Nos auto-sabotamos OU nos auto-protegemos???

 

 
Muitas vezes, consideramos um fracasso, uma doença ou um acidente como uma baita auto-sabotagem ao que poderíamos conseguir, conquistar e vivenciar.

 

Quando um desejo chega, encontra nossa vontade de realiza-lo. Porém, para realmente usufruirmos ou mantermos a realização de um desejo, precisamos passar pelas nossas crenças.

 

Nossa crença é compatível e reforça o que viveremos com a realização desse desejo?? Se sim, provavelmente aproveitaremos deliciosamente as consequências desse desejo realizado. Se não, fatalmente nos depararemos com algum impedimento à conquista ou manutenção do que foi desejado.

 

Esse impedimento é um obstáculo à vivência do que desejamos. Há no Tarot o Arcano 12: O Pendurado:
 
 



 

 
 
 Este Arcano simboliza um impedimento. Vem depois do Arcano 12: A Força. O que muito desejamos (Força) pode se deparar com um obstáculo (Pendurado).

 

Tal Carta também mostra a importância de enxergarmos tais impedimentos ao que desejamos sob uma nova perspectiva. Uma visão diferente, mais profunda.

 

E é isso que estou propondo: será que os impedimentos aos nossos desejos são auto-sabotagens que armamos pra nós OU são uma magnífica atitude auto-protetora de nosso inconsciente?

 

Podemos observar o caráter de proteção de uma aparente auto-sabotagem em pessoas que, por exemplo, vivem o Ano Pessoal 8. Muitas vezes, uma pessoa que está neste ciclo simbolizado pelo 8 em sua vida acaba se auto-sabotando quando está prestes a ter um sucesso, uma promoção.

 

Ela, na iminência de conseguir uma função profissional de maior autoridade, por receio de fazer mau uso do poder que virá nesse cargo, inconsciente se sabota, “criando”, por exemplo, um acidente no trânsito que a deixa no hospital durante vários meses. Como a promoção era urgente na empresa, ela, por conta de sua estadia no hospital, perde a oportunidade, então, de assumir essa maior responsabilidade. E outra pessoa é indicada ao que seria o seu posto.

 

Veremos que o medo – mesmo que inconsciente – desta pessoa, de não saber administrar o papel de maior autoridade e o poder advindo dele, criou meios de evitar que ela assumisse aquela função executiva na empresa. No fundo, ela sabia que não daria conta da pressão, dos desafios e de ter uma posição de comando. Além do salário bem maior – o que poderia subir-lhe à cabeça.

 

Os efeitos turbulentos e destrutivos que possivelmente se produziriam caso tal pessoa num ciclo 8 assumisse esse cargo seriam muito danosos. E, para evitar as conseqüências desastrosas desta falta de preparo dela em lidar com uma situação tão poderosa assim, o jeito foi anular esta oportunidade, não realizar esse possível desejo, enfim, impedir que esta conquista se efetivasse.

 

Essa auto-sabotagem (“criar” um acidente para evitar fazer uso indevido do poder e da autoridade), no fundo, foi uma baita auto-proteção para evitar efeitos negativos na vida desta pessoa. Ela (seu ego/sua personalidade), não estava preparada para dar conta de tais desafios. E, por isso, preferiu ainda não conquistar este sucesso, esta promoção outrora pretendida.

 

Por que será que, muitas vezes, as pessoas dizem querer se envolver num relacionamento amoroso e, quando chega a oportunidade de criar um vínculo efetivo com alguém, algo ocorre que “sabota” a relação?

 

Por que será que, muitas vezes, as pessoas dizem querer mudar de emprego, fazer um novo curso na faculdade a fim de adentrar numa nova área de atuação profissional e, quando chega a oportunidade de viver esta experiência, ela se mantém no emprego e desiste do novo curso e da nova área de trabalho?

 

Eu vejo nesses casos, nos impedimentos que vão contra ao inicial desejo, uma proteção do inconsciente que cria tais obstáculos a fim de não permitir uma vivência na qual a pessoa ainda não se encontra preparada.

 

Demanda-se um trabalho de auto-observação (autoconhecimento), provavelmente terapêutico, de investigação das causas (internas) desses aparentes processos de auto-sabotagens criados por nós (mesmo que inconscientemente) para não obtermos o que tanto desejávamos. Na verdade, tais sabotagens são tremendamente vitais, como processos de auto-proteção.

 

Através de tais impedimentos (Pendurado), procuraremos enxergar as coisas de um outro âmbito, mais profundamente (Pendurado) e, assim, adentrar no próximo Arcano: A Morte. Por intermédio das mudanças, muitas vezes dolorosas (Morte), perceberemos as causas desses bloqueios auto-sabotadores criados por nós. Novos hábitos e posturas (Morte) nos permitirão estar preparados para usufruirmos a conquista/realização de um desejo que outrora nos foi negada diante de uma protetora auto-sabotagem.

 

Beijãozão nocês…

Yub

 


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Crenças X Desejos: o Embate da Co-criação!

 
“A INTENÇÃO INCONSCIENTE DE UMA AÇÃO SE REVELA NO SEU RESULTADO.”     Freud
 
 
Ao escrever a mensagem (Bebê Abandoado, Reflexões
Profundas e Psicologia Analítica/vide abaixo aqui no Blog: http://www.yub-universosimbolico.blogspot.com), coloquei em movimento algo que gerou uma
enxurrada de e-maisl em PVT pra mim.

Na maioria deles, uma tônica:

– Como pode você, Yub, que sempre escreve valorizando nossa capacidade de
co-criação, dizer que muito daquilo que dizemos conscientemente querer é
sobrepujado pelo nosso inconsciente??

Pois é… rsrs

Talvez seja porque eu, em minha própria experiência, tenho percebido que
co-criar qualquer coisa na minha vida segundo as técnicas e as motivações
preconizadas no filme O SEGREDO (e QUEM SOMOS NÓS) – para que ELAS SE REALIZEM
-, me leva NECESSARIAMENTE a encarar os processos AUTO-SABOTADORES que estão
enraizados em meu inconsciente…

Sim, não adianta apenas visualizar um relacionamento afetivo lindo,
maravilhoso, enriquecedor e repleto de afinidade com uma pessoa-parceira se a
gente não trabalha em nós os nossos arraigados medos da intimidade e do que a
troca íntima implica na dinâmica de uma relação amorosa.

Não adianta nada apenas visualizarmos e colocarmos em prática todas as dicas e
técnicas mostradas nos filmes THE SECRETE e WHAT THE BLEEP… sobre como
conquistar a abundância material se nós não reconhecemos (compreendemos e
trabalhamos) nossas crenças de que, por exemplo, o dinheiro é sujo, de que rico
é tudo FDP/ladrão, de que dinheiro e felicidade não combinam, etc.

 

Como gosto MUITO de tentar praticar aquilo que estudo e procuro
compreender, experimento. Venho – desde o boom do lançamento de
filmes e livros na linha THE SECRET e WHAT THE BLEEP – praticando
VÁRIOS exercícios e técnicas de CO-CRIAÇÃO.

Então, várias coisas que eu venho desejando e co-criando via tais
técnicas surgiram em minha vida. As oportunidades de vivenciá-las
apareceram e eu adentrei nas mesmas

 

Não posso falar aqui quais situações são estas, porque eu iria expor
várias pessoas que não gostariam de ser expostas pra tanta gente.
Então, posso dizer que 4 circunstâncias que tanto desejava surgiram no final de março/2008.
Fiquei empolgadíssimo, percebendo – na prática – o funcionamento da
aplicação consciente de tais técnicas de co-criação.

Assim, tais situações foram se desenvolvendo e chegando no ponto-
chave em que iria, de fato, concretizá-las e desfrutá-las como
sempre desejei.

Aí… numa mesma semana, todas essas 4 situações iriam se
solidificar. Elas iriam se concretizar e eu poderia sentir-me
satisfeito por meus desejos terem realmente se realizado.

Porém, há cerca de seis dias da culminação e conquista das mesmas,
eu começo a sentir fraqueza. Meu corpo pede descanso. Meu nível de
vitalidade estava em baixa. Eu, então, comecei a ficar ansioso. Não,
agora não! Este não é o momento de reduzir o ritmo! Mais do que
nunca, preciso de energia para realmente solidificar tais desejos!
Não, mil vezes não.

Não ouvi meu corpo pedindo por diminuição do ritmo. Não tive a fé de
continuar seguindo o ritmo que me levou à realização de tais
desejos. Quis controlar tudo e todos para que não houvesse a mínima
possibilidade de meus desejos não serem realizados. Forcei meu corpo
a ter energia. Quanto mais ele pedia descanso e diminuição do ritmo,
menos dormia e mais me dedicava – ansiosamente – a manter o pique
para chegar ao ponto de culminância de meus desejos.

Até que peguei uma infecção e fui obrigado a repouso absoluto,
justamente nos dias em que efetivaria 3 desses 4 desejos tão
sonhados por mim. Não acreditei… E me perguntei: por quê?

E percebi que tudo o que desejamos, chega até nós sim. Porém, não
basta apenas desejar. É necessário que as crenças que temos sejam
compatíveis com aquilo que desejamos. Percebi o quanto essas 4
coisas que desejei e co-criei eram questões que EU NUNCA ACREDITEI
que conseguiria, entende? Percebi que as crenças que construí há
anos atrás eram justamente OPOSTAS à realização desses 4 desejos que
se materializaram em minha vida

Nesse repouso absoluto, a Vida me jogou pra dentro de mim. Nessa
última semana de março e primeira semana de abril, 
eu
fui “obrigado” a perceber as auto-sabotagens de minhas crenças.
Estas foram alimentadas durante anos em termos de acreditar que
NUNCA teria tais desejos que estavam sendo realizados no meu
existir.

Ainda bem que a realização de tais desejos foi ADIADA. Não cheguei a
miná-los/perdê-los por completo em função de meu repouso absoluto
para recuperar-me. E pude – e estou podendo – trabalhar em terapia e
comigo mesmo tais crenças OPOSTAS aos meus atuais desejos.

 
Ao compartilhar tais situações com duas amigas (a Carol/Carolina Senna e a Lu/Luciana Ramalho), elas me mostraram algo muito belo:

Elas perceberam que o tempo de NÃO CONCRETIZAÇÃO EFETIVA
DE UM DESEJO (de uma situação) é o tempo PERFEITO – por mais que
pareça lento demais – pra amadurecermos e vivenciarmos tais projetos
com mais força e potencial. Ou seja, com mais confiança, preparo e
maturidade. Com as crenças devidamente trabalhadas em termos de
compatibilidade verdadeira com o que desejamos… ;D

Então, só pra deixar claro, eu preconizo e AMO a mensagem desses filmes porque sei, por experiência
própria, o quanto se demanda um PROCESSO INTERNO de autoconhecimento (com tudo o
que ele implica em termos de trabalho alquímico com aquilo que paira em nosso
inconsciente e que costuma nos sabotar) para efetivamente CO-CRIARMOS o que
desejamos e para MANTERMOS saudavelmente o que co-criamos, desfrutando-os
prazerosa e naturalmente.

Ao vizualizar, mentalizar e aplicar diversas técnicas para melhorar minha vida
profissional, afetiva, financeira, familiar, humanitária, intelectual,
comunicativa, corporal, espiritual, etc., vou TENTANDO perceber minhas
resistências internas JUSTAMENTE sobre aquilo que tenciono co-criar.

Não há milagres nem saltos quânticos que nos levem (ou tragam) magicamente ao
que desejamos sem que passemos por um processo alquímico de trabalhar aquilo que
EM NÓS MESMOS impede e/ou sabota o alvo de nossas aspirações co-criadoras.

É assim que percebemos o quanto a permissão interna (não mágica, mas
trabalhada) inevitavelmente nos trás oportunidades, possibilidades, idéias e até
mesmo aquilo que desejamos co-criar.

Creio que agora ficou mais claro o quanto valorizo, gosto e indico livros e
filmes nessa linha THE SECRET e QUEM SOMOS NÓS, uma vez que essas ferramentas
nos estimulam, incentivam e nos movimentam rumo a um existir mais inteiro, mais
apaixonado, mais dinâmico, mais “positivo” – DESDE QUE NÃO DESANIMEMOS COM A
PRÓXIMA ETAPA:

ou seja: *** trabalharmos alquimicamente/internamente o que existe a nível
ainda inconsciente e que tende a sabotar e/ou impedir a conquista daquilo que
tanto desejamos e buscamos co-criar. ***

Se eu fosse contra as mensagens e ferramentas no estilo O SEGREDO e QUEM SOMOS
NÓS, eu também deveria ser contra que os bebês deixassem de engatinhar para
andar – já que ficar de pé e andar ereto os levam inevitavelmente a várias outras
experiências na vida que os ensinam COMO caminhar melhor e AONDE podem chegar…

 
Beijos vivenciais nocês…
Yub


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O Segredo X Karma: Os bloqueios à co-criação!

Se o material sobre CO-CRIÇÃO em filmes como O Segredo, Quem Somos
nós, bem como em livros afins (Lei Universal da Atração, Peça e Será
Atendido, etc.), tivesse caído em minhas mãos há uns 10 anos atrás, as minhas crenças envolvendo a questão do KARMA me impediriam de usufruir desse talento CO-CRIADOR que todos nós temos.

A crença negativa (e mais comum) a respeito do Karma, a de que eu tinha de “pagar” (receber as conseqüências de) certas coisas que colocara em movimento em outra (s) vida(s) fatalmente me bloquearia a exercitar minha capacidade de co-criar. Eu me sentiria reprimido e sempre à espreita de ver meus desejos e minhas atitudes co-criadoras sendo negados pelo karma, pelas consequências de ter feito “bobagem” em outra vida.

Por exemplo: eu me sentiria reprimido, travado e bloqueado a fazer
os exercícios de co-criação no que diz respeito a criar um
relacionamento amoroso prazeroso, harmonioso e enriquecedor. Eu, nos primeiros sinais de NEGAÇÃO ao meu desejo, justificaria esse
insucesso afetivo/amoroso com explicações de que eu estava recebendo o karma (a ação gerada no passado) de ter traído muitas mulheres em outras existências, por exemplo.

Porém, eu vejo na nossa capacidade de co-criar uma realidade mais
saudável, alegre e prazerosa pra nós, com condições de “transcender”
o Karma.

Como assim, Yub?

Quando eu digo que nossa capacidade de CO-CRIAR vai muito além do que o nosso KARMA, é porque tenho percebido isso em minha vida,
na vida da Cris e na nossa vida conjugal, por exemplo.

Sabemos (supondo, pq isso não tem jeito de comprovar pra todo mundo) de algumas experiências que tivemos no passado. E estamos percebendo uma outra forma de “pagar” o Karma sem ser pela negação e pelo bloqueio do que desejamos.

Parece ocorrer o mesmo quando uma pessoa é condenada a passar
determinado número de anos na cadeia, a fim de cumprir pena por
determinado delito cometido por ela. Só que, em vez dela ficar presa
numa penitenciária “pagando” as consequências do delito que
cometera, ela o “paga” de outra maneira: fazendo serviço na
comunidade durante determinado tempo – o que é muito mais
proveitoso, enriquecedor e útil/prazeroso pra ela e pra quem recebe
os serviços dela.

Nós também temos essa oportunidade. Nós também temos essa opção.
Então, quando o objeto de nosso desejo, a experiência que
intencionamos co-criar, começa a se fazer notar, a brotar, a surgir,
a ser percebida na nossa vida cotidiana, pode ser que o MEDO de
adentrarmos nessa situação tome conta de nós.

É como se, co-criando um determinado relacionamento amoroso, esta relação começa a tomar forma, o contato com a pessoa-parceira parece tomar corpo e encaminhar para um envolvimento mais íntimo. Então, nesse momento, o MEDO toma conta de nós e RECEAMOS MUITO que certos karmas do passado dêem o ar de sua graça e avacalhem uma incipiente e bela relação que se desenvolve.

Tenho percebido que esse MEDO é, muitas vezes, causado pela
CULPA que sentimos por termos feitos as escolhas que fizemos no
passado. NÓS MESMOS QUEREMOS NOS CULPAR por termos colocado em movimento certas ações, em função de determinadas decisões que
tomamos no passado.

Usando o mesmo exemplo, a CULPA por termos causado sofrimento em
outras pessoas por tê-las traído no passado pode criar o MEDO de
que, ao entrar no atual relacionamento que se forma entre nós e uma
outra pessoa, receberemos o mesmo sofrimento, as mesmas dores de
outrora, com o relacionamento amoroso sendo minado, bloqueado,
reprimido, impedido e, enfim, destruído.

Essa CULPA em nós gera o nosso MEDO de sofrer. E isso é uma CRENÇA nossa: de que temos de pagar com SOFRIMENTO, IMPEDIMENTO, BLOQUEIO, REPRESSÃO E DOR o que fizemos de “bobagem” no passado. Ou seja, essa crença forma um PARADIGMA
ATUAL: “meus desejos e minhas intenções co-criadoras não serão
realizadas porque eu tenho de pagar pelo que fiz no passado.”

Não precisamos fazer isso conosco. Não precisamos ter essa crença
auto-sabotadora. Não precisamos nos auto-sabotar desta maneira por
aquilo que fizemos no passado. Compreendamos que fizemos as escolhas que fizemos no passado porque era o que dávamos conta de viver naquela época. Agora se apresenta uma nova oportunidade. Não
precisamos repetir as mesmas escolhas. Podemos assumir a
responsabilidade pelas escolhas que fizemos no passado num outro
nível de consciência, ou seja, lidando com o karma do passado a
partir de um outro tipo de “pena”.

Em vez de nos encarcerarmos por esse paradigma, por essa crença auto-sabotadora, poderemos “pagá-lo” de um outro jeito, tal como aquele condenado que, em vez de ir pra prisão pagar o seu delito, foi fazer algo mais proveitoso, útil e enriquecedor (e PRAZEROSO!!) pra si e para outras pessoas ao “cumprir sua pena” fazendo serviços gratuitos
e úteis em determinada comunidade.

Tudo bem que, se prestarmos atenção, no fundo, TUDO É KARMA,
certo?

Eu pelo menos vejo assim. Porque constantemente estamos gerando
AÇÕES que repercutirão em REAÇÕES = KARMA.

Eu apenas saliento que a precisão matemática do karma não seja
tão “exterior” assim. Podemos sentir o efeito do karma mais a nível
interno, sem que tenhamos de vivenciar uma experiência EXTERIOR para equilibrar a ação kármica gerada anteriormente (seja nesta ou em
outras vidas).

Ou seja, MUITAS VEZES, uma angústia, uma alegria, um estado
emocional interno, vivido no recôndito de nossa alma e dentro de
nosso mundo interno, seja uma reação kármica de algo que geramos no passado, SEM QUE NECESSARIAMENTE HAJA uma AÇÃO EXTERNA, um FATO EXTERNO, um ACONTECIMENTO EXTERNO para essa vivência kármica, entende?

A Culpa, o Medo, a Angústia e o Sofrimento vividos internamente
podem, muito bem, ser a expressão/conseqüência kármica de algo que
vivemos no passado, seja nesta ou em outras vidas. Muitas vezes não
precisa haver o bloqueio, o impedimento e a negação exterior de algo
que desejamos e buscamos co-criar para que o karma
seja “quitado”, “equilibrado.”

Afinal, as dificuldades à realização do que se quer, possivelmente, também foram atraídas e co-criadas. rsrs Ou seja, é Karma (reação a uma ação)

Outro detalhe também é que, muitas vezes, nossa concepção de que outros interesses, contrários aos nossos, limitam a realização do que queremos co-criar, pode gerar alguns equívocos sobre o FUNCIONAMENTO DA LEI DE ATRAÇÃO…

Vou dar um exemplo bem tosco: um camaradinha está interessado em co-
criar um relacionamento amoroso com uma ESPECÍFICA gatinha que ele
conhece. Porém, esta tem um interesse contrário ao dele, ou seja,
ela está interessada em namorar outro carinha. Então, obviamente, o
camaradinha é frustrado em seu desejo e, consequentemente, o
relacionamento que ele deseja co-criar com esta ESPECÍFICA gatinha
não será concretizado (já que ela se interessa por outro).

Eu sou capaz de apostar minhas fichas de que ele atrairá uma OUTRA
gatinha MUITO parecida (em termos físicos e de personalidade!!) com o
que ELE ADMIRA E GOSTA na primeira gatinha. 😀

Eu tenho visto isso em minha vida e na de algumas pessoas.

 
Então, por mais paradoxal e CONTRADITÓRIO que possa soar rsrs, eu não sei se a capacidade co-criadora vai além do karma porque são essencialmente a mesma coisa. Afinal, o karma é a lei do que se atraiu antes. 😉
 
A questão é que podemos usar nossa capacidade de co-criar para gerar consequências mais positivas no futuro e “transcender” de maneira mais postiva reações do passado (como a do exemplo do presidiário colocado acima).
 
Beijos libertadores em todos…
Yub
Yubertson Miranda – Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo 
Formado em Filosofia pela PUC/MG e Simbologista
=============================================
=================================================
E, neste outro Blog, leia as reflexões sobre Astrologia, Numerologia,
Tarot, Sonhos, Sincronicidades, Mediunidade, Co-Criação e
Psicologia Analítica:
 

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Co-criamos algo ou o pressentimos??

Saudações REFLEXIVAS a todos!!
 
Pelo que tenho praticado em termos de co-criação (estimulado por filmes como THE SECRET/O SEGREDO, WHAT THE BLEEP/QUEM SOMOS NÓS, e livros como PEÇA E SERÁ ATENDIDO, A LEI UNIVERSAL DA ATRAÇÃO, A LEI DA ATRAÇÃO, etc), encontro-me em dúvida quanto a isto:
 
PRESSENTIMOS ALGO QUE VAI ACONTECER OU ESTAMOS NA
VERDADE É CO-
CRIANDO ESSE MESMO ALGO???

QUANDO PRESSENTIMOS, ESTAMOS NA VERDADE
CO-CRIANDO?? QUANDO CO-
CRIAMOS ALGO PARA A NOSSA VIDA, SERÁ QUE ESTAMOS
NA VERDADE É
PRESSENTINDO QUE ESSE ALGO IRÁ ACONTECER??

Existe diferença entre co-criação e
pressentimento???

Se sim, vcs conseguem saber com clareza qdo estão
co-criando algo e
qdo estão pressentindo?? Como conseguem saber que
é co-criação e não
pressentimento?? Ou que é pressetimento e não
co-criação??

Um EXEMPLO para ajudar cada um(a) a compreender
tal questionamento:

SUPONHA que vc ENXERGA no Astral (numa projeção,
por exemplo) que vai sair do seu emprego. Vê vc
saindo do
seu atual emprego. Aí, esse “enxergar” é um
PRESSENTIMENTO de que
vai sair ou está, na verdade, CO-CRIANDO a sua
saída??

Beijos questionadores a todos…
Yub


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Como interpretar o "tripé" SIGNO/PLANETA/CASA de seu Mapa

Signos

Signo… O que é um Signo?
Costumamos ouvir por aí: “eu sou de tal Signo. E você?”
Eu responderia:
– Eu sou todos os Signos!
Alguns poderiam perguntar: Como assim TODOS os Signos?

No nosso Mapa Natal, os 12 Signos estão distribuídos pelas 12 Casas do Zodíaco.
Então, mesmo não tendo Sol, Lua, Ascendente ou algum outro Planeta em determinado Signo, eu sou esse Signo na área da vida (Casa Astrológica) que ele estiver.
É por isso que é quase impossível falarmos de Signo Astrológico sem mencionarmos o significado de Casa e de Planeta.
Tudo bem, Signo é diferente de Casa. E Signo também é diferente de Planeta.
Porém, se entendermos como esses 3 funcionam em conjunto, saberemos o que é cada um.
Signo, portanto, descreve uma gama de características, qualidades, atitudes, percepções, reações, enfim, comportamentos bem delineados.
E esses comportamentos relativos a determinado Signo estarão sendo mais naturalmente vividos na área de nossa Vida, ou melhor, na Casa Astrológica que ele estiver em nosso Mapa Natal.
A Casa onde tal Signo se encontra vai ser o CENÁRIO em que tais comportamentos vão incidir diretamente. As circunstâncias internas e externas associadas a esta Casa (área de nosso existir) serão coloridas pelo “jeitão” do Signo que ali está.
As características arianas nunca perderão seu “estilo” próprio de serem manifestas. Todavia, elas serão percebidas nos assuntos e nas questões referentes à Casa Astrológica que o Signo de Áries “dá o ar de sua graça” em nosso Mapa Natal.
Daí a importância de sempre que estudarmos um determinado Signo, tentarmos aplicar toda essa gama de características à Casa onde ele está em nosso Zodíaco.
É justamente esse o objetivo do MINI CURSO GRATUITO de Astrologia de nosso BLOG.
E quando um Planeta se encontra em um Signo?
Já sabemos como é a “incidência” de um Signo numa Casa. E quando esse Signo nessa Casa é acompanhado de um Planeta?
Esse Planeta vai mostrar determinado ritmo, determinada velocidade, determinada TONALIDADE que vai permear o colorido da expressão desse Signo na Casa (área da vida) onde se encontra.
Então, digamos que Áries esteja na Casa 6. Essa Casa está associada a questões e assuntos voltados para o modo (Signo) como vamos vivenciar, por exemplo, nosso ambiente de trabalho, nossa atuação na esfera profissional em termos da maneira de executarmos as tarefas cotidianas em nosso serviço.
Se o Signo de Áries está ali, há esse colorido ariano presente em nossa maneira de viver a Casa 6, ou seja, tenderemos a querer executar as tarefas profissionais sob nossa responsabilidade (Casa 6) de maneira corajosa, dinâmica, franca, direta, objetiva (Áries), de modo que encontremos em nosso ambiente de trabalho (Casa 6) espaço para liderarmos (Áries), para sermos constantemente desafiados (Áries) a desbravar novos territórios (Áries) ou a encontrar soluções rápidas (Áries).
E a presença de um Planeta no Signo de Áries e na Casa 6 vai dar uma tonalidade a mais nesse jeitão Áries de viver a Casa 6. Em outras palavras, se Júpiter está em Áries na Casa 6, uma das possíveis manifestações do que esse simbolismo (posicionamento astrológico) representa consiste em termos um impulso cheio de confiança (Júpiter) nos movendo a sermos aguerridos (Áries) no enfrentar os desafios (Áries) presentes em nosso ambiente profissional (Casa 6).
Talvez tenhamos um impulso professoral (Júpiter) repleto de sabedoria (Júpiter) no que tange a ensinarmos (Júpiter) os nossos colegas de trabalho (Casa 6) a serem mais corajosos, audaciosos, autoconfiantes e aguerridos (Áries) na execução de suas tarefas profissionais (Casa 6). Tal pessoa, por exemplo, poderia ser uma excelente motivadora que ministra palestras a um time de futebol (afinal, nada melhor que antes de uma partida receber essa inspiradora injeção de coragem e luta para vencer desafios de maneira sábia).
Quer saber mais? Leia abaixo os textos – muito DIDÁTICOS – sobre cada Casa, Planeta e Signo como se fosse um MINI CURSO GRATUITO de Astrologia!! Leia tais interpretações e aproveite para escrever seus COMENTÁRIOS sobre como vive cada Signo/Planeta/Casa. Aproveite e leia o que outras pessoas escreveram. Nesse compartilhar, poderemos aprofundar os significados e as possibilidades de se vivenciar cada posicionamento astrológico de nosso Mapa Natal. Nada melhor do que essa troca de experiências… Sinta-se à vontade para nos enriquecer com suas vivências daquilo que seu Mapa Astral simboliza e representa.
Beijãozão nocês…
Yub
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Astrologia: Interpretando sua Casa 12!!

A Casa 12 é a última do Zodíaco, denotando o fim de um ciclo que se iniciou no nascimento (Ascendente/Casa 1). Portanto, é uma área da vida onde recebemos as conseqüências de tudo aquilo que plantamos, semeamos, regamos, desenvolvemos, cuidamos, aprimoramos e expressamos na vida, seja algo considerado positivo ou negativo. Daí a associação desta área da vida com o Karma (leia de ação e reação).
 
Também é uma Casa Oculta, que guarda segredos e situações escondidas, uma vez que ela é anterior ao Ascendente, denotando, assim, a gestação de tudo aquilo que vai nascer quando irromper pela Casa 1 em um novo ciclo. Daí também o seu caráter de introspecção, reflexão, assimilação das experiências vividas como maneira de absorver tudo isso em nossa essência espiritual de modo a utilizarmos o aprendizado dessas vivências nos novos ciclos.
 
Em termos essenciais, a Casa 12 mostra ainda a oportunidade para nos unirmos ao “espírito de Deus” novamente: depois da expulsão do Paraíso e de todas as situações vividas, chegamos ao ponto de retornarmos à Casa do Pai. Isso implica que é uma área da vida vinculada à busca pelo sentimento de unicidade com o Cristo Interno, com a Centelha Divina que habita cada um de nós, no mais apropriado do significado do termo Re-ligare.
 
Assim, o Signo da Casa 12 vai mostrar o estilo e o colorido do Karma que recebemos da Vida a partir daquilo que vivemos, bem como nossa maneira de atingir a plena integração psíquica: o sentimento de unicidade por vivenciarmos nossa natureza divina. Além de poder mostrar comportamentos e dinâmicas comportamentais aparentemente ocultas, invisíveis, não tão escancaradas em nosso existir diário.
 
Então, caso a pessoa tenha, por exemplo, o Signo de Touro ocupando a Cúspide da Casa 12, isso mostra que ela pode atingir Deus (Casa 12) ao transmitir paz, harmonia e simplicidade (Touro) às pessoas, sendo capaz de ofertar humanitariamente (Casa 12) sua segurança e sua estabilidade, sua força de vontade, sua determinação, sua perseverança, seu espírito maternal e nutridor (Touro)às pessoas.
 
Ela pode esconder (Casa 12) suas necessidades práticas, sua ânsia por segurança e estabilidade material, sua feminilidade maternal, sua sensualidade, sua praticidade, suas ambições mundanas (Casa 12).
 
Pode ser que o que ela recebe da vida em termos kármicos (Casa 12) envolva a privação (casa 12) da capacidade de alimentar-se a si mesma, de ofertar sua segurança e estabilidade às pessoas, de cuidar e alimentar praticamente as pessoas (Touro). Ou pode se ver privada (Casa 12) dos cuidados práticos, maternos, carinhosos, nutridores, sentindo a falta de uma estabilidade e uma segurança na vida (Touro).
 
Qualquer Planeta na Casa 12 vai ter uma função de difícil integração consciente na psique da pessoa, denotando alguns tipos de Karma que ela pode receber em conseqüência daquilo que vivenciou e ofertou ao mundo; pode denotar também uma função importantíssima para ela expressar humanitariamente às pessoas – comportamento este que poderá ajudá-la, e muito, a reconhecer sua natureza divina e entrar em contato com sua Centelha Divina.
 
Assim, caso a pessoa tenha o Planeta Marte na Casa 12, muito provavelmente, precisará contatar sua natureza guerreira, sua coragem e sua vontade (Marte) através de situações aparentemente inconscientes (Casa 12) a partir das quais se envolve, tais como brigas e inimigos ocultos, anulação da sua vontade e assertividade em relação ao desejo de outras pessoas que a subjugam e a anulam, medo de demonstrar agressividade e sentir-se culpada pelos efeitos de sua vontade, etc.
 
Essas situações para uma pessoa com Marte na 12 podem acontecer talvez como sinalizadores para ela mergulhar em si mesma e descobrir complexos, culpas, medos, traumas e posturas auto-sabotadoras que vem adotando ou que vem percebendo em outras pessoas para, assim, conscientizar-se de que ela pode colocar a sua vontade a serviço de ideais humanitários, e, assim, lutando pelo aperfeiçoamento evolutivo de outros também, sentir-se mais ligada à sua natureza divina, em contato com seu Mestre Interno.
 
Qual é o seu Signo que ocupa sua Casa 12? Como você o vive ao buscar se doar e atingir um sentimento de unicidade com a Vida? 

 

Há algum Planeta em sua Casa 12? Como ele colore sua maneira de sintonizar-se com as realidades espirituais, inconscientes, psíquicas a partir das quais pode ofertar a sabedoria adquirida? Como você busca integrar o que ele simboliza nos assuntos da Casa 12?

 


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Astrologia: Interpretando sua Casa 11!

A Casa 11 representa a área da vida na qual vamos continuar a usar nosso papel e função social, agora unidos em grupo mais fraterno em termos de compartilhar os mesmos ideais para, juntos, tentarmos auxiliar no progresso humano, imbuídos de uma irmandade humanitária.
 
Assim, o Signo que ocupa a Casa 11 vai mostrar muito a respeito de nossos amigos, dos grupos de afinidades idealistas que compactuamos, de nossos sonhos e projetos futuros que visem o progresso da espécie humana, da nossa maneira de atuar nesses grupos e compartilharmos nossos ideais.
 
Portanto, caso uma pessoa com Virgem ocupando a Cúspide da Casa 11, muito provavelmente, vai ser bem exigente e criteriosa (Virgem) na escolha e no compartilhar dos ideais (Casa 11) que talvez estarão marcados por uma vontade de produzir algo útil e prático (Virgem) para a sociedade (Casa 11), envolvendo muito conhecimento, muita análise, muita atenção nos detalhes, muito perfeccionismo (Virgem).
 
Os Planetas que porventura estejam ali na Casa 11 também vão mostrar muita coisa (Planeta) a respeito de nossas amizades, de nossos ideais, de nossa função dentro dos grupos que compartilham nossos ideais e esperanças futuristas/progressistas (Casa 11).
 
Desse modo, caso o Planeta Plutão esteja aí localizado, muito provavelmente, você pode ser bem reservado e desconfiado (Plutão) com relação às suas amizades (Casa 11), pois pode sentir que vira e mexe existem jogos de poder, de dominação, de influência e de manipulação (Plutão) nos grupos em que se encontra e que envolvem a sua pessoa (Casa 11), pois você acaba tendo uma atuação bem transformadora (Plutão) nos grupos e nas amizades em que se envolve (Casa 11), dinamizando o que estava estagnado, morto, inutilizado (Plutão) tanto nos ideais quanto nas pessoas ali envolvidas (Casa 11).
 
Não é à toa que seus ideais para o futuro (Casa 11) envolvem a transformação de nossas mesquinharias de maneira que entremos em contato com nosso poder interior (Plutão) e o usemos humanitariamente (Casa 11), como agentes catalisadores de mudanças profundas e evolutivas (Plutão) para a sociedade a partir do grupo e das amizades que nos envolvemos (Casa 11).
 
Qual é o seu Signo que ocupa sua Casa 11? Como você o vive ao participar de grupos (virtuais ou ao vivo) de mesmos ideais que os seus? 

 

Há algum Planeta em sua Casa 11? Como ele colore sua maneira de realizar-se com amigos e grupos/comunidade? Como você busca integrar o que ele simboliza nos assuntos da Casa 11?


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Astrologia: Interpretando sua Casa 10!!

Meio do Céu – Casa 10
 
O MC é o ponto mais alto do Mapa, denotando, assim, nossa meta e imagem pública, social e profissional a ser atingida, de modo que possamos, a partir dessa função e desse papel social, influirmos no mundo, o qual reconhece nossa influência e sobre a qual seremos julgados, reconhecidos.
 
Portanto, o Signo que ocupa o MC (Cúspide da Casa 10) vai mostrar uma função social que viemos aqui cumprir e realizar, influindo no mundo segundo essa postura, esses talentos, essas capacidades e esses comportamentos mostrados pelo Signo e Planeta (s) ali localizados.
 
Assim, se alguém tem o Signo de Gêmeos ocupando o MC, pode ser que essa pessoa seja reconhecida (Casa 10) por seus talentos comunicativos, intelectuais, manuais e sociais (Gêmeos), podendo exercer um papel social (Casa 10) de versatilidade, inteligência, sociabilidade e informativo (Gêmeos), talvez até mesmo trabalhando (Casa 10) em mais de um local (Gêmeos), tendo mais de uma (Gêmeos) profissão (Casa 10).
 
Qualquer Planeta ocupando a Casa 10 vai denotar uma função (Planeta) a ser preenchida em nossa influência no mundo, em nosso papel social, em nosso trabalho profissional na sociedade, influindo no modo como as pessoas vão nos julgar, avaliar e reconhecer (Casa 10).
 
Desse modo, caso a pessoa tenha Netuno na Casa 10, pode ser que ela, positivamente, seja reconhecida (Casa 10) pelos seus talentos artísticos e pelo seu encanto, pelo seu senso refinado de beleza, pela sua espiritualidade, pela sua imaginação, pelo seu idealismo, pelo seu talento de se doar e se sacrificar aos seus ideais humanitários e elevados, que visam o levar o amor e a doação desinteressada, tocando o espírito humano de alguma forma bela, encantadora, artística, doadora (Netuno).
 
Negativamente, ela pode querer fugir (Netuno) de qualquer função social, de compromissos no trabalho e no mundo (Casa 10), sendo muito confusa (Netuno) a respeito do que ela quer realizar na vida (Casa 10) e, por isso, podendo se envolver em jogos perigosos (Netuno) com figuras de autoridade e instituições sociais (Casa 10), sendo um bode expiatório em esquemas ilícitos (Netuno) e/ou em disputas profissionais no trabalho e na sociedade (casa 10).
 
Qual é o seu Signo que ocupa sua Casa 10? Como você o vive ao assumir suas responsabilidades e buscar o reconhecimento profissional? 

 

Há algum Planeta em sua Casa 10? Como ele colore sua maneira de realizar suas ambições e de obter o julgamento das pessoas? Como você busca integrar o que ele simboliza nos assuntos da Casa 10?


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Astrologia: Interpretando a sua Casa 9!!

A Casa 9 é a área da vida em que, depois de termos mergulhado nas profundezas de nossa alma a partir do profundo compartilhar de valores entre nós e as pessoas, entre nós e os ambientes (Casa 8), temos a oportunidade de expandir nossa visão e compreensão do ser humano e da vida como um todo, buscando um significado existencial (casa 9).
 
Assim, o Signo que ocupa a Cúspide (início) da Casa 9 vai mostrar nossa maneira (Signo) de enxergar a vida, Deus, o ser humano, os sentidos e significados para aquilo que vivemos e queremos viver no decorrer de nossa existência (Casa 9);
 
mostra (Signo da 9), portanto, a nossa fé, a lente sobre a qual nossa fé e nossas crenças focam o existir humano, de modo a compreender as leis e os princípios que regem a Vida (Casa 6).
 
Desse modo, se, por exemplo, o Signo de Aquário ocupar a Cúspide da Casa 9, muito provavelmente, vamos ter uma visão (Casa 9) racional, futurista, progressista e original (Aquário) de Deus (Casa 9). Nossas crenças e na nossa maneira de compreender a vida (Casa 9) passa por uma lente lógica, mental, intelectual (Aquário), valorizando a expressão de verdades (Casa 9) que preguem a fraternidade, a liberdade, o livre pensamento e a individualidade de cada pessoa (Aquário).
 
O Planeta que porventura esteja na Casa 9 de nosso Mapa Natal vai influir em muito no estilo de nossas crenças e verdades existenciais.
 
Por exemplo, caso Vênus esteja nesta Casa, pode ser que nossa filosofia de vida (Casa 9) seja bonita, valorize o senso de harmonia e união prazerosa (Vênus) entre as pessoas e a existência como um todo, vendo Deus (Casa 9) como a Beleza (Vênus) Filosófica (Casa 9), como extremamente amoroso (Vênus) e não aquele Deus punitivo do Velho Testamento, buscando a Verdade (Casa 9) por meio da arte e da paz (Vênus), pregando-a (Casa 9) com muito amor e satisfação (Vênus) num estilo bem diplomático e afetivo (Vênus).
 
Qual é o seu Signo que ocupa sua Casa 9? Como você o vive ao seguir e propagar seus paradigmas? 

 

Há algum Planeta em sua Casa 9? Como ele colore sua maneira de buscar a compreensão e transmitir seu saber? Como você busca integrar o que ele simboliza nos assuntos da Casa 9?


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Astrologia: Interpretando sua Casa 8!!!

A tão incompreendida CASA 8!!!
 
A Casa 8 representa uma área da vida que tende a ser muito importante – como todas as outras, porém, esta costuma ser muito mal-compreendida (e, conseqüentemente, mal-vivida). Mas qual o significado dela, então??
 
A Casa 8 simboliza o seguimento das relações, acordos e parcerias efetivados na Casa 7. Agora, na Casa 8, esses relacionamentos compartilharão algo mais profundo, pois unirão recursos e valores mais arraigados em cada uma das partes que formam a relação.
 
Em outras palavras, agora é hora de compartilhar mais a sua essência emocional/íntima, com o intuito de haver transformação vinda da união e do conseqüente sentimento de unicidade.
 
Daí suas associações com o sexo, com os negócios, as heranças, a morte, o fim/início de ciclos/fases, crises, magia, espiritualidade, ocultismo. Afinal, quando trabalhamos juntos numa mesma empresa e não somos sócios, não há um compartilhar de recursos/despesas/investimentos tão significativo, vital e intensamente permutador quando há uma sociedade (associações de negócios).
 
Se quiser ler sobre a Casa 8 a fim de aprofundar melhor no significado dela, veja ao final deste texto (abaixo).
 
Assim, o Signo que está na Cúspide (início) da Casa 8 vai mostrar as características comportamentais (signo) que ativamos e vivenciamos quando compartilhamos recursos e valores de uma maneira mais íntima em nossos relacionamentos (no intercâmbio sexual, emocional, financeiro, psíquico e/ou íntimo);
 
vai mostrar também de que maneira (Signo) influenciamos o clima do ambiente que nos cerca e a alma das pessoas que compartilham vida conosco (Casa 8);
 
o Signo da 8 denota também como (Signo) somos receptivos às correntes emocionais/astrais, aparentemente ocultas mas poderosas, dos ambientes e das pessoas que nos envolvemos (Casa 8);
 
evidencia características (signo) a serem aceitas, compreendidas e transformadas para que possam se expressarem de uma maneira mais poderosa e construtivamente transformadoras, principalmente em nossos relacionamentos (Casa 8).
 
Pode mostrar como (Signo) encaramos a morte e o fim de certos ciclos necessários para novas etapas em nosso existir (Casa 8).
 
Nesse caso, quem tem o Signo de  Touro ocupando a Cúspide da Casa 8 tende a querer compartilhar sua intimidade com os outros (Casa 8) de maneira simples, prática, sensual, protetora e maternal (Touro), intercambiando recursos e valores (Casa 8) reais, palpáveis, práticos, visivelmente nutridores (Touro). Pode se apegar demais (Touro) às coisas/pessoas (Casa 8) e ter uma forte resistência (Touro) a mudar (Casa 8), a transformar (Casa 8)sua possessividade e seus valores (Touro).
 
Pode  influenciar e ser influenciado psiquicamente pelas pessoas e ambientes (Casa 8) através de meios práticos, financeiros, materialistas, corporativos, sensuais, artístico (Touro), produzindo segurança e estabilidade (Touro) emocionais (Casa 8).
 
Qualquer Planeta que ocupe a Casa 8 vai representar uma função (Plutão) talvez inconsciente, oculta, invisível, de percepção mais sutil, mas que possui um tremendo poder quando estamos compartilhando nossa intimidade (inclusive sexual), nossos valores e recursos mais arraigados em nossa natureza psíquica (Casa 8). Pode, por isso, serem expressados para influir e transformar as pessoas e os ambientes em que nos envolvemos, além de mostrar uma função (Planeta) extremamente importante a ser usada nos momentos de transição, de fechamento de ciclos/relações e início de outros (Casa 8).
 
Qual é o seu Signo que ocupa sua Casa 8? Como você o vive ao lidar com suas parcerias sexuais, financeiras, psíqucias, emocionais e/ou íntimas? 

 

Há algum Planeta em sua Casa 8? Como ele colore sua maneira de se transformar e catalizar seu poder psíquico? Como você busca integrar o que ele simboliza nos assuntos da Casa 8?
 

*   *   *

 

A Casa 8 não é uma Casa onde buscamos a Segurança (Casa sucedente) Emocional (Casa associada ao elemento Água)??

 

E qual é a maneira mais comum que tentamos atingir essa Segurança Emocional?? Não é através do jogo de poder envolvido nas atitudes de tentar controlar, dominar, manipular psiquicamente, sexualmente, financeiramente, emocionalmente??

 

Então, quando estamos tentando buscar essa segurança emocional através dessas posturas existenciais, de acordo com o Signo ocupante dessa Casa em nosso Mapa e os posicionamentos astrológicos envolvidos aí e com ela, quem está reinando aqui é a nossa vontade pessoal/egoísta, certo??

 

Porém, a Casa 8 é um marco de transcendência, pois as 6 primeiras Casas indicaram uma jornada rumo a uma maior definição de nosso eu, que, a partir da 7, já começou a se colocar de uma maneira mais social/coletiva no processo existencial, de modo a compartilhar essa mesma personalidade já delineada, doando-se mais, não pensando mais tanto em si. E na Casa 8 esse doar aos outros se torna ainda mais intenso, daí também a associação com a transformação que essa área da vida representa.

 

Bom, continuemos, então, nessa linha de raciocínio: como alcançar essa segurança emocional?? Já percebemos que manipular, controlar, dominar egoisticamente nos traz apenas uma ilusão de que controlamos e de que estamos seguros.

 

Com algum tipo de crise (morte, separação, vampirismo, fracasso financeiro, possessão psíquica, etc.), isso pode nos ofertar a possibilidade da transformação, tendo a compreensão de que tudo na vida é transitório.

 

Assim, chegando nesse nível de compreensão a respeito da transitoriedade da ilusória segurança emocional, teremos de cavar mais fundo para encontrar a verdadeira segurança emocional. E qual é??

 

É a Profunda Paz Interior! E essa Paz só pode ser alcançada quando nossos obstinados desejos pessoais compulsivos que nos levavam a adotar posturas não muito saudáveis, mas que eram o meio mais natural encontrado por nós objetivando a segurança emocional, são transformados através da entrega e da receptividade a essa Vontade Maior da Vida, a esse Poder Libertador existente em nossa Alma.

 

Aí sim, nesse nível de entrega e de receptividade (é uma Casa de Água, certo?), nossa personalidade estará em mais unicidade com o Poder Transpessoal, representando, segundo os posicionamentos de nossa Casa 8, a maneira como vivenciamos essa entrega e receptividade à Força Anímica e representando também uma parte da nossa maneira toda única de expressa-La.

 
 


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