamental/psicológico.
 
Como nos libertar?
 
O Tarot – com o seu sistema simbólico – tem uma carta que reflete bem a situação arquetípica (comum a todos nós) da LIBERTAÇÃO. É o Arcano 16 – A Torre.
 
 
A imagem simbólica dessa Carta revela um raio atingindo uma torre. A destruição provocada pelo raio, dissolvendo as estruturas tão bem construídas, impele as pessoas a saírem daqueles muros. Estas são lançadas pra fora e mergulham de cabeça.
 
É uma situação que nós, inevitavelmente, somos convocados pela Vida a passar: dissolver os muros de nossas resistências, medos, e mergulhar, de corpo e alma, numa experiência libertadora. O objetivo consiste em sairmos da cômoda e acomodada posição de falsa segurança que determinadas estruturas por nós construídas (crenças, hábitos, relações etc.) representam. Quando a sensação de estreitamento, como se estivéssemos presos num quarto (num mundo que edificamos), torna-se sufocante, talvez seja sinal que a proteção virou prisão.
 
Algum evento exterior (simbolizado pelo raio) pode ser o estímulo que nossa alma tanto anseia para nos libertar do que nos insatisfaz, mas que mantemos – por comodismo e medo de uma nova experiência. Por mais que esta possa ser tudo o que desejamos e nos permita viver mais intensamente/plenamente, essas defesas construídas por nós são fortes. Mudar, muitas vezes, precisa de uma atitude ou acontecimento radical. Só assim para mergulharmos de corpo e alma em algo que, no fundo, tanto almejamos.
 
E os muros que herdamos de nossos pais (em sincronia com o que vida após vida construímos, pelos hábitos que desenvolvemos) parecem ter tijolos de aço. E merecem nossa cuidadosa, carinhosa e compreensiva atenção. Um trabalho alquímico como este demanda, ironicamente, talvez muitas vidas… rsrs Mas podemos utilizar este pensamento a longo prazo não para ser mais uma defesa e resistência à mudança. Não. Muito pelo contrário. Temos condições de usar esse foco futuro a nosso favor. Ao saber que estamos gradualmente superando maldições hereditárias a cada dia, um passo de cada vez.
 
Sei que o termo Maldição é forte. Minha terapeuta, amorosamente, me corrige. Diz que o termo mais apropriado é MITO FAMILIAR. rsrs Tudo bem. No fundo, dá na mesma. Têm o mesmo significado. Mas é que sou dramático e gosto de termos densos, impactantes. E Maldição familiar é mais saboroso pra mim. Sinto-me mais motivado a chegar nas encruzilhadas que meus pais desembocaram se considerar os nossos mitos familiares como Maldições. Porque da Maldição surgirá uma Bênção. E, de um mito, continuaremos encontrando um mito (tudo bem que talvez um novo mito familiar, o qual será herdado aos nossos filhos). Prefiro deixar como herança uma maldição do que um mito. rsrs
 
Bom, vou terminar por aqui. Ah! Vc esperava que eu, antes de finalizar esta mensagem, desse respostas prontas e dicas “auto-ajuda” para lidar com seus mitos familiar…ops, com as Maldições que seus pais (e vc) lhe deixaram como herança? Sinto muito. Deixo-lhe como legado, no máximo, o incentivo para mergulhar de cabeça na libertação de suas prisões mentais, emocionais, materiais e espirituais. 😉
 
Beijãozão nocês…
Yub
 


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