A Torre no Tarot: um EXCELENTE Arcano para nos libertar da opressão e realizar o que tanto queremos!

Torre

Tarot é muito CONVENÇÃO de cada Tarólogo mesmo… Diante da prática, eu fui OBRIGADO a considerar que a Torre é uma GRANDE REALIZADORA (porque ela LIBERTA aquilo que vinha nos oprimindo) – ainda mais se vier acompanhada de um Arcano Menor que concretiza.

Hoje recebi o feedback de uma cliente. E ela me disse que conseguiu sim passar no mestrado no final do ano passado. Ela havia me perguntado se conseguiria.

Joguei o método Três Casas.

E havia saído os seguintes pares:

Casa 1 (a situação atual): Papa / Rainha de Copas
Casa 2 (o desenvolvimento): Sol / 9 de Paus
Casa 3: (o resultado): Torre / Rei de Ouros

Eu havia feito a seguinte interpretação:

XYZ Querida, o Papa é ÓTIMO para questões acadêmicas, de estudo!! O detalhe é que vem junto com a Rainha de Copas: ela é passiva, acomodada, tá lá toda satisfeita com uma conquista e mantendo-a. Daí fiquei aqui associando com o possível fato de que você terá concluído a especialização, estando ainda mais dentro da área acadêmica (Papa), e esperando pacientemente a oportunidade (Rainha de Copas) de entrar no mestrado. E essa oportunidade poderá depender de uma mulher (Rainha).

Pode ser também que você estará satisfeita (rainha de copas) com o curso de especialização concluída (Papa) e envolvida em dar aulas (Papa), sem estar no pique (rainha de copas) para um mestrado em Dezembro de 2014.

Se você estiver esperando por alguma influência ou aprovação de uma mulher (Papa + Rainha de Copas) no início dessa situação de entrar no mestrado, XYZ, o desenvolvimento dessa espera poderá ser de grande expectativa. Você ali confiante (Sol) e ansiosa (9 de Paus), achando que não dará mais certo (9 de Paus). Pode ser que na última hora dê certo sim (Sol + 9 de Paus) e você entre no mestrado.

E há essa libertação do que vinha lhe oprimindo (Torre) – talvez a espera e a expectativa de não mais conseguir (rainha de copas e 9 de paus). E realizará essa conquista (Rei de Ouros).

Obs.: por mais que muito Tarólogo diga NÃO quando vê a Torre, eu observo o seguinte. Se tivesse essa visão, já diria NÃO ao mestrado em dezembro de 2014 logo de cara. Mas eu vejo a Torre do seguinte modo: ela subverte a ordem. Se está empregado, arruma emprego. Se está empregado, perde o emprego. Como você não estará no mestrado, você tem tudo para entrar sim e conseguir a realização desse empreendimento (Rei de Ouros), graças principalmente a um trabalho criativo e autoconfiante (sol + 9 de paus) e a uma determinação e organização (rei de ouros) de não desistir…

Vamos supor que você não consiga numa escola pública. Então, você provavelmente terá a ajuda de algum homem que irá lhe patrocinar (Rei de Ouros). E esse amparo financeiro efetivo poderá ocorrer aos 45 minutos do segundo tempo, como é típico do 9 de Paus… rsrs

E ela me deu o seguinte feedback:

A Torre: que tipo de situação irá ruir ou provocará a ruína?

Eu vivo falando que vivemos numa sociedade bipolar: ou a vida está um esplendor ou está uma merda. E, infelizmente, esse olhar dramaticamente extremista mancha a nossa (astrólogos, numerólgos e tarólogos) visão da interpretação simbólica.

Quando – tarologicamente falando – nos deparamos com uma Torre, ficamos apreensivos. Já imaginamos o pior. Já ficamos à espera de um avião que colidirá com os muros de resistência à mudança que erguemos e a partir dos quais nos sentimos seguros. Ou seja, temos a angustiante expectativa de algo muito ruim nos ocorrerá.

Do mesmo modo, quando sai O Sol em nosso jogo de Tarot – tal como um Arcano do Dia -, já esperamos que nosso dia será maravilhoso, que ganharemos o Oscar! Que não teremos um dissaborzinho sequer.

A vida é mais cotidiana do que supomos… nem sempre é carregada de dramas. E nos detalhes é que precisaremos enxergar a manifestação dos significados de um símbolo.

Ontem, Domingo – dia 02/12/2012 -, saí com o par Torre / Pajem de Espadas.

Quando os Pajens surgem no jogo de Tarot, costumam indicar que uma criança terá uma forte influência em sua vida no que tiver perguntado às Cartas. O naipe de Espadas tem muito a ver com o intelecto, a mente, a palavra – e a tecnologia.

E A Torre vem sacudir a rotina. O Arcano 16 quer irromper com o estabelecido. Muitas vezes, assim o faz de uma maneira chocante, brusca e impactante.

O que aconteceu ontem? Minha filha foi mexer no meu notebook. Eu assistia o clássico entre Atlético/MG e Cruzeiro/MG na TV. E comentava aqui no blog e no facebook o que eu observava na partida que condizia com a manifestação dos Arcanos.

Ela costuma fazer isso. Porém, ontem, ocorreu algo que eu nunca tinha visto e nem considerava possível de ocorrer à tela do computador. O conteúdo da tela simplesmente ficou na horizontal, em vez de ficar na vertical.

Quando aconteceu isso, eu dei uma gargalhada! Porque vi neste episódio a manifestação dA Torre com o Pajem de Espadas. Ou seja, uma situação incomum, fora da rotina (Torre) ocorreu pela influência de uma criança (Pajem) que apertou várias teclas/letras (Espadas) ao mesmo tempo.

O que isso me ensina?

Que o tipo de circunstância que o Arcano 16 colocará tudo de cabeça para baixo, fora da rotina, rompendo o padrão usual (Torre) tem a ver com o Arcano Menor que a acompanha. No caso, foi em algo voltado para as palavras, à tecnologia, à comunicação (Espadas).

E se for uma figura da corte (pajens, cavaleiros, rainhas ou reis) que acompanha a Torre, muito provavelmente uma pessoa (representada pelo perfil de um desses arcanos da realeza) terá uma forte influência sobre aquilo que irá sacudir a sua rotina, o seu cotidiano, os seus padrões defensivos, o que considera normal e o que considera falsamente seguro e estável (Torre).

Beijãozão nocês…
Yub

A Torre: o que fazer quando ela sai no jogo?

Dias simbolizados pelA Torre são mesmo interessantes… Ela rompe com o padrão. Só que eu não havia percebido as implicações disso. Mas a cada dia que o Arcano 16 surge, eu vou notando meandros até então não tão conscientes para mim.

Nesse lance de romper padrões, A Torre dá uma banana para as convenções, para a educação, para o que foi estipulado como regra e hábito. Aliás, A Torre detona bonito com os hábitos. Aquilo que parecia estruturado, até mesmo estratificado, se abala profundamente quando essa Carta dá o ar de sua graça.

É impressionante como a posição corretinha, bonitinha, certinha de cada um é surpreendentemente abalada com a presença dA Torre. Sim, ela vai dar uma escarrada na cara da construída persona. E revela as fraquezas, imperfeições e as resistências orgulhosas, vaidosas e pomposas de uma postura tão articuladamente construída.

Tive experiências no sábado que me escancaram tantos detalhezinhos da profundidade e amplitude com que A Torre abarca que eu fiquei simplesmente maravilhado com esse Arcano. Fiquei ainda mais fã dA Torre.

Se você está numa posição na qual você considera que tem uma certo controle sobre as situações, fica esperto. Quando A Torre surgir, essa máscara, esse hábito, esse jeitão orgulhoso pela posição que arduamente construiu poderão ser solapados.

A Torre vem desordenar a ordem, principalmente aquela ordem que de tão ordeira, ficou estratificada, velha, tradicionalizada (se é que existe essa palavra). E dá essa desordenada quando você menos espera. Porque a surpresa é uma das armas da Torre, justamente para te pegar de calças curtas. Quando menos esperar, virá um golpe contra seu ego absurdamente controlado. De tão controlado que você é e de tão controlado que você tenta ser com tudo e com todos, nas mínimas coisas e atividades, a Torre irá fazer seu corpo tremer.

A ofensa ao ego, a crítica ao que você considerava perfeito de tão bem construído e assumido/aceito por todos te deixará tremendo. Porque as mãos tremem quando você está se sentindo vulnerável, quando você perde o seu controle rigidamente construído, edificado e apresentado.

A Torre tira as pessoas do sério, abala o orgulho, mostra para você mesmo que você não tem esse poder todo que imagina ter sobre a vida, tudo e todos.

O problema é quando essa Torre vem acompanhada do 5 de Ouros. E o 5 de Ouros mostra que o resultado (Arcano Menor) a esse abalo egóico das suas resistentes e orgulhosas defesas contra a Vida, contra o caos, será insuficiente. Não há recursos e aptidões (5 de ouros) para que esse abalo da Torre possa resultar em algo produtivo, útil e operante. Infelizmente…

O 5 de Ouros é a posição da pessoa que tá na merda, que vê seu mundo se desestruturando, que se vê carente, com um potencial aquém, com uma capacidade capenga. Mas que não admite erro, que ainda é prepotente para tentar se manter no controle. E aí a consequência é a perda, o prejuízo (5 de Ouros).

Tanto Torre quanto 5 de Ouros representam uma baita chulapada no ego, no orgulho, na vaidade. E a pessoa, infelizmente, pode tentar fazer de tudo para não largar esse controle, não admitir seus erros, imperfeições e incapacidades… Fazer o quê, né? Quantas Torres precisarão vir na nossa vida para a gente reconhecer que não tem o controle de nada nem de ninguém? Quantas Torres precisarão surgir na nossa existência para admitirmos nosso orgulho, nossa vaidade, nosso ego monstruoso, nossas resistências, teimosias e controles?

O futuro para quem resiste tanto a ter a humildade que a Torre preconiza é o mesmo das Torres Gêmeas: virá alguns aviões terroristas para pôr fim por completo a estruturas e resistências tão arraigadas…

Beijãozão nocês…
Yub

A Torre: se libertando de certas opressões!

Há dois anos atrás, num determinado encontro com um grupinho de amigas e amigos, eu vivia uma fase de muita prepotência, orgulho e arrogância a respeito do meu saber astrológico e numerológico sobre a vida de certas pessoas desse grupo. Queria provar uma certa superioridade através dessas ferramentas. Com isso, acabei me colocando de forma muito dogmática e orgulhosa, como se fosse o dono da verdade.
O clima desse dia estava tenso, pois a dinâmica entre nós estava marcada por falas cortantes e opiniões contundentes entre todos nós. O embate de ideias e percepções estava acirrado. Isso foi o suficiente para me inflamar também e agir de forma muito prepotente ao transmitir meus conhecimentos. 
Percebi claramente na hora de despedir de uma respectiva pessoa que fazia parte desse grupo querido que houve um distanciamento entre nós. Um muro de desconfiança e afronta se ergueu entre mim e ela. E isso quebrou um sentimento que havia entre nós, um específico laço de amizade. E não gostei desse efeito. 
No último final de semana, no sábado, dia 14/05/11 especificamente, eu saí com A Torre. Era dia de um encontro com o mesmo grupinho de amigas e amigos. Eu reencontraria essa pessoa com a qual houve um rasgo entre nós. Era a oportunidade de catar os cacos do encontro passado e tentar uni-los de uma forma nova, renovada, mais compreensiva e amorosa.
Foi então que me lembrei da experiência representada pela Torre na vida de pessoas próximas a mim. Já vinha percebendo o quanto esse Arcano marca um dia (quando ele sai como Arcano do Dia, claro) em que há a oportunidade de se libertar de uma posição orgulhosa, prepotente e repleta de defesas que afastam a pessoa de um contato mais íntimo e produtivo com outras. 
Foi nisso que me firmei. Jogaria para o espaço meu orgulho e uma posição defensiva em relação a essa pessoa quando a encontrasse. E foi o que aconteceu. Fui o primeiro a cumprimenta-la quando ela chegou. Fui até ela e lhe dei um abraço bem carinhoso e amoroso. Mostrei minha vulnerabilidade, minha disponibilidade a ela. 
Durante todo o encontro, agi com essa receptividade, solapando qualquer muro de resistência, orgulho e prepotência em relação a ela. E isso fez toda a diferença. Saí do encontro sentindo aquela libertação deliciosa que A Torre representa: A libertação de uma opressão, a qual possivelmente foi construída por conta de uma posição orgulhosa, defensiva e arrogante nossa. O Diabo (o poder prepotente do ego) vem antes dA Torre. E A Estrela (a clareza compreensiva e a reconstrução do que foi quebrado) vem após o Arcano 16 do Tarot. 
Beijãozão nocês…
Yub  

A Torre: mergulhe de cabeça na experiência.

Cada dia que passa, mais percebo o quanto A Torre parece descrever bem o lema do: “viva a vida intensamente.” 
Para a vivência nesse nível de envolvimento, precisamos ter coragem. Necessitamos nos jogar, de corpo e alma, a cada segundo da vida. E nos libertar das resistências, dos apegos e dos chatos orgulhos que nosso ego ergueu em seu processo de edificação desde a infância. 
E isso não é fácil. A Torre revela um grande aprendizado: a vida está realmente presente naqueles instantes em que somos mais vulneráveis. Ou melhor, que temos consciência de nossa vulnerabilidade existencial. E, justamente por isso, sabemos que não temos controle sobre NADA! 
E diante desse golpe em nosso ego controlador, só nos resta nos jogar, nos lançar de cabeça na vida e a vivermos de modo intenso. Basta ver a semelhança dos personagens que mergulham de cabeça (por terem sido libertos dos cárceres dos muros de resistência e medo orgulhos da Torre) e o do mergulho de cabeça no mar. 
 
Que controle que cada um tem? Que controle que temos nessa postura de mergulhar nas ondas da vida? Completa vulnerabilidade, né? Pois é… isso é TORRE!
Beijãozão nocês…
Yub

A fala como uma das formas de manifestação de um Arcano.

Na 2a.feira, quando saí com o par de Arcanos Torre / 10 de Copas simbolizando meu dia, eu tive a oportunidade de comprovar um insight.
Todos sabemos que um Arcano do Tarot é um símbolo e, como tal, possui em si um leque de possibilidades quanto ao modo de se manifestar. Pode ser vivenciado de forma positiva, bem como de modo negativo. E dentro dessas polaridades, há um leque de possíveis vivências positivas e negativas que fazem parte do perfil essencial do que tal Arcano representa.
Uma Torre, por exemplo, pode representar literalmente uma quebra, um rompimento. Num dia em que saíra com A Torre, no ano passado, quando eu cheguei na casa de meus pais para almoçar por lá, fiquei sabendo que momentos antes o imenso espelho que havia na copa simplesmente caiu da parede e espatifou pelo chão. O espelho era este, atrás de uma parte da galera que compareceu a uma reunião informal entre amigos num sábado à noite de alguns anos atrás:
Outras vezes, é uma baita mudança de hábito, a qual nos liberta, porque não somos mais aprisionados pelos condicionamentos do passado. Quando, por exemplo, passamos a acordar mais cedo para meditar e abandonamos o hábito comodista e preguiçoso de não dedicarmos um tempo à nossa vida íntima.
Porém, o insight que se comprovou na 2a.feira foi o seguinte. Nós vivenciamos determinadas manifestações de um Arcano TAMBÉM PELA FALA. Sim, ao falarmos sobre situações, pensamentos, sentimentos e eventos que têm a ver com o perfil essencial de determinada carta do Tarot, estamos vivenciando o que ele simboliza através dessa fala, dessa comunicação.
Na 2a.feira, ao comentarmos (eu e meus pais) sobre a felicidade e a gratidão (10 de Copas) de termos nos libertado (Torre) da preocupação e de todos os preparativos para a festa de 70 anos de minha mãe, eu vi ali A Torre sendo vivida nessa fala entre nós. Havia a tentativa frustrada de tentarmos controlar (Torre) o tempo, pois o risco de chuva no dia da festa era imenso. E isso somente ocorreu no início da manhã e o milagre do tempo aberto ocorreu, nos deixando muito grato.
Uma outra fala também foi bem marcante. Minha mãe me contou, apenas nessa segunda-feira, que quase morrera em Fevereiro. Ela me contou o episódio de uma batida de carros em uma rua tranquila do bairro onde mora. E um deles voou em sua direção, no passeio sobre o qual caminhava. Ela ouviu aquela barulhada da batida e olhou para trás, quando em fração de segundos viu o carro vindo e se desviou dele. Este iria prensá-la no muro de uma casa. Ela conseguiu se desvencilhar e por pouco não morre atropelada. 
Quando ela me contou essa história, lembrei do espelho se quebrando também no dia em que A Torre se fizera presente como Arcano do Dia pra mim. A Torre envolve algum tipo de quebra. E o Arcano Menor que a acompanha mostrará muito da nossa reação a tal quebra – ou mesmo o resultado de tal quebra… 
Beijãozão nocês…
Yub 

A Torre: rompendo padrões, quebrando paradigmas

Ontem, terça-feira, saí com A Torre como Arcano do Dia. Ela veio acompanhada do 10 de Espadas.
Claro, tomei o maior susto quando logo pela manhã vi que esse par Torre / 10 de Espadas simbolizaria o meu dia. rsrs
Só que já reparei o aprendizado que eles representam na minha própria reação quando os retirei do baralho. O Tarot já começava a me ensinar desde ali. Porque eu me determinei a viver o que esses Arcanos têm de melhor, no melhor significado que poderiam representar. E me foquei no quesito libertação (Torre) ao colocar fim em um ciclo sofrido (10 de Espadas).
E pude comprovar claramente o quanto A Torre é esse potencial de dissolver hábitos comportamentais repletos de resistência à realidade, àquilo que se mostra de desafiante e de oportunidade em nossa vida. 
Na noite anterior, eu havia lido uns trechos do livro A Arte do Poder, do genial Thich Nhat Hanh. Fiz essa pequena releitura por sentir necessidade de praticar com mais comprometimento (Torre?) o estado da mente alerta, principalmente para não me deixar influenciar por um padrão mental repetitivo e ansioso (10 de Espadas?), em função de alguns desafios que estou assumindo. 
E quando esse par de Arcanos do Tarot surgiu para mim, logo me lembrei dessa atividade feita na noite anterior. E decidi que esta 3a.feira seria o dia ideal para essa prática. Foi o que fiz. Procurei romper com determinados paradigmas mentais que não estavam me fazendo bem, que estavam gerando em mim a resistência a esses novos desafios. 
Puxa, foi tremendamente maravilhoso o efeito libertador de me ver superando esse hábito mental, justamente por praticar a mente alerta de modo tão intenso neste dia. Foi bem bacana! 
Ao mesmo tempo, me vi diante de pessoas e situações que precisei superar determinadas resistências e medos. Simplesmente me joguei de corpo e alma nessas circunstâncias, mandando para as cucuias uma ideia, um julgamento ou uma postura que não mais me satisfaziam. Foi muito gostoso! Nunca imaginava dizer e nem sentir essa sensação tão libertadora diante de um par de Arcanos que causa tanto pavor num primeiro momento…rsrs
Beijãozão nocês…
Yub 

Mais alguns detalhes sobre A Torre – e O Pendurado!

Eu tenho notado algumas semelhanças entre A Torre e O Pendurado… Principalmente no quesito ter uma outra perspectiva da vida. Um olhar diferente, sob um outro ângulo. 
Costumo falar aqui o quanto cada figura que aparece num determinado Arcano pode retratar um aspecto de nós mesmos. Tal como nos sonhos, cada personagem retrata algo da gente. 
E na Torre tem duas pessoas de cabeça para baixo – do mesmo modo que a figura central do Pendurado se encontra.
Isso mostra a importância de nós vermos as questões com um olhar diferente do que costumamos ter. E isso tem se mostrado como um fator de rebeldia presente nesses Arcanos.
Sei que é mais visível esse teor diferente (fora dos padrões convencionais) nA Torre. Tanto é que quando A Torre ocupa as Casas 5 ou 6 do Templo de Afrodite (as quais nos mostram como uma pessoa está se expressando sexualmente), isso é indício de que tal pessoa gosta de um sexo diferente, que quebra paradigmas de alguma forma (Torre) através de sua expressão sexual (Casas 5 e 6 do Templo). 
Interessante notar que O Pendurado vem depois dA Força. E que A Torre vem depois dO Diabo. Eu noto nessa sequência o fato de que toda postura orgulhosa – como ocorre nA Força e nO Diabo – é seguida de humilhação e da necessidade de mais humildade (Pendurado e Torre). O pecado da Hybris cobra seu preço com a queda de nossa presunção. 
E essa queda, essa situação de reconhecimento de que não temos mais o controle (Força e Diabo) como achávamos que tínhamos, nos leva a desenvolver uma nova visão, mais humilde e mais profunda a respeito de nós mesmos, do ser humano e da vida. Apresenta-se uma nova perspectiva e temos a oportunidade de aprimorarmos um olhar bem diferente quando A Torre e O Pendurado se fazem presentes.
Assim, quando A Torre e O Pendurado surgirem em seu jogo de Tarot, preste atenção na importância de trabalhar seu orgulho e reconhecer que você não tem o controle das situações. E tratar de desenvolver um olhar mais humilde, simples e profundo a respeito das questões representadas pela Casa em que tais Cartas se encontram em seu jogo. Isso poderá ser vital para evitar que os obstáculos te travem ainda mais (Pendurado) ou que algum evento dramático e catártico te mostre “quem” tem o verdadeiro controle das coisas (Torre).
Beijãozão nocês…
Yub 

Detalhes sobre A Morte e A Torre como Arcanos do Dia

Esta tem sido uma semana intensa… Na terça-feira, saí com A Morte. Ontem saí com A Torre. Hoje novamente estou com A Torre como Arcano do Dia. Ao comparar esses dias com os outros em que já tirei tais Cartas, identifiquei claramente um padrão. Sabe qual é?
O de aquilo que está planejado – ou a rotina que se costuma seguir em determinado dia – é completamente alterado. Dificilmente as coisas são realizadas conforme costumeiramente o são. Elas tomam um novo rumo, com a rotina sendo modificada, quando A Torre e A Morte se fazem presentes como Arcanos do Dia. 
O detalhe é que, nA Morte, nós reconhecemos que é melhor fazer alguma outra atividade ou modificar os planos por conta própria. Nós incidimos nossa vontade ao percebermos que precisamos fazer diferente. 
No caso dA Torre, nós procuramos de tudo quanto é jeito controlar as atividades do dia, a fim de manter a rotina e a realização do planejado. Mas imprevistos, os quais estão além de nossas forças, surgem e alteram completamente os planos e atividades do dia. E nos remetem para situações e para um ritmo de vivência cotidiana diferentes daqueles que imaginávamos para o respectivo dia. Ao final deste, se formos sinceros conosco mesmos, reconheceremos que, no fundo, o que queríamos de fato é viver o que a vida nos levou a viver – ou o aprendizado do que tal dia tinha para nos ensinar.
Beijãozão nocês…
Yub