A Estrela (no Tarot): A Clareza da nossa escuridão!

 

Numa reunião do nosso grupo holístico, no início deste ano, resolvemos usar o Tarot. Cada um tiraria uma carta das vinte e duas. O Arcano Maior que seria retirado dali representaria o tipo de aprendizado para o nosso 1o.Trimestre de 2008.

 

Eu e mais um integrante do grupo, dentre as 12 pessoas presentes, tiramos A ESTRELA. Aposto que a maioria dos estudiosos de Tarot diria que tínhamos um período promissor naquele 1o.Trimestre de 2008. Afinal, a Carta da Estrela é considerada MUITO positiva…

 

Eu também pensei nisso. E assim interpretei. Considerei que seria um 1o.Trimestre muito enriquecedor, que tudo fluiria de modo muito natural para nós dois expressarmos com autenticidade a nossa criatividade. Teríamos muito prazer ao sermos quem somos, ao veicular nossa natureza, com originalidade e espontaneidade (tal qual a personagem central deste Arcano Maior).

 

Não passou nem 15 dias e nós dois fomos parar no hospital. Ele, por ter piorado a intensidade da doença de Chron; e eu, por ter entrado numa crise e tanto de ansiedade, junto com uma infecção que não se descobriu a causa.

 

Fiquei “de molho” durante sete dias… Ele ficou hospitalizado e “de molho” em sua casa… Eu, só deitado, descansando ao máximo, e escrevendo. Escrevi muito, principalmente os sonhos que tive nesta época e as percepções a partir dos mesmos. Fui mergulhando em mim. Na mesma proporção e intensidade, escrevia sobre muitas questões pessoais, existenciais, espirituais, enfim, existenciais. Uma fase extremamente produtiva a nível criativo, expressivo e de autoconhecimento.

 

Foi então que me dei conta dA Estrela… Lembrei da dinâmica que fizemos no grupo. E o momento em que eu, o último a tirar uma carta, logo depois do G., também extraí A Estrela do monte…

 

Vivenciei o que A Estrela representa: obter clareza na escuridão e da escuridão. Quando o sol está a pino, a clareza reina. O sol ilumina tudo. E nos impede de ver as estrelas. E quando vemos as estrelas no céu? Quando o sol se põe e a escuridão reina. A Estrela só tem condição de brilhar quando a escuridão se faz presente. E cada estrela deixa marcado o seu espaço no céu noturno, tem a sua autenticidade.

 

Percebi, na prática, depois de alguns meses, o quanto eu e o G. nos tornamos mais nós mesmos, com o prazer de sermos quem somos, de sermos nós mesmos, de valorizarmos nossa personalidade, nossa individualidade. E, com isso, nós naturalmente nos tornamos mais criativos, espontâneos, naturais.

 

A Estrela mostrou-nos o que ela representa: nossa individualidade se manifesta, se desenvolve e ganha mais naturalidade para se expressar quando encaramos a escuridão, no sentido de ver ali a nossa alma. A paisagem de nossa alma costuma ser invisível na nossa vida em estado de vigília. A vigília da consciência solar/egóica dificilmente enxerga/destaca a luz da estrela da individualidade (eu interior).

 

Precisamos ir além da PERSONA que é visível a todos, mas que esconde os tesouros da alma. Muita energia está guardada no que a PERSONA acaba ocultando. Mas, para isso, continuando o processo, precisamos mergulhar ainda mais em nossa alma, tarefa da Lua (o próximo Arcano depois dA Esrela).

 

Beijãozão nocês…

Yub

 

 


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Das Sombras da Obsessão à Luz da Compreensão

 
Saudações LUMINOSAMENTE SOMBRIAS a todos!!
 
 
 
Numa das sempre enriquecedoras conversas que tive com meu irmão de alma (Kélsen André), falamos que o assunto Obsessões Complexas foi trabalhado pela primeira vez – de uma maneira bem aberta ao público – num encontro chamado Entremédiuns que ocorreu há alguns anos atrás.
 
Segundo o Kélsen, Entremediuns é um encontro espirita oferecido pela casa Everilda Batista, que discorre sobre temas, mini-cursos, palestras, etc… 
 
A mãe do Kélsen  leciona em uma escola que tem muitas educadoras espiritas de diferentes grupos e orientações. E um comentário que passou a circular não apenas entre elas como que na cidade e quiçá no Estado foi que após a participaçao dos mediuns no encontro mencionado, o numero de obsessão nos grupos, entre os mediuns, aumentou muitissimo.
 
Eu, então, comentei com o Kél que tudo aquilo em que incidimos nossa atenção, isso AUMENTA. Porém, POR QUE isso ocorre??
 
Uma estorinha para exemplificar:
 
Joãozinho está no seu quarto. É noite. Ele fecha a porta de seu quarto, apaga a luz e entra debaixo da coberta. Ouve um barulho. Será que é algum obsessor? Ele acabara de ler um livro espírita, falando justamente sobre a ação dos obsessores… Talvez fosse sua imaginação, despertada e acentuada pela leitura.
 
Ele cerra os dedos nas pontas da coberta, puxando-as para si. Procura fechar-se dentro do cobertor. Não quer ver o que está no quarto. Aquele barulho o amedronta. Prefere ficar ali, “trancado” debaixo das cobertas. Quem sabe assim ele se encontra mais protegido? Afinal, não há espaço ali debaixo da coberta para ninguém entrar, nem um espírito obsessor…
 
Se Joãozinho levantasse a coberta e olhasse ao redor, o espaço escuro de seu quarto seria MAIOR do que o da coberta; sem dúvida. Mas ele prefere não olhar. Afinal, não quer AUMENTAR a escuridão. Não quer enxergar MAIS escuridão.
 
Pena que Joãozinho não faz isso. Tudo bem que se ele assim o fizesse, a escuridão AUMENTARIA. Mas ele também veria o apagador e poderia acender a luz. Mas pra isso, ele precisa AUMENTAR sua visão do escuro. Precisa encarar essa ESCURIDÃO MAIOR para acender a LUZ.
 
E, infelizmente, nós – INICIALMENTE – nos assustamos com uma ESCURIDÃO MAIOR. Uma pena… porque escuridão é escuridão. A escuridão de um canto do quarto é a mesma do outro canto.
 
Do mesmo modo, as pessoas evitam falar da MORTE. Não… é melhor deixar quieto. Não falemos na dita-cuja. Preferimos não falar. Assim, quem sabe, evitamos lidar com o incômodo que seria provocado caso tivéssemos falado DELA, sobre ELA, a MORTE.
 
Preferimos não falar de uma DOENÇA. Não… é melhor não… Se falamos, corremos o risco de lidar com uma intensificação da dor que ela está gerando. É melhor evitarmos, deixarmos pra depois. Quem sabe assim a gente sare, né?
 
Tentamos escapar de tudo o que representa INCÔMODO pra nós. Evitamos enfrentar a MORTE, a DOENÇA e a ESCURIDÃO de frente. Encarar e trabalhar a Sombra é algo quase impraticável pra nós…
 
Temos medo do SABER porque temos medo de assumir as responsabilidades que vêm com o saber. Preferimos jogar tudo para debaixo do tapete.
 
Então, quando num ENTREMEDIUNS o assunto OBSESSÃO é trazido à tona, ÓBVIO que o incômodo AUMENTARÁ. Porque agora não tem como fugir mais. Agora nós TROUXEMOS À CONSCIÊNCIA o assunto e as implicações do mesmo. Agora não há como escapar.
 
Quando lemos um livro, o tema deste livro parece que é encontrado em cada esquina. Cada situação vivida por nós torna-se um espelho que reflete aquele tema lido. Vcs percebem isso com vcs também??
 
Um amigo psicanalista havia estudado umas 5 patologias profundamente. Qualquer cliente que lhe chegava, ele, naturalmente, enxergava no próprio alguma dessas 5 patologias. Será que o número de pessoas com essas 5 patologias AUMENTARAM??? Ou foi a ATENÇÃO a tais patologias que CAUSOU A IMPRESSÃO de que essas patologias AUMENTARAM??
 
Vejo o mesmo no ENTREMEDIUNS, no que essas pessoas falaram. A obsessão não aumentou. O que provocou essa sensação de aumento foi a CONSCIENTIZAÇÃO da obsessão. Ela rondava do mesmo jeito, pois as pessoas ali, muito provavelmente, continuavam do mesmo jeito.
 
Qdo comecei a me observar mais, enxergando certas tendências que não me faziam tão bem, por estarem acopladas a atitudes que também não me faziam bem, eu passei a me ver MUITO assim, com tais tendências. É como se elas tivessem aumentado. Quase achei que eu era SOMENTE a expressão de tais tendências. Parecia que eu não tinha outras qualidades e até mesmo outras fraquezas. Aquelas limitações sobre as quais eu INCIDIA LUZ, eu buscava me CONSCIENTIZAR, pareciam AUMENTAR CONSIDERAVELMENTE e tomar conta de minha personalidade.
 
Mas não… apenas estava mais CONSCIENTE delas.
 
Repare naquele dia em que vamos varrer nosso quarto. Na verdade, na véspera, já tínhamos observado quais os cantinhos que se encontravam mais sujos. Nuh!! Quanta poeira ali e acolá. E qdo fomos limpar – como nosso OLHAR estava FOCADO em LIMPAR as sujeiras – ENXERGAMOS SUJEIRA em outros lugares. Elas aumentaram tanto assim de um dia para o outro?? OU  foi a nossa CONSCIENTIZAÇÃO dessas sujeiras que nos fizeram ter a sensação de AUMENTO???
 
Na verdade, o que AUMENTARÁ a sujeira do quarto é JUSTAMENTE não nos CONSCIENTIZARMOS da EXISTÊNCIA delas e evitar LIMPÁ-LAS!! rsrs
 
Acho que poderia terminar minha mensagem aqui… rsrs Pra que falar mais? Essa frase que saiu aqui já falou tudo… rsrs Rodiei, rodiei, rodiei, escrevendo quase um tratado rsrs, qdo só precisava escrever apenas a frase inicial deste parágrafo acima!?!?
 
Aí é que nos enganamos…
 
Não basta apenas acendermos a luz do quarto para a escuridão que até então reinava ser iluminada. Ela não desaparece… Ela é INTEGRADA à luz.
 
Para chegarmos a esse ponto-chave, precisamos passar por um GRADUAL PROCESSO de auto-observação e auto-superação… Não basta Joãozinho sair da coberta e acender a luz. Antes disso, é necessário ele passar por um processo e tanto de autoconhecimento…
 
Por isso que muitas vezes evitamos nos relacionar, nos conhecer, estudar, participar de trabalhos espiritualistas, fazer terapia, etc…. porque FATALMENTE seremos lançados de volta para nós mesmos e teremos a oportunidade de intensamente nos ver com mais veracidade… porque nos veremos com mais intensidade…
 
É relativamente fácil nos relacionar objetivamente com as pessoas, tal como no estilo simbolizado pela Casa 7 da Astrologia. Mas aprofundar, intensificar a relação, criar mais intimidade, enfim, chegar no âmbito da Casa 8 é foda… o buraco é mais embaixo mesmo… vamos nos deparar com muitos medos, fraquezas, vulnerabilidades e o tanto de PODER que há nos mesmos, o tanto de FORÇA que fazemos para mantê-los debaixo do tapete…
 
Incidir esse olhar sobre a Casa 8 (nosso eu mais profundo) realmente faz com que vejamos nossas SOMBRAS (leia-se também OBSESSORES). E nesse VER, parecerá que tais SOMBRAS aumentaram. Na verdade, o fato de VERMOS é que causa essa SENSAÇÃO DE AUMENTO. Qdo, realmente, nossas SOMBRAS aumentariam se não as víssemos e lidássemos com elas…
 
Por isso, muitas vezes, a PSICOLOGIA é tida como MALDITA, como coisa pra louco ou ENLOUQUECEDORA…. Claro!! Se ela nos apresenta nossas SOMBRAS, é mais fácil AMALDIÇOÁ-LA do que trabalharmos nossos enroscos emocionais, sexuais, financeiros, espirituais, físicos, materiais, íntimos, psíquicos (Casa 8).
 
Tudo aquilo que desmistifica os TABUS é considerado MALDITO… Nelson Rodrigues é um MALDITO por revelar a faceta do ser humano que trai, por exemplo… Preferíamos nos enganar e deixar tudo como estava, maravilhosamente (aparentemente) harmonioso, belo, correto (Casa 7/Libra). Escorpião é considerado o signo MALDITO (a Casa 8 é seu domicilio). Os Anos Pessoais 7, 8 e 9 são considerados ANOS MALDITOS, porque nos “empurram” (caso nós mesmos, por escolha própria, não mergulhemos em nossas profundas insatisfações existenciais) a enxergar tudo aquilo que não está mais nos satisfazendo, nos agradando… OSHO é considerado um MALDITO. Porque nos desvela de maneira MAGISTRAL as nossas resistências à Vida, em TODOS os sentidos. ROBSON PINHEIRO é considerado um MALDITO por ousar fazer uma trilogia sobre as SOMBRAS do mundo espiritual que influenciam a nossa vida. FREUD foi considerado um MALDITO por nos revelar o INCONSCIENTE e certas questões sexuais… O Inconsciente sempre existiu. Porém, preferiríamos continuar jogando muito lixo pra debaixo do tapete do que nos conscientizarmos da existência do INCONSCIENTE. Malditos… sou fã dos MALDITOS…
 
O Senhores das Trevas, ou seja, os bandidos, os estupradores, os dragões, os carrascos, os magos negros são INSTRUMENTOS MALDITOS para compreendermos nosso lado MALDITO, assumi-lo, compreendê-lo e canaliza-lo LUMINOSAMENTE.
 
Qdo Chico Xavier falava o tanto de defeitos que tinha a cada pessoa que chegava comentando o quanto luminoso ele era, putz, ele estava nos mostrando que é impossível ser realmente luminoso sem a conscientização de nossas sombras.
 
É impossível chegarmos na luminosidade sagitariana sem antes termos passado pelas trevas malditas escorpianas. Mas nós queremos fazer esse salto… achamos que podemos pular essa etapa de nosso desenvolvimento simbolizada pela Casa 8. Queremos chegar ao DEUS da Casa 9 sem antes passar pelo INFERNO da Casa 8… Doce ilusão… Caíremos no lado superficial, preconceituoso e fanático das leis e princípios da Casa 9/Sagitário se não fizemos uma viagem anterior às densas nuvens sombrias da Casa 8.
 
É melhor vermos os obsessores como destruidores… porque assim também AINDA continuaremos sem alcançarmos a essência do aprendizado que nos chega através das OBSESSÕES, atualmente consideradas COMPLEXAS….
 
E quando o Kélsen diz que “a obsessão é a menina dos olhos dos centros espiritas. Obsessores são responsaveis por tudo que ocorre em um centro, da gripe do medium a queda do muro por falta de arrimo. Os obsessores é o ponto de fuga no qual direcionamos o peso que nos traz a visão kardecista de que somos os responsaveis pela nossa vida. O kardecismo traz muito de uma filosofia existencialista em que cada um de nós é o único responsavel por nossas escolhas, de que nossas açoes recaem sobre nós mesmos. No entanto, para aliviar o tamanho desta responsabilidade, nós responsabilizamos os obsessores, eles levam uma parcela significativa da culpa para aliviar a nossa consciencia e nos permitir um agir mais tranquilo no mundo, ou seja, não nos responsabilizando por tudo o que acontece.”
 
Eu concordo com ele…
 
Em vez do Diabo católico, os centros espíritas encontram o seu semelhante: os OBSESSORES/DRAGÕES. Em vez do pecado católico e de todo o inferno acoplado, os espíritas criaram o karma “ocidental” e todo o umbral/astral compatível… Mudaram os nomes, mas tudo permanece igual… Permanecemos colocando a culpa no EXTERNO para não termos o trabalho INTERNO de nos TRABALHAR, assumindo as responsabilidades pelo que escolhemos e fazemos conosco, com nossas relações e com nossa vida…
 
Aprofundando nessas questões de obsessões e obsessores, o Kélsen escreveu:
 
KÉL:
Mas o que são obsessores? Como eles se ligam a nós e nao a outros? Obsessores inicialmente eram seres desencarnados que por motivo de vingança, por maldade, por ignorancia interferiam na vida dos encarnados os prejudicando. Eles prejudicavam aproximando do individuo e provocando nele ideias fixas, sensaçoes, sentimentos que eram do desencarnado e nao do encarnado, o que tornava cada obsediado em um médium em potencial e cada pertubado emocional, intelectual em um obsediado em potencial.
 
De maneira que de certa forma e por determinado enfoque o centro espirita “vive” dos obsessores que levam os obssediados e dos obsediados que levam os obsessores, é uma retroalimentaçã o, que vai jogando consciencia e luz em aspectos que nao chegaria-se caso nao houvesse a tenue linha, divisão de luz e sombras.
 
Quero dizer que quando temos uma virose e procuramos ajuda médica auxiliamos a nós mesmos por termos buscado ajuda, aqueles que esão em nosso entorno por buscarmos tratamento e de certa forma aos virus por poderem ser estudados e tratados. Tirando a condição de objeto dado ao virus, que igualaremos ao obsessor, a reciprocidade é legitima, com a diferença é que muitas vezes não sabemos quem levou quem para a luz. Porem quando o medium chega ao centro espirito carregado por obsessores, com a vida travada em muitos aspectos e inicia um tratamento, ele esta auxiliando a si mesmo, aos que estão a sua volta e inclusive aos obsessores, de maneira que todos se beneficiam, se esclarecem a partir de uma condiçao sombria, nefasta.
 
Assim sabemos que os obsessores se ligam a nós por sintonia, por vibração, por frequencia modular mesmo, se a gente vibrar um tom acima, eles nao conseguem nos ver.
 
O ponto que eu gostaria de caminhar é o de que a obsessão era uma pratica aberta, sem muitas elaboraçoes, escamoteamentos e complicaçoes. O tratamento dela, a profilaxia dela era dado na atenção, no orai e no vigiai. os proprios obsessores na maioria dos casos queriam ajuda e se chegavam ao centro é porque pediram tregua, arrego. Se fossemos traçar uma linha poderiamos dizer que estas obsessoes eram passionais, isto é, a gente desvelava nelas uma relação de amor e ódio, como por exemplo: um relacionamento que em algum ponto alguem foi traido seja fisica, moral, espiritualmente.
 
As obsessoes hj tem sido cerebrais, articuladas, estudadas, analisadas. Há tempo nao realizo reunioes de desobsessão no plano material, (inclusive por falta de suporte para darmos sustentação material ao trabalho) mas acredito que já nao temos mais com a mesma frequencia o louco ciumento que persegue a mulherpor vidas a fio nao deixando ela casar, o escravo que persegue o senhorzinho devido aos maltratos, o sócio que persegue o outro por ter sido roubado. As obsessoes hj são estudadas com niveis de detalhes e requintes que assusta, como ilustração pensem no crime organizado, coloquem os caras uns quarenta anos a frente… é neste nivel que eles estão e tem agido no astral.
 
Eu comento:
YUB: porque nos percebemos seres mais complexos, creio eu, as obsessões se tornaram mais complexas…. rsrs pra mim lá é espelho de cá, porque, pra mim, lá e cá são a mesma coisa, somos nós mesmos… rsrs
 
KÉL:
Quero dizer com isso o que o Robison vem dizendo em seus livros ha tempos, que grupos vem relatando a anos as obsessoes mudaram. Dando volta no astral a gente encontra clinicas de obsessão, mais precisamente de empresas especializadas em obsessão na mesma forma que encontramos grupos especializados em assalto a banco, sequestro. Vc chega lá e contrata. A visão que alguns de vcs podem estar tendo é que eu estou falando de um lugar no lodo, na lama, com seres sujos e mal cheirosos, nao. Eu estou falando de lugares secos, arejados, ventilados, com uma iluminação branca bem aprazivel, com mulheres sorridentes no atendimento, chão de granito, portas douradas e médicos vestido de branco, impecavelmente alinhado, com um sorriso maroto que chega a ser confundido com mentor espiritual. De uma elevação, com uma gama de informação que nos desafia. Eles oferecem obsessão em pacotes que podem ir desde a manipulação ate os implantes que dá tanto comentarios e problematizaç oes.
 
Estes caras nao lidam com a passionalidade, pelo contrario, todas as açoes são estrategicas, estudadas, arranjadas, efeito domino, jogo de xadrez, movimentação de peça por peça para tentar alterar o tabuleiro da vida. São inteligentes, inteligentes é pouco, são inteligentissimos, conhecem a biblia melhor que os pastores e as praticas mediunicas melhor do que os dirigentes, uma tentativa de argumentção logica com eles é perda de tempo. Com isso estou dizendo que quando eles se dão ao trabalho de se manifestarem em um centro espirita é apenas para curtir com a nossa cara, chama-los a consciencia do que estão fazendo, a racionalidade de suas açoes nao adianta, pelo menos que eu saiba e tenha visto. 
 
Nao pensem vcs que faço apologia aos caras, que tento mostrar o poder deles e mostrar a nossa frailidade, em verdade o convite é para darmos um passo adiante, o convite é percebermos que o que era nosso trunfo, foi o nosso trunfo nao é mais. Se pensarmos assim podemos nos sentir derrotados, ou aceitar em nós uma nova forma de olhar e fazer isto, a integração. Antes era possivel na doutrinação a gente com os apelos racionais, com o auxilio dos tecnicos espirituais moralizar, esclarecer sobre coisas que nao fazemos e açoes que nao praticamos. Hj cada centro tem no minimo uma dezena de historia para contar de obsessores que desmascaram mediuns e dirigentes em plena mesa e ficaram dando risadas. Ficam contando os podres de cada um e rindo, se divertindo. A luz é para todos e nao para alguns, se vamos falar dela temos que introduzi-la em nós.
 
Nesse jogo de xadrez, neste novo tabuleiro o xeque-mate nao é derruba peoes, cavalos e sim grupos, em especial os grupos que estão fazendo a travessia das sombras para a luz, vejamos. Um detalhe aqui e para eles nao importa a orientação religiosa, nao importa se os grupos sejam espiritas, protestantes, catolicos nao importa, o trabalho dos caras é impossibilitar a luz. Intuo que os grupos evangelicos lidam, acomodam melhor os aspectos sombrios, refiro-me a conversão de drogados, de ladroes, de marginais de toda especie, eles acolhem melhor do que a orientaçao espirita, imagine vc ter ou estar cumprido cadeia pelos seus atos e ainda ter que ouvir dizer que na outra vida vc vai estar pagando pelos seus debitos…. O cara para aceitar isso conscientemente na vida dele tem que ser homem pra caramba, ou sadico, ou masoquista, sei lá; o discurso nao atrai e nao cola. O arrependimento dos seus pecados por jesus é mais atrativo e cabe melhor na existencia. Os espiritas lidavam melhor com as sombras dos obsessores passionais, esta foi a nossa especialidade. Hj que os caras tem um apelo racional só podemos recorrer a integração, ao amor, a luz, ao esclarecimento, a intencionalidade.
 
YUB: perfeito! Lidarmos com NOSSAS PRÓPRIAS COMPLEXIDADES. Essa integração psíquica, cuidando bem do corpo, da mente e do espírito. É isso que estamos incentivando os obsessores a fazerem conosco, principalmente se não fazemos essa viagem interna de maneira natural, por livre e espontânea vontade de nos trabalhar, de nos conhecer e de agir em conformidade com o autoconhecimento.
 
KÉL:
 
III
Grupos inteiros tem recebido ataques e o mais chocante, grupos inteiros tem se desfeito, porque a nossa visão não é sistemica, grupal como a deles. Eles estão organizados e focados em um ponto único, dificultar, impossibilitar ao maximo a chegada da luz e a logica da empreitada é a seguinte: focar nos médiuns porque eles tem influencia direta e indireta sobre dezenas de pessoas. Mas ao focar nos médiuns individualmente derruba-se as casas coletivamente, mas qual a razão do ataque?
 
YUB:Kél… quem está impossibilitando ao máximo a chegada da luz SOMOS NÓS MESMOS. Os obsessores são apenas agentes de nossa INTENÇÃO E URGÊNCIA INCONSCIENTE de nos conhecermos. Mas enquanto formos resistentes, fugirmos e evitarmos – de 1001 maneiras – essa viagem, esse mergulho interior, esse trabalho terapêutico conosco, estaremos quase que implorando inconscientemente para os obsessores fazerem o seu trabalho de nos chacoalhar, de nos movimentar, de nos levar de volta para nós mesmos.
 
Eles são partes de nós mesmos não trabalhadas… Sua existência espiritual é mantida por nossa própria energia, a energia da resistência, da fuga e do não nos trabalharmos. Não devemos temê-los, porque eles são agentes de autoconhecimento. Eles nos propiciam uma baita viagem ao centro de nós mesmos. E eu digo isso de carteirinha, por ter experienciado na pele essa constatação.
 
Quem mantém o tráfico não são os traficantes… são os usuários que sempre querem a droga. Quem mantém a obsessão não são os obsessores, são os obsediados que querem manter-se no comodismo, na fuga, na resistência e na inércia existencial
 
KÉL:
 
Hoje em parte posso dizer, insinuar que os obsessores anteriores eram ainda sombras, partes de nós mesmos que deixamos para traz, parte de nós que prejudicamos por ignorancia, desconhecimento, parte que se volta contra nós e se faz sombra. Eles nao nos atacavam, eles buscavam a reconciliação, a re-integração de uma parte nossa que deixamos, abandonamos.
 
YUB: eles continuam sendo isso e agindo assim, pra mim, Kél. A diferença é que nossa complexidade psíquica se projeta e acabamos vendo os obsessores também como seres mais complexos e articulados…
 
É inevitável… pra mim, quanto mais uma pessoa espiritualizada e crente nas dimensões espirituais, mais ela chegará perto do psiquismo, das constatações psicológicas de sua natureza e da outrora considerada dimensão espiritual… Por isso bato na tecla da importância de cada centro espírito abrir-se para a perspectiva psicológica. E da Psicologia abrir-se para a perspectiva espiritual, a fim de melhor atuar na integração corpo-mente-espírito de cada espiritualista e, principalmente, de cada médium…
 
Beijos integradores, com muito carinho, nocês…
Yub
 
 


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Mediunidade, Reunião de Desobsessão e Psicologia!

 

Saudações INTERDISCIPLINARES, TRANSITANTES e FUTURISTAS a todos!!

Freqüentei durante algum tempo a reunião de desobsessão no Centro
Espírita em que eu e a Cris atuávamos aplicando passes em outra reunião (em um
outro dia). Estava exercendo a função de médium de suporte, ficando ao redor da
mesa onde estavam coordenadores/”doutrinadores” e médiuns.

Foi uma época muito rica pra mim. As experiências vividas ali estão
tatuadas em minha alma. O tanto que aprendi nessas reuniões de desobsessão é
algo extremamente gratificante. E, talvez, mais rico ainda seja o que compreendi
sobre a dinâmica existente ali dentro, bem como o rumo que vislumbro a ser
tomado pelos Centros Espíritas num futuro (que espero ser próximo).

Pra quem não sabe, muito antes da minha atuação ali no Nova Luz,
alguns anos atrás, eu era um dos médiuns de outro Centro Espírita, a Fraternal.
Entre o meu trabalho como médiun na Fraternal, incorporando Erê, Sacerdote
Oriental e Cigano, e a minha participação como passista e médium de suporte nas
reuniões de desobsessão, eu fiz o Curso de Filosofia na PUC e me envolvi com a
Numerologia, a Astrologia, o Tarot e as pesquisas na área da Psicologia
Analítica (Junguiana).

Por que estou dizendo isso??

Porque minha visão mudou, meu olhar se tornou mais simbólico a
respeito do processo de incorporação e das atividades que ocorrem dentro de uma
reunião de desobessão. Vim de um centro de umbanda e cheguei num centro
kardecista (“mesa branca”). E a ponte que me levou a ligar um ao outro foi a do
Simbolismo. Passei a encarar as incorporações como a expressão do inconsciente
do médium e de todos que se encontram ali, na reunião de desobsessão. Não nego
que havia a influência espiritual na jogada, com a presença de espíritos. Eu
apenas afirmo (e posso estar redondamente enganado) que ampliei meu olhar
perceptivo da incorporação.

Ao observar atentamente os médiuns, a vida de alguns deles,
estabelecendo um vínculo, um convívio, um diálogo e uma troca com eles,
principalmente FORA da reunião de desobsessão, percebia que esse olhar ampliado
sobre o material que o médium trazia para suas incorporações e suas
manifestações mediúnicas ganhou uma nova profundidade.

Percebi que, na verdade, aquela reunião de desobessão era uma terapia
“espiritualista” de grupo. Não era uma terapia apenas para o médium, mas para
todos nós que compúnhamos a mesa, seu suporte e o público presente/convidado. O
médium apenas era o canal de nossas melecas existenciais, de nossas angústias
psicológicas, enfim, de nossa vida, de nosso processo de autoconhecimento
(“evolução).

Percebi (e posso estar errado mais uma vez) que os médiuns são
aqueles que mais precisam de terapia psicológica, não porque sejam mais
problemáticos do que as outras pessoas, mas, sim, porque são mais sensíveis às
sombras e às angústias de todos – o que, pra mim, gera a intensificação das
próprias sombras e angústias do próprio médium.

Mais uma vez, nessa percepção, eu senti a importância de uma
abordagem mais psicológica/terapêutica (se é que essa é a denominação correta)
do material trazido por todos via médium à reunião de desobsessão.

Meus olhos se encheram de brilho e minha alma se empolgou! Vislumbrei
um futuro mais enriquecedor ainda para as reuniões dos centros espíritas, não
somente das de desobsessão. Enxerguei (e posso estar bem míope nesse olhar) que
quando os Centros Espíritas ampliarem seus estudos, suas observações, suas
pesquisas e suas experiências ali dentro a partir de uma visão TAMBÉM
psicológica, talvez a vida de cada espiritualista, principalmente médium, possa
ser menos dramática e sofrida, ou seja, pode ser mais rica, produtiva e
humanitária, trazendo mais satisfação e crescimento a todos.

Também percebi, principalmente agora que a Cris está fazendo
Psicologia (e me mostra o dia-a-dia acadêmico e as disciplinas do Curso), o
quanto a Abordagem Psicológica seria muito mais completa e enriquecedora aos
pacientes (e aos próprios Psicólogos) se levasse em consideração a sensibilidade
mediúnica e a realidade/influência espiritual em sua prática Clínica…

Talvez eu esteja projetando tanto nos Centros Espíritas quanto na
prática Clínica da Psicologia a minha própria intenção em agregar – em mim mesmo
– minha espiritualidade aos meus processos psicológicos/inconscientes. E esse
futuro vislumbrado para ambos seja a projeção do que vislumbrei para mim mesmo:
integrar a realidade espiritual à realidade psicológica/espiritual que também
vivo.

Mas para chegar a essa integração, preciso estar aberto e receptivo,
sem julgamentos e resistências, aos conteúdos de ambas as realidades (se é que
elas já não são as mesmas e eu, na minha divisão interior, não enxergue essa já
existente união entre ambas). E sabem onde eu MELHOR encontro os materiais –
teóricos e experienciais – tanto da espiritualidade quanto da psicologia???
Na lista Voadores, do yahoogrupos!!

Vejo aqui os desbravadores desse projeto, dessa possibilidade, dessa
futura – e saudável – união entre espiritualidade e psiquismo/inconsciente. Vejo
aqui aqueles que são e/ou serão referências para essa integração, atuando a
partir dessa visão unificadora em si mesmos, em suas vidas e nos meios em que
trabalham/atuam. Vejo aqui, na Voadores, a vanguarda desse movimento unificador
Psicologia-Espiritualidade.

Eu fico aqui, em silêncio, a cada dia, bebendo o que cada um trás pra gente,
pra lista, pro nosso grupo. E fico, assim, também sorrindo, agradecido, por
fazer parte dessa família, a qual, pelo menos pra mim (e posso estar errado),
está tomando iniciativas e passos belíssimos rumo a um futuro que começa a ser
materializado efetivamente em termos de uma prática espiritual-psicológica,
mediúnica-terapêutica, altamente rica, fértil, progressista e humanitária – a
qual gerará frutos saborosos a quem vivencia e vivenciará essa integração
PSICOLOGIA-ESPIRITUALIDADE, ESPIRITUALIDADE-PSICOLOGIA.

Beijos integradores e agradecidos a cada um que faz parte desse Um…
Yub


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08/08/08, às 08:08H – uma data ESPECIAL?? Portal de Orion??

Saudações PORTADORAS DE QUESTIONAMENTO a todos!!
 
Com a abertura dos Jogos Olímpicos em Pequim para 08:08h, houve uma acentuação do que é considerado ser hoje uma data especial: 08/08/08. Tanto que, desta vez, a Rádio Inconfidência (aqui de Belo Horizonte/MG) me procurou para uma entrevista justamente sobre esses assuntos: hoje é uma data especial? e Por que os chineses quiseram abrir oficialmente as olimpíadas às 08:08h?? O que respondi será editado e veiculado às 12h na rádio (pra quem é daqui).
 
Respondi à repórter, logo no início da prosa, antes de efetivar/iniciar a entrevista, que eu tenho uma visão diferente do que é comumente veiculado, principalmente pela internet e nos meios esotérios/espiritualistas, sobre a data 08/08/08. Recebi uma enxurrada de e-mails, tanto de pessoas querendo saber o significado deste evento/data, quanto de outras que acreditam ser um momento especial. Estas crêem que estará aberto o Portal de Órion, sendo um evento cósmico e veiculando que “uma dádiva planetária inundará a humanidade de amor e paz.”
 
Confesso que desde quando iniciei meus estudos e minha prática com a Numerologia, reflito sobre essa atitude que muitos de nós têm quanto a datas como 02/02/02, 03/03/03 … 07/07/07 e agora 08/08/08 serem momentos propícios para aberturas de portais e de saltos quânticos que levam a humanidade a um novo estágio de consciência.
 
Posso estar errado, mas meu olhar junguiano considera que quando agimos assim, estamos, no fundo, projetando nossas esperanças de que a humanidade mude, “melhore”, “evolua” magicamente. É como se na atmosfera em que vivemos há uma espécie de energia que “nos inunda de amor e paz.” E até hoje nunca senti nada de diferente e nem vi nenhuma mudança “positiva”, “pacífica”, “maravilhosa”, “quântica” e “evolutiva” na humanidade a partir dessas datas não…
 
Talvez porque eu me foco mais na necessidade de cada um, individualmente, ter de fazer um trabalho todo único e intransferível de autoconhecimento para que possamos mudar, crescer, progredir, amadurecer e sermos mais amorosos conosco, com as outras pessoas e com o planeta. Não consigo acreditar num passe de mágica quântico que vá fazer isso magicamente por nós. Evoluir, crescer, amadurecer, nos tornar mais lúcidos, compreensivos e amorosos dá trabalho, exige esforço e o enfrentamento de muitas dores, feridas, angústias e sofrimentos. Não ocorre magicamente.
 
Outro fator que me impede de acreditar nesses portais de evolução em datas como essas é que não vejo nada de especial em dias como 08/08/08 só porque escrevemos 08/08/08, 07/07/07, 06/06/06 (essa pode ser considerada mais nefasta, caso associemos com o tal incompreendido e “nefasto” 666 rsrs).
 
Eu vejo CADA DIA, cada DATA, como ESPECIAL. Se acreditasse que hoje, 08/08/08, é uma data especial e, portanto, “superior” ou “melhor” do que amanhã 09/08/08 ou ontem 07/08/08, eu teria de admitir que quem nasce no dia de hoje é especial, “melhor”, “superior” a quem nasceu ontem ou nascerá amanhã, por exemplo.
 
E isso é de uma incongruência total. Quem tem em sua data de nascimento, por exemplo, um número do Destino encontrado pela soma dos algarismos envolvendo 08/08/08 não é mais especial de quem tem tal número a partir da soma de 09/08/08. A pessoa que nasce hoje (08/08/08) NÃO terá um MAPA NUMEROLÓGICO (ou ASTROLÓGICO) melhor, mais especial e “superior” a outra que nasceu ontem 07/08/08.
Cada DIA, cada DATA, é ESPECIAL. Porque a cada DATA, a cada DIA (e cada Mapa Numerológico ou Astrológico condizente com a mesma), há APRENDIZADOS envolvidos – de acordo com a simbologia presente em cada uma.
 
O dia de hoje, 08/08/08 sem dúvida marca a forte presença da simbologia do número 8. Mas isso não quer dizer que o 8 é ESPECIAL, representa algo “superior” ou “melhor” do que outra simbologia numérica. O número 8 REPRESENTA certos APRENDIZADOS com tal simbologia, assim como outro número, outro símbolo numérico.
 
O 8 presente no dia e no mês (porque não está presente no ano, uma vez que o 08 do ano é apenas uma abreviatura para 2008), bem como na soma de 08+08+2008 (=26; 2+6=8), mostra que o que tal NÚMERO REPRESENTA está intensificado, reforçado.
 
E o 8 representa questões associadas ao uso de nosso poder pessoal. Então, pra quem quer usufruir desta data considerada especial, seria interessante REFLETIR sobre como cada um de nós está assumindo e canalizando seu poder pessoal. Estamos sendo muito ditatoriais e autoritários na expressão de nosso poder pessoal, principalmente quando vamos em busca da realização de nossas ambições e da obtenção de nossa respeitabilidade social??? Ou estamos sendo muito explorados e dominados tirânicamente por outras pessoas, políticos, empresários, cônjuge, os quais abusam de sua autoridade sobre nós??? Estamos nos envolvendo em jogos destrutivos de poder, de controle, de manipulação e de dominação com as outras pessoas, principalmente aquelas que são consideradas figuras de autoridade em nossa vida??? Enfim, como estamos canalizando nosso poder pessoal para concretizar nossas metas e nossa ambição de ter sucesso/respeitabilidade e riqueza material/espiritual???
 
Creio que, magicamente, não haverá mudança nenhuma na humanidade nesse sentido. Acredito, sim, que – cada um de nós – refletindo sobre essas questões associadas ao número 8 (e explicitadas em questionamentos acima) é que poderemos mudar, crescer, amadurecer e sermos mais amorosos através de um uso construtivo de nosso poder pessoal. E essa conquista, obviamente, não é obtida magicamente simplesmente por vivermos no dia 08/08/08…
 
obs.: pelo que sei, o 8 (do 08:08h) é considerado pelos chineses como um número de “bom augúrio”, de “boa sorte.” Superstição? Crendice?? Não sei. Só queria perguntar para a China como ela anda expressando seu poder nacional: querendo dominar, explorar, manipular e subjugar tiranicamente seus cidadãos, os cidadãos do Tibet e outras nãções?? Ou não??
 
Beijos reflexivos nocês…
Yub


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A Lei da Atração e os Trânsitos Astrológicos!

 

Saudações ASTROLOGICAMENTE ATRAÍDAS a todos!!

 

Muitos de nós, astrólogos, qdo enxerga Júpiter em Trânsito indo fazer uma conjunção com Vênus Natal, logo diz que a pessoa em questão arrumará um namorado e ganhará muito dinheiro.

 

Por que “prevemos” tais acontecimentos: a pessoa arrumar o namorado e ganhar muito dinheiro??

 

Porque Júpiter está associado com “boa sorte” e Vênus a relações afetivas. Portanto, Júpiter transitando por Vênus é um Aspecto interpretado como boa sorte (Júpiter) no amor (Vênus). E como Vênus também é associado a dinheiro (Vênus), esse Trânsito Júpiter-Vênus logo é linkado a ter boa sorte (Júpiter) nas finanças (Vênus).

 

Obviamente, levando em consideração tal aspecto planetário, a pessoa que está com o mesmo sendo formado em seu Mapa Natal terá POSSIBILIDADE de viver essa boa sorte (Júpiter) afetiva e financeira (Vênus).

 

Porém, aí entra um detalhe MUITO importante. O Aspecto por si só mostra uma POSSIBILIDADE em termos PREDITIVOS: a pessoa arrumar um namorado e ganhar mais dinheiro. Porém, o que está no CERNE desses fatos (começar um namoro e ganhar mais dinheiro)?? É o sentimento da pessoa.

 

Sabemos, pela lei da atração, que é o SENTIMENTO da pessoa (a emoção dela frente a determinados pensamentos) que CO-CRIA as oportunidades externas, os eventos exteriores.

 

Num trânsito como este (Júpiter em Conjunção com Vênus Natal), há indicação de uma fase (ciclo/trânsito astrológico) em que a pessoa PODERÁ sentir-se mais otimista, mais aberta a novas experiências (Júpiter) afetivas (Vênus) e querendo expandir (Júpiter) suas finanças (Vênus) – com o senso de auto-valorização (Vênus) em alta (Júpiter). Consequentemente, ela terá mais CHANCES de ATRAIR boa sorte (Júpiter) afetiva e financeira (Vênus).

 

Quero refletir com esses detalhes que os Trânsitos tendem a nos mostrar o que poderemos sentir e ver/reagir à vida; as nossas predisposições internas. E são essas predisposições internas (possíveis de serem identificadas pelos Trânsitos Astrológicos) que poderão ser o agente causador do que atrairemos para nossa vida.

 

E aí que entra OUTRO detalhe super-significativo. Júpiter NÃO SOMENTE SIGNIFICA boa-sorte. PODE significar EXAGERO. Por querermos nos expandir tanto na experiência jupiteriana, poderemos cair num EXAGERO E TANTO. E, com isso, ficarmos MUITO INSATISFEITOS com a realidade que estamos obtendo (nem que seja a “melhor” possível em comparação com outras épocas) dessa experiência jupiteriana, no caso, sobre nossa vida financeira e afetiva.

 

Em outras palavras, a pessoa pode querer expandir tanto sua experiência afetiva que acaba não querendo se ligar a uma pessoa-parceira apenas. Ou a nenhuma, uma vez que poderá considerar o envolvimento afetivo (Vênus) com determinada pessoa-parceira um impedimento a experimentar um amor (Vênus) maior, mais amplo (Júpiter)  com outra possível pessoa-parceira a ser encontrada nesse expansivo (Júpiter) impulso afetivo (vênus).

 

Como a pessoa pode querer expandir tanto (Júpiter) seu senso de auto-valorização (Vênus), acaba se envolvendo em dívidas, pois ao comprar (Vênus) muuuuito (Júpiter), gastando (Vênus) exageradamente (Júpiter) seu dinheiro (Vênus) para sentir-se bem, valorizada com os bens adquiridos (Vênus), ela, então, manda aquela inicial previsão (ganhar muito dinheiro) pras cucuias…

 

Estou querendo ressaltar com essas reflexões o quanto a previsão em astrologia é uma experiência repleta de limites justamente pela falta de limites de significados dos símbolos astrológicos. Júpiter, no caso, pode ter MUUUITOS significados; e não apenas “boa sorte”. Prazer e auto-valorização venusianos PODEM TER INÚMERAS FORMAS DE MANIFESTAÇÃO. Para algumas pessoas, esse prazer pode vir de se sentir bem, desenvolvendo seus talentos, e, naturalmente, atrair oportunidades de aumentar sua renda. Para outras pessoas pode significar ter o prazer de gastar o seu dinheiro com o que lhe faz bem sensorialmente. E essas simples perspectivas de prazer e auto-valorização podem ser VIVENCIADAS de inúmeras maneiras, dependendo de cada pessoa, idade, consciência, ambiente, etc.

 

Daí a importância de TENTAR se focar o máximo possível o CERNE PSICOLÓGICO/COMPORTAMENTAL por trás de determinado Trânsito. E, para isso, precisaremos APROFUNDAR sempre (estudando e praticando MUITO) os inúmeros significados de cada símbolo astrológico. Ou seja, ao aprofundar na dinâmica jupiteriana, veremos que esse planeta simboliza, muitas vezes, o impulso/necessidade de compreender algo, encontrando os princípios norteadores desse algo, a fim de se expandir com mais sabedoria.

 

Com isso, verificaremos que uma fase representada pelo trânsito de Júpiter em conjunção à Vênus Natal é excelente para a pessoa REFLETIR/COMPREENDER (Júpiter) as questões afetivas e financeiras (Vênus), a fim de encontrar os princípios/crenças que segue (Júpiter) quando se envolve em relacionamentos e no lidar com o dinheiro (Vênus), a fim de se expandir (Júpiter) afetiva e financeiramente (Vênus) com mais sabedoria (Júpiter) – em relação ao modo como até então vinha experienciando o amor e as finanças.

 

Dentro dessa dinâmica (que PODE ser bem próxima ao cerne psicológico/comportamental de Júpiter em trânsito sobre Vênus), há uma INFINIDADE DE POSSÍVEIS FATOS E EVENTOS EXTERIORES que a pessoa com tal trânsito poderá passar/viver. Digo mais: sejam quais forem as experiências financeiras e afetivas que tal pessoa poderá viver nesta fase júpiter/vênus, todas elas estarão apontando para a mesma finalidade: ADQUIRIR MAIOR SABEDORIA (Júpiter) AFETIVA E FINANCEIRA (Vênus).  

 

A pessoa pode exagerar-se (Júpiter) financeira e afetivamente (Vênus) de DIVERSAS FOMRAS. Porém, todas elas podem envolver a oportunidade atual de ANGARIAR MAIOR SABER (júpiter) AFETIVO E FINANCEIRO (Vênus).

 

E, pra mim, as experiências que tal pessoa atrairá a nível afetivo e financeiro dependerão de como estará se sentindo.

 

Lembrando sempre de um detalhe que discuti no meu blog (http://www.yub-universosimbolico.blogspot.com) no que tange à auto-sabotagem e co-criação: atraímos o que desejamos sim. As oportunidades nos chegam a partir do que desejamos. Agora, COMO lidaremos com essas oportunidades que atraímos pelo que desejamos DEPENDERÁ sobretudo de nossas CRENÇAS. São nossas crenças, a meu ver, que nos farão usufruir ou ruir com as oportunidades atraídas/co-criadas por aquilo que desejamos/pensamos/sentimos.

 

Beijãozão nocês…

Yub


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O Quarteto Fantástico e os 4 Elementos!!

 

Reed Richards (o Sr.Fantástico) é  um típico representante do Elemento Ar (simbolizado pelos Signos de Gêmeos, Libra e Aquário). E, como tal, é voltado para as Ciências (o Pensamento racional, científico, intelectual, abstrato é muito valorizado por tais Signos, minha Linda).

 

Logo no início do filme, ele vai expor suas descobertas científicas. Apresenta sua pesquisa, a qual é baseada numa idéia que, se for aceita pela humanidade, trará a cura, servindo à evolução humana. Reed, portanto, mostra seu lado idealista. Chegou a ser incompreendido pela NASA.

 

Susan Storn (Garota Invisível), como típica representante do Elemento Água (simbolizado pelos Signos de Câncer, Escorpião e Peixes; e voltados para as emoções), traz consigo a lembrança dos sofrimentos emocionais que teve no relacionamento com Reed/Ar.

Logo no primeiro diálogo com o Dr.Richards, ela já critica o lado teórico Ar dele (de Gêmeos, Libra e Aquário). Ela fala, ironicamente, no elevador: “Você já pensou sobre tudo; teorizou tudo.”

 

Johnny (Homem Tocha), como típico representante do Elemento Fogo (simbolizado pelos Signos de Áries, Leão e Sagitário), Lu, já na primeira cena do filme em que ele aparece, já mostra toda sua impetuosidade, sua liberdade e seu gosto por aventuras e desafios (como é típico desses Signos). Está andando de moto, numa auto-estrada, ao lado do carro dirigido por uma bela mulher, conquistando-a.

 

Ben (o Coisa/Rocha), como típico representante do Elemento Terra (simbolizado pelos Signos de Touro, Virgem e Capricórnio), quando fica sabendo que Johnny (Fogo) pilotará a estação no espaço, já fica apreensivo, tendo a certeza de que as coisas correm perigo, podem dar errado, afinal, um “irresponsável aventureiro” como Johnny (Fogo) não tem compromisso, responsabilidade e nem praticidade pra lidar com tarefas tão exigentes (atitudes tão valorizadas pelos Signos de Terra).

 

A Garota Invisível/Água se incomoda novamente com a teorização do Reed/Ar, quando este conceitualiza as moléculas usadas nas roupas que usarão no espaço.

 

Victor (inimigo de todos e que não consegui identificar um perfil psicológico definido dele) percebe que Ben/Terra é quem faz o trabalho pesado. E este confirma, dizendo que Reed é o cérebro (Ar/Mente) e ele é o músculo (Terra/Trabalho/mão na massa).

 

Victor fala para Sue: “para pensar no futuro, temos de superar o que ficou no passado.” E os Signos de Água (representados por Susan) dificilmente esquecem o que passou. Apegam-se ao passado, trazem os sentimentos vividos, as dores sentidas e as emoções passadas para o presente. Susan (Signos de Água) tem dificuldade de perdoar. Seu coração ainda está ferido pela experiência passada na relação com Reed (Ar).

 

Signos de Ar (representados por Reed Richards) tem dificuldade de aceitar os fatos, Lu, pois se focam em seus ideais, em suas idéias, em seus cálculos matemáticos, em suas teorias e em seus pensamentos. Ele calculou erroneamente a tempestade letal que os surpreendeu no espaço.

 

Signos de Terra (representados por Ben/Homem Rocha) se imobilizam frente ao inesperado. Mudanças de plano, surpresas e algo fora da rotina  (como a tempestade) os deixam paralisados, com uma capacidade lenta de reação. Ocorre o oposto com os Signos de Elemento Fogo (simbolizados por Johhny). Este, vendo a tempestade indo em direção ao Ben, incentiva-lhe: “o único jeito de tentar escapar da tempestade é saltar, pular!”

 

Signos de Fogo (Johnny) são brincalhões, crianções, infantis, descontraídos, imaturos, divertidos, criativos.

 

Signos de Ar (Reed) são “sabe-tudo” e saem falando/teorizando sobre tudo, como Reed faz com o médico e com os amigos, sobre o que observarem nos sintomas resultantes da tempestade e como lidarem com eles.

 

Signos de Fogo (Johnny) não são muito bons com regras. E Johnny fala isto para a enfermeira, que pede para ele ainda se manter no quarto, em observação: “não sou muito bom com regras”. E os Signos de Fogo (Johnny) detestam a rotina, ficarem confinados num espaço por muito tempo. Precisam de espaço, liberdade, desafio e aventura. Por isso, Johnny não agüentou ficar de quarentena. E foi esquiar. J

Signos de Fogo “esquentam” ainda mais com uma boa competição. Foi o que ocorreu com Johnny quando foi esquiar e encontrou na enfermeira uma excelente competidora. Quanto mais desafiante, mais quente, mais pega fogo, mais se diverte, mais brinca, mais é empolgante para Fogo/Johnny!!

 

Signos de Terra (Ben) são muito firmes, seguros, estáveis. E ele assim se sente, quando se levanta do quarto, ainda em quarentena, e encontra Reed lá fora. Ben responde a pergunta de Reed, sobre como ele se sentia: “Firme como uma rocha!”

 

Signos de Ar (Reed) sempre reagem PENSANDO, Lu. Então, quando vê que Ben arrumou um  jantar para Reed e Sue se encontrarem, Reed reage a essa surpresa, dizendo: “Eu pensei…”

 

Há uma dificuldade nos Signos de Ar (Gêmeos, Libra e Aquário) de entenderem os sentimentos, as emoções. É porque é difícil entender intelectualmente algo como as emoções e os sentimentos. Susan, no jantar, diz para Reed que ele nunca entendeu e nunca entenderá os sentimentos que eles viveram. Então, quando os Signos de Ar vão falar sobre o que sentem, falam bobagem (Sue chama Reed de bobo), porque se atrapalham com a confusão que os sentimentos lhes provocam.

 

E o que faz Sue ficar invisível (ela é a Mulher Invisível) é expressar seus sentimentos, quando dá vazão às suas emoções, como ocorreu pela primeira vez no jantar, no instante em que ela começou a falar no quanto é legal sentir-se desejada, notada, como ela é por Victor.

Mais à frente, Reed fala que Sue, se controlasse suas emoções, poderia controlar sua invisibilidade. Perguntou o que ela sentiu na ponte, quando ela ficou invisível. Ela respondeu: raiva, fúria, frustração. E depois ironizou novamente: “vou pensar sobre essa questão de controlar as emoções.”

 

Quando Sue pressente (típica capacidade dos Signos de Água) que a tempestade deve ter modificado o DNA deles, Reed logo vai contra (Signos de Ar adoram discordar de tudo e apresentar o outro lado das questões) essa sensibilidade intuitiva de Sue, dizendo que eles precisam de muitos testes e pesquisas para chegar a essa conclusão (típica postura dos Signos de Ar, cientistas por natureza). Ele diz que não podem “presumir” nada.

 

Os Signos de Fogo (Áries, Leão e Sagitário) são exibicionistas e mestres em se auto-promover. Exibem-se e se divertem, brincam, com suas capacidades (como Johnny faz com o fogo nos dedos).

 

Ben/Terra se assusta mais uma vez com o novo, com aquilo que foge do comum, do tradicional, do usual, do seguro e já estabelecido. Dessa vez, se assustou com sua forma!!! Signos de Terra lidam com aquilo que é prático, material, visível, real, tridimensional, perceptível na forma. Quando essa forma traz algo diferente, novo, Lu, Signos de Terra (Touro, Virgem e Capricórnio) buscam a proteção e o abrigo no que lhes é familiar, seguro e estável, como sua casa e sua família. Então, Ben volta pra casa, pra sua mulher Déb. Quando não foi aceito por ela, ele entrou em uma crise maior ainda. Perdeu sua segurança, seu chão, sua estabilidade, sua proteção, seu abrigo.

 

Os Signos de Fogo gostam de mitificar a sua própria existência e a Vida como um todo. Por isso, minha Linda, Johnny sente-se um mito, um deus, um herói, em êxtase quando o público e a mídia o aplaudem e os consideram super-heróis. Os Signos de Fogo querem ser especiais, além do comum e do normal. A “vidinha” costumeira, rotineira, usual, tradicional, certinha e segura que os Signos de Terra tanto valorizam são horripilantes para os Signos de Fogo, que considera essas coisas “sem vida”.

Johnny, então, quer aproveitar a fama, a celebridade. Ama ter “super-poderes!” E, como mestre da auto-promoção, se exibe com gestos teatrais e magnânimos para a mídia, para o público.

 

Os Signos de Ar são muito valorizados por seu intelecto altamente desenvolvido, por sua inteligência acima da média. E Reed Richards foi condecorado quando jovem por vencer prêmios e concursos científicos e internacionais (como pudemos ver no álbum que a Sue abriu sobre Reed, com fotos dele).

 

Signos de Terra, por sua vez, têm dificuldades de entender conceitos muito abstratos, subjetivos, intelectualizados. É o que ocorre com Rocha quando Reed tenta explicar-lhe o que eles precisam fazer para pesquisarem e encontrarem a cura dessa mutação em seus gens. Aí Sue diz: “Precisamos fazer um exame físico para ver o que foi afetado.” Pronto! Agora sim, Ben entendeu. Terra quer exemplos simples, objetivos e práticos sobre aquilo que precisa entender, ainda mais se for algo novo para tais Signos.

 

Tudo para Johnny é “legal!”, é “demais!” E quer sempre expandir e se mostrar/se gabar, cada vez mais, irresponsavelmente – como os Signos de Fogo se inclinam a fazer. E isso pode colocar sua vida e a de outros em perigo (como Johnny fez, chegando à temperatura do sol e depois à de uma super nova).

 

Sue diz para Reed: “Sua mente atrapalhou”, porque, para ela, era tudo muito “simples”, ela e ele. Ela querendo morar junto com ele, ter mais proximidade e mais intimidade – como os Signos de Água adoram (e os de Ar detestam). Para ele, isso era “muito complicado”, tinha muitas “variáveis” (como costuma ser para os Signos de Ar o tal dos sentimentos e da ligação mais íntima e emocional). Para ela, não tinha nenhuma “matemática”, foi apenas a mente dele que atrapalhou. E pergunta pra ele: “o que você sentiu quando fui embora e o que você está sentindo agora.” O olhar dele mostrou o quanto se assustou com uma pergunta dessas… Os Signos de Ar têm muitas dificuldades de expressar o que sentiram e sentem. Assusta as perguntas relativas a sentimentos. Aí podem começar a teorizar. Ou podem se atrapalhar todo se tentam expressar o que sentem.

 

Johnny, Lu, mais uma vez incomodado com o confinamento, agora dentro do laboratório do Reed, brinca constantemente com as situações. Os Signos de Fogo têm essa capacidade: brincam e tentam trazer humor e divertimento às coisas rotineiras, de modo que essas possam ser melhor vividas.

Ele, então, decide se exibir mais, agora “voando” de moto num show para motociclistas. Foi desafiado quando assistiu na TV sobre esse espetáculo de motos. Signos de Fogo adoram competição, riscos, desafios. E querem algo novo, perigoso, como o estilo de salto que Johnny tentou na sua primeira apresentação de moto. Corre o risco de se “queimar”. J

E ele, como mestre da publicidade, cria detalhes atrativos e marketeiros no uniforme do Quarteto Fantástico. E brinca, dizendo: “é uma mistura de Armani com astronauta.”

 

Signos de Fogo, como mestres no marketing, também são fantásticos no que tange a criar apelidos. Usam sua belíssima criatividade para apelidar as pessoas. É isso que Johnny faz ao apelidar Sue de Garota Invisível, Reed de Sr.Fantástico e Ben de Coisa.

 

Os Signos de Terra, principalmente o Signo de Touro, quando se enfurece, vira um rolo compressor irrefreável. Como Rocha fez com o carro de Johnny e com o próprio Johnny.

 

Os Signos de Fogo agem por impulso, inspiração, intuição, sem pensar antes. Signos de Ar pensam, pensam, pensam e têm dificuldade de agir. Diálogo entre Reed e Johnny:

Reed/Ar: “você precisa se controlar e pensar antes de agir.”

Johnny/Fogo: “Sim, mas, Reed, você sempre pensa. Você nunca age!”

 

Signos de Fogo, querendo mitificar a Vida e encontrar um sentido maior nas coisas cotidianas, são bem exemplificados quando Johnny, Homem Tocha, considera os poderes que eles têm como “algo maior”, como podendo mostrar “uma coisa maior”.

 

Signos de Terra, Lu, lidam com aquilo que é visto e observado em fatos e situações bem perceptíveis. Quando Coisa/Rocha viu o único momento de descanso e descontração entre Reed e Sue depois de tantos exaustivos e infrutíferos testes e pesquisas, ele se apegou ao que viu e não mudou de idéia. Teimou que aquele momento entre Reed e Sue mostrava que estes não estavam cuidando dele, Ben.

 

Ben/Terra, por sempre oferecer proteção e segurança às pessoas, muitas vezes quer também ser cuidado e receber o apoio visível, prático, material e palpável das pessoas que ama. Como Ben sempre ofereceu essa proteção a Reed e encasquetou que não estava recebendo-a, acabou brigando com Sr.Fantástico.

 

E os Signos de Ar são mestres na FLEXIBILIDADE. Foi o que ocorreu na briga entre os dois. Ben não conseguiu vencer a flexibilidade de Ar, ops, de Reed. Também, quando os Signos de Terra botam algo na cabeça, é cabeça dura e não muda, levando tudo muito a sério, pois acham que nada vai mudar e permanecer assim pra sempre.

 

Sue tem o poder de irradiar uma onda invisível, a qual pode tanto proteger quanto atacar. Os Signos de Água também têm essa capacidade. Podem conseguir tudo o que querem, apenas desejando. São poderosos como a água, sutil, aparentemente passiva, mas que conquista tudo, abarca tudo, protege ou destrói tudo por onde passa, sem as pessoas muitas vezes nem perceberem o efeito desse poder.

 

No final, os 4 Elementos se  unem, ops, o Quarteto Fantástico se une. Aí são invencíveis. Eles aprendem a reconhecer as falhas de seus comportamentos. Ar não pensa muito mais e expressa sentimento. Fogo não age tanto por impulso, pensa. E Terra aceita a realidade das mudanças.

 

O filme fecha com chave de ouro, quando Tocha/Fogo promove a todos, ao se exibir, traçando o símbolo do Quarteto Fantástico no céu.

 

Beijãozão nocês…

Yub


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X-MEN e URANO: Como assumir nossa individualidade???

 

O filme X-MEN 3: O CONFRONTO FINAL nos oferece belíssimas
lições sobre o processo de desenvolvimento de nossa individualidade –
original, única, independente e especial.

Porque todos nós temos um lado X-MEN. Todos nós temos nossa natureza
X-MEN na Casa Astrológica de nosso Mapa Natal onde Urano se
encontra. E se Urano (nesta Casa em que ele está) estiver fazendo
Aspecto (qualquer que seja, conjunção, quadratura, oposição, etc.)
com nosso Sol, ou nossa Lua, ou nossa Vênus, etc., cada faceta de
nossa natureza simbolizada por esse Planeta aspectado por URANO
também vai representar uma faceta X-MEN existente em nós.

Explico-me melhor.

O filme X-MEN gira em torno dos MUTANTES.

Quem são os MUTANTES??

São seres humanos com um gen diferente. Esse gen diferente é
indicador de algum talento, característica, qualidade, enfim, de um
dom especial – todo único e próprio da personalidade desse ser
humano.

Cada MUTANTE tem um DOM ESPECÍFICO que o destaca dos
humanos “normais”. Ele não é mais um ser humano “comum”. Ele é um X-
MEN.

Esse DOM ESPECÍFICO de cada MUTANTE o torna DIFERENTE do ser
humano “comum”!!!! E esse “diferente” acaba trazendo uma gama de
conseqüências comportamentais e existenciais. Os mutantes se
sentem “deslocados” na sociedade, à margem da humanidade em geral.
Sentem-se ora “superiores” ora “inferiores/aberrações” quando
comparados com a humanidade “comum.”

A sociedade como um todo, a civilização, os seres humanos “normais”,
então, também reagem de diversas maneiras frente aos MUTANTES. Reage
quase sempre com a moeda do PRECONCEITO diante do DIFERENTE.

Muitas vezes, os MUTANTES são considerados EXCÊNTRICOS. O
interessante é notar que a grande maioria dos MUTANTES tem a
aparência EXCÊNTRICA. E tudo isso é A CARA DE URANO!!!!!!!!!!!

Os URANIANOS (bem como aqueles que têm o Signo de Aquário em
destaque no Mapa, com muitos Planetas nesse Signo) são vistos como
EXCÊNTRICOS, como MUITO DIFERENTES, como ETs.

Muitas vezes, essa APARÊNCIA EXCÊNTRICA acaba CHOCANDO, deflagrando
exteriormente a DIFERENÇA entre a pessoa uraniana e a pessoa que
segue o que é comum, “tradicional.”.

Sabemos de nosso preconceito diante do DIFERENTE, do EXCÊNTRICO,
do “NÃO-TRADICIONAL”, não é mesmo?? Sabemos como reagimos diante do
DIFERENTE, do EXCÊNTRICO, do INOVADOR, do CHOCANTE, do “NÃO-
TRADICIONAL”…

O tradicionalismo quer reprimir de qualquer jeito o diferente que
não corresponde aos preceitos tradicionais. No filme, essa repressão
é vista na ação dos governantes, os quais, por terem descoberto um
gen que “normaliza” os MUTANTES, querem aplicar a vacina “anti-
MUTANTE” para tornar os MUTANTES seres NORMAIS.

Nos assuntos, nas questões e nas circunstâncias que envolvem a Casa
de nosso Mapa Natal onde URANO se encontra, vai haver toda essa
dinâmica comportamental/psicológica/existencial retratada no filme X-
MEN.

Como assim, Yub??

Inicialmente, temos horror ao tradicionalismo e ao “comum” nesses
assuntos da Casa onde Urano está em nosso Mapa Natal.somos DIFERENTES no lidar com essas questões.

E, muito provavelmente, vamos entrar em embates rebeldes contra o
jeito “normal”, “tradicional”, de tratar esses assuntos e essas
questões relativas à Casa Astrológica onde Urano se encontra
em
nossa Carta Natal. Vamos
nos rebelar frente ao tradicional e o
tradicional vai tentar nos reprimir quando estivermos tentando ser
originais, únicos, especiais, progressistas, independentes,
inovadores ao lidar com esses assuntos e questões referentes a essa
Casa.

Por exemplo: se uma pessoa tem Urano na Casa 4 do Mapa Natal, ela
vai se rebelar (Urano) frente ao conceito tradicional de família
(Casa 04). Costumo observar pessoas com esse posicionamento
astrológico sentindo-se um ET (Urano) na família, no seio familiar,
entre os familiares (Casa 4). Ela é vista como um X-MEN (Urano)
dentro de casa, na relação com sua família (Casa 4) e nos conceitos
que tem quanto a criar sua própria família.

Se uma pessoa tem Urano na Casa 3, ela vai se rebelar (Urano)
diante do que é considerado normal e tradicional em termos de
estudar, aprender e se comunicar (Casa 3). Observo alunos que têm
muitas dificuldades de se adaptar ao método tradicional de
ensino/aprendizagem existente na maioria das escolas tendo esse
posicionamento astrológico. Querem um aprendizado diferente,
estimulante, inovador, progressista, original, uma vez que têm
dificuldade de aprender segundo a didática usual.

Nos assuntos da Casa onde nosso Urano se encontra, nós queremos
inovação, queremos progresso, queremos avanço, queremos o novo,
queremos o diferente, queremos ir além do “usual”, do “comum”,
do “tradicional”. E, para isso, muito provavelmente, poderemos usar
uma rebeldia a partir do choque, ou seja, chocando – nem que seja a
partir de nossa aparência. Poderemos escancarar o excêntrico para
chocar, para abalar as estruturas tradicionais no modo de lidar com
os assuntos e as questões desta Casa onde nosso Urano está.

É aqui (nessa Casa) que queremos ser ORIGINAIS, e não ser mais
um “do rebanho social.” Somos contra a maneira tradicional de lidar
com os assuntos e questões que a maioria vive, mostra, age, reage e
atua nessa área do existir humano (Casa Astrológica).

Queremos ser especiais nesta área. Queremos ser únicos, inovadores,
diferentes, progressistas, avançados, originais em nossa atuação
neste campo da existência humana.

O grande aprendizado nessa área em que nosso Urano se encontra no
nosso Mapa Natal diz respeito a como podemos ser originais, únicos,
especiais aqui, sem que nos deixemos ser reprimidos pelo
tradicionalismo da sociedade e sem que usemos nossa originalidade de
maneira destrutiva ao vivermos esses assuntos e essas questões.

Liberdade, ainda que tardia…

 

Beijãozão nocês…

Yub


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A vida é justa???

 
 

Nesta semana, percebi claramente o porquê de determinadas situações aparentemente injustas da vida…

 

Quer um exemplo? Veja se vc já não se perguntou isto:

Por que fulano de tal, homem tão bom, morreu tão cedo e aquela peste do ciclano continua vivinho da silva, forte como um touro? Porque tantas pessoas boas sofrendo, com dificuldades financeiras, afetivas e de saúde e outras tantas, hipócritas e sem caráter, repletas de saúde, sucesso e felicidade?? Como Deus pode permitir uma injustiça dessas?

 

Sempre me intrigou bastante, desde novinho, ouvir de alguns parentes essas frases-chavões de que “os bons morrem cedo e os maus vivem muito.” Com um estímulo desses, vindo desde nossa infância, não duvido de que muitas crianças decidam ser “ruins” para não morrerem cedo… rsrs

 

Brincadeiras à parte, consegui chegar a umas belas percepções quanto a essas aparentes injustiças da vida.

 

Percebi claramente que caráter é DIFERENTE de aptidão.
 
Uma pessoa pode ter o MELHOR caráter da face da terra. Mas não ter nenhuma
aptidão desenvolvida para ser bem sucedida financeiramente. Então, obviamente,
ela – por mais legal, bondosa, justa, fenomenal que seja – vai ser sempre pobre,
pessimamente sucedida na profissão, etc.
 
Nosso caráter não garante vitórias que precisam ser conquistas por
intermédio do desenvolvimeto de nossas aptidões.
 
Se eu não sei atravessar uma rua, não tenho aptidão de olhar para os dois
lados, ter noção de espaço, seguir a sinalização do trânsito, eu posso ser
a pessoa de MELHOR CARÁTER da face da terra, mas serei atropelado, não serei
bem-sucedido em atravessar a rua. O motorista de carro não parará o seu
próprio veículo por causa de meu CARÁTER. Ele não olhará pra mim e dirá:

– Ohhh… este cara é legal, bom caráter. Portanto, não vou atropela-lo.
 
Esta é a diferença.

 

Nós costumamos achar que, por uma pessoa ser bondosa, legal, e
ter um caráter íntegro, isso lhe garantirá sucesso afetivo, financeiro,
profissional, familiar, etc. Só que, se ela não tiver a aptidão de se
aprimorar profissionalmente, saber dialogar com seus familiares, se relacionar com as pessoas, expressar sentimento, não vai adiantar nada ser bondosa, legal e ter um
caráter íntegro. Ela será mal-sucedida afetivamente, profissionalmente,
financeiramente e no seio de sua família.

 

Justamente porque não desenvolveu a aptidão para essas áreas de sua
vida, achando que basta ser bondosa para adquirir o sucesso em cada âmbito de seu existir.
 
E, mesmo sendo bondosos, com um caráter íntegro e também termos desenvolvido e expressado aptidões para lidarmos bem com as diversas áreas de
nossa vida, isso NÃO NOS IMUNIZA contra doenças, sofrimentos, perdas, tragédias,
depressão, etc. A Vida traz consigo esse pacotão de agregados… rsrsrs

Não adianta nada achar que a espiritualidade vai nos proteger e essa coisa toda. Como a espiritualidade nos protegerá da própria vida, em sua totalidade de eventos tristes e alegres, positivos e negativos, bem-sucedidos e fracassados?? Quando vivemos, ganhamos o pacote completo da própria vida.
 
Por isso que digo que, muitas vezes, buscamos na espiritualidade nada mais do
que analgésicos paliativos para nossa NATURAL dor existencial. Queremos
barganhar com a espiritualidade a proteção para o inevitável e, muitas
vezes, doloroso ato de viver.  
 
Somos seres altamente vulneráveis e incapazes de evitar as tragédias, as
dores, as traições, os sofrimentos, a depressão e o vazio existencial
altamente angustiante. Tudo isso faz parte da vida.
 
Beijãozão nocês…

Yub


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Números: meros quantificadores OU qualificadores?

 

Trecho retirado do livro O Homem e seus Símbolos
(Carl Gustav Jung):

“Entre as muitas intuições matemáticas
primordiais, ou idéias a priori, as mais
interessantes do ponto de vista psicológico
parecem ser os’números naturais.’ Não servem
apenas às nossas operações cotidianas para contar
e medir, mas foram, durante séculos, a única
maneira existente de ‘ler’ o significado das
antigas formas de adivinhação como a astrologia,
a numerologia, a geomancia etc. – todas elas
baseadas em cálculos aritméticos e todas
investigadas por Jung em termos de sua teoria da
sincronicidade

“Além disso – os números naturais – examinados
de um ângulo psicológico – devem ser certamente
representações arquetípicas, pois somos forçados
a pensar a seu respeito de maneira definida.
(…) Em outras palavras, números não são
conceitos conscientes inventados pelo homem com o
propósito de calcular: são produtos espontâneos e
autônomos do inconsciente, como o são outros
símbolos arquetípicos.

“Mas os números naturais são também qualidades
pertencentes aos objetos exteriores: podemos
assegurar e contar que aqui existem duas pedras
ou três árvores acolá. Mesmo se despojarmos os
objetos de outras qualidades como cor,
temperatura, tamanho etc., ainda resta a sua
‘quantidade’ ou multiplicidade especial.

“No entanto, estes mesmos números também fazem
parte indiscutível da nossa própria organização
mental – conceitos abstratos que podemos estudar
sem nos referimos a objetos exteriores.

 

“Os números parecem ser, portanto, uma conexão
tangível entre as esferas da matéria e as da
psique. De acordo com certas sugestões feitas por
Jung, havemos de encontrar neles um campo
promissor para pesquisas futuras.” Dra. von Franz

Como a Dra. von Franz escreveu, “os números
parecem ser, portanto, uma conexão tangível entre
as esferas da matéria e as da psique.”

 

Os Números possuem sua qualidade metafísica e
também psíquica, representam, ao mesmo tempo,
Princípios Universais e Qualidades
Humanas/Existenciais. Podemos ver isso no
primeiro versículo da Tábua de esmeralda de
Hermes Trismegisto: “O que está no alto é como o
que está em baixo, e o que está em baixo é como o
que está no alto para realizar o milagre da
Unidade.”

O Princípio metafísico do número 1 corresponde ao
Impulso Criador Original e, na Numerologia
Pitagórica, esse número representa qualidades de
liderança, independência e impulso dinâmico para
apresentar novas realidades, novos caminhos,
novas trilhas, novas descobertas que abrem campo
para a expansão e evolução do ser humano.

Conseqüentemente, aqueles que possuem o número 1
em seu Mapa são desafiados por si mesmos a buscar
realizar uma tarefa original e corajosa,
desbravando certas áreas do existir a fim de
trazer descobertas valiosas e novas percepções,
posturas, comportamentos, idéias e projetos para
quem vem atrás, junto, aproveitando o que foi
descoberto e irrompido pelo impulso criador de
quem tem em sua simbologia numerológica o Número
1.

Obviamente que, quando passamos por um Ciclo
simbolizado pelo Número 1 – seja um Ano Pessoal,
um Trimestre, um Período, um Trânsito mais longo
–, isso mostra que nosso próprio espírito irá nos
impelir, impelir a nossa personalidade, a ir em
busca de algo novo, de uma renovação bem marcante
em nossa vida, demandando uma coragem, um
dinamismo bem maior do que em outras fases, de
modo que, assim, nós possamos nos impulsionar a
alcançar novos campos e novas realidades de nós
mesmos e da vida exterior em nosso processo
existencial.

 

Será, então, que quando sonhamos ou nos é
apresentado em nossa projeção a simbologia do 1,
nosso inconsciente/amparadores/guias estão nos
mostrando que estamos aptos a integrar
psiquicamente esse conteúdo dinâmico,
impulsionador, cheio de coragem, enfrentando o
medo do novo e a nossa insegurança interior,
vencendo as confrontações com as figuras de
autoridade que podem estar tentando reprimir
nossa individualidade de se expandir e de
alcançar novas conquistas internas e externas?

Creio que sim. Pelo menos observo essa situação em minha vida.

 

Beijãozão nocês…

Yub


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11:11, Sincronicidades e a "Perseguição" dos Números!

11:11, 12:12, 14:41, 15:51, 33…
 
“O que chamamos Símbolo é um termo, um nome ou mesmo uma imagem que nos pode ser familiar na vida diária, embora possua conotações especiais além do seu significado evidente e convencional. Implica alguma coisa vaga, desconhecida ou oculta para nós.”
Carl Gustav Jung (O Homem e Seus Símbolos).
Quem aqui já não acordou de um sonho onde viu um número ou um número lhe foi apresentado numa situação inusitada dentro do próprio sonho? E como esse número e a lembrança da situação em que lhe foi apresentado no sonho acabaram mexendo pra caramba com você, né? Esse evento inusitado ficou reverberando durante todo o dia em sua mente?

Quais serão os significados desse símbolo, desse número, dele ter aparecido de maneira tão impactante, heim?

E quem aqui possui um “número de sorte”, aquele por quem nutrimos um significado especial, que consideramos como “o meu número.” Dizemos que o
adoramos! E aqueles que não gostamos, que temos uma birra com ele? Quando aparece em alguma situação de nosso existir, ficamos preocupados, achando que pode ser um sinal de que algo não vai dar certo, afinal, esse maldito número
apareceu… Será mera superstição essa relação que temos com esses números?

Os Números, pra mim, são mensageiros do Inconsciente. Eles nos remetem a realidades mais profundas de nós mesmos e da Vida.

Através das pontes que eles representam, podemos atravessar uma realidade (a das aparências, exterior, dos fenômenos) rumo a uma realidade mais profunda, interna, espiritual, essencial, holística. É uma travessia que não conseguiríamos fazer apenas com as qualidades intelectuais.

Os Números – como símbolos – nos remetem a apreensão de nossa realidade interior/psíquica, acessando facetas de nosso ser talvez ainda inconscientes/ocultas (algumas mais, outras menos).

Desse modo, MUITO PROVAVELMENTE, quando sonhamos com certos Números, quando somos “perseguidos” por números tais como o 11:11 do relógio, do
vídeo, da tela do computador, ou outros números que sentimos afinidade e o identificamos na placa de nosso carro, no número de nossa casa, no
bilhete do teatro, no cinema, no quarto de hotel, etc.,

TALVEZ isso possa estar indicando uma mensagem de nosso inconsciente, o qual nessas circunstâncias vai chamando a atenção de nossa consciência para a energia, as qualidades, os desafios e os aprendizados do número respectivo que está teimando em aparecer em nosso existir cotidiano.

Quem sabe as qualidades e as características desses Números possam estar se referindo a uma importante fase de nossa vida, na qual estamos preparados para integrar em nosso todo psíquico certos aprendizados envolvendo o significado desses Números??

Daí também a importância de adentrarmos nos conteúdos de cada Número, conhecendo-os, de modo a verificarmos se realmente há validade nessa ressonância entre o “surgimento”, a “perseguição” de determinados números e a nossa capacidade de adquirirmos um nível maior de compreensão e autoconhecimento sob o fundamento do significado desses mesmos números…

Tenho percebido também que qdo uma Sincronicidade (coincidência significativa) ocorre, GERALMENTE é um “sinal” da Vida para nós.

Como assim?

Vc já reparou que quando rola uma coincidência significativa parece que o mundo ao redor PAROU para vc prestar atenção – e sentir aquele impacto/espanto/choque da Sincronia??

Qdo algo vem nos impactuar, nos espantar, nos chocar, muito provavelmente, é para nos sacudir, é para chamar a nossa atenção para este evento inusitado.

Obviamente, o significado dessa experiência é algo MUITO pessoal, subjetivo. Mas
posso compartilhar o que acontece comigo. 
Vou dar um exemplo. Vai parecer loucura, mas… rsrs

Certo dia, há anos atrás, qdo eu ia pra Faculdade (1996-1999), eu
esperava o ônibus aqui na Rua Padre Eustáquio. Nesse dia, eu estava
bastante angustiado com um namoro que vivia na época. Eu não sabia
se deveria conversar com minha ex-namorada para decidirmos terminar,
pois a relação estava insatisfatória pra mim, e muito sofrida…

 
Eu, absorvido em minha angústia, e nas reflexões que fazia sobre a
relação, tive o pensamento de: “hoje vou ter uma conversa franca com
ela! Chega de adiar uma decisão!”

Logo qdo tive essa decisão, o ônibus 4408 (do bairro SÃO MATEUS),
passou. Esse não era o ônibus que pegava pra Faculdade (pegava o 4111). Olhei para o ônibus, para o número dele e para o bairro dele, e senti que este
ônibus – com este número (4408) e com este destino (São Mateus) –
era uma CONFIRMAÇÃO para a minha decisão. Ele REPRESENTAVA um SIM!!

Parece que o mundo ao meu redor (as pessoas do ponto, os outros
carros, os pedestres) parou para que eu prestasse total atenção,
completamente absorvido, hipnotizado, ao ônibus!! E sentisse aquele
impacto, aquele choque, aquele espanto que geralmente vem junto com
a COINCIDÊNCIA, a SINCRONIA. E senti visceralmente que aquele ônibus
era uma confirmação, um SIM à minha decisão de ter uma conversa
franca com minha ex-namorada naquele dia. Ou seja, ele funcionou
como um ORÁCULO. Ele respondeu: SIM!

Então, chegando à Faculdade, quem eu encontro logo de cara, na
entrada da Puc?? Ela, minha ex-namorada!!! E a chamei para
conversar. Tivemos uma das melhores conversas de nossa relação, onde
expus tudo aquilo que estava me angustiando… Fomos super-francos
um com o outro. E tomamos a decisão de não mais namorar, pois essa
era a melhor opção para nós dois naquela fase de nossa vida.

Desde esse dia, o ônibus 4408 (São Mateus) tem funcionado como um Oráculo. Ele teve essa função em outros dias, em outros anos, em outras fases de minha vida. É muito louco. Não que eu vá lá para o ponto de ônibus, decido algo que egoisticamente vai ser bom pra mim e espero o 4408 passar para AFIRMAR, ABALIZAR uma decisão mental, superficial, egoísta de minha parte.

 
É qdo estou distraído, absorvido em alguma angústia, em uma encruzilhada danada, que ele aparece de súbito, me tira daquele estado auto-reflexivo para um de susto, choque, espanto, ao AFIRMAR uma decisão que acabei de tomar
internamente para algum problema que esteja enfrentando.

Então, tenho percebido que a coincidência significativa (também
conhecida como Sincronicidade) tem este propósito na jogada.

Qdo ela ocorre, geralmente ela está querendo nos atentar para algo
que estamos vivendo, pensando, refletindo, decidindo naquele momento
ou fase de nossa vida… As angústias, as escolhas, as decisões que
estão na ordem do dia em nossa vida podem ser respondidas pela
Sincronicidade…

Mas, como, Yub?

É como se a Coincidência Significativa fosse um ORÁCULO!!!

Como é que é??

Sim, a Sincronicidade tende a funcionar como um ORÁCULO. Ela
responde SIM ou NÃO para a dúvida, o questionamento, a angústia e a
reflexão que estamos fazendo JUSTAMENTE no momento em que tal
COINCIDÊNCIA ocorre.

É isso!! Para quem quer aprofundar nessa questão das SINCRONICIDADES
estarem associadas com o ASPECTO ORACULAR da Vida, leiam:

ADIVINHAÇÃO E SINCRONICIDADE: A PSICOLOGIA DA PROBABILIDADE
SIGNIFICATIVA, da Dra.von Franz (discípula mais próxima de JUNG). O
livro é ESPETACULAR!! Ainda mais pra quem trabalha com Oráculos
como a Astrologia, a Numerologia e o Tarot… rsrs

 
Beijãozão nocês…
Yub
 


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