Reflexões sobre o Signo de Virgem: O signo mais poderoso do Zodíaco?

Signo de Virgem

Signo de Virgem

Começo a supor que o Signo de ‪#‎Virgem‬ é o mais poderoso do Zodíaco.

Por quê?

Porque Virgem sabe controlar cada mínimo detalhe.

Tudo o que precisa ser feito para que algo se realize na prática, precisa passar por uma burocracia. Virgem é quem manja de burocracia.

Para que um novo hábito se desenvolva, é necessário seguir um ritual de forma gradual e persistente para ser efetivado. Virgem é o Signo dos rituais, dos hábitos.

A organização e a administração dos mínimos detalhes são essenciais para que nossa dia-a-dia funcione direitinho. Virgem tem a manha de lidar com os pormenores, ordenando-os de forma produtiva.

Se as coisas não estiverem limpas e ordenadas, vivemos num caos de improdutividade e falta de saúde. Virgem é o Signo que manda bem na limpeza e ordenação de uma forma altamente produtiva. E é o signo associado a questões de saúde.

Para que as coisas melhorem, precisamos de um olhar inteligente e prático para detectar os erros e nos aperfeiçoar. Virgem é o signo que enxerga os defeitos e busca soluções efetivas, cirúrgicas e certeiras para o aprimoramento do que não está funcionando.

Depois dizem que Virgem é o escravo do Zodíaco. Nós é que somos escravos de Virgem (de quem tem Sol, Ascendente, Lua ou alguns planetas nesse Signo). Sem Virgem, nossa vida não funcionaria bem. 😉

Bom, Júpiter está e estará até AGOSTO de 2016 no Signo de VIRGEM. Portanto, tudo o que diz respeito a esse Signo estará com uma lente de aumento (Júpiter), exagerado e muito bem visto (Júpiter). 😀

obs.: reflexões astrológicas-cotidianas-existenciais

Virgem = Ritual / Peixes = o Sagrado

Estamos na Lunação de Virgem – o Signo dos Rituais. E a Lua Cheia desse final de semana e hoje está, obviamente, em Peixes – o Signo da conexão com o Transcendente/Imanente (Deus/Espiritualidade).
E agora há pouco tive o prazer de ler o que meu amigo Frank Oliveira (@FrankOliveira) escreveu sobre sua experiência nesse final de semana. Eu não vou falar nada. Só vou colar aqui o texto dele e o link para o Blog do Frank.
Eu e a Cris – que passaremos por esse processo de batismo no ano que vem (com o nascimento de nossa filha Sophia) – tivemos um impacto ainda maior quando lemos a experiência compartilhada pelo Frank. Foi de arrepiar, emocionar, sensibilizar, impactar…
Aqui está:
Padrinho Avô
Convidei o meu avô de 82 anos para ser o padrinho da minha filha no almoço desse domingo em família. Ele ficou desconcertado, não sabia o que dizer, mas disse assim mesmo o que pensava:

– Pela tradição, filho, não se pode recusar quando alguém te convida para afilhar uma criança, mas eu estou muito velho e padrinho tem que ser gente nova que possa cuidar da criança por toda a vida dela…

Padrinho e Madrinha? Batismo? Hum…e eu que sempre fui contra esse tipo de ritual, talvez até porque nunca soube o que era ter padrinho ou madrinha; não por não ter tido, lembro de rostos e nomes na infância, mas as pessoas que me apadrinharam ficaram perdidos no tempo, nunca foram presentes, e tem gente que se faz presente, mesmo ausente.

O meu avô me criou.

Como perdi meu pai muito cedo, ele sempre foi a figura paterna que mais me transmitiu os valores que eu precisava aprender em relação ao mundo em que vivíamos e ao mundo espiritual, ou seja, foi o meu verdadeiro “padrinho”.

Batizar vem da palavra grega βαπτίζω, que significa “mergulhar na água”, com uma conotação de purificação, já que a água “tudo lava”. Há também fontes que sugerem que a água também tinha a função de simbolizar o “renascimento” da pessoa que começava a trilhar um caminho espiritual.

A origem do batismo como o usamos hoje é judaíca e acabou sendo incorporada as religiões cristãs depois, que segundo a bíblia, Jesus foi batizado por seu primo João “Batista”, ou seja, “João, aquele que batiza”. Quanto a origem do termo “padrinho”; na época dos primeiros cristãos, quando eles tinham de se esconder, por causa da perseguição religiosa, as celebrações e rituais eram feitas na catacumbas da cidade, esotéricamente, e os rituais eram realizados somente em adultos. Então, quando alguém queria ser cristão, não podia simplesmente aparecer no lugar do ritual, esse “iniciado” tinha de ser apresentado por intermédio de alguém, que afiançava as boas intenções, e que o preparava, ensinando-lhe os ensinos da nova religião e quando o “afilhado” estivesse preparado, o padrinho apresentava o novo cristão à comunidade, e a sua integração era gradual.

Com o tempo, o ritual foi mudando, e novos “dogmas” sendo incluídos, até virar hoje em dia, mais um ritual sem significado importante, quase uma obrigação social, com pouca conotação espiritual, apesar do cunho religioso, principalmente em famílias católicas brasileiras que veem esses rituais como mais uma festa, começando numa cerimônia de enfeite e terminando em gente caindo embriagada de churrasco.

Eu que não sou cristão, nem tenho religião alguma, sempre conversei com a minha esposa que se houvesse um “batismo” para a nossa filha, esse ritual deveria ser optado por ela, quando já estivesse adulta. “Liberdade religiosa sempre, conversão espiritual nunca” sempre foi meu lema, minha bandeira. Porém, desde que a minha filha nasceu, alguns símbolos começaram a surgir e percebemos que o mundo ao nosso redor queria nos mostrar que precisavámos mesmo fazer um ritual de apresentação espiritual da nossa filha e faríamos, de acordo, com o que acreditavámos pudesse fazer diferença e representar algo importante não apenas para os familiares, mas principalmente para a nossa filha, quando ela crescesse, daí, a escolha do bisavô dela como padrinho.

– Pela tradição, filho – disse meu avô – não se pode recusar quando alguém te convida para afilhar uma criança, mas eu estou muito velho e padrinho tem que ser gente nova que possa cuidar da criança por toda a vida dela…

– Pela tradição, vô – eu disse – o padrinho deve ser alguém que represente, em sí, os melhores valores espirituais para o seu afilhado e não conheço nenhum outro homem na Terra que represente esses valores tão bem quanto o senhor. Seria uma honra para eu e a minha esposa, que a nossa filha possa ter como padrinho o homem que “apadrinhou” o pai dela.

– Mas filho, eu estou velho e daqui a pouco vou-me embora, e quem é que vai cuidar da menina?

– O Senhor, meu avô, tanto aqui na Terra quanto no Céu.
 
 
Beijãozão nocês e minha gratidão ao Frank…
Yub


Signo de Virgem e a importância dos rituais!

Hoje de manhã, durante o café, eu e a Cris tivemos um papo sensacional sobre a importância dos rituais. O quanto por meio de um ritual temos a oportunidade de sintonizar com Deus (com o Sagrado, com o Transcendente).
E um ritual, para não se tornar uma mera formalidade, precisa do emprego de nossa consciência ao executá-lo. Minhas meditações diárias representam um tempo do meu dia que tiro para essa sintonia com o Transcendente/Imanente.
Porém, se fico ali apenas sentado de corpo presente, mas com a mente divagando em incontáveis pensamentos, com um levando a outro, a outro, a outro, sem eu nem perceber esse processo, aquela meditação foi uma mera formalidade. Foi um ato totalmente burocrático.
Terminei ontem a leitura de O Poder do Mito, do Joseph Campbell. UAU… fenonemal! E é uma aula sobre a importância dos rituais. Como estamos na lunação de Virgem, vale a pena nós nos inteirarmos melhor sobre os nossos rituais diários.
Veja o que Campbell escreveu:

“O tema básico do ritual é a vinculação do indivíduo a uma estrutura morfológica maior que a seu próprio corpo físico.
Esta é a ideia básica – através do ritual, atinge-se aquela dimensão que transcende a temporalidade, aquela dimensão da qual a vida provém e para o qual retorna.
Os mitos servem para nos conduzir a um tipo de consciência que é espiritual.
O mito fornece um canal de comunicação com o mistério que você é.
O ritual é o cumprimento de um mito. Ao participar de um ritual, você participa de um mito.”

Gosto de observar a vida sob os princípios astrológicos. Ontem mesmo escrevi sobre a questão da mediunidade desequilibrada e a causa no modo como estamos lidando com o corpo físico (ou seja, é a pura complementação do eixo Virgem-Peixes).
E o ritual – um ato bem virginiano – é a porta de acesso ao transcendente, ao espiritual, à Fonte, ao Mistério, a Deus (Peixes).
Cada dia que passa mais comprovo que a Astrologia é formada por eixos: Áries-Libra, Touro-Escorpião …. Virgem-Peixes. O mesmo com as Casas: Casa 6 – Casa 12.
E como o próprio Campbell disse, através do ritual (Casa 6) nós atingimos aquela dimensão transcendente (Casa 12). E olha que Campbell sabia do que falava, porque você já viu o Mapa dele? Veja:
Joseph Campbell
Viu? Ele tinha o eixo nodal em Peixes (Nodo Sul) e Virgem (Nodo Norte). 😉
Beijãozão nocês…
Yub 

Mais reflexões sobre o Signo de Virgem!

Virgem é um signo interessante… Na 3a.feira, qdo expressei o qto AMO esse Signo, recebi e-mails de virginianos reclamando de seus defeitos
#Virgem é aquele Signo que se você elogia, ele logo vem te mostrando o quanto é imperfeito, como se não merecesse elogio. #astrologia
Na verdade, Virgem está aqui para se autoaprimorar. Sua função é o autoaperfeiçoamento e o aperfeiçoamento exterior. Por isso, vê defeitos!
#Virgem: Como podemos mudar algo se não enxergamos o que está errado, imperfeito e defeituoso nesse algo? #astrologia
Agora, vai criticar #Virgem… Vc verá sua reação de NEGAÇÃO. Na verdade, ele já enxerga com LUPA seus defeitos. Não precisa de vc apontar.
Considero #Virgem o Signo da enfermeira. Faz o serviço sujo, difícil, enfadonho – mas necessário. Submete-se a cada situação… #astrologia
O que mais #Virgem detesta é NÃO SER ÚTIL. Por isso se diz q um virginiano sem trabalho adoece, pira. Porque ele precisa ser útil aos outros
Aprendi – e aprendo – as lições mais claras sobre cada posicionamento astrológico de Astrólogos/as com Mercúrio em Virgem. #astrologia
Mercurio em Virgem é a precisão (Virgem) da palavra (Mercúrio). Com economia (Virgem), é certeiro, exato e cirúrgico (Virgem) nos conceitos.
Meu Mercúrio em Sagitário que escreve em excesso e coloca mil sinônimos precisa aprender muito com o preciso, eficaz e objetivo Merc.Virgem.
#Virgem, muitas vezes, tem uma autoestima no pé, considera-se menos, inferior. E tende a compensar isso com muito conhecimento e competência
A baixa autoestima de Virgem vem de não se achar bom o suficiente, uma vez que enxerga o tanto de imperfeições em si e o tanto a melhorar.
Por mais que seus feitos sejam impecáveis, produtivos, maravilhosos, #Virgem não os valoriza, acha pouco, vislumbra melhorar ainda mais.
Tais tendências comportamentais de Virgem servem para cada um de nós nos assuntos, temas e questões associadas à Casa Astrológica em que tal Signo se encontra em nosso Mapa Natal.
Beijãozão nocês…
Yub