Diário Numerológico: Previsões e Eventos! Ex.: SUZANA VIEIRA

 
Saudações OBSERVADORAS a todos!!
 
Gosto MUITO de observar na prática a manifestação dos simbolismos numerológicos. Procurarei compartilhar com todos este modo de aprender a Numerologia cada dia mais.
 
Aproveito para fazer uma homenagem ao astrólogo ANTONIO CARLOS HARRES (o “Bola”)! Pois ao ler em sua lista de Astrologia Mundial no yahoogrupos, a ZIGURAT, o modo como procura minuciosamente associar eventos práticos com trânsitos e posicionamentos astrológicos, eu me inspiro com este exemplo dele!!  
 
Vamos ao exemplo de hoje.
 
O babado deste mês de novembro é a traição do marido (agora ex-marido) da atriz Suzana Vieira. A traição foi tornada pública. E Suzana terminou seu relacionamento com o Marcelo Silva.
 
Suzana nasceu dia 23/08. Está, portanto, no Ano Pessoal 5 (cinco).
 
23 + 08 + 10 (o qual veio da soma do 2+0+0+8 do Ano Universal/Vigente) = 41/5.
 
Um Ano Pessoal 5 costuma ser uma época de muitas crises e inesperados. Surpresas ocorrem nos estimulando a mudar, progredir e sair do comodismo de situações que não mais nos satisfazem.
 
Suzana, neste 4o.Trimestre de 2008, está no Trimestre Pessoal simbolizado pelo 6. O 4o. Trimestre é obtido através da soma do Ano Pessoal + o Ano Vigente, ou seja, 41 + 10 = 51/6.
 
Um ciclo simbolizado pelo 6, como é este 4o. Trimestre de 2008 para Suzana Vieira, representa uma fase de muitos conflitos, principalmente familiares. Procura-se pela harmonia. Objetiva-se a união, principalmente no seio familiar, de modo a encontrar mais paz e segurança emocional.
 
E neste mês de Novembro de 2008, Suzana está no Mês Pessoal 7 (sete). Este foi obtido através da soma do Ano Pessoal e do número do mês vigente: 41 + 11 = 52/7.
 
Um ciclo simbolizado pelo 7 envolve o aprendizado da confiança. Entregar-se a uma experiência, seja esta um relacionamento, uma religião ou uma cultura/viagem, é o grande desafio. Aprender a viver esta vulnerabilidade, angariando um nível de confiança maior, é uma das lições de uma época simbolizada pelo número 7. E como não é fácil desenvolver essa entrega, justamente pelo medo de sermos incompreendidos e traídos, podemos erguer muros de resistência e de defesa.
 
Desse modo, como Suzana está num Ano Pessoal 5 (crises/mudanç as), num Trimestre 6 (conflitos, principalmente familiares, necessitando de resoluções em prol da harmonia e união) e num Mês Pessoal 7 (vencer o medo da traição e da incompreensão para confiar e se entregar à Vida como um todo, seja por meio de um relacionamento amoroso ou não), encontramos neste evento na vida da atriz esse colorido evidenciado pelos simbolismos numerológicos.
 
Ou seja, Suzana Vieira vive uma crise (Ano Pessoal 5) em função de conflitos familiares/conjugai s (Trimestre 6) gerados pela traição que sofreu (Mês Pessoal 7) de Marcelo Silva.
 
Talvez o grande aprendizado para Suzana agora seja se abrir ao novo (Ano Pessoal 5) através do que esta traição (Mês Pessoal 7) produziu de desarmonia (Trimestre 6) em sua vida.
 
obs.: Suzana, sou fã de sua personalidade corajosa! Aproveite o momento e renasça brilhantemente!!!
 
Beijos prático-simbólicos a todos…
Yub


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Criminal Minds, Tarot, Nietzche e Teoria Sistêmica!

 
“O que o pai calou aparece na boca do filho; muitas vezes descobri que o filho é o segredo revelado do pai.”
Nietzche
 
 
Criminal Minds é a série que eu mais AMO. Um grupo de agentes do FBI é especializado em traçar perfil psicológico. A equipe formada vai à caça de serial killers. O objetivo é encontrar o serial killer para impedi-lo que continue sua saga de assassinatos em série.
 
Ontem, no episódio 7 da Terceira Temporada, a frase acima foi mencionada. E a questão da família foi diretamente abordada.
 
Como tenho pesquisado a teoria sistêmica (uma abordagem da Psicologia), além de minha terapeuta seguir esta linha, gostei MUITO do que vi. Lembrei-me do Seminário que eu e a Cris assistimos no mês passado lá na Faculdade.
 
Por mais que tenho percebido em minha própria história familiar e nos livros que tenho lido, fiquei surpreendido com os casos clínicos que foram aprensentados. Impressionante como os filhos costumam ser xerox autenticado dos pais.
 
Confesso que tenho um fascínio por esse tema: mitos familiares. E como ir além da encruzilhada em que nossos pais chegaram. Não é à toa que meu primeiro romance policial em desenvolvimento (O Estuprador de Almas) aborda essa questão. Para quem gosta de Astrologia, meu nodo lunar sul no Signo de Câncer na Casa 4, tendo seu regente – a Lua – no signo de Escorpião na Casa 8, pode ser uma referência simbólica-astrológica desse meu profundo interesse.
 
Uma vez que sou espiritualista e acredito na Reencarnação, sempre procurei observar o quanto tendemos a repetir padrões. Costumo dizer que mudar um hábito é MUITO difícil, talvez porque o nutrimos durante muitas existências. Isso me permite ter mais paciência comigo mesmo e com as outras pessoas, principalmente clientes que estão há muito tempo aprisionados em uma determinada experiência. Essa prisão, muitas vezes, é fruto justamente da repetição vida após vida de um determinado padrão comportamental/psicológico.
 
Como nos libertar?
 
O Tarot – com o seu sistema simbólico – tem uma carta que reflete bem a situação arquetípica (comum a todos nós) da LIBERTAÇÃO. É o Arcano 16 – A Torre.
 
 
A imagem simbólica dessa Carta revela um raio atingindo uma torre. A destruição provocada pelo raio, dissolvendo as estruturas tão bem construídas, impele as pessoas a saírem daqueles muros. Estas são lançadas pra fora e mergulham de cabeça.
 
É uma situação que nós, inevitavelmente, somos convocados pela Vida a passar: dissolver os muros de nossas resistências, medos, e mergulhar, de corpo e alma, numa experiência libertadora. O objetivo consiste em sairmos da cômoda e acomodada posição de falsa segurança que determinadas estruturas por nós construídas (crenças, hábitos, relações etc.) representam. Quando a sensação de estreitamento, como se estivéssemos presos num quarto (num mundo que edificamos), torna-se sufocante, talvez seja sinal que a proteção virou prisão.
 
Algum evento exterior (simbolizado pelo raio) pode ser o estímulo que nossa alma tanto anseia para nos libertar do que nos insatisfaz, mas que mantemos – por comodismo e medo de uma nova experiência. Por mais que esta possa ser tudo o que desejamos e nos permita viver mais intensamente/plenamente, essas defesas construídas por nós são fortes. Mudar, muitas vezes, precisa de uma atitude ou acontecimento radical. Só assim para mergulharmos de corpo e alma em algo que, no fundo, tanto almejamos.
 
E os muros que herdamos de nossos pais (em sincronia com o que vida após vida construímos, pelos hábitos que desenvolvemos) parecem ter tijolos de aço. E merecem nossa cuidadosa, carinhosa e compreensiva atenção. Um trabalho alquímico como este demanda, ironicamente, talvez muitas vidas… rsrs Mas podemos utilizar este pensamento a longo prazo não para ser mais uma defesa e resistência à mudança. Não. Muito pelo contrário. Temos condições de usar esse foco futuro a nosso favor. Ao saber que estamos gradualmente superando maldições hereditárias a cada dia, um passo de cada vez.
 
Sei que o termo Maldição é forte. Minha terapeuta, amorosamente, me corrige. Diz que o termo mais apropriado é MITO FAMILIAR. rsrs Tudo bem. No fundo, dá na mesma. Têm o mesmo significado. Mas é que sou dramático e gosto de termos densos, impactantes. E Maldição familiar é mais saboroso pra mim. Sinto-me mais motivado a chegar nas encruzilhadas que meus pais desembocaram se considerar os nossos mitos familiares como Maldições. Porque da Maldição surgirá uma Bênção. E, de um mito, continuaremos encontrando um mito (tudo bem que talvez um novo mito familiar, o qual será herdado aos nossos filhos). Prefiro deixar como herança uma maldição do que um mito. rsrs
 
Bom, vou terminar por aqui. Ah! Vc esperava que eu, antes de finalizar esta mensagem, desse respostas prontas e dicas “auto-ajuda” para lidar com seus mitos familiar…ops, com as Maldições que seus pais (e vc) lhe deixaram como herança? Sinto muito. Deixo-lhe como legado, no máximo, o incentivo para mergulhar de cabeça na libertação de suas prisões mentais, emocionais, materiais e espirituais. 😉
 
Beijãozão nocês…
Yub
 


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Sobre a Sombra, o Poder, Escorpião, Plutão e Casa 8.

 
 
Sempre que decido investir minha energia no desenvolvimento da trama de meu livro O ESTUPRADOR DE ALMAS, fazendo um movimento (interno e externo) efetivo neste sentido, surge uma enxurrada de novos trabalhos (mais mapas, consultas via internet e alunos para cursos virtuais).
 
Achava que isso seria um “sinal” da Vida, mostrando-me que não é o momento de me dedicar ao livro. Mas não. É, isso sim, o REFLEXO do quanto de poderosa ENERGIA a SOMBRA traz consigo. Afinal, o conteúdo do livro é voltado para questões envolvendo a Sombra. E, de certa forma, eu também trabalho ali a minha Sombra.
 
Atingi essa percepção do quanto de ENERGIA a Sombra carrega consigo, graças aos recentes estudos que tenho feito a respeito da mesma. Nessas pesquisas e leituras, fica estampada a energia CRIATIVA/REALIZADOR A que existe fortemente na nossa faceta Sombra. Muita mesmo.
 
Ela não é nem negativa nem positiva. Ela tem é PODER. Há muito poder na Sombra. Poder financeiro, sexual, psíquico, emocional. E tal poder me leva a associar com Escorpião, Casa 8 e Plutão.
 
Não é que eles (Escorpião, Plutão e Casa 8) representem a Sombra. Qualquer Signo, Planeta, Casa ou Aspecto Astrológico pode representar algo reprimido/inconscie nte e/ou talento oculto/não desenvolvido (= Sombra). É que eles são uma espécie de “Portal” (neste portal eu acredito rsrsrs). Através deles, a Sombra irrompe e pode ser conscientizada.
 
Nos livros, há menção de que a Sombra costuma surgir pra valer quando nós somos acometidos por Hybris (orgulho, arrogância, sentimento excessivo de poder, etc.). E poder, nesse sentido, é bem apropriado para Escorpião, Casa 8 e Plutão. Assim como sexo, finanças, magia/ocultismo, jogos de dominação (manipulação emocional/psí quica, controle sexual, financeiro, energético, emocional, que tomam corpo via ciúmes, inveja, ódio, fama/sucesso, etc).
 
Através dessas posturas e atividades associadas a tais posicionamentos astrológicos, todo o PODER (independente se negativo ou positivo), ou melhor, toda a poderosa energia vital vinculada à Sombra, encontra espaço para se libertar.
 
É aí que está o perigo. Ela exige disciplina. Exige esforço para nos conscientizarmos da mesma e encontrar meios de vivencia-la sem que ela nos queime ou chamusque os outros.
 
Como preferimos negar a Sombra, já que inconscientemente preferimos o comodismo, achamos que é melhor deixar toda essa faceta oculta de nossa natureza debaixo do tapete de nossa consciência. No fundo, queremos evitar o trabalho do esforço disciplinado que essa energia exige de nós.
 
É muita energia poderosa plutoniana para lidar. E as atividades físicas podem ser uma excelente fonte de vivenciação dessa vulcânica energia plutoniana em erupção. E o esforço envolvido na manifestação/expressã o dessa chamuscante energia plutoniana é para usa-la construtivamente, numa transformação positiva para nós e para o coletivo.
 
Portanto, quando decidimos nos envolver com a energia da Sombra, é bom estarmos preparados para dar conta da poderosa energia que ela traz consigo…. Por isso que pode haver um desejo mais intenso por poder sexual, emocional, financeiro, psíquico, ocultista (Plutão, Casa 8 e Escorpião).
 
Os conteúdos que foram reprimidos para a natural e necessária formação de nosso ego, os quais incluem tanto talentos negados/não desenvolvidos e uma imagem bem diferente da apresentada pela Persona que nosso ego veicula, se apresentam. E, obviamente, muita MUDANÇA está em jogo, foi colocada em movimento. Nós não nos veremos (nem as pessoas) como até então achávamos que éramos.
 
O conflito está no ar. Como integrar esses conteúdos à Persona que já construímos, sem aniquilá-la? Ou seja, como agregar qualidades, características e atitudes que não eram comumente observadas em nossa relação com o mundo exterior à estrutura egóica que edificamos?
 
Não há uma receita. As respostas vão surgindo na prática, no próprio processo vivencial presente nos desafios e oportunidades da vida.
 
Beijãozão nocês…
Yub 


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Quando um pressentimento não é uma FUGA??

Vc já fugiu de uma situação desafiante através da justificativa de um pressentimento? Pressentiu que “não era para viver” determinada situação? Mas, depois, olhando com mais sinceridade, comprovou que tal pressentimento era uma explicação para sua vontade de fugir daquela experiência?
 
Pois é… Quando um pressentimento não é uma fuga? E quando é?
 
Até bem pouco tempo, eu considerava bastante sutil o limite entre um pressentimento “verdadeiro” de que não era para viver determinada experiência e uma racionalização de minha fuga.
 
Porém, há cerca de um mês, diante de certos episódios, observei alguns detalhes importantes sobre esse limite PRESSENTIMENTO X FUGA. Compartilho agora com vcs.
 
30 dias atrás, eu estava determinado a saber a diferença entre PRESSENTIMENTO DE QUE NÃO É A HORA DE VIVER DETERMINADA EXPERIÊNCIA AINDA ou FUGA DE ALGO (da experiência “pressentida” ).
 
Então enxerguei com muita clareza isto:
 
A gente percebe que NÃO É O MOMENTO de viver determinada situação porque, no fundo, ainda não nos sentimos preparados, conscientes, maduros e determinados o suficiente para vivenciá-la.
 
O momento certo, realmente, é a gente que faz. Tudo bem que, em determinadas fases, pode existir o “suporte” da qualidade do momento (época apropriada) para vivermos uma situação.
 
Porém, o que importa mesmo é nós querermos passar por esse processo trabalhoso (no sentido de investirmos nossa energia), através do qual procuraremos desenvolver a estrutura interna e as aptidões condizentes com a situação que pretendemos viver.
 
Desenvolver nossos valores e procurar a abundância financeira, compreendendo nossa maneira de lidar com o dinheiro, é um processo a ser vivido em qualquer fase. No entanto, numa fase em que Júpiter transita por nossa Casa 2 (ou um Ano Pessoal 8), por exemplo, podemos encontrar mais “facilidade” (suporte) para este fim.
 
Em qualquer idade, podemos tomar consciência de nossa Sombra e procurar integrá-la conscientemente. Porém, em certas fases, esse trabalho com a Sombra é “facilitado. ”
 
Então, no fundo, temos a liberdade de sempre investirmos nossa energia em áreas, aptidões, compreensões e experiências que quisermos. Mas os ciclos que vivemos mostrará COMO (com que colorido) faremos tais investimentos. E se, dentro deste colorido, haverá “suporte” ou “mais dificuldade” nesse processo.
 
Não precisamos, por exemplo, esperar um Ano Pessoal 7 para mergulharmos em nós mesmos. Mas, num Ano Pessoal 7, esse mergulho está “facilitado. ”
 
Desse modo, quando pressentimos que não é o momento apropriado de vivermos determinada experiência, por mais que seja um pressentimento baseado em medo/fuga, ele é correto. Porque ele revela que não nos sentimos preparados para a vivência de tal situação. E que o momento talvez não nos dê “suporte”, caso queiramos investir nossa energia em tal experiência.
 
Embora, se realmente quisermos viver tal situação, temos plenas condições de assim fazermos – apesar de ser mais trabalhoso desenvolvermos as aptidões e a estrutura interna essenciais para essa experiência.
 
Beijãozão nocês…
Yub


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A Alma Imoral: MUDAR (Urano) ou PRESERVAR (Saturno)???

 
Em 1993, eu, não suportando mais a profissão escolhida, rebelei-me. Já tinha percorrido metade do curso de Ciências Contábeis. E trabalhava há 3 anos no escritório de contabilidade de meu pai. Só que desde 1992, eu me encontrava no limite. Sentia-me aprisionado, como num cômodo estreito. A sensação de peso, repleta de insatisfação, tornava-se intensa. Até que não suportei mais preservar aquela situação.

Lembro-me como se fosse hoje do dia, ou melhor, da noite em que chamei meus pais para conversar em meu quarto. Olhei para os olhos de meu pai, depois para os de minha mae e disse: “Não aguento mais. Quero ser feliz. Vou abandonar a contabilidade e fazer Filosofia ou Psicologia.”

Naquele instante, percebi que frustrava a expectativa de meus pais. Por mais que minhas duas irmãs mais velhas, já formadas em Ciências Contábeis, trabalhassem no escritório de nosso pai, havia aquela expectativa do único filho homem herdar aquela estrutura construída. Ainda mais que outros tios meus também tinham escritório de contabilidade e seus filhos se preparavam para manter essa tradição.

Essa mesma família e esses mesmos tios/primos tentaram me dissuadir dessa direção. Enfrentei muitos conflitos familiares e sociais. Mas nada se comparou com os conflitos internos daqueles anos de transgressão. Só que eu não conseguia mais calar os impulsos transgressores de minha alma, da alma imoral – que é uma parte de nossa natureza. E a faceta do animal moral (“corpo”) sentia-se perdida, confusa e desorientada diante da mudança decidida e desencadeada.

Esses conflitos entre mudar ou preservar é uma constante em nossa vida. Porém, em determinadas fases, eles são mais presentes. Como a que vivemos atualmente, representada pela oposição entre Saturno e Urano. Saturno em Virgem em oposição a Urano em Peixes.

Portanto, o incômodo está presente. Largar o cômodo, o aparentemente seguro, gera ansiedade. Interna e externamente, nos defrontamos com essas incertezas que o novo nos apresenta.

Você consegue identificar em qual área de sua vida esse conflito entre preservar e mudar está mais escancarado?

Quais as resistências – internas e externas – você tem encontrado para se libertar de certas normas, tradições e falsas/aparentes seguranças?

De que forma vc tem se rebelado frente ao que (ou quem) tem lhe aprisionado e sufocado?

Como poderá transgredir certos limites, convenções e heranças (familiares, sociais, profissionais, culturais) para mudar e sentir-se responsavelmente livre?

De que modo pode se dedicar, com disciplina e inovação, a agir com mais originalidade e competência nas mudanças que pretende empreender para construir uma estrutura mais satisfatória em sua vida?

Chegou o momento de transgredir, na prática, antigos paradigmas. É uma época propícia para construir um novo nível de segurança, baseado em valores progressistas.

Para quem quer compreender a dinâmica e os significados desta fase que todos nós vivemos – a nível individual e coletivo -, simbolizada pela oposição entre Saturno e Urano, recomendo o livro A Alma Imoral, de Nilton Bonder.

Eu e a Cris ganhamos esse precioso livro de nossa querida e sábia amiga de “alma” rsrs Elô (Eloise Mello). É um livro INSPIRADOR!!!

Obs.: em 1993, eu vivia o transito de urano na casa 10, em conjunçao com meu jupiter natal na 10 e em quadratura com meu urano natal na 7.

Beijãozão nocês…
Yub


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Mais Reflexões sobre a Casa 12

Relacionando Magia-Ego-Casa 12:

 

No meu entender, a Magia pode ser dividida em dois tipos: a ritualística e a natural.

 

A ritualística tenta criar o clima interno para a realização da Magia a partir de rituais externos, de posturas, cânticos, instrumentos, dias favoráveis, horários, elementos afins, cenários apropriados, cheiros, sons e indumentárias para cada desejo e  intenção, etc. Digamos que essa seja a Magia bem virginiana. Digamos que essa é mais intencional, no sentido de querer provocar alguns efeitos no mundo a partir de uma intervenção planejada de nossa parte. Digamos que essa soa um pouco artificial porque, de certa forma, o intento é de intervir na realidade com um propósito quase controlador desses detalhes que ansiamos mudar/alterar.

 

A natural é aquela que acontece em função da nossa plena sintonia e unicidade com o ritmo natural das Coisas, na qual nós somos parte ressonante das prioridades possíveis de serem realizadas em cada momento do ciclo da vida. Digamos que a Vida age através de nós também para realizar o que cada instante especifica e intenciona, com o objetivo de que haja a constante e eterna evolução. (sim, Deus é perfeito, mas continua a se “expandir”, evoluir; não vejo Deus como um carinha que fica sentadão no seu trono de ouro enviando seus raiozinhos lá de cima sobre nós aqui em baixo não. Deus, sintetizando, é a energia que está em tudo e em todos, e isso inclui eu, você e Saddan Hussein).

 

Voltando a uma conexão mais clara com a Casa 12. Falei que o significado maior da vida está em atingirmos esse nível de unicidade (“Eu e o Pai somos um”), simbolizado pela etapa final do ciclo evolutivo, a etapa 12 zodiacal (“O retorno à casa do Pai”).

 

Todo mundo aqui deve reconhecer, seja em si mesmo ou em outras pessoas (as que têm a Casa 12 povoada), o quanto elas atuam poderosamente no “Astral”, no campo psíquico maior tanto dos outros quanto dos ambientes… Certo? Concordam? Essas pessoas, pelo menos pelo que tenho percebido, quando não estão bem, é quase impossível manter-se ao lado delas, porque a densidade, o peso que elas emanam é algo quase palpável, influenciando tremendamente a atmosfera do ambiente de onde elas estão. Em contrapartida, quando estão bem, meu Deus!!, é de um encantamento e de um poder para elevar o nível da energia psíquica existente, que não dá vontade de sair do lado delas, pois é super reconfortante… :)

 

Quero dizer com esse exemplo o quanto Bruxas/Bruxos e Magos elas são… Só com a simples presença, já emanam e provocam isso tudo e muito mais…

 

Outra coisa: essas que têm Planeta(s) na 12 parecem possuir uma imaginação afloradaça. E todos sabemos o quanto impactante é a imaginação como ferramenta de Magia. Ou seja, o que elas criarem/visualizarem mentalmente, imaginativamente, tem um poder imenso de ser realizado. E sabemos que essa é uma ferramenta para os dois tipos de Magia que coloquei lá em cima.

 

E, ainda nessa questão, a Casa 12 envolve uma postura de rara receptividade e suscetibilidade ao que está oculto/não tão aparente. Captam as correntes emocionais/psíquicas com muita facilidade, quer consciente ou inconscientemente. E todos sabemos que essas são belíssimas características essenciais para a prática da Magia, seja ela de que tipo for.

 

Bom, quê mais?? Ah, tá! Vcs já repararam o quanto uma pessoa que tem a Casa 12 enfatizada, ou Planetas no Signo de Peixes, ou Netuno aspectando Deus e o mundo no Mapa, pode ser ou exageradamente azarada ou exageradamente sortuda??? É impressionante, negativamente, o quanto o raio cai na cabeça dessas pessoas e até duas vezes no mesmo lugar, ou seja, na cabeça delas (talvez aí está o sentido do bode expiatório…).  E o quanto podem ser abundantemente afortunadas, cheias de graça, no mais amplo sentido que essa palavra implica…

 

Daí a importância de estarem sempre trabalhando alquimicamente em seu psiquismo, a fim de tentar estar conectadas com o melhor da vida, com a gratidão, a abundância, as bênçãos, o lado mais positivo do existir. Com isso, talvez possam sempre atrair belíssimas situações abençoadas…

 

É um poder tremendo essa Casa 12, não?? Pôxa, por mais oculto que possa transparecer tudo o que está contido nela, é esse mesmo oculto que traz todos os tipos de situações em sintonia… E, na verdade, é o oculto que mantém o aparente, afinal, são as Leis e Princípios que regem a Vida que mantêm o mundo fenomênico, o mundo material, o mundo físico funcionando…

 

Daí a importância mesmo de reconhecermos os processos sutis, ocultos, aparentemente invisíveis, pois dessa maneira seremos capazes de experimentar as melhores formas de estarmos em ressonância com eles. Nessa postura harmônica, em sintonia com os Princípios Universais que regem o Existir, trabalhemos a favor da Evolução, tanto nossa quanto da humanidade, afinal, somos todos um.

 

Só que aí entra um outro Desafio: a questão super-hiper-mega polêmica do tal do ego!!!

 

O Ego e a Casa 12:

 

Quando comecei a ler os livros de Krishnamurti, Rajneesh (Osho), Yogananda e Vivekananda, interpretava erroneamente a questão do ego. Eu achava que tinha de aniquilar o dito-cujo!!! Então, eu era radical, e acabava numa falsa modéstia, numa falsa humildade. Não digo que hoje sou humilde. Isso está longe de mim. Tenho Ascendente em Áries, Sol em Capricórnio e Lua/Marte em Escorpião. rsrs 

 

E, se o Sol é o símbolo do ego, eu o tenho em Quadratura com o nosso Querido Plutão!!! Só esse último aspecto já demonstra a necessidade sim de transcender e de colocar o meu ego a serviço de uma força que não é a minha vontade pessoal mas, sim, a Vontade de “Deus.” Não é querer conquistar, controlar, impor, manipular e exercer meu poder pessoal para os meus fins egoístas e estritamente pessoais, para o meu bel prazer e satisfação pessoais. Plutão em sua configuração com o Sol envolve a entrega deste a um Poder mais Elevado.

 

Estou dizendo tudo isso a meu respeito para contextualizar que essa questão do ego já me causou muitos desafios, questionamentos, resistências, dores de cabeça, culpas e etc. Assim, quando comecei a ler os livros destes caras que, pra mim, por mais odiados e/ou amados que sejam (principalmente o Rajneesh-Osho e o Krishnamurti), eu interpretava erroneamente o que eles diziam a respeito da renúncia ao ego, da dissolução do ego, da extirpação do ego.

 

O que é o ego?? Pra mim, nada mais é do que o centro da nossa personalidade consciente. E, pra mim, estamos aqui para experimentar Deus conscientemente através da nossa personalidade. Ou seja, cada um de nós é Deus experimentando uma forma de vida, segundo a personalidade de cada um.

 

Tire a nossa personalidade e como é que Deus vai fazer?? Ele (a energia que está em tudo e em todos) precisa de nossa personalidade para continuar experimentando a Vida e evoluindo.

 

Ele somos nós. O Deus que está em nós é o que realmente somos, eternamente. Só que, em prol da evolução (=em prol de uma vivência cada vez mais apurada do Amor até sermos o Amor e continuarmos sendo o Amor de uma maneira ainda mais Amorosa), estamos aqui experimentando a vida através dessa personalidade atual.

 

Então, essa história de aniquilar o ego, pra mim, é balela!! Quero dizer com isso que o que verdadeiramente importa é não acharmos que o ego, a nossa personalidade consciente é tudo, é maior que a Vida, é maior que Deus, é que controla tudo e todos… Isso sim é balela!!  :)

 

Portanto, o objetivo maior da vida,  da Casa 12, pra mim, é de tentarmos servir a Deus, ou seja, expressar a Divindade através da nossa personalidade consciente. Para isso, precisamos adquirir esse senso de unicidade e plena conexão com Tudo o Que É.

 

E isso, pra mim, nada mais é do que tarefa da 12. Não é dissolver o ego, aniquilar o ego, é o vivenciarmos na medida apropriada, é entregarmos conscientemente nossa personalidade a serviço da Divindade que há em nós, que nos guia e nos ilumina a partir de nosso interior e que está em tudo e em todos. Isso é unicidade. Isso traz verdadeiro sentido e significado para a Vida. Isso nos permite a Paz de Espírito e a plena vivência da frase de Jesus: Eu e o Pai somos um.

 

Beijãozão nocês…
Do Deus que há na personalidade Yubertson Miranda, em ti e em todos… mas que se não fosse a personalidade consciente do Yub aceitando a tarefa de expressá-Lo, essa mensagem talvez não teria sido escrita (pelo menos DESSA maneira… rsrs)


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Reflexões sobre a Casa 12

 

Pelo fato da Casa 12 representar a etapa final do processo de vir a ser, o qual foi iniciado no Ascendente, isso me leva a perguntar: qual é o significado final de uma vida, de um ciclo existencial??? Qual é o ponto final a ser alcançado na vida???

 

Creio que seja o de atingirmos um nível elevado de Compreensão e de Amor. E para alcançarmos esse nível de amorosa compreensão, o que precisamos??

 

Precisamos adquirir a plena Sintonia e Conexão com a Ordem Natural de Todas as Coisas, com a Natureza, com Deus, com os Princípios e Leis mais Elevados que regem a Vida de maneira aparentemente invisível, mas extremamente efetiva e perfeita.

 

Após adquirirmos um senso de individualidade bem marcante, no qual reconhecemos a importância de nosso papel fraterno e humanitário dentro do todo social (Casa 11), fundamentados por toda a Sabedoria  vinda com todas as experiências adquiridas nas etapas anteriores e que culminaram na nossa Realização Social (Casa 10), chegamos na etapa 12 do nosso existir.

 

Ou seja, chegamos num momento em que temos a chance de alcançarmos a unicidade com a Vida (Deus; Cosmos; Natureza). Para atingirmos conscientemente essa conexão, dependeremos tanto das conseqüências do modo como caminhamos durante esse processo, quanto da maneira derradeira de enfrentarmos esses desafios finais.

 

Seja como for, o desafio para atingirmos esse nível de união com Deus/Vida demandará de nós uma fé imensa: é necessária a entrega, a confiança e a receptividade há algo ainda desconhecido e aparentemente imenso… estamos no terreno da abrangente Casa 12.

 

Portanto, a fim de atingirmos esse estado de unicidade com a Vida, teremos que enfrentar os nossos (“nossos” tanto em termos pessoais/familiares quanto da humanidade, presentes no inconsciente coletivo) demônios internos, fantasmas, medos, bloqueios, enfim, tudo o que provoca a nossa resistência em face da necessária sensação de vulnerabilidade diante do Todo.

 

Que estilos de medos, de bloqueios, de traumas, de demônios serão enfrentados mais enfaticamente por cada um de nós nessa tarefa de nos entregarmos a Deus vai depender talvez do Signo que ocupa a cúspide da Casa 12 e dos possíveis Planetas ali presentes natais e em trânsito/progressão – e de tudo o que eles implicam em sua relação com os outros fatores do Mapa.

 

Então, qualquer posicionamento existente em nossa Casa 12 ou vinculado à nossa Casa 12 pode inicialmente funcionar como um inimigo oculto. Assim pode ser considerado porque tal Posicionamento Astrológico envolvendo a Casa 12, antes de ser conscientizado, tende a poderosamente minar nosso processo existencial, levando-nos a fortes auto-sabotagens.

 

Jung já dizia que quem é o maior responsável por nossas escolhas na vida, pelo nosso modo de vive-la, é o inconsciente. Podemos até achar que fazemos a maioria de nossas escolhas de maneira consciente, mas, muitas vezes, essas não passam de justificativas racionalizadas para algo que, inconscientemente, desejávamos/precisávamos viver/aprender e, por isso, escolhemos.

 

Bom, retomando: após sentirmo-nos confusos, solitários, angustiados, vitimados, deprimidos, perdidos, etc., em função da maneira como nossa Casa 12 é vivida por nós, temos a chance de transformar aquele inimigo oculto num belíssimo poder oculto.

Ao integrarmos esses fantasmas responsáveis pela nossa resistência em não nos entregarmos a Deus, temos a possibilidade de alcançar essa plena Sintonia com a Ordem Natural de Todas as Coisas.

 

Aí sim, somos mais capazes de experimentar o sentimento de plenitude, de nos sentirmos confortáveis com o Silêncio, numa Paz de Espírito. Aí o sentimento de compaixão, de empatia, de simpatia, de compreensão e de amor para com tudo e com todos alcança níveis belíssimos – o que torna a nossa vida plena de significado, pois estaremos sentindo em cada momento o encantamento de comungar a nossa alma com a Fonte de Tudo o Que É.

 

Conseqüentemente, o Amor que sentimos dentro de nós pode ser doado com extrema alegria.

 

Beijos amorosos nocês…

Yub 

 


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O Banquete, de PlUtão.

 

O Banquete, de Plutão.

         Nas cavernas profundas, estavam reunidos alguns convidados. Mais precisamente, sete convidados.

 

        O Anfitrião ocupava o lugar vazio no centro da mesa, ao redor da qual se encontravam os convidados. Algumas vezes, tínhamos a impressão, a profunda impressão, de que ele sentava-se no mesmo espaço em que cada convidado ocupava.

         Um aspecto misterioso ficava por conta da flor que cada convidado segurava em suas mãos. Será que ela representava o convite enviado pelo Anfitrião?

         De todo modo, a atmosfera que inicialmente reinava na reunião era de apreensão. Mas, apreensão em relação a quê? Talvez pelo ar de mistério e suspense. E isso seria motivo suficiente para trazer à tona, quase de maneira palpável, o medo de cada convidado. E cada um possuía uma espécie de medo…

         O que seria servido naquele Banquete, o Banquete de Plutão?

         Por enquanto, todos apreciavam o mais extasiante vinho, talvez para relaxar… talvez para inebriar… O fato era que o vinho era servido e nenhum convidado recusou.

          Aproveitando o clima estrategicamente criado e irradiado, o Anfitrião, agora sim, ocupando o centro vazio da mesa, tomou a palavra.

         Logo quando começou a falar, todos estranharam, pois perceberam que não saíam palavras da boca do Anfitrião. Este falava, com profundidade e sem rodeios, indo ao cerne de cada questão relativa a cada convidado, através do seu olhar. Mas que olhar eloqüente… E por mais que eles tentassem, nenhum conseguia tirar os olhos
daquele penetrante olhar emanado pelo Anfitrião, que falou:

– Mesmo tratando de questões particulares compatíveis a cada um de vocês, talvez seja de extrema importância (quase vital) que todos as escutem. Ouçam com todo o seu ser, pois cada conselho que ministrarei servirá para todos, uma vez que há um laço comum ligando-os: o Medo, o Medo do Poder.

         Após comunicar com o olhar tal recado, o Anfitrião fez uma pausa. Esta também era repleta de eloqüência, a fim de que cada convidado fosse inquestionavalmente tocado e influenciado pela verdade nele expressa.

         Percebendo o efeito unânime provocado na alma dos 7 convidados, o Anfitrião tomou novamente a palavra. Embora agora já não fosse possível saber se ele falava da posição em que se encontrava inicialmente, ou se ele ocupava a mesma posição daquele respectivo convidado para o qual direcionava seu recado. Talvez o Anfitrião
ocupassem ambos os espaços… creio que ele possuía essa capacidade, creio que ele tinha esse poder.

         Ele disse ao primeiro convidado:

 

 

– Meu caro Sol, se você aceitou meu convite, o que muito me honra, isso quer dizer que optou por vencer o teu medo. Se veio me visitar em meu Reino, é porque aceitou, mesmo que por pressão (por uma sutil e poderosa pressão), a aceitar, encarar, compreender e transformar o teu medo – disse o Anfitrião ao Sol, tomando mais um gole de seu delicioso vinho enquanto o respectivo convidado engolia em seco.

          E continuou:

– Chegou a hora de encarar o medo de assummir o verdadeiro Poder, o qual transformará teu senso de identidade, auto-estima e criatividade. Chega de tentar renegar o Poder que está em ti e que deve brilhar por teu intermédio. Chega também de exercer e direcionar esse Poder de uma maneira manipuladora, cruel, egoísta e destrutiva.

     Chegou o momento de colocar tua luz a serviço do Poder de tua Verdadeira Natureza, e, assim, expressar sua luminosidade através do auto-domínio. Através dele,  terá a capacidade de transformar a tua vida e a vida dos que o cercam, se assim eles quiserem. O importante é você integrar conscientemente sua sombra e sua luz, sendo um veículo de Poder Gerador, Transfomador e Alquímico, por ter alcançando um profundo nível de autoconhecimento e auto-realização.

         O convidado que estava ao lado do Sol percebeu que aquele olhar, aquele penetrante olhar, acompanhado daquele eloqüente silêncio, vinham em sua direção. A reação foi a de largar o copo de vinho e tentar ser mais receptivo ao recado que o Anfitrião tinha para si.

 

– Lua, tua presença aqui em nosso Banquetee vem trazer aconchego, intimidade e familiaridade. Deixa-nos mais à vontade para perceber que a riqueza de meu Reino não é visível, não é – como um antigo profeta dizia – deste mundo.
       Como disse ao nosso brilhante Sol, minha amiga Lua, se você aceitou meu convite, é porque está em condições de vencer teu medo, o medo das profundas e poderosas emoções.
       Chegou a hora de aceitar a necessidade de vasculhar teu íntimo e encontrar no mais profundo de sua alma aquilo que realmente satisfaz: o Poder de transformar os estados emocionais e os ambientes em que vive. Chega de tentar inutilmente controlar tuas mais sombrias emoções e anseios; chega de tentar buscar tua segurança emocional através da manipulação e da proteção destrutivas. Chegou a hora de expurgar tuas mais profundas inseguranças e assumir seu Poder Transformador, o qual lhe preencherá emocionalmente.

         O Convidado ao lado ficou irrequieto, sua mente, então, nem se fala. Era inevitável o encontro com o Anfitrião. Afinal, suas mãos, tão habilidosamente desenvolvidas, seguravam a flor – símbolo da sua aceitação para estar presente no Banquete, de Plutão. E ouviu:

 

– Mercúrio, meu querido parente. Não preciiso dizer-lhe o que falei aos nossos dois convidados anteriores, porque sei q você já pensou a respeito e comprovou tal fato.
       Então, chegou o momento de parar de se dispersar por conhecimentos, informações, fatos superficiais e relativamente desconexos. Agora é a hora de você
vasculhar os recônditos de tua mente para descobrir teu Poder Mental e Comunicativo.
      Chegou a hora de parar de renegar a profundidade de tua mente e de tuas percepções. É o momento propício para chegar à raiz daquilo que conhece e pensa, sendo capaz, portanto, de comunicar a riqueza essencial e transformadora de teu Poder Intelectual.

         O próximo convidado abriu aquele sorriso encantador. Pegou sutilmente a taça de vinho e direcionou-a ao Anfitrião para que este a preenchesse com aquele líquido inebriante que mata a sede da alma. Assim foi feito.

          O próximo convidado encantadoramente bebeu mais um gole de seu vinho. Olhou ao redor e não encontrou os adornos que costuma ver e apreciar no mundo onde reina. Percebeu que as belezas e as riquezas valorizadas ali eram outras, aparentemente invisíveis. O Anfitrião, então, se concentrou mais intensamente para dizer-lhe:

 

 

– Vênus, minha linda, tua presença aqui embeleza e alegra o nosso Banquete. E mostra o quanto estás preparada para assumir sua verdadeira beleza, fundamentada no verdadeiro valor: de teu profundo poder harmonizador.
         Chegou a hora de encontrar valor no teu Poder Harmonicamente Transformador, atraindo relações compatíveis com esse nível de
auto-estima e prazer.. Desse modo, poderá expressar teus gestos de afeto com mais profundidade e sedução, tocando a alma daqueles que convivem contigo ao ofertar-lhes o Valor mais Precioso, aquele que confere a verdadeira auto-estima: o Valor de sentir o Poder de nossa Real Natureza e a doá-La intensamente aos que convivem conosco.

         O próximo convidado quase saltou impulsivamente de sua cadeira para travar um embate com o Anfitrião. Porém, não teve coragem para isso. O olhar penetrante que expressava aquele silêncio eloqüente o dominou, sutil mas poderosamente, fazendo-o ouvir:

 

-Marte, meu valente guerreiro, tua dinâmica e corajosa presença só enaltece a nossa reunião, o nosso Banquete.
          E é com toda sinceridade que digo: Chegou a hora de você assumir teu verdadeiro Poder de agir de maneira profundamente transformadora, incitando no espírito de todos a coragem e a ousadia de conquistarem os reinos perdidos de suas inconsciências. Chegou a hora de parar de renegar teu poder marcial se auto-destruindo por canalizar tua impulsionadora energia de maneira egoísta, dominadora, cruel, covarde e ferina.
          É o momento de fazer valer teu verdadeiro Poder de agir construtivamente para a transformação de nosso comodismo, de nossa insegurança e de nossos desejos mesquinhos. Entre em contato com Ele, assuma-O e decida corajosamente expressá-Lo. Pos já foi dito que seja feita a vontade Dele.

          O último convidado abriu aquele sorriso largo e quis servir mais uma rodada de vinho por sua conta a todos os convidados e ao Anfitrião. Queria brindar a alegria de estarem ali aprendendo e compreendendo algo a respeito da Existência. Como talvez ele provavelmente derramaria vinho em algum dos presentes, não quis arriscar que esse premiado fosse o próprio Anfitrião. Preferiu, então, agradecer a este o convite e a hospitalidade de seu Reino.

 

Após o agradecimento, o Anfitrião, sorrindo internamente (o que era a única forma
dele sorrir), falou-lhe:

 

 

– Magnânimo Júpiter, é uma honra tê-lo aquui e saber que irás compreender aquilo que tenho para dizer-lhe.
         A aceitação do meu convite mostra que você está no momento apropriado para saber que a Sabedoria só pode ser expressa de hoje em diante embasada no Poder Interior. Este permite que ela seja transmitida com profundidade e com um alcance amplamente transformador.
         Não é hora de se expandir inapropriadamente e nem de relutar em mostrar tua
sabedoria inspiradora. Agora é o momento de aliar os Princípios e as Leis da Vida ao Poder que delas emana e as contém. Desse modo, expressando o Poder Transformador dos Princípios Existenciais, poderá proporcionar à coletividade
um verdadeiro sentido da Vida. Permitirá que a alegria sincera seja alcançada, uma vez que inspira a todos a seguir o Poder de suas intuições.

        Júpiter compreendeu. E agradeçeu, abençoando aquela experiência.

O último convidado, dos 7 ali presentes, aparentava uma frieza auto-controlada impressionante, talvez como defesa para seus medos e para a necessidade de transformação que o Anfitrião iria propor. Mas, disciplinadamente, organizou-se internamente para ouvi-lo.

 

 

– Saturno, mestre dos mestres, irei diretoo ao ponto contigo, sem floreios. Porque você, talvez até mais do que eu, já sabe os seus pontos vulneráveis e o que precisa aprimorar, desenvolver.
          Portanto, você sabe que chegou a hora de transformar tudo aquilo que você tinha estruturado e estabelecido, achando que tinha alcançado um nível de segurança e de respeitabilidade por isso.
          Mas, não. É hora de utilizar seu Poder estruturador e organizador para transformar com responsabilidade aquilo que já se mostrou estagnado e estratificado. É hora de reconhecer o quanto o compromisso com teu verdadeiro Poder Estruturador e Realizador deve estar a serviço de um compromisso mais Elevado, o qual traga uma estabilidade mais dinâmica ao nosso todo coletivo.
          Você mesmo sabe que vai doer trabalhar profundamente em pontos estagnados de tua antiga estrutura, pois essa se mostra superficial e denota a necessidade de estar amparado por uma base mais produtiva e útil: a do Poder de Transformar estruturas retrógradas e involutivas. 

        

        Saturno, e mais os outros 6 convidados, agora tiveram a certeza de enxergarem o Anfitrião tomar o lugar central-vazio da mesa. Todavia, permanecia a sensação de que este estivesse presente onde estavam sentados, tal como ocorrera quando ouviram-no falar com cada um.

– Vocês, hoje, entraram em contato com a verdadeira riqueza que meu Reino possui: a
Riqueza do Poder Interior, aquela que nunca é perdida, pois faz parte da Natureza de cada um. E agora vamos ao Banquete!! Que venham os pratos!!

– CLAP CLAP – o Anfitrião bateu palmas e os carrinhos negros, onde as comidas estavam, eram puxados por dois Irmãos do Anfitrião.  Todos os convidados se deliciavam com cada prato servido pelos dois Irmãos do Anfitrião – temperados com o mais Divino Encanto (Netuno) e Originalidade (Urano). E continuaram a degustar os mais saborosos vinhos.

         No fim do banquete, de Plutão, os 7 convidados foram levados pelas carruagens negras do Anfitrião. Cada um recebeu um envelope que só poderia ser aberto quando estivessem em suas respectivas Casas. Nele estava escrito:

 

– BUH!        


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Monster: Desejo Assassino!

 

Saudações SERIAL KILLER a todos!!

Revi o SENSACIONAL e INCÔMODO filme MONSTER: DESEJO ASSASSINO, em que a Charlize Theron dá um show de interpretação da Aileen Wuornos (nasceu dia 29/02/1956, infelizmente, sem horário; em Rochester, Michigan).

Há muito tempo um filme não me incomodava tanto… Foi cada soco no estômago. Eu sentia dor diante da dor, do desespero, das circunstâncias que ela ia vivendo no decorrer do filme…

Talvez possamos chamá-la de uma criação monstruosa da sociedade… Uma vítima do sistema que, obviamente, tem sua responsabilidade por ter reagido da maneira como reagiu…

Quando vi o filme, lembrei-me de um julgamento que fui no Fórum aqui de BH. O réu? Antonio Leal Ribeiro (19/01/1970).

Foi um julgamento ESPETACULAR, onde, pela primeira vez na minha vida, vi na minha frente, ao vivo, rs, um cara que exerce a maldade de maneira consciente, cruelmente consciente…

Ele matou a sua filhinha de 1 ano e 8 meses, sufocando-a num quarto de hotel depois de um domingo no parque, num plano altamente consciente, a fim de “se vingar” da mãe da menina (sua companheira na época).

O Promotor mostrou aos jurados justamente que ele era imputável, pois arquitetou tudo que pretendia fazer e intencionava provocar na vida da sua companheira a partir da morte da filha.

Foi condenado, com pena máxima.

O mais legal e sensacional durante o julgamento foi que o Antonio afrontou rispidamente o JUIZ e o Promotor!!! Impressionante!! Ele teve vontade de voar no pescocinho dos dois, durante o depoimento que prestava, respondendo às perguntas do Juiz. Como não podia, já que estava algemado e acompanhado por dois policiais militares, afrontou-os verbalmente… Ele citou até Aristóteles logo de cara… Precisa ver as reações que ele extraia da galera que assistia o julgamento… O Antonio tem Marte em Oposição EXATA a Plutão…

Quanto à Aileen, pelo que vi no filme, me parece que a Lua dela deve estar no finalzinho de Libra, entrando em Escorpião, em conjunção quase exata com este Netuno em Scórpio… Olha a companheira hiper-netuniana que ela atraiu e se apaixonou?? E olha o sonho de ser uma atriz de cinema?? (e tem o Sol em Peixes…)

O tanto que ela se virava, ia à luta, se arriscava, para ganhar muito dinheiro e, assim, manter a namorada, proporcionando-lhe a possibilidade de comprar tudo do bom e do melhor (conforme a outra exigia exageradamente), parece que tem a cara deste trígono Vênus em Áries com Júpiter/Plutão em Leão, né? E ela era o “homem provedor” da relação…

Qual seria o Ascendente dela, heim? Talvez se traduzirmos a relação que ela tinha com os irmãos, conforme foi salientada no filme, a partir de uma Casa 3 compatível, uma vez q o Mercúrio dela não apresenta aspecto com a temática que ela contou como existente para com seus irmãos, a gente possa ter uma pista significativa para chegar ao ascendente…

Sabe por que considerei a Lua de Aileen Wuorno em Libra, no finalzinho de Libra?

Por dois motivos:

O primeiro, porque ela sempre tentava fazer de tudo para a relação entre elas estar sempre perfeita, em harmonia, sem brigas, sem desentendimentos; querendo manter uma aparência assim. Qualquer conflito ou qualquer possibilidade que a relação desandasse, a Aileen tratava logo de dizer que estava tudo bem, que elas estavam bem, que nada iria atrapalhar a relação, que nada iria trazer bagunça para a união delas.

E vejo muito as pessoas com Lua em Libra buscarem uma paz extática. Ou seja, elas atingem um ponto dentro da relação onde há tranqüilidade e harmonia e querem manter este mesmo estado eternamente, para que não haja os conflitos que ela tanto detesta, uma vez que estes iriam trazer a feiúra, a desarmonia, a dor de cabeça de tentar resolve-los.

E como a Lua está conjunta a Netuno, as ilusões que a Aileen tentava enxergar e criar, tapando o sol com a peneira, fazendo de tudo para manter a ilusão de que a relação estava ótima, estava perfeita, é algo absurdo. Ela evitava de todas as formas brigar com a namorada e enxergar certas “feiúras”.

E, tendo a Lua em Libra (e este é o segundo motivo), no final deste Signo, existe uma
quadratura exata com o Urano em Câncer. Daí os rompantes, os impulsos do nada que faziam a Aileen radicalizar a sua expressão emocional, quando não tinha mais jeito de manter a ilusão da harmonia perfeita entre elas. Este Urano vinha sempre dar o ar de sua graça atrapalhando a harmonia ilusória que ela tentava de todas as formas manter.

E este Urano quadrado à Lua retrata bastante a atmosfera doméstica vivida pela Aileen desde sua infância, bem como a separação, desde novinha, do seu núcleo familiar, vagando independente pela vida… Lembram qual foi a primeira reação dela
quando conheceu sua futura namorada no bar?

E se a gente for pegar a Lua como a mulher da Aileen, a Lua em Libra conjunta ao Netuno é bastante a cara da namorada dela… Afinal, a namorada dela gostava de sair, não suportava ficar parada dentro de casa, sem circular socialmente. E, ainda por cima, colorindo tudo isso com a faceta negativa de Netuno: a passividade, a aceitação da dependência para com a outra, o jogo de vítima e salvador existente entre elas.

E o modo de expressar-se emocionalmente entre elas, pra mim, era muito mais libriana do que escorpiana. Tanto que elas quase não se tocavam, quase não compartilhavam uma troca emocional escorpiana. Era muito mais uma relação de companheirismo, com o colorido netuniano e uraniano na jogada…

O estado de dependência libriano-netuniano-uraniano entre elas, pra mim, é algo bastante evidente. E os impulsos explosivos da Aileen por sua namorada, me parece que é bem do estilo “fogo”, como mostra o trígono Vênus em Áries com Júpiter/Plutão em Leão…

Eu coloquei o nascimento dela por volta das 3 horas da madrugada… Com o Sol na Casa 3 em Peixes, quadrado a Saturno em Sagitário entrando na 12. Asc. em Sagitário. Ela tinha uma necessidade de tentar compreender o sentido daquilo que ela estava vivendo, e questionou pra caramba Deus naqueles discursos finais com a sua namorada… Ela tentava justificar bastante o que ela ia vivendo, de uma maneira tipicamente sagitariana… E sabia o que era correto e o que não era correto. Ela tinha princípios e  sofreu pra caramba quando viu que seus princípios não foram levados em consideração no tribunal…

E o sonho de se tornar uma artista: Lua e Netuno na Casa 10…

 

Beijãozão nocês…

Yub


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(1) Um novo olhar sobre as SINCRONICIDADES!!!

Saudações REFLEXIVAS a todos!!!
 
Hoje tive uma prosa com meu primo-irmão Chiao Sheng (também conhecido como
Cristiano Miranda). A partir do que ele me contou sobre o que vem vivendo, eu
lhe disse que minha perspectiva sobre o SIGNIFICADO da SINCRONICIDADE tinha
mudado. Compartilhei essa visão com a Cris enquanto caminhávamos rumo à
Faculdade (onde estou agora à noite, escrevendo). Disse-lhe que o e-mail
recebido hoje de nossa amiga Alessandra Ribeiro também me ajudou a delinear
ainda melhor esse meu novo olhar sobre as SINCRONICIDADES. Compartilho agora com
vcs:
 
Pelo que venho vivendo e observando em mim e em certas pessoas conhecidas que
compartilham suas vivências comigo, atribuo um outro significado à
SINCRONICIDADE.
 
Anteriormente, eu via nas sincronicidades uma confirmação de que “estava no
caminho certo.” Algo acontecia, repleto daquele impacto inusitado típico de uma
SINCRONICIDADE, e eu sorria. Ficava feliz. Dizia pra mim mesmo: “esse é o
caminho” Estou no rumo certo.”
 
Porém, aprofundei meu olhar. E minha visão escancarou outro objetivo presente
em cada sincronicidade.
 
Percebi a SINCRONICIDADE como um evento que reflete a nossa vontade, o nosso
desejo inconsciente. Ou melhor, revela a nossa verdadeira intenção (a qual,
muitas vezes, é inconsciente e vai contra/se opõe aos nossos desejos
conscientes).
 
Já havia compartilhado com vcs que, na minha experiência, técnicas como as
preconizadas nos filmes e livros do estilo THE SECRET (O Segredo) e WHAT THE
BLEEP (Quem Somos Nós) funcionam. Realmente atraem as CIRCUNSTÂNCIAS que nos
possibilitará ter e viver o que desejávamos. O que estávamos co-criando se
manifesta em OPORTUNIDADES de realização de nossos desejos.
 
Porém, a eficácia dessas técnicas de co-criação param aí. Daí em diante,
entramos no terreno dos nossos paradigmas. Daí pra frente, tudo vai depender de
nossas crenças. Se vamos ou não realmente usufruir da realização de nossos
desejos através das OPORTUNIDADES que se apresentam a nós, vai depender das
nossas crenças.
 
Será neste ponto que entrará em campo a SINCRONICIDADE (quer “positiva” quer
“negativa”). Se temos crenças negativas quanto ao dinheiro e ao poder que vem
com o sucesso e a promoção profissional, uma penca de sincronicidades
“negativas” surgirão. Elas mostrarão, por exemplo, que é necessário
abandonar determinado emprego, não aceitar uma promoção e nem assumirmos os
desafios de um cargo com maiores responsabilidades.
 
Se estivermos com medo de sofrermos uma rejeição, uma traição ou uma perda
amorosa, provavelmente uma série de sincronicidades “negativas” serão
percebidas por nós para que evitemos nos envolver num relacionamento afetivo
que tem possibilidades de acontecer, caso aproveitemos a oportunidade que surgiu
(atraida e co-criada) para nos relacionar com determinada pessoa.
 
Se não queremos casar nem ter filhos, por mais que digamos o contrário, uma
enxurrada de sincronicidades “negativas” (como vários casais ao nosso redor
terminando a relação que mantinham) invadem o nosso dia-a-dia, parecendo
mensagens transcendentes a dizer: separe-se também e não tenha filhos.
 
Se realmente nos sentimos merecedores do sucesso e temos a crença de que o
dinheiro não tem nada de sujo e é, pelo contrário, veículo saudável de
independência e liberdade, uma série de sincronicidades “positivas” avançam
sobre nós em nosso cotidiano para que aceitemos o desafio de uma proposta
rentável de trabalho.
 
Enfim, se temos crenças negativas com relação a certas questões que
desejávamos ter/experimentar, as oportunidades criadas por essa nossa
co-criação ao que queríamos não serão usufruídas. Nós não as
aproveitaremos. E a “sabotagem” que nos impedirá de viver o que desejávamos
será revelada pelas sincronicidades negativas. Estas foram criadas por nossas
crenças, principalmente inconscientes.
 
Se temos crenças positivas com relação a certas questões que desejávamos
ter/experimentar, as oportunidades criadas por essa nossa co-criação ao que
queríamos serão usufruídas. Essa aceitação que nos permitirá viver o que
desejávamos será revelada pelas sincronicidades positivas. Estas foram criadas
por nossas crenças, principalmente inconscientes.
 
E quando, mesmo diante de sincronicidades negativas, nós seguimos em frente??
 
Este será o assunto da parte 2!!! 😀
 
Beijãozão nocês…
Yub
 


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