Globo Repórter, Medo, Saturno e Experiência Prática

No Globo Repórter da última sexta-feira (28/08/2009), o assunto abordado foi o MEDO.

Quando observei o belíssimo (e efetivo) trabalho feito pela psicóloga Laura Granado (USP) com voluntárias com medo de aranha, naquele instante eu associei: “Isto é lidar com o MEDO representado por SATURNO de uma maneira Saturnina!”

http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1284990-16619,00-TRATAMENTO+ACABA+COM+PANICO+CAUSADO+POR+ARANHAS.html

A homeopatia trabalha muito com a filosofia do SEMELHANTE. A cura vem por meio do uso do semelhante. O que nos mata é o que nos salva – é o que costumamos ouvir por aí. E essa é a mesma “filosofia” de Saturno: nossas maiores fraquezas representam as nossas maiores forças. Nossos medos são os nossos dons. Nosso ponto forte é o nosso calcanhar-de-aquiles. Enfim, naquilo que nos assombra está algo que nos liberta e significa MUITO para nós.

Quando uma pessoa tem Saturno na Casa 4 (ou em Câncer, ou em Aspecto com a Lua), por exemplo, seu maior medo (Saturno) talvez seja o de ser responsável (Saturno) por criar uma família (Casa 4; Câncer; Lua). E ela só vai superar esse medo NA PRÁTICA, ao criar uma família, ao se responsabilizar por seu lar e pela segurança que reinará no ambiente doméstico. Ela pode inicialmente (gradualmente) se envolver com famílias carentes, fazer um trabalho voluntário com órfãos, enfim, iniciar a superação desse medo de família, lar e segurança emocional vivenciando uma atividade associada ao mesmo.

Sempre digo que o MEDO só é vencido na prática. É no enfrentamento de uma situação que tememos o meio de nos familiarizar com o medo. Nesse enfrentamento, enxergamos nosso medo com mais realismo. Vamos nos acostumando com o que antes nos aterrorizava, nos atormentava, nos assombrava. E é justamente isso que tal psicóloga fez com as voluntárias detentoras de um medo sem igual em relação às aranhas. Esse bicho tão horrível para elas.

Tal psicóloga (Laura Granado) criava uma situação segura na qual as voluntárias iam, gradualmente, se familiriazando com o medo de aranha. Diante de imagens que não eram de aranhas, mas, pelo seu formato, faziam lembrar uma aranha, tal como os cabos de um guarda-chuva, um emaranhado de linhas, arquiteturas com esse formato, as voluntárias foram enxergando com mais realismo o que lhes causava pânico. Com isso, o medo foi diminuindo, gradualmente. Até o ponto no qual não havia mais medo de aranha.

Achei uma estratégia altamente saturnina de lidar com o medo. Magnífica!! Essas doses homeopáticas de realismo (e dor) numa situação prática e segura, a partir das quais há uma constatação prática do despropósito do terror e de seus efeitos paralisantes, existe a possibilidade da superação do que antes nos imobilizava de medo. Brilhante!!

Beijãozão nocês…
Yub

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Chuva, Frio, Filmes e Urano na Casa 4!

 
 
No último final de semana, em função do frio e da chuva, eu e a Cris aproveitamos para assistirmos vários filmes pendentes em DVD. Sábado e Domingo, portanto, foram de MUITO drama.
 
Vimos:
 
– A Vida Secreta das Palavras
– Mergulho no Escuro
– Conte Comigo
– A Lula e a Baleia
– A Excêntrica Família de Antônia
 
Achei uma coincidência bem bacana o fato do filme A VIDA SECRETA DAS PALAVRAS retratar algo que tinha estudado durante toda a semana ao ler o livro A JÓIA NA FERIDA: O corpo expressa as necessidades da psique e oferece um caminho para a transformação, de Rose-Emily Rothenberg (da Coleção Amor e Psique, só de livros de Psicologia Analítica/Junguiana).
 
Mas comentarei sobre esse algo em outro post, quando abordarei a questão da saúde, da doença, dos sintomas físicos e do processo de individuação.
 
MERGULHO NO ESCURO, CONTE COMIGO e A LULA E A BALEIA enfatizaram, no meu entender, um tema comum: RELACIONAMENTO AFETIVO. O quanto é necessária a maturidade para que haja uma relação afetiva “saudável.”
 
Não há como alguém que não está lidando com seus demônios internos se relacionar com outra que foge exaustivamente de seus medos, de seus traumas, de seus próprios demônios. Esse “pré-requisito” foi, inclusive, tratado de forma aberta no MERGULHO NO ESCURO, quando a protagonista disse não ser capaz de lidar com os demônios de um de seus amantes enquanto ela própria não consegue compreender e superar os seus. Mas sua consciência – e suas ATITUDES no decorrer da trama – demonstram que ela está nesse caminho.
 
E o filme que mais me tocou, mais me inspirou e que mais gostei foi A EXCÊNTRICA FAMÍLIA DE ANTÔNIA. Um filme SENSACIONAL!!! E para quem gosta de Astrologia, Antônia retrata bem uma pessoa com URANO na CASA 4.
 
A Casa 4 costuma ser associada ao lar, à família e ao local onde nascemos e moramos. Urano é o símbolo do diferente, do excêntrico. Ele representa um impulso revolucionário, chocante e original. Busca romper com o tradicional. 
 
Antonia volta à sua cidade natal (Casa 4) e a revoluciona (Urano). Ela cria uma família (Casa 4) bastante diferente, original e excêntrica (Urano). Há, inclusive, um traço de genialidade (Urano) em seus familiares (Casa 4). Sem contar no espírito independente (Urano) das mulheres desta família (Casa 4), a começar por ela própria.
 
Enfim, posso dizer que A EXCÊNTRICA FAMÍLIA DE ANTÔNIA é um dos melhores filmes que já assisti.
 
Beijãozão nocês…
Yub 


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Reflexões sobre o Céu destas semanas…

Saudações CELESTES a todos!!!
 
Nesta semana e na outra, configurações astrológicas bem marcantes estão sendo ativadas hoje, sexta-feira, dia 21/08/09, já que a LUA em Trânsito por Virgem está cutucando o trânsito de Saturno/Mercúrio em Virgem em OPOSIÇÃO a URANO em PEIXES e tudo isso em QUADRATURA a MARTE em GÊMEOS.
 
Veja se tem rolado isto na sua vida e na das pessoas que acompanha (e veja se hoje à noite ficará mais evidente):
 
Hoje ha possibilidades de uma noite agitada (Lua/Mercurio em oposiçao a Urano quadratura com Marte).
 
Como Saturno permeia tudo isso, ha necessidade de levar em consideração os limites: do corpo, do que falamos, do modo e do meio como nos movimentamos, a fim de não nos machucar, ferir, acidentar (nem provocar estragos na vida dos outros). Impaciência, ansiedade, agressividade merecem ser expressas com responsabilidade, planejamento, paciência e determinação.
 
Aí poderemos dinamizar e colocar em movimento essa eletrica e dinâmica energia de forma bem bacana e construtiva.
 
Momento de inovar (Urano) com coragem (Marte) e inteligência (Mercurio) para vencermos limitaçoes (Satur) e superarmos frustrações (Saturno).
 
A vontade de colocar em movimento (Gêmeos) uma idéia (Marte) pode enfrentar obstáculos (Saturno), em função de alguma surpresa (Urano). E o que tinha sido planejado (Virgem) com inteligência (Mercúrio) e senso prático (Saturno/Virgem), não pode entrar em ação (Marte), gerando SURPRESA (Urano) repleta de desilusão (Peixes). Putz, meu! Aplicando isso para a política, tem tudo a ver com o que rolou com o Mercadante… Caraca!
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Algumas reflexões sobre o Tarot!

Reproduzo aqui algumas belas reflexões (e questionamentos) que um amigo me escreveu via internet. E as respostas que lhe escrevi a respeito das mesmas.

Beijãozão nocês…

Yub

 

Olá, meu Querido P!!

 

Bacana!! Belos questionamentos e reflexões. Vamos lá!

 

VC ESCREVEU:

Olá Yubertson, tudo bem?

 

YUB: tudo jóia!!!

 

P:
Há algum tempo atrás solicitei um mapa astral pra você e, após recebê-lo, lembro que comentou sobre eu poder conversar contigo por email e tirar algumas dúvidas, fazer perguntas etc, mas não sobre o mapa astral… vou aproveitar essa oportunidade (se ainda a tiver) de pedir pra que você me dê sua opinião sobre a maneira como o Tarot “funciona”… vou me explicar melhor!

 

YUB: manda vê!

 

P:
Bem… no nível de compreensão que eu tenho, nesse momento, compreendo o Tarot como uma ferramenta que é usada por uma pessoa (um oráculo) para autoconhecimento, trabalhando com questões do inconsciente coletivo, ou mesmo previsões etc. Ok, e me parece que as cartas são apenas uma “muleta” (não uso o termo num sentido depreciativo, mas apenas prático), permitindo que o oráculo então conecte-se a níveis de consciência diferentes do da vigília e possa apreender suas informações. Seguindo esse meu raciocínio, eu concluo que a peça chave é o oráculo e não as cartas (daí o fato de que uma mesma disposição de cartas, se for lida por 50 pessoas diferentes, terá provavelmente 50 interpretações diferentes, ou pelo menos nunca totalmente idênticas…).

 

YUB: pois é… uma mesma disposição de cartas, se for lida por 50 pessoas diferentes, terá ESSENCIALMENTE a MESMA interpretação. Mudará alguns detalhes aqui outros acolá. Vc pode verificar esse exemplo numa Comunidade do Orkut bem bacana. Chama-se TARO – SÍMBOLOS E ANÁLISES.

 

Lá a gente vive interpretando jogos (ou seja, mesma disposição de cartas). E, o melhor, com as pessoas que colocaram as perguntas – ao abrirem os tópicos para pedirem auxílio na interpretação de seus jogos – divulgando os resultados práticos da questão abordada. Lá vc verá que não há essa discrepância de leitura de uma mesma disposição de cartas. Se houver, tá errado. O Tarólogo está errado.

 

Não há como mudar a interpretação de um PENDURADO, por exemplo: Ele vai indicar bloqueio, obstáculo, limitações, travamentos. Em essência, portanto, a interpretação deverá ser a mesma. Porque nós, Tarólogos, interpretamos SÍMBOLOS. E não há como a gente mudar o significado essencial desses símbolos. Agora, se for apenas um VIDENTE quem está lendo uma disposição de cartas, com certeza poderá haver alterações. Porque um VIDENTE não intepreta o simbolismo das Cartas. Apenas as utiliza para “atiçar” sua vidência e tentar enxergar o que pode tá rolando ou rolará com o consulente.

 

Mas Tarólogo é BEEEEEEM diferente de um Vidente…

 

P:
Depois dessa introdução, finalmente vem a dúvida (que foi construída baseada nessa minha forma grosseira de entender o Tarot): Se a leitura depende essencialmente do animismo do oráculo, qual exatamente é a função de termos 78 lâminas diferentes, já que elas teoricamente (levando em conta minha ignorância sobre o tema) não se expressam / falam por sí próprias (digo isso levando em conta que são cartas e que não possuem “vida” ou dinamismo próprio/intrínseco – no sentido de que elas não vem e se apresentam deliberadamente e, sim, nós é que as escolhemos “aleatoriamente”?).

 

YUB: a escolha de determinadas cartas é aleatória. Ao retirarmos determinadas cartas do baralho, as quais comporão a disposição delas ao usarmos um MÉTODO de TAROT para fazer a leitura de seu simbolismo, esse ato é aleatório sim.

 

Porém, o princípio que o rege é o da SINCRONICIDADE. Não é um mero acaso desprovido de sentido o consulente tirar do baralho JUSTAMENTE as Cartas que fielmente retratam o que ele está vivendo e terá grandes chances de viver no futuro breve. Entende?

 

E a interpretação dessas Cartas retiradas aleatoriamente não é aleatória. A interpretação é baseada no estudo do simbolismo dos Arcanos e dos significados de cada Casa de cada Método por nós usado qdo jogamos o Tarot para sabermos sobre uma determinada questão. Se vc pegar alguns exemplos práticos na comunidade que te sugestionei a pesquisar, entenderá melhor. Não ficará apenas a nível teórico o seu entendimento. Te incentivo mesmo a fazer isso, meu Querido…

 

P:
Mesmo sabendo que existe um ritual e que impregnamos as cartas com nossos pensamentos no momento de embaralhá-las, seja com nossas dúvidas, angústias etc, algo ainda não “fechou a gestalt”.

 

YUB: cara… não precisa de ritual algum de impregnamento de energias via pensamento ou qualquer outra coisa. Basta embaralhar e retirar as cartas, colocando-as nas respectivas Casas do Método que usaremos para compreender uma determinada questão. Tudo bem que este ato simples pode ser considerado um ritual. Mas eu estou me referindo a esse tanto de baboseira de rituais que a galera proclama como essenciais para se jogar Tarot. Não são essenciais… rsrs Vai da crença de cada Tarólogo. Mas não são essenciais.

 

Se alguém precisa de incenso durante a leitura para interpretar um jogo de Tarot, beleza. Se for fazer tal tarólogo se sentir mais conectado, mais inspirado, mais disposto a enxergar bem o que os simbolismos dos Arcanos refletirão sobre as questões do consulente, jóia. Mas não é necessário esse ritual de acender o incenso. O que o Tarólogo realmente precisa é saber interpretar os símbolos presentes nos Arcanos dentro dos significados das Casas em que estes saírem e acoplá-los à questão/dúvida do consulente.

 

P:
Enquanto te escrevo, me vem a idéia de que no nível do ego (ego para a psicologia analítica, pelo menos) não nos envolvemos com a “escolha” das cartas (no nível do ego, repito), mas, em outros níveis de consciência, e isso considerando o nível do Self, por exemplo, e o inconsciente coletivo, nós sabemos muito bem a carta que pegamos e escolhemos exatamente aquela que deve ser escolhida, levando em consideração que o fato de as cartas estarem de costas é na verdade para que o ego não influencie, racionalize e possa vir a atrapalhar o processo, pois para o Ego as cartas estão de costas, mas para o Self elas estão o tempo todo de frente! Faz sentido isso?

 

YUB: EXCELENTE!! É exatamente isso, meu Irmão!!! PERFEITO!!

 

P:

Acabei de intuir isso…

 

YUB: intuiu MUITO bem!!

 

P:
Depois de poder conversar um pouco contigo sobre isso, tenho outra dúvida, acho que menos cabeluda, também sobre o Tarot, mas deixa pra uma próxima…

 

YUB: beleza! Manda vê!!

 

Beijãozão nocê…

Yub

 

———————————- 

Olá, meu Querido P!!

 

Vamos às suas novas reflexões!!

 

P:

Olá Yub, fico agradecido pelas suas respostas! Se a historinha de que “pro ego o baralho está de costas mas pro self ele está o tempo todo de frente” realmente faz sentido, então eu consegui entender a parada (finalmente)!

 

YUB: 😉

 

P:
A outra questão é mais curta, beeeem mais curta hehe. Então…. se numa tirada de cartas (e digamos que seja uma tirada de, sei lá, três cartas, cada uma simbolizando um aspecto diferente, como ” a favor”, “contra”, etc) eu tirar uma carta qualquer, por exemplo o pendurado como você exemplificou no email anterior, seria  correto inferir que pelo fato de eu ter apenas um pendurado no baralho ele está “regendo” aquele aspecto que eu escolhi previamente mas não está regendo os outros, porque obviamente eu não tenho dois pendurados num mesmo baralho? Me explico, se for essa tirada de três cartas, sendo uma pra representar aspecto a favor, outra pra representar aspecto contra e outra pra representar possível solução pro problema, se eu tiro o pendurado para “aspecto positivo” então eu automaticamente sei que o padrão arquetipico que rege o aspecto positivo nao pode nunca reger tambem o aspecto negativo (que no caso seria o mesmo arquetipo mas na polaridade negativa), porque a proxima carta que eu vou pegar pode ser qualquer uma, MENOS, claro, a que eu acabei de pegar. Se isso for correto, não faria sentido se eu tivesse para uma tirada de três cartas, três de cada carta ou numa tirada de cinco cartas, cinco de cada carta, etc? Claro que nesse caso hipotético eu teria baralhos enormes, seria algo ridiculo, mas pelo menos assim eu daria a chance para que cada arquétipo nao fosse excluido de se manifestar mais de uma vez numa mesma tirada? A impressão que me dá (quando usamos um unico baralho)  é a que cada aspecto da minha vida é regido por uma única carta do tarô e eu não posso, obrigatoriamente, ter uma carta que acaba regendo dois aspectos diferentes….

 

YUB: belíssimo questionamento, meu Irmão!

 

Por mais que O Pendurado, por exemplo, tendo saído para representar os obstáculos, os impedimentos e as paralisações (Pendurado) existentes no passado (Casa em que ele saiu), existem outros Arcanos que podem TAMBÉM indicar obstáculos, impedimentos, paralisações. O 4 de Espadas, por exemplo, é um deles. O 8 de Espadas também (já com algum movimento, lento, de se desvencilhar dos obstáculos). Então, um mesmo arquétipo*, por exemplo, de PARALISAÇÃO, pode ser encontrado em várias Cartas (com alguns detalhes diferentes complementando tal situação de impedimento, relativos a cada Arcano) e, por isso, representar não somente o passado, como o presente e o futuro, enfim, os vários atributos das Casas que utilizou ao escolher determinado MÉTODO de Tarot.

 

*Obs.: não é de bom tom a gente dizer que cada Carta representa um Arquétipo. Um Arquétipo é algo irrepresentável. O correto é dizermos que um Arcano tende a representar um tipo específico de SITUAÇÃO ARQUETÍPICA. Ou seja, uma situação comum a todas as pessoas. Existe, por exemplo, o Arquétipo da Grande Mãe. Porém, é algo indefinível. Já uma situação arquetípica marcada pelo complexo materno é possível ser representada.

 

A Imperatriz representa a situação arquetípica do complexo materno vivido em sua função notavelmente fecunda, nutritiva, abundante. Já A Sacerdotisa revela o complexo materno marcado pela gestação, pelo mistério de gerar forças de forma oculta, sutil, não visível externamente.

 

P:
Ou será que é por isso que cada tirada do tarô é temática ou arquetipica, por natureza, e dentro disso eu tenho entao a possibilidade de manifestação de todos os arcanos? Quer dizer, eu faço uma tirada pra minha vida profissional (e tenho 78 laminas), depois outra tirada pra vida sentimental (e tenho mais 78 laminas), mas nunca faço tiradas que falem simultaneamente de vida profissional E sentimental? Ou por acaso dá? Hehe

 

YUB: para obtermos uma resposta bem objetiva e clara por meio do Tarot, precisamos fazer uma pergunta também objetiva e clara. Se for possível elaborarmos uma pergunta assim envolvendo tanto a vida sentimento quanto a profissional, utilizando-se um MÉTODO apropriado, sem problemas. Obteremos uma resposta clara sobre o que foi claramente perguntado.

 

Qualquer coisa, meu Querido, é só escrever!!

 

Beijãozão nocê…

Yub

 


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A decepção no Ano Pessoal 6 e Netuno!

 

Saudações REFLEXIVAS a todos!!

 

As pessoas que mais me procuram desabafando uma tristeza profunda por ter nutrido tanto certas ilusões estão no Ano Pessoal 6…

 

Mas nada melhor do que a decepção vinda da desilusão para se enxergar as coisas com mais realismo e pé no chão daqui pra frente…

 

É o aprendizado essencial de algum Ciclo 6 (seja Mês Pessoal, Trimestre ou Ano Pessoal).

 

Não é à toa que após o AP 6 vem o AP 7. Depois da desilusão (6), temos a oportunidade de nos conhecer melhor, mais profundamente (7). Assim identificamos mais claramente as causas (7) que nos levaram à ilusão (6).

 

obs.: Como trabalho com Astrologia e Numerologia, gosto de observar uma pessoa que vive um Ciclo Numerológico de longa duração (cerca de 27 anos, por exemplo, como é o caso do 2o. Ciclo) tendo em seu Mapa Natal o trânsito de Netuno bem marcante. Este faz e continuará a fazer Aspectos com Planetas Pessoais e/ou os pontos cardinais (Ascendente, Fundo do Céu, Descendente e Meio do Céu). Sinaliza uma época em que a pessoa precisará tomar cuidado com fortes ilusões e elevadas expectativas com relação a si, a outras pessoas e à vida como um todo…

 

Beijãozão nocês…

Yub


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As Previsões e A Angústia de Morte!

 
Quando eu era pequeno, tinha um medo fora do comum da morte. Não tinha um dia sequer que eu não era assombrado por esse terror. Lembro-me como se fosse ontem de um episódio da minha infância. Tinha cerca de 9 anos. Meus pais saíram para o supermercado e demoraram uma eternidade. Meus avós maternos moravam conosco. Minha avó, muito religiosa, sofreu comigo. Pois lhe transmiti todo o meu medo de que meus pais tinha morrido. Ela, já naturalmente preocupada, também se envolveu naquele terror vivido por mim. E passamos a rezar compulsivamente. Eu e ela. Ela e eu.
 
Até que meus pais chegaram do supermercado. Quando os vi, pensei comigo: por que eles estão tão tranquilos assim? Não têm noção do quanto fiquei aterrorizado? Não houve nada de perigoso que atrasasse a chegada deles? Eles estão tão… normais. Como se nada tivesse acontecido…
 
Tive vergonha do drama que criei para a minha avó. E da angústia asfixiante sentida por mim.
 
Daquele em dia em diante, fui movido pela raiva. A raiva de ter me descontrolado tanto. Por causa da possibilidade dela: da morte. Não mais reagiria assim. Não. Eu me vingaria da morte. Dedicaria cada dia da minha vida para vencê-la, para não ter medo dela: a morte.
 
Assim fiz. Enfrentei o terror que a simples menção da palavra MORTE provocava em mim. Todo santo dia eu pensava nela e me preparava para recebê-la, seja diretamente seja indiretamente. Se alguém morresse, principalmente alguém querido e próximo a mim, eu estaria pronto para enfrentá-la. Se fosse eu, a encararia nos olhos e cuspiria em sua cara.
 
Quando, aos 19 anos, uma tia minha de Sete Lagoas/MG, a qual frequentava um Centro Espírita, me apresentou um livro do Chico Xavier, fiquei fascinado. Mergulhei no Espiritismo. Depois no Budismo, Hinduísmo e outros paradigmas orientais. Sempre focado na beleza de se encarar a morte com mais sabedoria. Da vingança contra a morte, eu passei a enxerga-la como uma companheira íntima.
 
Tenho Lua e Marte (este é o regente do meu Ascendente em Áries) em Escorpião e na Casa 8. Tenho meu Sol em Capricórnio em Quadratura com Plutão. Plutão, Escorpião e Casa 8 costumam ser posicionamentos astrológicos diretamente associados ao tema MORTE. Meu fascínio e meu terror diante de tudo que envolve a MORTE podem ser bem vistos nesses posicionamentos astrológicos.
 
E na viagem de lua-de-mel e férias que fiz com a Cris nesse final de Julho, esse tema voltou a reinar visceralmente em mim. Um pouco antes de nosso casamento e da nossa mudança residencial, senti fortemente a angústia de morte. E durante nossa estadia na Costa do Sauípe, a Cris levou o livro DE FRENTE PARA O SOL: COMO SUPERAR O TERROR DA MORTE, do Irvin D. Yalom (o mesmo autor de Quando Nietzche Chorou e A Cura de Schopenhauer).
 
Deixei um pouco de lado o romance policial de um dos autores que mais admiro desse gênero: David Baldacci (Por uma fração de segundo é o título do livro). E me dediquei ao DE FRENTE PARA O SOL.
 
Meu Deus… que livro! ADOREI!! Fiquei encantado com os relatos do autor. Pela primeira vez, ele escreveu sobre ele mesmo. No capítulo 6, Irvim compartilha as experiências que teve e tem com a Angústia de Morte. Enriqueceu ainda mais os exemplos práticos de seus pacientes, pois ele revelou seus próprios medos, vulnerabilidades e sua sabedoria com enorme sinceridade.
 
Sempre fui fã de pessoas que ENSINAM usando seus próprios exemplos pessoais como aprendizados a transmitir. Porque demonstram que seu saber não é algo puramente intelectual, mas VIVENCIAL. Falam com mais propriedade, por terem VIVIDO o que aconselham/propagam.
 
Foi aí que percebi um detalhe: NUNCA ouvi nem li um ASTRÓLOGO profissional (e que ocupa uma certa posição influente nesse meio) dizer que teve e/ou tem MEDO DE FAZER PREVISÕES PARA SI. Sinto falta de ler nas listas de discussão do yahoogrupos e de comunidades do Orku experiências práticas dos Astrólogos (Tarólogos e Numerológos), principalmente sobre como reagem às previsões de seu próprio Mapa Natal, por exemplo.
 
Eu digo claramente: EU TENHO MEDO DE PREVISÕES. Inicialmente, costumo observar o pior, enxergar o lado catastrófico de certos trânsitos. E me preparo para esse pior. Quando percebo que o pior dos piores é justamente a MORTE, ou seja, eu MORRER, me tranquilizo. Porque me preparo para essa possibilidade, tento aceitá-la. 
 
A partir daí, eu me concentro nas outras possibilidades de significado de tais trânsitos astrológicos. Porque cada posicionamento astrológico representa uma gama de possibilidades, tanto “positivas” quanto “negativas.” Depois de aceito o “negativo”, há condições de me focar no “positivo” e trabalhar em prol do melhor. Procuro desenvolver – interna e externamente – pensamentos e comportamentos condizentes com o mais auspicioso. E, obviamente, tento me entregar ao que quer que seja. Se ocorrer o negativo ou o positivo, gosto de estar entregue, aberto, receptivo, preparado para obter os específicos aprendizados que tal posicionamento astrológico tende a representar – quer se manifeste “positivamente” ou “negativamente.”
 
Nas reflexões desses dois, três últimos meses envolvendo a angústia de morte foi que compreendi o quanto minha dedicação ao me enveredar por esse ramo da Astrologia, da Numerologia e do Tarot talvez tenha como causa-mor a vontade de tornar a MORTE uma companheira íntima, uma guia: aquela que me conduz na vida, para viver cada vez mais consciente e intensamente.
 
Beijãozão nocês…
Yub  
 
 


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Fred, Ronaldo, Felipe Massa, Numerologia e Saúde

Por mais que cada Ciclo na Numerologia (seja de longa ou de curta duração) possa representar tipos específicos de cuidados com a saúde, há uma certa “vulnerabilidade” nos Ciclos simbolizados pelos Números 2, 4, 6 e 7.

No dia 14/04/2009 (aqui no Blog), eu citei os exemplos de Rogério Ceni e de Adriano. E continuo pesquisando assiduamente os momentos em que jogadores e celebridades têm problemas de saúde. Os exemplos que usarei hoje são os de Ronaldo Fenômeno, Fred e Felipe Massa.

Ronaldo nasceu dia 22/09/1976. Ele, neste ano de 2009, encontra-se no Ano Pessoal 6 (22+09+11 = 42/6). Neste 3o.Trimestre de 2009 (Julho, Agosto e Setembro), ele encontra-se no Trimestre Pessoal 7. E neste mês de Julho, qdo fraturou a sua mão esquerda, está no Mês Pessoal 4. Portanto, tanto o Mês Pessoal, o Trimestre Pessoal e o Ano Pessoal são representados por Números que costumam evidenciar uma maior vulnerabilidade em termos de saúde (4, 7 e 6, respectivamente).

obs.: Falei sobre esse período delicado dele nas previsões que fiz para a Globo.com (Personare). Assim que encontrar o link com essa matéria, posto aqui!

Fred nasceu dia 03/10/1983. Ele, neste ano de 2009, tal qual Ronaldo, encontra-se no Ano Pessoal 6, 3o. Trimestre simbolizado pelo 7 e Mês Pessoal (em Julho) 6. Veja o que foi dito sobre sua lesão no site da Abril:

Não bastasse a má fase por que passa nos gramados (é o penúltimo colocado do Campeonato Brasileiro), o Fluminense perdeu Fred na partida da última quarta-feira contra o Atlético-MG. Para piorar a situação, o coordenador médico do Tricolor, Michael Simoni, afirmou neste domingo que a lesão do atacante é de extrema gravidade.
“A lesão na virilha do Fred é a mais grave que eu já vi. É como se fosse uma fratura no músculo, é de extrema gravidade. Na próxima sexta-feira faremos o primeiro procedimento que será a aplicação do PRP (Plasma Rico em Plaquetas) e serve para acelerar a cicatrização da lesão. Neste processo, o sangue do jogador é centrifugado e injetado nele novamente”, explicou Simoni.
Fred realizará o processo de recuperação – que deve durar de seis a oito semanas – em Belo Horizonte. Na capital mineira, o atacante será acompanhado por um fisioterapeuta indicado pelo Fluminense.

http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/fluminense/lesao-fred-mais-grave-ja-vi-diz-medico-flu-470720.shtml

Já Felipe Massa, nascido dia 25/04/1981, está no Ano Pessoal 4 (25+04+11 = 40/4), no Trimestre Pessoal 1 e no Mês Pessoal 2 em Julho. Como ele está num Trimestre Pessoal 1, é bem provável que se recupe rapidamente, pois o 1 simboliza rapidez. Principalmente em Agosto, qdo sairá do Mês Pessoal 2 (marcado pela necessidade de recolhimento e de um aparente retrocesso) de Julho e entrará no Mês Pessoal 3 (facilidade de movimentação).

Esses são, então, mais alguns exemplos do quanto precisamos nos cuidar (precaver) mais conscientemente em Ciclos simbolizados pelos Números 2, 4, 6 e 7 – principalmente quando estes são encontrados juntos na conjugação dos vários ciclos (curtos e longos).

Beijãozão nocês…
Yub

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Sonhos, Reunião Espiritual, Astrologia e Reflexões

Desde Junho encontrei dificuldades para ter tempo em escrever aqui no Blog. Casamento, mudança residencial, muito trabalho, dedicação à elaboração de meu conto para a Antologia Beco do Crime e viagem me impediram de postar como gostaria neste espaço que tanto amo.
 
Agora sim! Depois de tudo isso e uma viagem de lua-de-mel e férias renovadora, volto a compartilhar com vocês minhas experiências.
 
No dia 17/06/2009, dei uma palestra na casa de um irmão de alma: Kélsen André. Ele faz reunião semanal em sua casa. É médium. E formou um grupo espiritualista bem bacana, com gente realmente interessada em aprender, ensinar e se conhecer. Nesse dia, falei sobre sonhos.
 
Como o Kél tem uma lista no yahoogrupos (a flordeliss), ele posta toda semana uma “ata” da respectiva reunião. Em cima do que ele escreveu sobre a reunião em que palestrei, eu teci alguns comentários. Abaixo, vocês podem ler o que ele e eu escrevemos. Beijãozão nocês…
Yub
 
Saudações também ANTES TARDE DO QUE NUNCA, meu Querido Kelvin e Pessoal!!
 
VC ESCREVEU:
Salve a todos,
 
Antes tarde do que nunca. Nesta reunião estiveram presentes: Cida, Wanderlei, Inez, Lais, Marcelo, outro Marcelo, Pai, mae, Silvia, Tia Rosie, Malak e o palestrante mestre Yub.
 
YUB: Gostei DEMAIS da galera e da dinâmica que se estabeleceu entre todos nós. Pessoal interessado pra valer em aprender. ADOREI!!
 
KEL:
Yub trouxe o seu caderno em que anota os seus sonhos desde muito tempo e nos forneceu dicas sobre isso.
 
YUB: levei dois diários, dos vários que já possuo. Escrevo meus sonhos, angústias, percepções, vivências, frases de livros e reflexões desde 1996. Como os sonhos são anotados junto com esse compartilhar de fatos e experiências, me facilita compreendê-los e entender seus simbolismos dentro dos contextos em que vivo.
Portanto, na minha opinião, não recomendo ter um caderno de sonhos SEPARADO de um diário. Porque dificulta a comparação entre o que o sonho mostra e o contexto no qual está inserido.
 
KEL:
Assim conversamos sobre interpretação dos sonhos. Yub enfatizou o fato de que a interpretação dos mesmos nao se daria conforme manual e sim adentrando nas concepçoes simbolicas que os sonhos evocam.
 
Yub iniciou a dinamica perguntando a cada um como que nós viamos e interpretavamos os proprios sonhos. Cada qual expos suas abordagens oniricas, uns vistos de forma mais literal e objetiva, outros de forma mais subjetiva.
 
Após cada um ter falado e relatado sua forma de perceber, entender e dar sentido aos próprios sonhos, Yub teceu algumas consideraçoes gerais fornecendo e dando pistas simbolicas para um entendimento mais profundo e diversificado do sonho de cada um, entravamos na segunda parte da dinamica.
 
YUB: eu quis ouvir de cada um suas opiniões e vivências com os sonhos, a fim de ter um direcionamento para o tanto de coisa que eu poderia dizer a respeito de sonhos. A partir do que cada um falava, eu ia atendendo essa demanda. Ou seja, passando o que compreendo, já vivi e descubro para cada um, de acordo com o que cada um queria saber melhor.
 
KEL:
O interessante é que a medida na qual cada um falava dos próprios sonhos, evidenciava-se um enredo que possibilitou, de certa forma, Yub tecer alguns comentários que colocaremos em quatro grandes tópicos: 1- a da extravasão; 2- dos pesadelos; 3- das premoniçoes; 4- da aminesia; 5- dos desdobramentos.
 
YUB: BACANA. Muito bem delineado, Kél!! Foi isso mesmo!!
 
KEL:
(1) Duas pessoas narraram sonhos nas quais acordavam suados, cansados. A primeira sentindo-se estar na balada e o segundo como se estivesse sendo perseguido. Yub focou a necessidade da pessoa se divertir mais, se soltar mais, como se a alma dela estivesse pedindo um pouco mais de liberdade. E o interessante é que antes de todos chegarem nós conversavamos sobre a dificuldade dela em dormir, as enxaquecas. E da ordem espiritual tudo estava bem as afliçoes viam de outros lugares como foram bem evidenciadas por nossa conversa. A interpretação de que talvez o suor representasse necessidade de extravasar tinha tudo haver com o que conversavamos antes. O outro acordava, acordo suado como se tivesse trabalhado a noite inteira, ao ponto as vezes de acordar cansado, ele percebia algumas vezes como sendo perseguição. Iisso remeteu a segunda matriz de interpretação que foi a dos pesadelos.
 
(2) Creio que tres dos participantes referiram-se a pesadelos o que deu margens a mestre Yub a falar de sombras, a necessidade de integração desta nossa parte a nossa psique. De como as sombras se bem canalizadas se transformam em nossos maiores aliados. De como o fato de temer as nossas sombras em suma esconde os nossos potenciais mais latentes. E aqui deixo uma pergunta para mestre Yub: saturno no mapa para vc representa nossas sombras?
 
YUB: não somente Saturno pode representar a Sombra, Kél. Mas qualquer POSICIONAMENTO ASTROLÓGICO. No caso de Saturno, como ele representa um talento que muito ambicionamos – e, ao mesmo tempo, tememos – realizar, ele parece evidenciar mais claramente a Sombra. Por quê?
 
Porque A Sombra não é somente um conteúdo que rejeitamos conscientemente e “o jogamos” para as profundezas do inconsciente – o que pode gerar sintomas físicos, psíquicos, energéticos que resultam em AUTOSSABOTAGEM.
 
A Sombra também é um conteúdo (leia-se talento) que possuímos, mas tememos, relutamos, resistimos aceitar que temos, desenvolvermos e o expressar.
 
Assim, uma pessoa com Saturno em Gêmos (e/ou na Casa 3 e/ou em Aspecto com Mercúrio) tem o talento de se realizar (Saturno) por meio da escrita, do que comunica (Gêmeos;Casa 3;Mercúrio). Se tal pessoa reluta a cobrança interna para superar seus medos quanto a expor suas idéias, seus conhecimentos e se comunicar habilmente, ela estará reprimindo o desenvolvimento desse talento comunicativo.
 
Com isso, ela poderá invejar as pessoas que falam/escrevem bem, ter raiva de quem sabe usar as palavras para se destacar e ganhar a vida. Desse modo, tal pessoa com Saturno em Gêmeos/Casa 3/aspecto com Mercúrio poderá desenvolver sintomas físicos, emocionais, energéticos que retratem essa resistência em desenvolver e expressar seus dons intelectuais e comunicativos. Esse conteúdo psíquico vai se acumulando no inconsciente e pode trazer problemas de todas as ordens para tal pessoa.
 
A Sombra foi gerada em função da repressão desse talento. E lhe minará as energias, porque gastamos MUITO MAIS ENERGIA com a repressão e a resistência do que se deixássemos nossos medos aflorarem e os enfrentarmos naturalmente na prática…
 
É vitalizante lidar com o medo, com a energia que estávamos desprendendo para fugir do medo de encarar o que o medo nos revela sobre nós mesmos e nossas necessidades mais íntimas. Por isso, quando lidamos conscientemente com a Sombra, nos sentimos altamente VITALIZADOS, cheios de vida!!!
 
Portanto, não somente Saturno representa a Sombra. Embora ele possa ser visto mais claramente como o que a Sombra significa… uma vez que o posicionamento astrológico de Saturno nos revela o que tanto temos medo e preferimos reprimir, negar, espernear e resistir.
 
KEL:
Aqui abro uma nota para divagar um pouco. Coloquei na parte teorica da aula a mandala astrologica de cada um dos participantes que preencheu o questionário inicial. De forma geral chamou-me a atenção os steliuns nos mapas, mais precisamente os em escorpião. Desta combinação o de um dos participantes eu quardei na cabeça que tem um stelium de casa 8, justamente em escorpião. O mestre simbolico Yub chamou atenção imediata para a sensação de perseguição, de paranoia, a necessidade profunda de lidar com o que denomino de trevas, isto é, os aspectos mais soturnos e noturnos da psique. Falou igualmente dos potenciais relacionados a cura psicologicas profundas que tal combinação poderia representar para as pessoas. De como conseguiria chegar em locais e camadas nas quais grande parte de nós não chegamos e auxiliar as pessoas em um processo de renascimento e transformação, justamente em aspectos como morte, sexo, mistérios.
Pois bem, mister 5  na semana seguinte a sua primeira vinda a nossa reunião ficou “travada” energeticamente. Fui ver o que se dava e percebi a presença de um exu e uma pomba-gira. Conversamos, eles me falaram algumas coisas, pintei um quadro, em verdade dei algumas pinceladas, mas nao compreendi o cenário.  Duas semanas depois mae falou para ela procura o médico e na mesma semana, ela ficou hospitalizada. Nas semanas seguintes voltamos a conversar e falamos de umbanda, de exu, de obsessores e principalmente da força que ela tinha e nao canalizava. De como estas forças estavam reprimidas e se voltando contra ela. De como parte disso estava em como a gente iria olhar o fenomeno e interpretá-lo. Pela ótica kardecista mister cinco estaria sendo perseguida por dois obsessores a seculos. E o enredo da história se daria no nivel das práticas da magia, ela teria sido uma bruxa que abusou em especial da sexualidade, da sedução, retirou muitos homens de casa, da familia e que dois destes seres estariam querendo vingar-se dela. Na perspectiva da umbanda é provavel que fossem vistos como eu os vi, um exu e uma pomba-gira querendo trabalhar e pedindo para trabalhar. Isto é querendo que esta energia de poder seja manifestada e utilizada, mas mister cinco segura, reprime ao ponto de sentir dores físicas. O pessoal da nova energia nao faria registro desse fenomeno, escapa a maioria deles percepçoes mais recrudescidas do campo astral. De qualquer forma uma possibilidade de interpretação do fenomeno seria o de ver a pomba-gira e o exu como aspectos dela mesma, de um outro tempo, de um outro momento, que tanto pode ser físico, como pode ser eterico, ou seja, de uma vida vivida na matéria ou de uma vida vivida no plano astral. De qualquer forma são partes que pediriam uma re-integração, uma reunificação com o que mister cinco é hoje, esta sendo agora. Mas nao apenas ela como todos nós recusamos isso em nós de maneira imediata. Temos um temor desta força, disto que consideramos erronamente de poder. Este medo congela, trava, afasta e a maioria das pessoas temem os exus, o que implica dizer, que temem a propria força. E foi esta a mesma interpretação que mestre Yub fez mediante a astrologia a partir de um único posicionamento ( o stelium de casa 8 em escorpiao). No final voltaremos a falar mais sobre isso. Na penultima semana ela falou dos sonhos, vimos este aspecto astrologico no mapa dela e as relaçoes simbolicas se aprofundaram ao infinito.
 
(3) Imersos neste universo de sombras foi linkada a terceira matriz dada por duas participantes que recebem alguns avisos via sonhos. No entanto, uma em especial relatou trabalhos que ela recebia de pessoas conhecidas e desmanchava, enviando de volta ou nao. Esta pessoa narrava uma relação causal mto interessante, as vezes envolta nas sincronicidades.
 
(4) A quarta matriz estavam inseridos dois participantes que diziam nao se lembrar de nada dos sonhos, nem das sensaçoes  provocadas durante o mesmo. Um alegou que chega em casa tão cansado que apaga completamente. Outro diz nao se recordar, mas costuma durante a noite dar solavancos, chutes, murmurar, discutir enquanto dorme, mas nao se recorda. A todos Yub falou do caderno de anotação, do treino e da paciencia, do esmero para se lembrar. Falou do pedido a propria consciencia para que se lembre dos sonhos e da riqueza e importancia de lidarmos com o nosso proprio universo onirico.
 
(5) Dentro de um quadro proximo ao de cima, ou seja, o do esquecimento, estaria eu, que desde alguns desdobramentos em um trabalho que realizava com os dependentes quimicos, pedi para nao recordar mais dos mesmos. Todavia, quando escrevo, eles vao retornando à memoria. E uma outra participante que narra seus sonhos e eles oscilam entre a premonição e os desdobramentos. Narra os cenários dos mundos espirituais, da vontade de nao acordar e ficar por lá.    
 
Feita esta dinamica, Luis Soares e o poeta conversaram conosco sobre a reunião. Agradeceram demasiadamente ao que foi dito e explorado, a saber, as relaçoes entre os universos oniricos e a realidade, em verdade, talvez seja isto que eles tanto disseram, elogiaram e eu na hora nao compreendi e talvez nem na semana passada. Eles ficaram profundamente contentes com a dinamica da aula, porque mediante a mesma, eles puderam tocar o espiritual sem recorrer a religião. Eles conseguiram mostrar, embora nao tenha ficado claro para todos, que o espiritual esta dentro de cada um e nao fora. E que o acesso, o interesse por nosso universo onirico, por nossa dimensão simbolica é um interesse pela espiritualidade que existe em nós, em um profundo dialogo com o mundo e com o universo.
 
YUB: Maravilha! Só tenho a agradecer ao Kél e ao pessoal pela oportunidade de falar sobre algo que tanto amo: SONHOS!! Compartilhar o que já vivi e vivo, a partir da condução dos SONHOS, é um prazer imenso pra mim! Valeu Kél e pessoal!!
Beijãozão nocês…
Yub


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Agora sou um Escritor de Romance Policial!!!

YESSSSSSSSSSSSS!!

Meu conto no estilo policial-suspense foi selecionado para a ANTOLOGIA BECO DO CRIME – O MELHOR DA LITERATURA POLICIAL!!

O livro será publicado em Setembro, pela Editora Multifoco. Terá 22 contos. E um deles é o meu: NA MENTE DO PSICOPATA.

http://www.becodocrime.net/not%20livros%20resultado%20antologia%20beco%20do%20crime.html

São os meus primeiros passos para a realização de meu sonho: escrever romances policiais repletos de suspense.

Ou seja, viagem ao Rio já programada para SETEMBRO!!! Aproveitarei e visitarei o pessoal querido do PERSONARE!!!

AGRADEÇO A TUDO E A TODOS!!
Yubertson Miranda


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CQC e Astrologia: Experiência Prática!!

 

Saudações ASTROLOGICAMENTE VIVENCIAIS a todos!!
 
Quer aprender Astrologia Horária? Tire o Mapa do momento que você viveu algo e compare com o colorido desse evento.* UAU…
 
*óbvio que levando em consideração a cidade/estado/ país do referido evento que você viveu, ou seja, ONDE viveu.
 
Quando há algum Planeta junto ao Ascendente, tal como ocorreu por volta das 21 hs de hoje, nuh! O colorido desse Planeta fica escancarado no evento.
 
Por volta das 21hs, então, Jupiter conjunto a Netuno no Ascendente me mostrou algumas belas manifstações.. .
 
Grandes (Jupiter) confusões (Netuno) e distrações (Netuno) nas situações que viveu, seja quais forem.
 
Também rolaram algumas divagações filosóficas (Júpiter) inebriantes, extasiantes e quase místicas (Netuno) com algum grupo (Aquario, onde tal Conjunção se dá).
 
Tá rolando o CQC agora. E por falar em Mapa do Momento para sacar o colorido do evento, na segunda-feira passada (15/06/2009) , URANO (SURPRESA INUSITADA, ACIDENTE, INESPERADO) rolou legal!!
 
O Marco Luque, ao fazer embaixada no programa, errou e quebrou o copo de vidro na mesa com a bola. A cara de URANO no ASCENDENTE em Peixes do momento.
 
Enfim, é observando a prática que se aprende verdadeiramente a teoria.
 
Beijãozão nocês…
Yub


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