Leão (Casa 5) versus Aquário (Casa 11) – indivíduo versus grupo!

Eu costumo dizer que livros de outras áreas, inclusive romances e de autoajuda, me ensinam mais sobre Astrologia do que os livros técnicos. Óbvio que digo isso após ter lido MUUUITOS livros a respeito do bê-a-bá astrológico. Sem a base que tive dessa leitura, eu não conseguiria fazer a associação com os conhecimentos astrológicos de algo lido em uma fonte fora do campo técnico.
Então, quero deixar bem claro que não estou aqui me rebelando contra os livros didáticos de astro. Leia-os. Observe. Veja na prática o que está escrito nos manuais. E depois usufrua de outras leituras. Elas te ensinarão bastante sobre essa ferramenta tão bela de autoconhecimento.
Estou aqui fazendo pesquisas para alguns personagens que quero criar para meus contos-romances policiais. E uma dessas pesquisas gira em torno dos livros da Bruna Surfistinha. Estou aqui com “O que aprendi com Bruna Surfistinha”, da Raquel Pacheco. E uma passagem me chamou a atenção sobre a dinâmica envolvendo os Signos de Leão e de Aquário (e seus domicílios no zodíaco: Casas 5 e 11, respectivamente).
Leão é o indivíduo. Aquário é o grupo. E unir os dois pólos desse eixo é o grande aprendizado: ser um indivíduo num grupo. Não ser mais um do rebanho social, seja este um partido político, uma torcida organizada, um grupo de ideais semelhantes aos seus. Manter a individualidade na coletividade é a lição que esse eixo representa. 
Obs.: pode substituir Leão por Casa 5 e Aquário por Casa 11 que tá valendo.
Eis o trecho que li desse livro:
“Na verdade, eu é que me transformei naquilo que eles queriam que eu fosse – simplesmente para ser aceita. Para alguém que não tem amor-próprio, tudo é negócio para ser ‘aceita.’ Até deixar de ser você para ser alguém idealizado pelo modelo de grupo.”
Que belo exemplo do quanto nós, para que nossa personalidade (Casa 5) seja aceita, reconhecida, amada, admirada (Casa 5), acabamos nos comportando segundo o modelo idealizado pelo grupo do qual somos parte idealiza (Casa 11). 

Outro belo exemplo que mostra essa dinâmica entre as Casas 5 (domícilio de Leão) e 11 (domicílio de Aquário) foi o programa A Liga, da Band.
Como estamos na Lunação do Signo de Leão (Lua Cheia em Aquário), vale a pena refletir sobre até que ponto mantemos nossa identidade original nos grupos com os quais nos identificamos e fazemos parte.
Você ainda não leu as previsões sobre essa Lunação para o seu Signo? Aqui está:
Beijãozão nocês…
Yub

Futebol, eternos adolescentes e a busca de uma identidade

Nessa última terça-feira, liguei a TV à noite e estava passando o programa A Liga. O tema abordado era as TRIBOS URBANAS. Grupos de adolescentes que se reúnem e se vestem de uma forma semelhante. Cada qual com suas roupagens específicas e suas respectivas ideologias. E a busca por uma identidade ao se denominar Emo, Metaleiro, Punk, etc.
Caraca… ficou bem claro pra mim a vivência do eixo Casa 5 – Casa 11 do Mapa Astral.
A Casa 5 – domicílio do Signo de Leão – retrata a nossa identidade. Mostra o tipo de personalidade que gostamos de nos definir como “sou assim.” É o que nos destaca e afirma o nosso eu.
Já a Casa 11 – domicílio do Signo de Aquário – nos revela os grupos e os ideais sociais com os quais temos afinidade. Mostra nossos amigos e o tipo de tribo que tendemos a participar.
No caso desses jovens, eles constroem uma identidade através do grupo ao qual fazem parte. Se fazem parte de uma tribo de grafiteiros, eles se consideram e se definem como sendo grafiteiros. Identificam-se com o estilo desse grupo e agem conforme a ideologia do mesmo.
Só que não somente os jovens costumam buscar uma identidade por meio do grupo ao qual pertencem. Muitos de nós também, quando perguntados:
– Para que time você torce?
Em vez de respondermos o time para o qual torcemos (Por exemplo: torço para o Cruzeiro), dizemos:
– Eu ***sou*** Cruzeiro. ***Sou*** Tricolor. ***Sou*** corinthiano. ***Sou*** flamenguista.
E quando o time perde, estamos tão identificados com o mesmo (nossa identidade está tão linkada com o clube do nosso coração) que ficamos tristes. Se ele ganha, a vitória é como se fosse nossa. Oscilamos nosso estado emocional de acordo com os resultados do nosso time.
Então, muitos de nós, que já deixaram de ser adolescentes há muito tempo, ainda estamos atribuindo-nos uma identidade (Casa 5) baseada em determinada tribo futebolística (Casa 11).

OBS.: quero deixar bem claro que eu AMO futebol! Mas daí a considerar o time que torço como aquilo que SOU vai uma grande distância…

Muitos consideram-se atleticanos, gremistas, palmeirenses. Definem o seu eu a partir do time para o qual torcem. É uma Casa 5 que se define pela Casa 11, quando, a meu ver, quem deveria definir nossa identidade seria a própria Casa 5. E esta ser mantida, individualizada (original e independente), quando fazemos parte de um grupo (Casa 11). 
Beijãozão nocês…
Yub