Sonhos, Reunião Espiritual, Astrologia e Reflexões

Desde Junho encontrei dificuldades para ter tempo em escrever aqui no Blog. Casamento, mudança residencial, muito trabalho, dedicação à elaboração de meu conto para a Antologia Beco do Crime e viagem me impediram de postar como gostaria neste espaço que tanto amo.
 
Agora sim! Depois de tudo isso e uma viagem de lua-de-mel e férias renovadora, volto a compartilhar com vocês minhas experiências.
 
No dia 17/06/2009, dei uma palestra na casa de um irmão de alma: Kélsen André. Ele faz reunião semanal em sua casa. É médium. E formou um grupo espiritualista bem bacana, com gente realmente interessada em aprender, ensinar e se conhecer. Nesse dia, falei sobre sonhos.
 
Como o Kél tem uma lista no yahoogrupos (a flordeliss), ele posta toda semana uma “ata” da respectiva reunião. Em cima do que ele escreveu sobre a reunião em que palestrei, eu teci alguns comentários. Abaixo, vocês podem ler o que ele e eu escrevemos. Beijãozão nocês…
Yub
 
Saudações também ANTES TARDE DO QUE NUNCA, meu Querido Kelvin e Pessoal!!
 
VC ESCREVEU:
Salve a todos,
 
Antes tarde do que nunca. Nesta reunião estiveram presentes: Cida, Wanderlei, Inez, Lais, Marcelo, outro Marcelo, Pai, mae, Silvia, Tia Rosie, Malak e o palestrante mestre Yub.
 
YUB: Gostei DEMAIS da galera e da dinâmica que se estabeleceu entre todos nós. Pessoal interessado pra valer em aprender. ADOREI!!
 
KEL:
Yub trouxe o seu caderno em que anota os seus sonhos desde muito tempo e nos forneceu dicas sobre isso.
 
YUB: levei dois diários, dos vários que já possuo. Escrevo meus sonhos, angústias, percepções, vivências, frases de livros e reflexões desde 1996. Como os sonhos são anotados junto com esse compartilhar de fatos e experiências, me facilita compreendê-los e entender seus simbolismos dentro dos contextos em que vivo.
Portanto, na minha opinião, não recomendo ter um caderno de sonhos SEPARADO de um diário. Porque dificulta a comparação entre o que o sonho mostra e o contexto no qual está inserido.
 
KEL:
Assim conversamos sobre interpretação dos sonhos. Yub enfatizou o fato de que a interpretação dos mesmos nao se daria conforme manual e sim adentrando nas concepçoes simbolicas que os sonhos evocam.
 
Yub iniciou a dinamica perguntando a cada um como que nós viamos e interpretavamos os proprios sonhos. Cada qual expos suas abordagens oniricas, uns vistos de forma mais literal e objetiva, outros de forma mais subjetiva.
 
Após cada um ter falado e relatado sua forma de perceber, entender e dar sentido aos próprios sonhos, Yub teceu algumas consideraçoes gerais fornecendo e dando pistas simbolicas para um entendimento mais profundo e diversificado do sonho de cada um, entravamos na segunda parte da dinamica.
 
YUB: eu quis ouvir de cada um suas opiniões e vivências com os sonhos, a fim de ter um direcionamento para o tanto de coisa que eu poderia dizer a respeito de sonhos. A partir do que cada um falava, eu ia atendendo essa demanda. Ou seja, passando o que compreendo, já vivi e descubro para cada um, de acordo com o que cada um queria saber melhor.
 
KEL:
O interessante é que a medida na qual cada um falava dos próprios sonhos, evidenciava-se um enredo que possibilitou, de certa forma, Yub tecer alguns comentários que colocaremos em quatro grandes tópicos: 1- a da extravasão; 2- dos pesadelos; 3- das premoniçoes; 4- da aminesia; 5- dos desdobramentos.
 
YUB: BACANA. Muito bem delineado, Kél!! Foi isso mesmo!!
 
KEL:
(1) Duas pessoas narraram sonhos nas quais acordavam suados, cansados. A primeira sentindo-se estar na balada e o segundo como se estivesse sendo perseguido. Yub focou a necessidade da pessoa se divertir mais, se soltar mais, como se a alma dela estivesse pedindo um pouco mais de liberdade. E o interessante é que antes de todos chegarem nós conversavamos sobre a dificuldade dela em dormir, as enxaquecas. E da ordem espiritual tudo estava bem as afliçoes viam de outros lugares como foram bem evidenciadas por nossa conversa. A interpretação de que talvez o suor representasse necessidade de extravasar tinha tudo haver com o que conversavamos antes. O outro acordava, acordo suado como se tivesse trabalhado a noite inteira, ao ponto as vezes de acordar cansado, ele percebia algumas vezes como sendo perseguição. Iisso remeteu a segunda matriz de interpretação que foi a dos pesadelos.
 
(2) Creio que tres dos participantes referiram-se a pesadelos o que deu margens a mestre Yub a falar de sombras, a necessidade de integração desta nossa parte a nossa psique. De como as sombras se bem canalizadas se transformam em nossos maiores aliados. De como o fato de temer as nossas sombras em suma esconde os nossos potenciais mais latentes. E aqui deixo uma pergunta para mestre Yub: saturno no mapa para vc representa nossas sombras?
 
YUB: não somente Saturno pode representar a Sombra, Kél. Mas qualquer POSICIONAMENTO ASTROLÓGICO. No caso de Saturno, como ele representa um talento que muito ambicionamos – e, ao mesmo tempo, tememos – realizar, ele parece evidenciar mais claramente a Sombra. Por quê?
 
Porque A Sombra não é somente um conteúdo que rejeitamos conscientemente e “o jogamos” para as profundezas do inconsciente – o que pode gerar sintomas físicos, psíquicos, energéticos que resultam em AUTOSSABOTAGEM.
 
A Sombra também é um conteúdo (leia-se talento) que possuímos, mas tememos, relutamos, resistimos aceitar que temos, desenvolvermos e o expressar.
 
Assim, uma pessoa com Saturno em Gêmos (e/ou na Casa 3 e/ou em Aspecto com Mercúrio) tem o talento de se realizar (Saturno) por meio da escrita, do que comunica (Gêmeos;Casa 3;Mercúrio). Se tal pessoa reluta a cobrança interna para superar seus medos quanto a expor suas idéias, seus conhecimentos e se comunicar habilmente, ela estará reprimindo o desenvolvimento desse talento comunicativo.
 
Com isso, ela poderá invejar as pessoas que falam/escrevem bem, ter raiva de quem sabe usar as palavras para se destacar e ganhar a vida. Desse modo, tal pessoa com Saturno em Gêmeos/Casa 3/aspecto com Mercúrio poderá desenvolver sintomas físicos, emocionais, energéticos que retratem essa resistência em desenvolver e expressar seus dons intelectuais e comunicativos. Esse conteúdo psíquico vai se acumulando no inconsciente e pode trazer problemas de todas as ordens para tal pessoa.
 
A Sombra foi gerada em função da repressão desse talento. E lhe minará as energias, porque gastamos MUITO MAIS ENERGIA com a repressão e a resistência do que se deixássemos nossos medos aflorarem e os enfrentarmos naturalmente na prática…
 
É vitalizante lidar com o medo, com a energia que estávamos desprendendo para fugir do medo de encarar o que o medo nos revela sobre nós mesmos e nossas necessidades mais íntimas. Por isso, quando lidamos conscientemente com a Sombra, nos sentimos altamente VITALIZADOS, cheios de vida!!!
 
Portanto, não somente Saturno representa a Sombra. Embora ele possa ser visto mais claramente como o que a Sombra significa… uma vez que o posicionamento astrológico de Saturno nos revela o que tanto temos medo e preferimos reprimir, negar, espernear e resistir.
 
KEL:
Aqui abro uma nota para divagar um pouco. Coloquei na parte teorica da aula a mandala astrologica de cada um dos participantes que preencheu o questionário inicial. De forma geral chamou-me a atenção os steliuns nos mapas, mais precisamente os em escorpião. Desta combinação o de um dos participantes eu quardei na cabeça que tem um stelium de casa 8, justamente em escorpião. O mestre simbolico Yub chamou atenção imediata para a sensação de perseguição, de paranoia, a necessidade profunda de lidar com o que denomino de trevas, isto é, os aspectos mais soturnos e noturnos da psique. Falou igualmente dos potenciais relacionados a cura psicologicas profundas que tal combinação poderia representar para as pessoas. De como conseguiria chegar em locais e camadas nas quais grande parte de nós não chegamos e auxiliar as pessoas em um processo de renascimento e transformação, justamente em aspectos como morte, sexo, mistérios.
Pois bem, mister 5  na semana seguinte a sua primeira vinda a nossa reunião ficou “travada” energeticamente. Fui ver o que se dava e percebi a presença de um exu e uma pomba-gira. Conversamos, eles me falaram algumas coisas, pintei um quadro, em verdade dei algumas pinceladas, mas nao compreendi o cenário.  Duas semanas depois mae falou para ela procura o médico e na mesma semana, ela ficou hospitalizada. Nas semanas seguintes voltamos a conversar e falamos de umbanda, de exu, de obsessores e principalmente da força que ela tinha e nao canalizava. De como estas forças estavam reprimidas e se voltando contra ela. De como parte disso estava em como a gente iria olhar o fenomeno e interpretá-lo. Pela ótica kardecista mister cinco estaria sendo perseguida por dois obsessores a seculos. E o enredo da história se daria no nivel das práticas da magia, ela teria sido uma bruxa que abusou em especial da sexualidade, da sedução, retirou muitos homens de casa, da familia e que dois destes seres estariam querendo vingar-se dela. Na perspectiva da umbanda é provavel que fossem vistos como eu os vi, um exu e uma pomba-gira querendo trabalhar e pedindo para trabalhar. Isto é querendo que esta energia de poder seja manifestada e utilizada, mas mister cinco segura, reprime ao ponto de sentir dores físicas. O pessoal da nova energia nao faria registro desse fenomeno, escapa a maioria deles percepçoes mais recrudescidas do campo astral. De qualquer forma uma possibilidade de interpretação do fenomeno seria o de ver a pomba-gira e o exu como aspectos dela mesma, de um outro tempo, de um outro momento, que tanto pode ser físico, como pode ser eterico, ou seja, de uma vida vivida na matéria ou de uma vida vivida no plano astral. De qualquer forma são partes que pediriam uma re-integração, uma reunificação com o que mister cinco é hoje, esta sendo agora. Mas nao apenas ela como todos nós recusamos isso em nós de maneira imediata. Temos um temor desta força, disto que consideramos erronamente de poder. Este medo congela, trava, afasta e a maioria das pessoas temem os exus, o que implica dizer, que temem a propria força. E foi esta a mesma interpretação que mestre Yub fez mediante a astrologia a partir de um único posicionamento ( o stelium de casa 8 em escorpiao). No final voltaremos a falar mais sobre isso. Na penultima semana ela falou dos sonhos, vimos este aspecto astrologico no mapa dela e as relaçoes simbolicas se aprofundaram ao infinito.
 
(3) Imersos neste universo de sombras foi linkada a terceira matriz dada por duas participantes que recebem alguns avisos via sonhos. No entanto, uma em especial relatou trabalhos que ela recebia de pessoas conhecidas e desmanchava, enviando de volta ou nao. Esta pessoa narrava uma relação causal mto interessante, as vezes envolta nas sincronicidades.
 
(4) A quarta matriz estavam inseridos dois participantes que diziam nao se lembrar de nada dos sonhos, nem das sensaçoes  provocadas durante o mesmo. Um alegou que chega em casa tão cansado que apaga completamente. Outro diz nao se recordar, mas costuma durante a noite dar solavancos, chutes, murmurar, discutir enquanto dorme, mas nao se recorda. A todos Yub falou do caderno de anotação, do treino e da paciencia, do esmero para se lembrar. Falou do pedido a propria consciencia para que se lembre dos sonhos e da riqueza e importancia de lidarmos com o nosso proprio universo onirico.
 
(5) Dentro de um quadro proximo ao de cima, ou seja, o do esquecimento, estaria eu, que desde alguns desdobramentos em um trabalho que realizava com os dependentes quimicos, pedi para nao recordar mais dos mesmos. Todavia, quando escrevo, eles vao retornando à memoria. E uma outra participante que narra seus sonhos e eles oscilam entre a premonição e os desdobramentos. Narra os cenários dos mundos espirituais, da vontade de nao acordar e ficar por lá.    
 
Feita esta dinamica, Luis Soares e o poeta conversaram conosco sobre a reunião. Agradeceram demasiadamente ao que foi dito e explorado, a saber, as relaçoes entre os universos oniricos e a realidade, em verdade, talvez seja isto que eles tanto disseram, elogiaram e eu na hora nao compreendi e talvez nem na semana passada. Eles ficaram profundamente contentes com a dinamica da aula, porque mediante a mesma, eles puderam tocar o espiritual sem recorrer a religião. Eles conseguiram mostrar, embora nao tenha ficado claro para todos, que o espiritual esta dentro de cada um e nao fora. E que o acesso, o interesse por nosso universo onirico, por nossa dimensão simbolica é um interesse pela espiritualidade que existe em nós, em um profundo dialogo com o mundo e com o universo.
 
YUB: Maravilha! Só tenho a agradecer ao Kél e ao pessoal pela oportunidade de falar sobre algo que tanto amo: SONHOS!! Compartilhar o que já vivi e vivo, a partir da condução dos SONHOS, é um prazer imenso pra mim! Valeu Kél e pessoal!!
Beijãozão nocês…
Yub


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Agora sou um Escritor de Romance Policial!!!

YESSSSSSSSSSSSS!!

Meu conto no estilo policial-suspense foi selecionado para a ANTOLOGIA BECO DO CRIME – O MELHOR DA LITERATURA POLICIAL!!

O livro será publicado em Setembro, pela Editora Multifoco. Terá 22 contos. E um deles é o meu: NA MENTE DO PSICOPATA.

http://www.becodocrime.net/not%20livros%20resultado%20antologia%20beco%20do%20crime.html

São os meus primeiros passos para a realização de meu sonho: escrever romances policiais repletos de suspense.

Ou seja, viagem ao Rio já programada para SETEMBRO!!! Aproveitarei e visitarei o pessoal querido do PERSONARE!!!

AGRADEÇO A TUDO E A TODOS!!
Yubertson Miranda


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CQC e Astrologia: Experiência Prática!!

 

Saudações ASTROLOGICAMENTE VIVENCIAIS a todos!!
 
Quer aprender Astrologia Horária? Tire o Mapa do momento que você viveu algo e compare com o colorido desse evento.* UAU…
 
*óbvio que levando em consideração a cidade/estado/ país do referido evento que você viveu, ou seja, ONDE viveu.
 
Quando há algum Planeta junto ao Ascendente, tal como ocorreu por volta das 21 hs de hoje, nuh! O colorido desse Planeta fica escancarado no evento.
 
Por volta das 21hs, então, Jupiter conjunto a Netuno no Ascendente me mostrou algumas belas manifstações.. .
 
Grandes (Jupiter) confusões (Netuno) e distrações (Netuno) nas situações que viveu, seja quais forem.
 
Também rolaram algumas divagações filosóficas (Júpiter) inebriantes, extasiantes e quase místicas (Netuno) com algum grupo (Aquario, onde tal Conjunção se dá).
 
Tá rolando o CQC agora. E por falar em Mapa do Momento para sacar o colorido do evento, na segunda-feira passada (15/06/2009) , URANO (SURPRESA INUSITADA, ACIDENTE, INESPERADO) rolou legal!!
 
O Marco Luque, ao fazer embaixada no programa, errou e quebrou o copo de vidro na mesa com a bola. A cara de URANO no ASCENDENTE em Peixes do momento.
 
Enfim, é observando a prática que se aprende verdadeiramente a teoria.
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Dia dos Namorados – Reflexões a partir de Libra/Casa 7

Uma das primeiras ilusões que o terapeuta de casal precisa destruir, e a mais dura de morrer, a idéia de que o casamento é aquele ambiente idealizado em nossa infância, onde somos amados sem reservas e tudo funciona por conta própria, e, se não funcionar, é culpa do outro.

 

Kitty LaPerrière

 

            No Mapa Natal, a Casa Astrológica que retrata mais diretamente a relação afetiva é a Casa 7. É conhecida, na Astrologia Antiga, como a Casa do Casamento. Neste Dia dos Namorados, quis escrever algo a respeito de relacionamento. Então, a Cris – aqui ao meu lado –, estudando para a prova final de Sistêmica na semana que vem, compartilhou comigo a frase acima.

            Foi o click que precisava para me inspirar e criar este post aqui no Blog. No instante em que a ouvi, eu me lembrei do Signo de Libra. O domicílio desse signo é a Casa 7. Retratam uma dinâmica que nos permite refletir sobre alguns obstáculos presentes numa relação afetiva.

            Observo o quanto Libra evita conflitos. Sente-se bastante incomodado com a desarmonia e o desequilíbrio que ocorrem com os desentendimentos. E, muitas vezes, para não sentir esse incômodo, tende a relutar em admitir que há divergências no seu relacionamento. Não admite que há ajustes a fazer. Prefere manter a aparência de paz e tranquilidade. Enquanto várias insatisfações reinam verdadeiramente no seu vínculo.

            No seu culto à paz, Libra confunde a paz estática com a paz dinâmica. Ou seja, acredita que a paz é mantida “por conta própria” e os conflitos se esvaem também “por conta própria.” Tem dificuldade de perceber que a paz é conquistada a cada nível de entendimento alcançado por meio da superação dos conflitos mais prementes existentes entre um casal.

            A fim de uma união afetiva ser estabelecida e, com ela, a calma, a tranquilidade, a paz e a harmonia marcarem presença, demanda-se o enfrentamento direto e objetivo das divergências e diferenças que estão provocando os conflitos num relacionamento. Nesse movimento de aceitação dos conflitos, de entendimento das insatisfações e de resoluções justas entre cada parte que forma um casal é que a união é alcançada de maneira bem satisfatória. O laço que unifica o casal atinge uma nova oitava, um novo patamar de paz, harmonia e tranquilidade.

            Esse estado pacífico em breve passará por uma nova fase de divergências a serem ajustadas e resolvidas. E a paz ser restabelecida novamente. Não há como alcançar uma harmonia num relacionamento e tentar manter esse nível de paz ad infinitum. Isso é impossível. Não reconhecer nem aceitar que os conflitos virão novamente, sempre e sempre, é tapar o sol com a peneira e se focar numa ilusão. A ilusão da “idéia de que o casamento é aquele ambiente idealizado em nossa infância, onde somos amados sem reservas e tudo funciona por conta própria, e, se não funcionar, é culpa do outro.”

            E, com isso, os conflitos se acentuarão. Porque as divergências, diferenças e insatisfação crescerão, na mesma proporção que nos recusarmos a enxerga-las, aceita-las, admiti-las e procurar resolve-las. Porque quando a crise for realmente reconhecida, quando o conflito for de fato percebido, poderá ser tarde demais. E o sofrimento ser maior do que o que seria necessário para resolver aqueles primeiros sinais de desentendimento surgidos lá atrás. Além da relação correr o risco de não ser mais reconstruída.

            Então, se nosso lado Libra/Casa 7 se conscientizar de que a verdadeira paz num relacionamento é a paz dinâmica, teremos melhores condições de dar e receber afeto de uma maneira bem mais satisfatória e enriquecedora – tanto para nós quanto para quem a gente namora.

            Beijos unificadores nocês…

            Yub

 


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Conectando Trimestres Pessoais com Ano Pessoal

Compartilho com vocês dois exemplos de pessoas que estão no Ano Pessoal 1 desde 01/01/2009. Ao final, explico como é o cálculo do Ano Pessoal e dos Trimestres Pessoais.

 

 

Caso 01: o jogador Kaká (nasceu dia 22/04).

 

            Seu Ano Pessoal: 37/10/1

           

No 1º. Trimestre de 2009, Kaká estava no Trimestre Pessoal também simbolizado pelo Número 1. Foi procurado pelo Real Madri e houve especulações de que o Chelsea também estava interessado em contrata-lo.

            Kaká foi taxativo: vou me aposentar no Milan. Descartava as propostas. E mantinha-se fiel ao clube italiano, resistindo a mudar sua vida significativamente (Ano Pessoal 1). Afinal, uma transferência para a Espanha alteraria por completo sua vida já estabelecida há anos na Itália.

            Porém, não houve a transação no 1º. Trimestre de 2009.

 

            Neste 2º. Trimestre de 2009, Kaká se encontra no Trimestre Pessoal 9. Um ciclo simbolizado pelo Número 9 representa um momento propício para finalizações. Concluir algo, colocar um ponto final e fechar determinadas pendências costumam ocorrer em um período assim. Ao mesmo tempo, um sentimento de perda (ou até uma perda, inclusive) pode dar o ar de sua graça.

            Desta vez, o Real Madri veio com tudo. O presidente do Milan se mostrou interessado na venda de Kaká. Porque precisa desse montante de dinheiro. E o jogador brasileiro aceitou a proposta do time espanhol.

            Portanto, Kaká conclui (Trimestre Pessoal 9) seu ciclo na Itália em função de um novo ciclo e um novo projeto de vida (Ano Pessoal 1) na Espanha. E pode estar vivendo essa situação como se fosse uma perda (Trimestre Pessoal 9).

 

            Como a partir de Julho (no 3º. Trimestre), estará no Trimestre Pessoal também simbolizado pelo 1, estará mais disposto a iniciar uma etapa marcada por uma significativa renovação (Trimestre Pessoal 1 e Ano Pessoal 1) – quando, efetivamente, deve iniciar suas atividades profissionais no Real Madri.

 

 

Caso 02: Cláudia Leite (nasceu dia 10/07).

 

            A cantora baiana também está no Ano Pessoal 1. E neste 2º. Trimestre viveu um drama com a doença de seu filho. Quase o perdeu (Trimestre Pessoal 9). Viveu o sentimento de perda (TP 9). E deixou claro que isso não a atrapalharia de trabalhar. Muito pelo contrário, lhe deu forças para continuar firme em seus projetos pessoais.

            Costumamos observar num Ciclo 9 e também num Ciclo 1 (seja de curta ou de longa duração) a possibilidade de passarmos por um renascimento. É o que Cláudia Leite deixou bem claro em suas entrevistas, em função do que teve de passar com seu filho neste 2º. Trimestre de 2009.

            Os shows que a cantora deverá fazer neste 3º. Trimestre de 2009 (seu Trimestre Pessoal simbolizado também pelo 1) serão coloridos pela tonalidade da significativa renovação (TP 1 e AP 1). Se bobear, um novo projeto (TP 1 e AP 1), tal como um novo disco, pode pintar na trajetória de Claudia Leite.

 

Dentro do Ano Pessoal de cada um, a dinâmica desse Número será mesclada com a dinâmica de cada Trimestre e de cada mês respectivo… Tudo isso vai colorir o “clima” do Ano Pessoal.

Portanto, aqui está!!

Ano Pessoal: (Dia + Mês de nascimento) + Ano vigente/Ano Universal. No caso, 2009.
Ano Pessoal 2009 para quem nasceu dia 30/12: 30+12+11 = 53/8.

CÁLCULO DOS TRIMESTRES PESSOAIS:

O **1o.Trimestre** tem a simbologia do nosso **Ano
Pessoal**, ou seja, em Janeiro, Fevereiro e
Março, a pessoa que nasceu Dia 30/12 está no 1o.Trimestre
simbolizado pelo 53/8 (Ano Pessoal).

O **2o.Trimestre** tem a simbologia da **soma
envolvendo o nosso Ano Pessoal + (Dia e Mês em
que nascemos)**.
Ou Seja, 53 (Ano Pessoal) + (30+12) = 53+42 = 95/14/5. 
2o.Trimestre de 2009 (Abril, Maio e Junho) existe a
dinâmica do Número 5 (cinco).

O **3o.Trimestre** tem a simbologia da **soma do
1o. e do 2o.Trimestres** (53 + 95 = 148/13/4).
Então, em Julho, Agosto e Setembro, Trimestre Pessoal
simbolizado pelo número 4 (quatro).

E o **4o.Trimestre** tem a simbologia da **soma
entre o Ano Universal e o nosso Ano Pessoal**, ou
seja, 11 (2+0+0+9 do 2009) + 53 do Ano Pessoal
= 64/10/1. Em Outubro, Novembro e Dezembro, 
Trimestre Pessoal simbolizado pelo 1 (um).

Beijãozão nocês…

Yub


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Como lidar com a crítica?

Você já reparou uma reação bem comum quando alguém diz que vai fazer uma crítica a algo que dissemos, escrevemos ou expomos? Na maioria das vezes, nós cruzamos os braços e olhamos desconfiados para a pessoa que irá nos criticar. A simples menção da palavra crítica já nos incomoda. Temos medo de ser feridos.
Por que costumamos reagir tão defensivamente? Denunciamos, com essa reação, nossa insegurança? Há um receio de que o que comunicamos ou fizemos não é bom o suficiente e será abalado pela crítica?
Afinal, nem sempre o que nos foi criticado diz respeito diretamente a um erro nosso. Em outras palavras, quando recebemos uma crítica, precisamos respirar fundo e tentar compreender o que leva uma pessoa a criticar o que expressamos. Porque nesse processo, há um elemento crucial que pode nos revelar causas até então desconhecidas sobre quem critica.
Um exemplo costumeiro é percebido nas frases generalistas, repletas de preconceitos, que saem da boca de muitos de nós.Quando, numa roda entre amigos e amigas, alguma mulher fala como se frustrou em seu namoro por causa de uma atitude imatura de seu namorado, uma frase costuma irromper neste círculo social: “Homem não presta mesmo!”A tonalidade revoltada e a ferocidade emocional dessa opinião crítica contra todos os homens, talvez retrate mais a crença destrutiva que a própria pessoa carrega consigo sobre o sexo oposto do que a opinião sobre a falta de maturidade do namorado da amiga.
Outra situação semelhante é a de pessoas que não lidam muito bem com o dinheiro e as questões práticas do dia-a-dia. Elas, quando, por exemplo, se encontram no Ano Pessoal 8 e lêem ou ouvem de um numerólogo os desafios materiais que terão neste período, podem ter uma reação desproporcional. Talvez se sintam tão incomodadas com a necessidade atual de averiguarem seus hábitos com relação ao dinheiro que podem criticar as tendências para tal época de sua vida. Tal reação pode, portanto, refletir a presença de crenças negativas que o crítico carrega consigo quanto ao aspecto financeiro.
Críticas veiculadas com teor cortante e marcadas por generalizações injustas precisam ser compreendidas por quem é alvo das mesmas. Pois se o criticado sente-se inseguro com o que expôs, poderá se abalar. E ter uma reação de não mais expor o que foi criticado ou querer mudar tudo simplesmente para agradar o crítico. Já pensou se Paulo Coelho fosse mudar sua forma de escrever seus livros para agradar cada crítico que o ataca?
Não estou dizendo que devemos ignorar o conteúdo das críticas que recebemos. É importante, sim, nos questionar até que ponto o que foi criticado em nós e na nossa expressão merece ser levado em consideração e aprimorado. Afinal, existem muitas críticas construtivas. Apenas estou enaltecendo o quanto uma crítica tão violenta, generalista e povoada de farpas desproporcionais revela muito mais as limitações e crenças negativas do próprio crítico do que uma falha na questão ou pessoa criticada.
Beijãozão nocês…
Yub
Artigo originalmente postado na revista Personare (http://www.personare.com.br/revista)
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É melhor ser feliz ou ter razão?

Atitudes orgulhosas podem nos aprisionar e custar um preço alto demais
Ao assistir o filme O Leitor, do diretor Stephen Daldry, uma característica da personagem de Kate Winslet me chamou a atenção: o orgulho. Hanna Schmitz, vivida por Kate, é uma das ex-carcereiras do campo de concentração de Auschwitz na época da Segunda Guerra Mundial. E vai a julgamento, junto com outras ex-guardas. É acusada de ser a mandante de uma ordem cujo resultado foi a morte de várias judias. Para confirmar se Hanna realmente assinou o relatório que comprovaria sua responsabilidade na autoria do episódio, o juiz pede que ela escreva seu nome num papel. Ela, analfabeta, prefere assumir a culpa a declarar que não sabe ler nem escrever.
E nós, quantas vezes, ao tomarmos uma atitude orgulhosa, também não nos aprisionamos? Você se lembra de circunstâncias em que preferiu sofrer uma penalidade repleta de dor por causa de seu orgulho?
Enxergamos o quanto é desgastante, por exemplo, lutarmos por fazer valer nossa própria opinião sobre outra, a de alguém muito querido, só porque não queremos admitir que estamos errados. Por orgulho, nos recusamos a reconhecer que o outro está com a razão e nós equivocados. Preferimos insistir no nosso ponto de vista, só porque tememos parecer, de algum modo, inferior. Teimamos em apresentar uma imagem superior.
Em outras palavras, pagamos um preço muito alto para que essa máscara de falsa superioridade seja mantida. Achamos que esse preço de manter o orgulho intacto será menor do que o incômodo de afirmarmos nossas limitações e erros.
Acabamos, com isso, deixando um rastro de efeitos nocivos ao nosso redor, para nós e para as outras pessoas. É como um médico, por exemplo, que não assume seus limites e mantém orgulhosamente uma fachada de superioridade por aparentar saber fazer certos procedimentos técnicos. Ele poderá ser duramente desmascarado quando chegar um paciente e lhe exigir a execução eficiente desse procedimento que falsamente emite saber. Essa decisão orgulhosa talvez coloque em risco a vida do paciente, leve sofrimento à sua família e decrete o fim de sua carreira. Vale a pena pagar o preço desse orgulho?
Não seria muito mais construtivo e benéfico reconhecer suas limitações, pedir sinceras desculpas por qualquer erro e se dispor a aprender – e corrigir – o que o seu orgulho anteriormente impediu de aprimorar? Além do aprendizado vindo com o aprimoramento, ganha-se a consciência tranquila por ter agido sabiamente. E isso não tem preço, pois traz liberdade perpétua. Afinal, a disposição em aprender nos liberta das amarras do orgulho. É como diz a frase popular: “Entre ser feliz e estar com a razão, prefiro ser feliz.”

Beijãozão nocês…

Yub
Artigo originalmente postado na Revista Personare:
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O Louco e o movimento antimanicomial!!

Saudações SABIAMENTE LOUCAS a todos!!

 

Em 1997, há um ano cursando filosofia na PUC, fui com meu amigo Kélsen André num ciclo de palestras na Associação Médica aqui em BH. O movimento antimanicomial surgia com o lema Liberdade ainda que tan tan. Refletia o lema da bandeira de Minas Gerais: Liberdade ainda que tardia.

 

No dia 18/05, a luta antimanicomial se manifestou nas ruas de BH e em várias faculdades de uma maneira muito bela. E o Kél me enviou um e-mail. Divulgou isto:

 

O Poema é de Victor Martins dos Santos e chama Quem é louco?

 

Quem é louco?

Ele que ouve vozes

Ou você que nunca ouve ninguém?

Ele que vê coisas

Ou você que só se vê?

Ele que fala o que pensa

Ou você que fala sem pensar?

 

Quem é louco?

Ele que diz ser rei

Ou você que se acha um e não diz?

Ele que não controla seu humor

Ou você que finge ser estável?

Ele que cria neologismo

Ou você que não sai dos estereótipos?

 

Quem é louco?

Ele que tem fuga das idéias

Ou você que não abre mão das suas?

Ele que não dorme a noite

Ou você que passa a vida inteira dormindo?

Ele que tenta se matar

Ou você que se mata todos os dias?

 

Em fim quem é louco?

Ele que não se mascara

Ou você que tira a máscara e vive uma vida de fantasia?

Quem é louco?

Que tire a máscara antes de perguntar.

 

Esse poema me lembrou bem a dinâmica do Arcano O LOUCO do Tarot.

 

 

 

 

Quando esse símbolo se apresenta, podemos ouvir as vozes repressoras da sociedade:

 

– Trate de se vestir direito.

– Coloque roupas que combinem.

– Pare de andar tão desleixado e distraído.

– Concentre-se.

– Olhe para frente e preste atenção no seu caminho.

– Ande corretamente.

– Tome modo, moço!

– Seja responsável!

– Você TEM de ser assim, assim e assado.

– Faça sempre deste jeito!

– Não ouse arriscar-se; siga na linha.

 

Enfim, conselhos que a sociedade e nós tendemos a cobrar dos loucos e do nosso lado “Louco.” Ficamos incomodados com a liberdade, o desapego e o desprendimento do Louco. Sua imprevisibilidade nos assusta. Pois não há como esperar um comportamento formal, padronizado, “correto”, seguro.

 

E por essa impossibilidade de controlar o inovador, o não-convencional e “o que dá na telha”, os loucos e nossa faceta “Louca” nos assombram. Ficamos desconcertados, temerosos do que poderá acontecer, do que um louco poderá fazer. E dos efeitos dessas ações imprevisíveis, ousadas, surpreendentes.

 

Quando encontramos um mendigo, um louco na rua (uma Estamira, por exemplo), algo em nós fica nervoso, ansioso, sem saber como reagir a uma presença que não se apega a rótulos e padrões. Qualquer atitude pode surgir dali.

 

Quando conversamos com um mendigo, um louco na rua (uma Estamira, por exemplo), podemos ouvir os maiores disparates desconexos. E também frases, reflexões e olhares repletos de sabedoria. Mas precisamos estar abertos ao inesperado e às surpresas para sermos brindados pelo conteúdo inusitado que sairá deles.

 

Precisamos aceitar e dar vazão à nossa faceta O Louco para recebermos esse elixir surpreendente dos loucos, o qual poderá ampliar nossos horizontes perceptivos. São encontros marcantes…

 

Beijãozão nocês…

Yub


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Criminal Minds, Grey’s Anatomy, Smallville e The Mentalist!

No final de semana passado e neste, me deliciei com o final de temporada das séries que AMO!!

 
 

O final de Grey’s Anatomy foi SURPREENDENTE!!! Fico maravilhado com a criatividade e a inteligência de Shonda Rhimes. Ela consegue aperfeiçoar o PERFEITO!?!?! Quando crescer, quero ter idéias e escrever no mesmo nível de qualidade que Shonda… hehehe

 
 

The Mentalist, em sua primeira temporada, foi marcante. O episódio final, claro, precisava confrontar, de algum modo, o serial killer Red John e Patrick Jane. Não teria jeito é de matar Red John… porque a série terminaria… rsrs

 
 

Já Criminal Minds – minha série PREDILETA – também surpreendeu… Depois de resolvido o caso dos irmãos “O Médico e o Monstro” rsrs, Hoch se deparou com uma surpresinha nada agradável… Porém, mesmo assim, não foi possível encontrar no olhar de Hoch o medo. Impressionante… Ele consegue ser o cara que mais me convence de que não está representando. Parece ser realmente quem ele é na série. Eis um dos mais importantes atributos de um excelente ator…

 
 
 

Smallville foi uma decepção… está decaindo. Parece seguir o trajeto declinante de Heroes. Só que Heroes conseguiu essa decadência radical logo na 3ª.Temporada (não assisto mais). Já Small decaiu pra caramba na anterior (7ª.), com a morte de Lionel Luthor e a renca de super-heróis que invadiu o seriado.

Esta 8ª. Temporada foi fraquinha demais. Quando parecia que eles conseguiriam superar a saída de Lex Luthor ao criar um outro anti-herói (Davis Bloome) à altura do lado sombra (junguianamente falando) de Clark Kent (Superman), avacalharam tudo. Se fossem fiéis à mitologia da sombra, a qual não se destrói, mas se integra, teriam ido bem. Essa era a intenção de Clark (vide último episódio). Porém, não foi mantida pelos diretores e escritores da série.

Uma pena, pois recriaram bem o mito de Hades (Davis Bloome) e Perséfone (Chloe Sullivan). Esta vivia metade do ano no mundo dos Ínferos, ao lado de Hades, e a outra metade na superfície da terra, ao lado de sua mãe. Chloe fez esse sacrifício por Clark. Mas não durou muito. Arrumaram um jeito de trucidar o vilão e o colocarem de um modo infantil. Enfim, não gostei (MINHA NAMOLADA QUE ME PERDÕE – MAS ELA SABE DESSA MINHA OPINIÃO rsrs)!!! Aliás, se não fosse por ela, não assistiria mais… hehehe.

 

Bem, é isso! Agora vai demorar alguns meses para assistir as novas temporadas. Também agradei de Private Practice (claro, só podia ser da GENIAL Shonda Rhimes). O bom de não ter mais série é que terei mais tempo para ler e escrever, principalmente aqui no Blog. rsrs

 

Beijãozão nocês…

Yub

 


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Tragédia ou oportunidade? Carl Rogers e um exemplo inspirador!

Ontem à noite, eu e a Cris assistimos um filme comovente e inspirador. Chama-se Meu filho, meu mundo. Uma história verídica de uma criança autista: Raun Kaufman. Seus pais (o casal que está no vídeo acima) tiveram de se virar sozinhos para ajudar seu filho. Chegaram a procurar diversas ajudas profissionais para auxiliar Raun, o qual foi identificado com autismo severo. Doze dos treze sintomas eram manifestados por ele. E não conseguiram encontrar uma terapia realmente humana na época (por volta do início dos anos 70).

Desse modo, Barry e Samahria Kaufman decidiram ajudar Raun segundo os princípios que acreditavam (e praticavam) em suas próprias vidas. Conseguiram. E acabaram criando o método Son-Rise. Eles têm uma fundação para crianças autistas. Raun foi o primeiro autista beneficiado por tal programa.

Segundo Samahria, quando as pessoas perguntam como eles desenvolveram os princípios do programa de seu filho, ela diz que, para responder, precisa voltar à época antes de Raun nascer. Com a palavra, Samahria Kaufmam:

“Naquela época, Barry e eu estávamos em um processo de auto-descoberta. Isso envolvia descobrir e mudar as crenças que alimentavam os nossos medos, os julgamentos, as angústias. E transforma-las em algo que nos fizesse sentir bem conosco e com tudo em nossa vida. Quando Raun nasceu e foi diagnosticado com autismo, já éramos pessoas bem diferentes. Somente por causa de nossas mudanças pessoais que pudemos acolher essa criança em nossas vidas como fizemos: o percebíamos, víamos seus comportamentos e os desafios como uma oportunidade para nós. Ainda não sabíamos o porquê da oportunidade. Mas era uma oportunidade. E não uma tragédia em nossas vidas. Sentíamos que a presença dele era uma dádiva. Assim decidimos. Realmente decidimos que seríamos esperançosos sobre o futuro.”

Tenho me deliciado com a psicologia de Carl Rogers: A Psicologia Humanista. **Uma pausa para dizer que Rogers era (tinha de ser, né? rsrs) capricorniano (08/01/1902). http://www.astrotheme.com/portraits/JPE58LLQBp7F.htm ** Ele acreditava na capacidade do ser humano, no potencial do ser humano em se tornar livre para criar o seu futuro.

O que me deixou comovido no exemplo inspirador do casal Haufman foi justamente a coragem e a fé deles no potencial de Raun para se curar do autismo. “Acreditávamos que nossa atitude de aceitação seria mais atraente e convidativa para ele do que uma desaprovação.”

Raun, depois de ter demonstrado um progresso considerável, falando, aprendendo e participando da vida social, regrediu e apresentou todos os sintomas novamente. Foi um choque para seus pais e irmãs. Porém, eles aceitaram esse fato. Não a falsa (e passiva) aceitação que a gente costuma ter perante o inevitável e a realidade dos fatos. Muito pelo contrário. Eles aceitaram ativamente essa escolha de Raun. E diziam que, se ele quisesse, sairia novamente de seu mundo recluso e participaria novamente do “nosso mundo.” Continuaram acreditando no potencial de Raun para essa transição. Mas, seja qual fosse a escolha dele, seria respeitado, aceito e amado.

Quer gesto de amor mais nobre do que o de deixar/aceitar a outra pessoa ser do jeito que ela é, demonstrando nosso amor constantemente, MESMO ASSIM? Ou seja, não forçar a barra para que ela seja como NÓS queremos que ela seja? “Quando estamos com alguém que nos ama do jeito que somos, que nos aprova assim, somos diferentes com essa pessoa. Nós nos abrimos mais para ela. Nós nos sentimos mais ligados a ela. Ao contrário de como seríamos com quem nos julga ou mostra não aceitar algo em nós. Somos diferentes com essa pessoa. Com as crianças ocorre o mesmo. Elas percebem isso. Então, a aceitação era muito importante.” (Samahria)

O sonho dessa faceta de minha personalidade simbolizada por meu Urano na Casa 7 é viver essa atitude de aceitação e liberdade (Urano) em cada relacionamento meu (Casa 7) com cada amigo, parente, colega e inimigo. Graças aos Céus, eu e a Cris (uma uraniana, claro! rsrs), nesses 4 anos, tentamos construir diariamente um relacionamento assim. E isso “não tem preço.”

Esse princípio humanista é a base de nossa relação, muito antes de encontrarmos uma psicologia que a esclarece de forma magistral (como é a de Carl Rogers). Sem ela, sem a PRÁTICA dela, creio que não estaríamos mais juntos. Ou estaríamos, mas sempre nos machucando, nos frustrando e nos fazendo sofrer. Não, não estaríamos. Não suportamos fazer isso um com o outro, com os outros, e nem com nós mesmos…

Beijãozão nocês…

Yub

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