Relacionamentos e as Repetições Kármicas!

Saudações REENCARNACIONISTAS a todos!!

Dificilmente eu sinto que estou começando uma relação/amizade nova, com uma pessoa que nunca vi em tempos pretéritos. Fico até brincando comigo mesmo, silenciosamente, falando: “Puxa, quando é que vou conhecer alguém realmente novo, tendo uma amizade realmente nova?!?” rsrs

As amizades que tenho construído nesta atual encarnação, na verdade, estão sendo é continuadas…

Em questão de relacionamento amoroso, então, vixe! Nem se fala…

Porém, eu percebo um incômodo interno, uma sensação diferente em mim quando eu e a pessoa nos enveredamos para a REPETIÇÃO. Sinto isso. E essa sensação foi ficando mais clara a cada ano.

Não sei se concordam comigo mas, pra mim, NA GRANDE MAIORIA DAS VEZES, quando conhecemos alguém e há aquela possibilidade de um romance, de um caso, de um namoro, enfim, de um envolvimento um pouco mais “sério” do que o casual, acho FUNDAMENTAL observarmos os detalhes deste encontro, o teor das conversas, a abordagem e reação de um para com o outro, a fase em que estamos vivendo.

Por que observar tudo isso??

Porque todos esses detalhes podem nos revelar o ponto, a fase e a dinâmica interpessoal onde paramos na última existência em que nos relacionamos, em que houve um envolvimento maior do que o casual entre nós.

É impressionante… Se observamos os primeiros dias, e, principalmente, o primeiro encontro: as conversas, os olhares, as reações, os sentimentos, as aversões, os pensamentos, as idéias fixas que nos martelam naqueles instantes do encontro (reencontro) que parecem não nos deixar, não nos largar, enfim, tudo isso, MOSTRA pra gente MUITA coisa em nosso vínculo com tal pessoa e, PRINCIPALMENTE, o ponto onde chegamos numa existência pretérita.

É a partir daí que tudo pode tomar um novo rumo, um novo seguimento. OU a MESMÍSSIMA HISTÓRIA de outrora CONTINUAR SE REPETINDO…

São nesses instantes e primeiros encontros que a ENCRUZILHADA se escancara.

O bonito é identificar essa ENCRUZILHADA e podermos fazer uma outra escolha, atingirmos níveis em nossa troca com a outra pessoa que não atingimos no passado. É o momento decisivo de reescrevermos novas linhas, novos parágrafos, novos capítulos no que vem se repetindo a eras… E é tão difícil fazer essas novas escolhas… Dar esse novo seguimento à história que tivemos e vivemos agarrados, presos, enfim, repetindo pra caramba com a outra pessoa…

Se nós conseguíssemos ter maior clareza dessa ENCRUZILHADA, do que vivemos antes e do que podemos viver de hoje em diante, não ficaríamos repetindo tanto uma mesma ladainha, um mesmo nível de sentimento, um mesmo grau de troca com a outra pessoa e, obviamente, não teimaríamos em repetir tanto certos apegos, sofrimentos, alegrias que já não estão mais disponíveis, já não fazem mais sentido de se repetirem…

Mas é MUITO difícil tomar esse novo rumo, dar esse novo seguimento ao vínculo, à relação, à troca e ao compartilhar com outra pessoa. Vencer o peso do ímã do passado, do modo como nos relacionamos no passado é algo MUITO difícil… Parece que a agulha da bússola desse vínculo fica teimosamente pendendo para aquele nível de troca, para aquela direção já mofada de tanto ser repetida durante taaaaanto tempo…

Experimentem essa observação e essa ampla percepção aos momentos iniciais do (re) encontro e fiquem antenados para o surgimento da ENCRUZILHADA. É aí q está o nosso poder de escolha, de tomar uma nova decisão.

Mas é JUSTAMENTE nesse momento que toda a força de nossos hábitos, apegos, laços, sentimentos, emoções e vícios de outrora estão mais fortemente presentes, como a nos empurrar a repetir, repetir, repetir, repetir, repetir um mesmo estilo de vínculo, uma mesma forma de relação, um mesmo nível de intercâmbio, de laço.

É justamente nessa ENCRUZILHADA que todo o passado se faz presente, implorando por nossa atenção: por nossa repetição. É também neste momento que um novo futuro se apresenta, largo, expansivo, com novas possibilidades de troca, de vínculo, de forma, de maneira de vivermos com tal pessoa.

Se não quisermos prestar atenção, sermos receptivos a todos esses detalhes dos primeiros encontros, vale a pena focar em APENAS UM DETALHE. Porém, a nossa sinceridade perante esse ÚNICO detalhe É TUDO! Se formos sinceros a este ÚNICO DETALHE a observarmos, poderemos compreender MUUUUITA coisa do vínculo que tínhamos e estamos inclinados a voltar a ter com a outra pessoa.

Que detalhe é este??

O NOSSO PRIMEIRO IMPULSO.

Nosso primeiro IMPULSO é o de trepar com tal pessoa?? Ou é de corrermos léguas dela?? Ou é de darmos colo para tal pessoa?? Ou é de extrema fraternidade?? Ou é de violência: queremos matá-la? Queremos dominá-la?? Queremos controlá-la?? Queremos destruí-la?? Ou queremos nos defender de tudo quanto é maneira desta pessoa, por mais louco que isso seja, já que ela não demonstrou aparentemente nenhum motivo para assim querermos urgentemente nos defender dela??

O PRIMEIRO IMPULSO é revelador.

Vocês se lembram do primeiro encontro que tiveram com esta pessoa que vocês estão pensando nela agora??? Lembram do primeiro impulso diante dela??

Se formos sinceros o suficiente para admitir o que estamos percebendo nesses nossos primeiros impulsos, puxa-vida, podemos ter uma ENORME chance de não cairmos nas mesmas armadilhas, vícios, comportamentos em nosso vínculo com a outra pessoa.

Bom, quis aproveitar uma conversa com um grande amigo meu para compartilhar com vocês essas percepções que venho tendo sobre os vínculos que temos com outras pessoas e a nossa maneira de perpetuar um laço e o nível de relação que constantemente tivemos (principalmente o da última vez que nos encontramos em uma encarnação passada).

Pode parecer loucura tudo isso que escrevi. Porém, se experimentarem, se observarem, se forem receptivos(as) a essas experiências práticas diante das outras pessoas, principalmente dos primeiros encontros entre vocês e elas, talvez vocês possam ter respostas reveladoras sobre o laço que as unem no presente… Pelo menos tem sido assim comigo. 😀

Beijos kármicos em todos…
Yub

Tarot: Adivinhação ou Autoconhecimento?

Saudações TAROLÓGICAS a todos!!

Lembro-me de quando comecei a estudar o Tarot.
Tinha horror à hipótese de jogá.lo. Não admitia
essa possibilidade. Queria, isso sim, usar o
Tarot como autoconhecimento. Enchia a boca pra
falar assim:

– O Tarot é uma ferramenta para autoconhecimento!

Além de tudo, era chique fulminar o uso ORACULAR
do Tarot. Acabava colocando os Tarólogos que
usavam o Tarot para adivinhações num patamar
inferior. Sem contar o deboche e a ironia que
escorriam de minhas farpas verbais contra os
mesmos, justamente por fazerem um uso tão
“degradante” do Tarot.

Ôhhh bobagem… Quanta pretensão e quanta
inexperiência de minha parte…

Com a prática, fui percebendo que é IMPOSSÍVEL
dissociar a faceta ORACULAR do Tarot da voltada
para o AUTOCONHECIMENTO. Usar o Tarot para
adivinhação e para nos conhecer melhor é
INEVITÁVEL e totalmente natural. Uma não vive sem
a outra. Acontecem JUNTAS.

Então, se, por exemplo, o Arcano O CARRO sai na
Casa 03 do MÉTODO MANDALA, a presença dessa Carta
aí vai nos permitir tanto ADIVINHAR (uso ORACULAR
do Tarot) posturas e situações que viveremos,
quanto nos oferecer informações sobre nós mesmos
e nosso atual momento existencial a nível de
aprendizado e comunicação (Casa 03) – o que nos
permitirá nos conhecer melhor (nos permitindo
maior AUTOCONHECIMENTO).

Nesse mesmo exemplo, poderemos ADIVINHAR que
estaremos buscando conquistas e progressos (=
Carro) intelectuais e comunicativos (= Casa 03).
E, por isso, poderemos nos enveredar de maneira
dinâmica e corajosa (Carro) em algum estudo (Casa
03) ou em algum curso de oratória (Casa 03).
Poderemos ADIVINHAR que, provavelmente, estaremos
mais impulsivos (Carro) e agressivos (Carro) ao
nos comunicar (Casa 03).

Essas ADIVINHAÇÕES estarão mostrando aprendizados
importantes para nós vivenciarmos durante o tempo
de validade desse MANDALA (segundo os Arcanos que
saíram neste Jogo).

Em outras palavras, será um momento muito
importante para entendermos melhor nossas
resistências, bem como nossas motivações a nível
intelectual e comunicativo (Casa 03), no sentido
de averiguarmos, por exemplo, quais os medos, as
defesas, as resistências, as intenções e os
estilos que estamos vivendo para canalizarmos
esses progressistas e dinâmicos impulsos (Carro)
intelectuais e comunicativos (Casa 03) em nossos
estudos, aprendizados, diálogos, escritos e
conversas (Casa 03).

Estaremos, portanto, abertos a nos conhecer
melhor, ao observar nossa postura a nível
intelectual e comunicativo nesta época em que O
CARRO está ali, em nossa Casa 03 do Mandala.

Cada Arcano que sair em cada CASA do Jogo de
Tarot que estivermos utilizando apontará
belíssimamente para possíveis situações e fatos
(ADIVINHAÇÃO) que poderemos viver, bem como para
aquilo que poderemos trabalhar em nós a nível de
aprimoramento interior/existencial
(AUTOCONHECIMENTO) a fim de, com isso,
aproveitarmos aquilo que o Tarot está nos
mostrando (como reflexo simbólico de nossos
anseios internos).

Por isso, aquele exorbitante preconceito que eu
tinha há alguns anos atrás quanto ao uso Oracular
das Cartas, achando que essa utilização do TAROT
para ADIVINHAÇÃO era uma perda de tempo, uma
inutilidade, uma superficialidade, caiu
vertiginosamente por terra.

Quando resolvi usar o Tarot como Oráculo, me
surpreendi… Percebi que, naquelas
interpretações simples, objetivas e diretas sobre
cada questão abordada, havia também preciosos
conselhos e orientações a mim disponíveis,
bastando-me apenas olhar com mais carinho para os
significados das Cartas que tirei para uso
oracular (para respostas mais diretas sobre o que
vivia).

Nesses conselhos e nessas orientações, podia
mapear minhas fraquezas, meus medos, meus pontos
vulneráveis e meus potenciais diante da questão
focada no JOGO.

Desse modo, esses conselhos e orientações me
serviram para me conhecer melhor. O papel de
ferramenta para autoconhecimento do Tarot estava
desvelado, comprovado. Que beleza… Agora
poderia usar o Tarot com mais afinco, com mais
prazer, com mais freqüência, com mais respeito,
com mais alegria, com mais naturalidade.

Beijãozão nocês…
Yub

Tarot: Mediunidade ou Estudo?

Saudações REFLEXIVAS a todos!!

Tenho recebido em PVT alguns e-mails. E sabem
qual o teor central dessas mensagens???

Vou apenas transcrever o trecho de uma delas, o
qual retrata a essência de todas. Eis:

“Eu tenho uma amiga, que
geralmente joga pra
mim o tarô, ela ainda é iniciante, e usa muito a
intuição/mediunidade,
assim como eu.

Apesar de ela, quase sempre acertar o que diz, eu
tenho tido dúvidas
de muitas coisas, inclusive da seriedade do uso
do tarô com a
mediunidade. Vc sabe como o tarô funciona?”

YUB: muita gente associa JOGAR TAROT com
MEDIUNIDADE. Talvez pelo fato de que, na grande
maioria das vezes, vemos anúncios de VIDENTES e
CARTOMANTES que jogam o Tarot.

A pessoa sendo VIDENTE, ela é capaz de acessar as
informações a respeito das outras pessoas por
vários meios, sejam os búzios, uma bola de
cristal, as runas e até mesmo as próprias cartas.

E o que costuma ocorrer, na grande maioria das
vezes, é que tais VIDENTES não se dedicaram pra
valer ao ESTUDO do SIMBOLISMO das Cartas. Eles
simplesmente usam OS SÍMBOLOS dos Arcanos do
Tarot como um estímulo para “ativar” sua
VIDÊNCIA.

O Tarot, usado dessa maneira, acaba sendo muito
mais um veículo propiciador de intuições
(VIDÊNCIA) do que propriamente um instrumento a
ser lido, segundo as simbologias presentes em
cada Carta/Arcano.

E, muitas vezes, esses videntes acabam não se
dedicando ao ESTUDO das Cartas, de modo a
adquirirem o CONHECIMENTO SIMBÓLICO dos
significados do SIMBOLISMO dos Arcanos.

Esses videntes usam a mediunidade “ativada” por
intermédio das Cartas para passarem suas
informações, mas não possuem um embasamento
teórico sobre os significados dos SÍMBOLOS
presentes nas Cartas do Tarot.

Aí, qdo a mediunidade deles (como a vidência, por
exemplo) fica nublada por alguns possíveis
motivos, tais como o envolvimento emocional com a
questão abordada ou com a pessoa que está ali
fazendo a consulta, o risco de passar informações
erradas e deturpadas é maior.

Daí a importância de se estudar pra valer o TAROT
como uma LINGUAGEM SIMBÓLICA, compreendendo os
significados dos SIMBOLISMOS dos Arcanos e dos
MÉTODOS de se jogá-los (de acordo com o tipo de
questão abordada: afetiva, profissional,
espiritual, material, etc.)

Assim, estudando o SIMBOLOGIA do Tarot, o risco
de haver uma interpretação capenga e detonada da
leitura das Cartas DIMINUI. E a partir do
CONHECIMENTO dos Arcanos, a possibilidade de
nossa INTUIÇÃO atuar em conformidade com o
EMBASAMENTO TEÓRICO só vem a ACRESCENTAR à
qualidade da leitura tarológica que fazemos.

Muita gente acha que se estudar, acaba perdendo a
MEDIUNIDADE (como a intuição, por exemplo)? Esse
é um medo infundado. A própria Astrologia mostra
isso: A Casa 3 (que representa o estudo, a teoria
e o embasamento intelectual) é COMPLEMENTAR à
Casa 9 (que representa a intuição e a capacidade
de encontrar um significado daquilo que se
estudou e aprendeu teoricamente) .

Então, não matemos nossa capacidade de estudo e
de aprendizagem. Busquemos usar o que aprendemos
intelectualmente JUNTO com nosso poder INTUITIVO,
pois assim não corremos o risco de passar
informações truncadas e confusas a quem nos
procura para JOGAR O TAROT. Muito pelo contrário,
USAREMOS NOSSA MEDIUNIDADE (intuição, vidência,
etc) em COMUNHÃO COM NOSSA INTELIGÊNCIA
INTELECTUAL, NOSSOS ESTUDOS E O QUE APRENDEMOS A
PARTIR DOS MESMOS.

Beijãozão nocês…
Yub

Dejá Vù e o Livre-Arbítrio!

Saudações DENZEL WASHINGTON a todos!! 😀

No filme DÉJÀ VU, me pareceu que essa sensação
estranha que irrompe em nós surge quando MUDAMOS
algo em nossa vida.

Uma escolha que fizemos pelo caminho acabou
alterando o que até então estava “planejado” e
bem direcionado a acontecer (diante das escolhas
que até então estávamos fazendo).

E essa nova escolha nos leva a um outro trajeto,
a outras situações. E nesse novo trajeto, algo
surge e vivemos a sensação de DÉJÀ VU. Talvez aí
esteja a indicação de que ALTERAMOS algo em nosso
destino…

Alguém viu o filme (ou mesmo q não o tenha
assistido), enxerga que o DÉJÀ VU ocorre
mostrando que algo bem significativo em nosso
destino foi alterado por uma nova escolha que
fizemos (diferente do script que até então
estávamos seguindo/criando)?? Ou vcs atribuem um
outro significado ao DÉJÀ VU?

obs.: esse inicial significado que estou
atribuindo ao Deja Vu ficou visível pra mim no
final do filme, qdo o personagem de Denzel teve a
sensação de Deja Vu por ter vivido ali, no carro,
naquele momento, algo semelhante ao que viveu em
outra parte do filme ao lado da personagem
daquela atriz… quem assistiu vai entender o que
falei. 😀

Beijãozão nocês…
Yub
———————————————————————–

Uma prosa com minha Querida e Amada amiga de alma:


ELÔ:
Até então, querido Yub, eu atribuia o Deja-vu, a
uma possibilidade nossa de captar intuitivamente
um acontecimento futuro. Como foi o meu sonho,
ter captado aspectos de uma festa que eu estava
para ir. E como eu contei aqui, eu apareço no tal
sonho me alertando para prestar ATENÇÃO a
aspectos que eu não estava percebendo.

YUB: eu assisti ao filme novamente ontem, com a
Cris. E até antes desse filme, Elô, eu atribuía à
sensação de DEJA-VU como uma lembrança de uma
experiência já vivida (seja em outra vida, em
sonhos, em projeção, em pressentimento).

Porém, desde qdo assisti ao filme, o Deja vu
adquiriu um outro significado pra mim: quando a
sensação de Deja-vu ocorre, ela está mostrando
que algo bastante significativo foi alterado em
nossa vida.

Estávamos direcionando nossa vida por determinada
linha a partir das escolhas que fazíamos. Até que
algum acontecimento significativo é vivido por
nós. Nele, fazemos uma escolha diferente da que
vínhamos escolhendo até então. Consequentemente,
mudamos nosso script.

Lembra, no filme, qdo aquela cientista faz o
desenho para o Doug Carli (Denzel) entender essa
questão do espaço-tempo do Destino?? Ela mostra
pra ele que o passado se conecta a um futuro. E
que se vivermos algum acontecimentos
significativo nessa linha inicial passado-futuro,
podemos mudar o futuro e aquele “inicial” futuro
deixar de existir OU ser vivido em um outro
universo paralelo.

Eu estou vendo o Deja Vu como esse acontecimento
significativo que traz consigo situações
SEMELHANTES às escolhas que até então estávamos
fazendo, mas que agora as mudamos. E essa mudança
de uma escolha em algum acontecimento
significativo nessa inicial trilha existencial
que seguíamos muda nosso futuro, nosso destino.

Por enquanto, estou enxergando assim. E vc trouxe
uma visão ainda COMPLEMENTAR a esta que estou
tendo e que achei SENSACIONAL. Vamos vê-la
melhor. Continuemos!! 😀

ELÔ:
E fiquei pasma ao ler esse trecho, no tal livro
suicida, que se atirou da estante, em cima do meu
teclado…ahahahaha …

Quando a evolução é ainda inconsciente, é um
processo automático: não há incerteza. As coisas
acontecem através da lei de causa e efeito. A
existência é mecânica e certa. Mas com o homem
(deixa eu me intrometer aqui, com o ser humano,
ahahahaha) a consciência, a incerteza vem à
existência. Agora, nada é certo. A evolução pode
acontecer ou não. O potencial está ali, MAS A
ESCOLHA SERÁ TOTALMENTE COM CADA INDÏVIDUO…. se
você está pronto, então no fundo de suas
profundezas uma nova dimensão pode começar. A
dimensão da revolução. A evolução terminou.
Agora, uma revolução é necessária para abri-lo ao
que está para além. É uma revolução individual.
Uma revolução interior.

Então dessa forma “mecânica”, estamos falando de
karma, estamos falando de lei de causa efeito,
onde nossas escolhas estão CONDICIONADAS àquilo
que já aconteceu, estaríamos apenas repetindo o
passado, no presente, e portanto o futuro, seria
apenas uma repetição do passado.

YUB: ISSO, ISSO, ISSO!!! Isso é o que a gente
vive falando aqui na lista. Nós tendemos a
repetir “incansavelmente” rsrs hábitos, posturas
e situações de outras vidas. Até que chegamos no
limite e resolvemos mudar esses arraigados
hábitos e maneiras de viver a Vida…

ELÔ:
Mas não tão “mecânico” assim, caso contrário como
chegaríamos no ponto que ele diz: “quando vc está
pronto”, não haveria prontidão, se fosse apenas
repetição. Então há também “janelas”,
possibilidades de ampliarmos nossa percepção.
Provavelmente isso também envolva nossas
escolhas, quando nos colocamos abertos para
aprender, não sei.

YUB: Perfeito!! Qdo chegamos no nosso limite de
“repetição existencial”, temos a oportunidade de
mudar nosso script, nosso destino. E temos a
oportunidade de CONSCIENTEMENTE fazermos uma nova
escolha, que envolve um novo hábito e uma nova
postura existencial (mesmo que seja em apenas uma
área de nossa vida). Essa é uma “janela”, que
exemplifica esse estado de prontidão que vc
abordou acima.

E creio que essa janela começa a se abrir qdo
nós, cansados de repetir as mesmas escolhas, os
mesmos sofrimentos, as mesmas situações (que o
nosso “inconsciente” assume a forma de hábito),
NOS QUESTIONAMOS os por quês de tais repetições e
situações existenciais que estamos vivendo há
várias vidas.

O Questionar é a fresta dessa janela. E a partir
dessa fresta, poderemos abrir-nos para novos
horizontes e mudarmos nossa postura ao
compreendermos essas respostas que chegarão após
questionarmos os motivos e as causas que nos
levam a repetir, repetir e repetir nossas
escolhas e nossas reações à Vida…

ELÔ:
Mas o que eu queria lhe perguntar, querido Yub,
será que o próprio Deja-vu, não é mais que um
aviso, que uma escolha nossa foi significativa?

YUB: Sim, minha Linda!! Pra mim, é por aí sim!!
😀

ELÔ:
O Deja-vu, não seria também uma porta aberta
para que a gente perceba nossos scripts, e se são
scripts, que o autor somos nós, e podemos
alterá-lo?

YUB: EXATAMENTE!!! CLAP CLAP CLAP!! PERFEITO!!
MARAVILHOSO!! SENSACIONAL!!! 😀

Uau… que bela percepção complementar…
VALEU, ELÔ!! MUITO OBRIGADO, MINHA QUERIDA E
AMADA ELÔ…

ELÔ:
E já vou lhe adiantar, porque estou perguntando
isso. Porque ele mobiliza nossa ATENÇÃO, de tal
forma que a nossa percepção parece que se aguça,
para tudo que se relaciona ao tal Deja-vu. Você
percebeu isso no filme, também?

YUB: Sim! E reparo em mim, nos momentos de
sincronicidade e deja vu: PARECE QUE O UNIVERSO
AO MEU REDOR PÁRA e tudo fica em “câmera lenta”
para estar ATENTO, 100% PRESENTE nesse momento
tão significativo e repleto de significado que a
Sincronicidade e o Deja Vu representam.

Beijo bem carinhoso nocê e em todo mundo…
Yub

Bebê abandonado, Complexos e Psicologia Profunda


Bebê abandonado, Reflexões Profundas e Psicologia Analítica

Vou aproveitar uma situação real, noticiada em todo o Brasil, ocorrida aqui na região metropolitana de Belo Horizonte (Contagem/MG), para falar sobre os conceitos básicos da Psicologia Analítica percebidos em nosso dia-a-dia, a fim de percebermos com mais clareza como eles funcionam na prática de nossa vivência cotidiana.

Uma experiência tem se repetido desde o início da história humana: o Nascimento. Após a gestação e por intermédio do parto, nasce-se. Nascer é uma experiência humana compartilhada por todos, universal. Pois não damos à luz apenas a outro ser humano, mas a idéias, obras de arte, invenções, teorias, empreendimentos, etc.

E a interminável repetição de determinada experiência se impregna em nossa constituição psíquica, nos remetendo a um Arquétipo. Já nascemos com essa memória ancestral, com esse arquétipo: NASCER.

O Arquétipo (no caso, o nascimento) é uma forma sem conteúdo. Esse conteúdo será preenchido por cada um de nós. Cada um de nós terá um conteúdo subjetivo da experiência do Nascimento.

Gerar algo também é uma experiência que se repete desde o início dos tempos, da história da humanidade. Para algo nascer, ele precisa ser gerado. Gerar um filho, um livro, uma idéia, uma obra, seja esta qual for, é uma experiência arquetípica (comum a todos nós, geral e universal).

Cada um de nós pode reagir de determinada maneira à possibilidade de gerar algo. Alguns podem ser compulsivos em gerar obras de arte. Outros podem sofrer quando geram uma música, sendo bastante dolorosa, difícil e truncada a experiência de compor. Já certas mulheres têm horror a serem mães, a geraram um filho. Não querem o desconforto, a dor, o sofrimento do parto. Outras já se sentem tão divinas e sublimes no processo de gestação e de geração de um filho que encaram com total naturalidade a gravidez e o parto. Enfim, há vários níveis de reação diante da experiência universal de gestar e gerar algo.

Sem querer julgar e muito menos justificar a mãe da menina MICHELE CORDEIRO DOS SANTOS por ter abandonado a filha recém-nascida nas poluídas águas do Ribeirão Arrudas (em Contagem/MG), fico aqui tentando compreender o que a motivou, a levou, a impulsionou a ter essa reação frente ao nascimento de Michele.

Fico aqui tentando imaginar e supor o que se passou no íntimo de ELIZABETE Cordeiro dos Santos para tomar abortivos momentos antes de entrar em trabalho de parto… Será que foi a última tentativa – depois de muitas – para não colocar no mundo algo que gestou e estava gerando?? O que, em sua história de vida, criou, muito provavelmente, esse horror a gerar um bebê?? O que ela viveu, durante sua infância e sua adolescência, que a fez ter aversão a dar à vida a um bebê???

Olhando as imagens da Elizabete (mãe de Michele) nos noticiários de TV e nos sites da internet, mostrando um choro e um desespero repleto de ponto de interrogação, imediatamente me remeteu a uma verdade: quantas vezes, TODOS NÓS, fazemos coisas que vão contra toda razão e vontade, e, depois, ficamos arrependidos, angustiados, sem saber por que, mais uma vez, fizemos algo que não queríamos???

Jung sempre nos atentava para uma verdade: nossas intenções conscientes são, por assim dizer, constantemente perturbadas e atravessadas em maior ou menor grau por intrusões inconscientes.

A Persona de Elizabete poderia querer ser socialmente reconhecida como uma mãe normal, que gera um filho e se dispõe a cuidar dele. Porém, somos muito mais do que nossa Persona mostra ao mundo, à sociedade. Eis nossa Sombra…

Há pontos nevrálgicos em nós, os Complexos!!

Na busca pela data de nascimento e horário em que nasceu, tanto a ELIZABETE como a sua filha MICHELE, me deparei com a reportagem da REVISTA DA SEMANA (edição 7, ano 1 – a mesma com o Luciano Huck na capa e o título A CULPA É DA VÍTIMA). É um bom título esse, que podemos levar para refletir sobre a situação da mãe que abandonou dramaticamente sua filha recém-nascida nas águas do Ribeirão Arrudas. Quem é a vítima nessa história?? A mãe (Elizabete) ou a filha (Michele)?? Ambas? Nenhuma? Não, não vou entrar nessa reflexão, pois inevitavelmente cairia em juízos de valor pessoais que limitariam a visão do todo e a compreensão mais profunda que AMBAS merecem…

Então, vamos voltar aos Complexos (segundo a Psicologia Analítica) para alcançarmos essa visão mais abrangente sobre os conceitos junguianos aplicados em nosso dia-a-dia.

Jung define os Complexos como agrupamentos de idéias no inconsciente, caracterizado por uma qualidade peculiar de SENTIMENTO, talvez DOLOROSA, associado a determinado TEMA, e, com freqüência, se comportando de modo DIAMETRALMENTE OPOSTO AOS NOSSOS DESEJOS CONSCIENTES.

O Complexo está assentado sobre um Arquétipo. Complexo é aquele modo de agir comum, geral, universal aplicado e vivenciado pelas pessoas individualmente. Arquétipo já é o padrão de comportamento instintivo do coletivo. É como se o Complexo fosse o Arquétipo vivido a nível individual, preenchido pelos conteúdos vividos de uma determinada pessoa.

Sendo assim, existe o Complexo Materno e o Arquétipo da Grande Mãe. Ou seja, a eterna experiência com a MÃE é um Arquétipo. Porém, essa experiência vai ganhar matizes peculiares segundo a experiência individual de cada um com a MÃE e as mulheres em geral (complexo materno), bem como com a vivência de posturas femininas/yin: nutrir, proteger, cuidar, amamentar, parir algo que sai de si, seja um filho, um livro, uma idéia, uma obra de arte, uma teoria, um crime, uma brutalidade, etc.

Muitas vezes você, eu e MUITAS pessoas dizemos algo. Porém, quando ocorre uma situação em que deveríamos viver segundo aquilo que dissemos, nós nos comportamos de outra maneira, bem diferente da que conscientemente dizíamos que faríamos/viveríamos. Eis o nosso INCONSCIENTE mostrando que há mais mistérios (e forças/motivações/segredos) por trás de nossa vã consciência do que imaginávamos.

Quantos de nós já dissemos que não mais beberíamos em excesso e lá fomos nós, quase compulsivamente, encher a cara exageradamente. Quantos de nós já havíamos prometidos não mais atender o telefone de fulano de tal porque não queríamos (?) mais apenas transar com tal pessoa uma vez que desejávamos um compromisso sério e lá fomos nós pro motel com ela??? Quantos de nós já havíamos dito que terminaríamos uma relação já desgastada e infeliz e, mesmo não querendo (?), nos mantínhamos ali, quase que mecanicamente, acomodados?? Quantos de nós já não tivemos vontade de enfiar a mão na cara daquele colega de trabalho, de nosso patrão, de nosso funcionário e, em vez disso, ficamos todo sorriso, educadamente, polidamente, nos comportando como se fôssemos amigos íntimos desse colega, desse patrão e desse funcionário??? Quantos de nós já pensamos em esconder determinado desejo e, subitamente, mediante alguma pergunta ou estímulo exterior, soltamos o segredo, revelamos o que tão trabalhosamente nos determinamos a silenciar/ocultar??? Quantos de nós já trocou imprudentemente de palavra a ser usada numa frase que acabou nos mostrando justamente o que, de fato, queríamos falar, ou pelos menos sentíamos, com relação a alguém ou alguma situação???

Enfim, quando algum estímulo exterior (seja uma palavra, uma pergunta, uma imagem, uma música, um tema abordado ao nosso redor) vem tocar num ponto específico que nos incomoda, que mexe conosco e que nos faz irremediavelmente lembrar de uma experiência passada sofrida, dolorosa, angustiante, triste, mal-resolvida com alguma pessoa ou relativa a determinada situação de nossa vida, isso é suficiente para trazer à tona certos conteúdos psíquicos (chamados complexos na terminologia junguiana). E estes vêm acompanhados de determinadas reações fisiológicas e também comportamentais, nem que seja um simples ficar vermelho de vergonha ou nos sentirmos inquietos e “sem-lugar”…

A questão é que determinados complexos ativam fortes vulnerabilidades de nossa estrutura psicológica. E é isso que, creio eu, tenha acontecido com a ELIZABETE. Ela, na sua experiência como filha, talvez tenha sofrido horrores de abandonos e mal-tratos por sua própria mãe. Ou tenha (também SUPONDO) recebido agressões tirânicas, ultimatos atemorizantes, mordazes críticas, ameaças e rejeições profundamente doídas quando tentou colocar algo dela, sua marca pessoal, em alguma coisa que criou…

Talvez experiências nesse nível tenham cunhado em sua psique a associação de que: “gerar algo meu é sinônimo de sofrimento, dor, abandono, rejeição, crítica, violência, agressão, etc. Então, não posso colocar minha filha no mundo, porque não suportarei essas reações, tal como vivi nesse, naquele e naquele outro episódio de minha vida. Ahhh… como doeu… não quero viver isso NUNCA mais…”

Sei que, aparentemente, NADA é justificável/justificativa para ela ter destinado sua filha recém-nascida à imundície do Ribeirão Arrudas. Mas, pra mim, pode ser compreensível. E não creio que apenas colocar o dedo em riste sobre a ELIZABETE, condena-la e querer que ela seja execrada, violentada, detonada, infernizada por milênios seja o melhor caminho. Se não compreendermos os porquês, ou seja, as causas que PODEM ter impulsionado ELIZABETE a abandonar sua filha (e, assim, buscar meios de “cura-las” na própria ELIZABETE e em outras futuras mães), estaremos apenas abrindo campo para tal experiência de abandonar filhos recém-nascidos se repetir ad infinitum.

Daí a importância de compreendermos esses nossos complexos, porque todos nós os possuímos. E eles, muitas vezes, podem nos possuir, por mais que conscientemente consideremos que não. Pois foi justamente esse complexo materno altamente “destrutivo” da ELIZABETE que se apossou dela. Sua consciência de que esse ato de abandonar filho recém-nascido é errado foi INSUFICIENTE diante da força/carga afetiva/emocional (no sentido junguiano do termo, e não “amoroso” do senso comum) de tal complexo, pois este predominou e a levou a fazer o que fez.

Uns podem dizer que foi obra do demônio, do espírito obsessor, da insanidade, da irresponsabilidade dela, etc. Porém, na minha perspectiva, todas essas possíveis causas apenas se manifestam se uma outra causa-mor deu brecha: a causa psicológica, interna, de quem é “vítima” destas… “Vítima”… Existe vítima?? Bem, eis uma polêmica que não quero entrar agora. Meu objetivo foi apenas demonstrar o quanto o inconsciente pode nos levar para caminhos que conscientemente não “queríamos”… E a Psicologia Analítica pode ser uma belíssima ferramenta para compreendermos nossos complexos a fim de, depois de muita auto-observação e terapia, fazermos um uso construtivo de seus conteúdos, canalizando-os de maneira menos sabotadora, mais integradora e saudável – para nós e para a sociedade.

Termino essa reflexão didática com a frase do líder comunitário da Vila Dom Bosco (onde a recém-nascida foi encontrada), Cinézio Rossi Vieira: “Conheço ela (a Elizabete) há seis anos. Sempre me pareceu uma moça muito boa. Estava desempregada e vivia com a mãe, em dificuldades. Claro que ninguém aprovou sua atitude, mas não podemos julgar ninguém sem saber o que se passa na cabeça de cada um.”

Estado de Minas, Domingo, 7 de Outubro de 2007, página 26.

Beijos profundos nocês….

Yub

A Energia Secreta das Sincronicidades!

Saudações SINCRONÍSTICAS a todos!!

Vc já se viu no espelho??

Sim?

Então, vc pode me dizer quem aparece primeiro no
espelho: você ou sua imagem??

Vc pode me dizer também por que, num dia, você se
olha no espelho e ele reflete você triste?? E por
que, talvez nesse MESMO dia, vc se olha no
espelho e ele reflete você alegre?? Você é o
mesmo, sua imagem idem, mas o que ela reflete é
um sentimento diferente. Por que será??

Sincronicidade, pra mim, é isso: um evento
exterior surge como REFLEXO de nosso estado
psicológico interior.

A Sincronicidade é como o espelho. O
evento exterior que, “coincidentemente”, ocorreu
em nossa vida, NÃO FOI CAUSADO por nossa
disposiçao psicológica interior.

Nosso estado de espírito NÃO CAUSOU determinado
evento exterior. E nem nosso estado de espírito é
resultado de algum evento exterior.

Não há uma causa interna provocando um evento
externo. E nem um evento externo provocando um
estado de espírito. Eles são SÍNCRONOS. Eles
REFLETEM um ao outro. Eles refletem uma
QUALIDADE, uma LIÇÃO EXISTENCIAL.

Muitas pessoas têm me perguntado por que
JUSTAMENTE retiramos aquela carta do Tarot e não
outra?? O que em nós nos move para tirar do
baralho JUSTAMENTE esta Carta e não outra??

Eu NÃO digo que foi o nosso estado de espírito,
nem a nossa atual fase de vida, nem as lições
existenciais que estamos aprendendo mais
veementemente nesta etapa de nosso existir os
possíveis causadores do fato de termos tirado
DETERMINADA Carta do Tarot e não outra.

Eu digo que AQUELA Carta do Tarot REFLETE
fielmente O NOSSO MOMENTO, O NOSSO ESTADO DE
ESPÍRITO E AS LIÇÕES EXISTENCIAIS QUE ESTAMOS
MAIS ENVOLVIDOS EM TERMOS DE APRENDIZADO
atualmente.

Não foi a Carta que causou determinado estado de
espírito, por mais que possa parecer. Talvez a
Carta que saiu no Tarot foi JUSTAMENTE o
CATALISADOR pra vir à tona (CONSCIÊNCIA)
determinado estado de espírito COMPATÍVEL com a
*** QUALIDADE do momento que estamos vivendo. ***

Muitas vezes, a derrota de nosso time é o ESTOPIM
não para PROVOCAR um estado de espírito em nós,
MAS, JUSTAMENTE, para REFLETIR um estado de
espírito que estávamos predispostos a viver de
acordo com o MOMENTO de nossa vida, as lições que
queremos (mesmo que inconscientemente) aprender.

Muitas vezes, uma determinada notícia, uma imagem
de TV, um SONHO que tivemos à noite é o ESTOPIM
para TRAZER À CONSCIÊNCIA determinada questão
existencial, emocional, financeira, familiar,
sexual, espiritual que estamos PREDISPOSTOS a
viver.

E o que provoca essa nossa PREDISPOSIÇÃO a viver
ISSO e não aquilo??

Beijos sincronísticos nocês…
Yub

—————————————————————————————————————- 

Saudações COMPLEMENTARES a todos!

Eu havia escrito que: Sincronicidade, pra mim, é isso: um evento
exterior surge como REFLEXO de nosso estado
psicológico interior.

Havia dito q nosso estado interior não provocava um EVENTO EXTERIOR.
E nem um EVENTO EXTERIOR provocava um estado interior. Agora, relendo
tal reflexão, creio q fui bem taxativo e radical… rsrsrs

Tudo bem que ver AMBOS como duas faces de uma mesma moeda pode até
ser possível, mas fica difícil não enxergar UM (estado interior)
causando o OUTRO (evento exterior), ou o OUTRO (evento exterior)
causando o UM (estado interior).

Cara ou coroa? Quem causa a coroa é a cara da moeda ou VICE-VERSA?

Bom, deixa pra lá… rsrs

Acho q fica MELHOR eu explicar meu raciocínio, o qual me levou a essa
percepção de NÃO HAVER essa relação CAUSAL entre estado interior E
evento exterior.

Vou dar um exemplo real com pitadas de suposições:

Tem uma cliente minha que está bem seletiva no que tange a um
parceiro para um envolvimento afetivo mais maduro.

Ela não está mais com paciência para “ficar.” Então, um casal de
amigos a convidou para jantar com eles neste sábado. Eles avisaram
que irão lhe apresentar um amigo – e q este amigo tbm está em busca de
relação mais compromissada, estável, durável e segura. BINGO!

A gente pode, inicialmente, pensar que o estado interior dela (querer
uma relação mais madura e segura) criou/sintonizou/atraiu uma outra
pessoa (o outro amigo do casal) com esse mesmo objetivo e desejo.

Porém, não sabemos o q ocorreu há 2 meses atrás… Ela estava com
mais duas colegas de faculdade numa danceteria. Ali, ao som de muita
música eletrônica e no meio da pista de dança, rodeada por muitas
pessoas interessantes e em estado de euforia, ela sentiu-se estranha.

Disse-me:

– Eu me senti uma ET ali naquele lugar. Naquele momento, eu percebi q
aquele tipo de experiência e de contato não me satisfazia mais. Foi
como se a fruta de uma árvore naturalmente caísse ao solo, deixando
de ser atrativa ali no galho. Ela perdeu seu encanto e caiu. Assim me
senti. Não havia mais atrativo pra mim estar ali. Senti que queria,
verdadeiramente, uma relação mais madura, com um parceiro num vínculo
constante, seguro, estável e satisfatório.

Então, aquele evento exterior na danceteria provocou aquele estado
interior de querer um relacionamento mais maduro, certo?

Mas e se prestarmos atenção e retornarmos há mais 6 meses atrás. Ela
vinha tendo sonhos com um homem q parecia ser seu marido, pois eles
estavam de mãos dadas e cercados por crianças, as quais denotavam ser
filhas deles.

Fica difícil percebermos o que causa uma decisão, um sentimento, uma
vontade – como no caso dessa minha cliente no que tange a decidir,
sentir e querer um relacionamento mais maduro, estável e constante…
Quem veio primeiro? Um EVENTO EXTERIOR provocando esse desejo? Ou
estado interior nutrindo esse anseio dela??

Eu tenho visto que NEM UM NEM OUTRO… ou melhor, TANTO UM COMO
OUTRO, simultaneamente… Então, o que causou esse desejo dessa minha
cliente por um relacionamento mais compromissado? O que a levou a
esse SENTIMENTO, a esse QUERER???

Foi Saturno (símbolo de COMPROMISSO, MATURIDADE, SEGURANÇA)
transitando pela CASA 7 (a qual simboliza a área do RELACIONAMENTO)
do Mapa Natal dela??? Também não… rsrs Desenvolvo esse raciocínio
em na próxima mensagem… 😀

Beijos pacientes nocês…
Yub

 
———————————————————————————————————- 

 
Saudações RETORNANTES a todos!!

Muitas vezes, um estado INTERNO (como um sonho, um sentimento e uma
intuição) surge à consciência primeiramente e, depois, um EVENTO
EXTERIOR traz um acontecimento que é síncrono com o primeiro.

Outras vezes, um EVENTO EXTERIOR surge e nos toca profundamente,
coincidindo com um ESTADO INTERNO que sentimos.

Eu tinha refletido que nem o ESTADO INTERNO provoca o ACONTECIMENTO
EXTERNO, e nem o EVENTO EXTERIOR provoca o ESTADO INTERNO.
Obviamente que nossa mente linear, causal, percebe um ocorrendo
primeiro que o outro, levando ao outro, resultando no outro.

Muitas vezes, pensamos em alguém (estado interno) e o telefone toca
(evento externo) em questões de segundos após o pensamento. É a
pessoa pensada. Nosso pensamento PROVOCOU a ligação da pessoa?? O
fato de pensarmos nela CAUSOU a ação da pessoa em nos ligar?

Quando uma pessoa, há muito tempo, pensava em mudar de emprego, de
repente, se depara com oportunidades de trabalhar numa nova área ou
numa nova empresa SEIS MESES após aqueles primeiros pensamentos de
mudança profissional, poderíamos considerar que foi o desejo dela de
ir para outro emprego que co-criou as oportunidades que se
manifestaram 6 MESES DEPOIS, permitindo-lhe a mudança profissional.

Eu estou ampliando minha visão atualmente… não sei se co-criamos
tanto assim como achava… Co-criamos profundamente e constantemente
SIM, porém não de modo tão consciente.

O que, no exemplo anterior da pessoa que queria mudar de emprego, se
mostra como sendo a origem causadora da criação das oportunidades
para ela efetivamente tomar um novo rumo profissional depois de 6
meses PARECE SER SEU DESEJO DE PROCURAR UM NOVO TRABALHO (que foi
sendo fomentado nesse tempo todo).

Porém, estou indo mais fundo e descobrindo que, muito provavelmente,
existiu um Desejo mais “Transcendente/Imanente” que “provocou” uma
insatisfação e uma inquietação na pessoa, levando-a a DESEJAR
PROCURAR UM NOVO TRABALHO. As sincronicidades que vieram mostrando-
lhe o POTENCIAL de MUDANÇA de EMPREGO, pra mim, não foram
provocadas, co-criadas nem atraídas pelo seu pessoal desejo por um
novo emprego.

É aí que entra o inconsciente e o SELF (o Eu Superior). O que eu
estou chamando de SELF aqui é aquela centelha divina em nós que
busca conduzir nosso ego/personalidade para os aprendizados mais
condizentes com as experiências que poderemos viver a fim de evoluir.

Então, quando, por exemplo, ocorrem SINCRONICIDADES NEGATIVAS na
vida dessa pessoa que estamos imaginando, como ela ser DEMITIDA, tal
SINCRONICIDADE PODE PARECER NEGATIVA (e, claro, geradora de
sofrimento e desgaste), mas seu objetivo é ser veículo de nosso SELF
para seguirmos um caminho de maior auto-realização, mais
satisfatório e prazeroso para nossa vida, para nossa maturidade,
para desenvolvermos e expressarmos os dons que temos.

É como se o Self soubesse de nossos verdadeiros talentos e também do
quanto é repleto de satisfação buscarmos a nossa auto-
realização/completude ao seguir o caminho que nos levará a
desenvolvermos e manifestarmos efetivamente tais talentos.

Assim, o Self constantemente está nos enviando mensagens em nossa
vida para os seguirmos, uma vez que tais mensagens são os
indicativos dos tipos de experiências, desafios e aprendizados pelos
quais teremos a oportunidade de realizar os nossos dons,
adquirirmos maior consciência e sermos mais plenos.

A questão é que nosso ego/personalidade, muitas vezes, resiste – por
medo, preguiça, acomodação, dúvida, etc. – a seguir tais sinais. O
nosso ego pode preferir seguir por outros rumos, teimando em não
aceitar, perceber e nem obedecer a tais
sincronicidades/oportunidades criadas por nosso SELF.

Desse modo, abrimos campo para que certas SINCRONICIDADES NEGATIVAS –
doenças, demissões, perdas, problemas intensos, etc. – dêem o ar de
sua graça, como se fossem presentes mais veementes que o nosso SELF
nos envia para chacoalhar com nossas pretensões, resistências,
medos, acomodações, etc.

No livro que terminei de ler, há uma enormidade de exemplos, uma quantidade
convincentes de casos que nos mostram o quanto as perdas, demissões,
doenças, rompimentos, desilusões, decepções, etc. são
SINCRONICIDADES NEGATIVAS que possuem um propósito e um sentido
muito belo para percebermos e seguirmos. Tudo bem que esse propósito
das SINCRONICIDADES NEGATIVAS não exclui e faz desaparecer a dor que
sentimos, os sofrimentos que vivemos diante de tais tragégias e
situações dolorosas.

Tais acontecimentos sincronísticos (sincronicidades negativas) podem
nos ajudar a ver com mais clareza a história que estamos – ou
devemos estar – vivendo.

Fecho essas atuais reflexões com a seguinte frase do livro
SINCRONICIDADE OU POR QUE NADA É POR ACASO (de Robert H. Hopcke):

“A idéia de que um acontecimento pode ser sincronístico dá a você
uma perspectiva diferente do fato, aprofunda sua compreensão do
mesmo ou intriga você a olhar além do que aconteceu.”

Seja feita a vontade do Self… 😀

Beijos numinosos nocês…
Yub

—————————————————————————————————-

O livro SINCRONICIDADE OU POR QUE NADA É POR ACASO que terminei de ler no dia 21/02, ampliou minhas percepções e, portanto, está influindo nessa revolução de paradigmas que vivo.
Descobri que o agente causador das sincronicidades é o SELF. Agora quero compreender como ocorre de maneira prática e efetiva a parceria SELF-EGO/CONSCIENTE.
Se o termo é co-criação, então, há uma parceria. Senão seria apenas criação.
Como nosso Self (Deus Interno/Eu Superior) já é criador, já é perfeito, seria o responsável pela criação. Porém, ele, sozinho, não consegue nada. Precisa de um parceiro para efetuar sua criação, manifestando-a no mundo material. Eis a tarefa do ego/consciente/personalidade.
Parece-me agora que o SELF representa o Destino e o EGO representa o livre-arbítrio. O Self representa o destino porque é o potencial que está disponível a nós para ser vivido e manifestado, pois representa aquilo que viemos fazer e viver nesta atual existência. E o ego/personalidade representa o livre-arbítrio no sentido de que ele tem o poder de escolher SIM a esse destino propagado/indicado pelo SELF, NÃO e COMO (de que forma e em qual ritmo).
Assim, o Self mostra nosso script existencial e nosso ego é o ator que vai executar e realizar (ou não; e de que forma) tal roteiro. E o Self (Deus que está em tudo e em todos) precisa do EGO para ser de fato experienciado. Deus experimenta a vida segundo o estilo de nossa personalidade/ego.
E algo me diz que, quando o Ego segue os sinais do Self a fim de cumprir o destino por este preconizado, acaba recebendo como “recompensa”  o que deseja. Por exemplo, a Oprah, seguindo os desígnios de seu Self, de que precisava experienciar a vida a partir de certos aprendizados, tais como ser uma sobrevivente, saindo de um estado de pobreza e de miséria para ser exemplo de superação a outras pessoas, recebe como “recompensa” o que seu ego deseja: fama, reconhecimento, dinheiro, relações internacionais. Ela, seguindo o script existencial de ser uma benfeitora humanitária, conforme seu Self lhe disponibilizou (pois este talvez queria viver a vida a partir dessa experiência humanitária), recebeu para seu ego um programa de tv para que pudesse ser uma figura popular como seu ego sempre desejou.
É como se o nosso ego fosse o objeto da vontade, que tem a capacidade de dinamizar a transição do estado potencial prometido pelo Self ao estado manifesto da realização. Nosso ego tem o livre-arbítrio de escolher aceitar, negar e em que grau/nível de permissão/negação viverá as indicações superiores do self.
Nosso self quer experienciar a vida através do nosso jeito de ser/ego. E o nosso self nos abre um leque quase infinito de possibilidades, de possíveis caminhos e trajetos, vivências e situações por intermédio das quais O remeterão aos específicos aprendizados que pretende viver nesta existência através de nossa personalidade. Não há limitação, determinação, imposição do nosso Self. A questão é que, nosso ego – resistindo diante de toda e qualquer dessas experiências disponíveis para o aprendizado – pode tornar a vivência de sua estadia aqui na terra mais sofrida.
O ego, não se permitindo seguir nenhuma das infindáveis experiências por intermédio das quais o nosso Self anseia viver a vida, pode, portanto, estar escolhendo o sofrimento, um sofrimento maior do que o natural. Agora, se o ego se permite viver uma e/ou algumas dessas indicações do Self, dessas situações mostradas por nosso self constantemente, creio que há recompensas ao mesmo. O ego será recompensado por essa permissão. No mínimo, sentirá a paz de espírito e a nutrição da Fonte/Deus/Eu Superior/Self. Mas, com certeza, o ego obterá inúmeras outras recompensas lucrativas, afinal, a parceria entre ego-self é justa e visa beneficiar a ambas as partes. Afinal, a vida – a qualidade da vida depende disso: ego e self se darem as mãos.
Uma co-criação que gere beles resultados existenciais e de manifestação depende disso: o ego ter a vontade de ouvir com carinho as mensagens do SELF, permitir e conscientização desses parâmetros norteadores e, com isso, se dispor a conscientemente para a manifestação do que desejam.
O self estará satisfeito por estar sendo ouvido e agradecido ao ego por este estar empenhado em deixar o Self experienciar a vida por seu intermédio. E o ego estará satisfeito por receber as merecidas recompensas dos efeitos de se agir segundo o script existencial preconizado pelo self.
Numa parceria verdadeiramente justa, todos saem ganhando. Obviamente, esse script existencial para ser cumprido, envolve outras pessoas (ou seja, outros egos e outros Selfs). Mas aí é que está. Não há outros Selfs. Há apenas um Self (um Deus). A centelha de vida que há em mim, há em você, no psicopata, no presidente da república, no vira-lata da esquina, etc. Deus está em tudo e em todos, vivendo através de tudo e de todos, experienciando a vida por intermédio de tudo e de todos.
Nosso ego, portanto, não tem condições de comprovar o quanto os destinos estão conectados entre todas as pessoas envolvidas no seu script existencial. Mas o Self tem. É ele que habita cada pessoa de seu destino. E, portanto, basta seguir suas indicações, permitindo-nos expressa-Lo, cada vez com mais consciência e entrega. São indicações sábias, pois guiam todas nossas interconexões de destinos, afinal “SOMOS TODOS UM SÓ.”
 

Beijos holísticos nocês…
Yub
 
Yubertson Miranda – Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo 
Formado em Filosofia pela PUC/MG e Simbologista
=============================================
LEIAM O ESTUPRADOR DE ALMAS, o primeiro romance
policial-filosófico de Yubertson Miranda:
=============================================

Abra sua conta no Yahoo! Mail, o único sem limite de espaço para armazenamento!

P.S.: Eu te amo – Renascendo das Perdas!

 
Sempre gostei da frase: “Depois da tempestade, vem a bonanza.” Sempre admirei pessoas que ressurgiram das cinzas: seja de uma perda amorosa, de um fracasso financeiro, de uma doença, enfim, de alguma experiência que as jogaram de cara na lama e, depois, renasceram.
 
Sempre observei com olhos mais atentos as pessoas que passaram por profundas e intensas experiências, perante as quais foram exaustivamente testadas e, aos poucos, ressurgiram e ganharam uma magnífca força, uma compreensão mais certeira a respeito da natureza humana e da vida.
 
Talvez por isso tenha gostado tanto deste filme: P.S.: Eu te amo. É a estória de uma mulher que perdeu o seu jovem marido e, junto com ele, a vontade de viver. Holly (personagem de Hilary Swank) perdeu não apenas o Gerry (Gerard Butler), mas também o seu norte. Ficou sem rumo, sem um direcionamento na vida.
 
Holly não parava em nenhum emprego. Trocava de trabalho assim como quem troca de roupa. Na verdade, como o próprio filme mostra, Holly não tinha descoberto ainda a vocação, o trabalho sobre o qual se dedicar apaixonadamente. Sua insatisfação profissional repercutia em seu relacionamento amoroso. Ela cobrava absurdamente de Gerry um crescimento profissional e financeiro. Projetava nele suas angustiantes inadequações profissionais. Gerry crescia. Gerry cresceu profissionalmente.
 
Ele, de certa forma, era a única pessoa que mostrava – com um primoroso bom-humor, um alto astral contagiante e uma força incrível – a Holly o que ela própria estava fazendo consigo mesma ao não tentar descobrir sua vocação e segui-la com paixão.
 
Porém, Gerry morre. Holly perde a bússola que ele representava para ela. O trauma de sua mãe a assombra. Esta (Kathy Bates) foi abandonada pelo marido. Holly tinha 14 anos qdo seu pai as abandonou. Com a perda de Gerry, viu a história de sua mãe se repetir em sua própria vida… Quantas vezes não atingimos a mesma encruzilhada que nossos pais alcançaram e ali não conseguiram ir além, deixando essa “maldição” para nós??
 
Holly teve vontades de definhar e morrer. Fazia isso a cada dia durante um tempo. Até que em seu aniversário de 30 anos (retorno de saturno?), recebe uma gravação de Gerry. Ele lhe enviaria, diariamente, algumas cartas. O objetivo dele é nortear Holly a encontrar seu caminho. Ele quis ser o norte para a Holly por intermédio dessas cartas.
 
Gerry sempre pedia a Holly que observasse os sinais. Tais sinais seriam realmente a bússola de sua vida, principalmente para encontrar sua vocação. O filme vai se desenrolando magistralmente, numa montanha russa de emoções: ora extraindo de nós gargalhadas incontroláveis, ora nos jogando nas mais intensas emoções envolvendo perda, relacionamentos, tristeza, rejeição, medo, etc.
 
Além disso, o filme é recheado de um humor negro fenomenal, às vezes surpreendentemente chocante e inusitado. Óbvio que associei o filme ao script existencial do signo de Escorpião e de Sagitário. Não posso contar mais sobre ele, mas posso dizer que esses símbolos astrológicos foram muito bem evidenciados na estória.
 
Lembram da frase que iniciei tal e-mail? Depois da tempestade vem a bonanza. Pois é… depois da perda (escorpião) vem os novos horizontes que se apresentam a nós com mais clareza (sagitário) a fim de descobrirmos qual o caminho a seguir no futuro (sagitário). Podemos, obviamente, substituir escorpião por casa 8 e sagitário por casa 9.
 
De todo modo, quem aqui muitas vezes não passou por aquele abismo, encarando perdas, traições e a escuridão emocional para, logo em seguida, renascer e tomar um novo rumo na vida, seguindo determinado norte. Eis a dinâmica casa 8/casa 9.
 
Seguindo nossa intuição, com espírito de aventura, coragem de ousar e atentos aos sinais da vida presentes nos mais banais eventos cotidianos, enxergamos significado nas perdas de outrora e arriscamos nos embrenhar numa nova jornada. Eis também a dinâmica casa 8/casa 9; escorpião/sagitário.
 
Todos nós temos esses signos em nosso Mapa Natal. Talvez seja ali – nessas áreas de nossa vida (Casas astrológicas em que escorpião e sagitário se encontram em nossa carta natal) – que vivenciaremos essas circunstâncias tão bem focadas no filme P.S.: Eu te amo.
 
Que tenhamos a inspiração de prestar atenção aos sinais da vida que povoam o nosso dia-a-dia a fim de segui-los rumo a novos horizontes, dispostos a uma nova jornada de superação das perdas ao seguir esse norte. Lembremos, portanto, de que, sempre, depois das densas tempestades emocionais, a bonanza vem, nos acenando uma possível expansão existencial. Talvez não exista nenhum evento tão forte quanto este para angariarmos maior sabedoria na vida…
 
obs.: suponho que Holly tenha Saturno em Sagitário em aspecto com Urano e/ou Plutão e/ou na Casa 12. Tenha Ascendente em Capricórnio (tentem descobrir numa frase que se repete duas vezes no filme. Frase em que ela se diz ser a … do casal…) e Libra na Casa 10 (não posso falar agora qual a vocação que ela se enveredou, mas quem assistir poderá validar tal associação com o perfil libriano… rsrs). Vênus também em Sagitário na casa 12.
 
Beijãozão nocês…
Yub
Yubertson Miranda – Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo 
Formado em Filosofia pela PUC/MG e Simbologista
=============================================
LEIAM O ESTUPRADOR DE ALMAS, o primeiro romance
policial-filosófico de Yubertson Miranda:
=============================================

Abra sua conta no Yahoo! Mail, o único sem limite de espaço para armazenamento!