Reflexões Astro-Numerológicas sobre Roman Polanski

No dia 29/09/2009, Roman Polanski ganhou visibilidade, novamente pelo caso do abuso sexual cometido por ele em 1977. O diretor cinematográfico drogou e violentou sexualmente uma garota de 13 anos (Samantha Gailey) numa festa na casa do amigo Jack Nicholson no referido ano.
Nas listas de discussão que participo no yahoogrupos houve muito embate sobre a condenação ou a absolvição de Polanski. Não entrarei no mérito de tal julgamento. Vou apenas tecer alguns comentários sobre a personalidade e as fases do diretor de O PIANISTA, levando em consideração tanto seu Mapa Numerológico quanto seu Mapa Astral (ver abaixo).
Seu nome de batismo é o seguinte:
RAJMUND ROMAN LIEBLING.
Nasceu dia 18/08/1933, às 10:30h, em Paris, na França.
Logo quando abri o Mapa Natal de Polanski, uma significativa oposição entre Marte em Libra na Casa 1 e Urano em Áries na Casa 7 me chamou atenção. Principalmente porque tais Astros estão em Quadratura nada mais nada menos que com Lua/Plutão na Casa 10.
Quando o Planeta que simboliza a expressão sexual (Marte) está em aspecto (principalmente desafiante, tais como a Oposição e a Quadratura) com Urano e Plutão, isso já indica muita coisa. Ainda mais ativados pela Lua… Mas quero falar de outra coisa primeiro… de um outro posicionamento astrológico.
O que está no Meio do Céu (o qual marca o início da Casa 10) representa algo que fica bem evidenciado para o público sobre a nossa pessoa e a nossa vida. É o que ganha destaque social. Roman Polanski tem Lua em Conjunção com Plutão em Câncer na Casa 10.
A mãe (Lua) do cineasta foi morta num campo de concentração (Plutão). Sua mulher (Lua), Sharon Tate, foi assassinada (Plutão) em 1969, quando estava grávida de 8 meses, pela família do serial killer Charles Mason (Plutão). Homens com a Lua em aspecto com Plutão costumam ter uma família (Lua), a mãe e as mulheres de sua vida (Lua) marcadas por acontecimentos trágicos (Putão), dramáticos e intensos (Lua), muitas vezes sendo sobreviventes, no sentido de precisarem renascer significativamente (Plutão).
Lua também representa o povo. O modo como a pessoa é vista pelo público é observado pelo posicionamento da Lua em nosso Mapa Natal. E a Lua, de Roman Polanski, está em conjunção com Plutão, em destaque lá no ponto mais visível da Carta Natal (a Casa 10). Plutão – co-regente de Escorpião – simboliza o radicalismo do ame ou odeie. Então, ganha visibilidade na vida de Polanski (Casa 10) o modo como é visto pelo público (Lua na Casa 10): ou o ama ou o odeia (Plutão).
Voltando à questão sexual (Marte e Plutão são símbolos dessa área de nossa vida), enxergamos Marte em oposição com o elétrico, chocante, revolucionário e inusitado URANO. Sabe aquele momento quando a Lua Cheia está surgindo no horizonte? Não parece que ela está GIGANTE?? Pois é… Qualquer Planeta próximo ao Ascendente ganha essa proporção gigantesca. No caso de Polanski, sua atividade sexual (Marte) chocante (Urano), sendo julgada (Casa 10) por ter abusado (Plutão) de uma menina de 13 anos.
Em 1977, quando ele drogou e abusou sexualmente da garota, inclusive via sexo anal, Polanski estava no Ano Pessoal 5 (1+9+7+7 = 24; 24+18+08 = 50/5). Ele já tem o Número 5 na soma das vogais e consoantes (Número de Expressão). Todo Ano Pessoal de simbologia numerológica que se encontra em alguma posição do Mapa Numerológico tem acentuada a dinâmica desse Número nesta posição.
O Número 5 representa uma atitude bastante sexualidade. É considerado o número do magnetismo sexual. Sabe aquelas celebridades que transmitem exalar uma sexualidade magnética? Elas costumam ter o Número 5 no Número de Impressão (soma das consoantes do nome completo). Impressionante… Irradiam visivelmente (Numero de Impressão) uma imagem (Impressão) de encanto sexual (5).
Num Ano Pessoal simbolizado pelo 5, costumamos ter muita curiosidade. Nossa vontade de experimentar algo novo, diferente e mais estimulante ganha proporções consideráveis. Se, ainda por cima, temos o 5 em destaque no Mapa, nem que seja em apenas uma posição, isso já é sinal de acentuação dessa tendência.
Em 1977, o ímpeto experimentador de Polanski estava acentuado. Em seu Ano Pessoal 5, ele – com 44 anos -, se dispôs a fazer sexo com uma garota de 13. Convenhamos que isso não é considerado comum, tradicional, não é mesmo? Pois é… ele experimentou (AP 5).
Bom, é isso. Queria compartilhar algumas das reflexões que tive ao ver o Mapa Numerológico e Astrológico de Roman Polanski.
Beijãozão nocês…
Yub
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Ronaldo e Numerologia: Unindo teoria e prática!

 

Diariamente visito a globo.com. Lá eu observo, na prática, como esportistas, políticos e celebridades vivem seus Ciclos Numerológicos.

 

Num Ciclo 6 (seja este de curta ou de longa duração), há necessidade de harmonizar conflitos, principalmente familiares.

 

Já num Ciclo 7, existe a oportunidade de viajar, bem como de ser incompreendido. Mistérios se apresentam de modo bem evidente.

 

Ronaldo, o Fenômeno, vive o Ano Pessoal 6, 3o.Trimestre 7 e Mês Pessoal (Setembro) simbolizado também pelo 6.

 

E o q lhe aconteceu neste mês?

 

Ele viajou à Espanha (Trim.7) para resolver assuntos familiares (AP 6 e MP 6): tratar da pensão de seu filho Ronald com a ex-mulher Millena.

 

E o mistério (TP 7) q ganhou visibilidade na vida do jogador agora em Set envolve o tema família (MP e AP 6): se ele seria pai de um garoto de 4 anos..

 

Um Ciclo 6 tbm envolve a busca por harmonia e saúde. Externamete por via da estética, da arte. Procuramos por mas beleza, paz e tranquilidade,

 

E Ronaldo se envolveu naquele clima de suspense/mistério (TP 7) se fez ou não lipoaspiração (AP e MP 6).

 

Eis alguns fatos que mostram a vivencia prática dos Ciclos Numerológicos.

 

Beijãozão nocês…

Yub

 
 


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Sonhos, Sinais e Sincronicidades – parte 1

 

Sonhos, Sinais e Sincronicidades – parte 1

 

            Como você reage quando uma coincidência bastante significativa ocorre em seu dia-a-dia? Sente aquela sensação de que algo especial se apresenta? Dá atenção ao evento e busca um significado ao mesmo? Ou simplesmente considera-o obra de um acaso?

            Há alguns anos atrás, mais precisamente em 1996, eu decidi ter um diário. Sentia necessidade de registrar tanto essas coincidências marcantes quanto os meus sonhos. Porque vislumbrava a possibilidade de ser guiado pelas mensagens de meu inconsciente, as quais usavam essas experiências para me conduzir sabiamente pela vida. Ou seja, acreditava que elas tinham um propósito superior.

            A cada ano vivido, procurava compreender esse tipo de direcionamento. E comprovei a riqueza desses recados. Descobri que uma sincronicidade ocorre quando há uma conexão entre um evento externo e um sentimento, pensamento e desejo internos. Um exemplo dessa ligação entre o mundo exterior e o interior pode ser encontrado numa livraria. Desejamos ler sobre determinado tema. E começamos a circular pelas estantes. Muitas vezes, o livro que precisamos ler parece “cair” em nossas mãos. Chega até nós de uma maneira surpreendente, inusitada. Ou seja, o desejo de entender sobre um assunto (realidade interior) se encontra com um evento exterior, tal como achar um livro caído no chão da livraria que trata justamente do que queremos saber.

            Para quem vive uma experiência assim, o evento tem uma carga emocional impactante. Ele nos toca, nos sensibiliza, nos comove. E essa repercussão interna nos incita a reconhecer o quanto tal situação é especial para nós. Evidencia um significado, o qual, quando aceito, assimilado e praticado, fará diferença na nossa vida. Parece que uma força poderosa organiza esses acontecimentos para nos trazer oportunidades úteis ao nosso processo de autoconhecimento e autorrealização.

            Eu costumo brincar com o universo. Tento me abrir para os sinais que se apresentam por meio das circunstâncias cotidianas. Essa atitude de entrega e de atenção desprendida no dia-a-dia me permite enxergar o surgimento das mensagens por meio das quais obterei respostas às minhas dúvidas e angústias.

            Quando preciso tomar uma decisão e estou incerto sobre qual escolha fazer, adoto uma postura de caçador de tesouros. Com esse faro detetivesco, uma simples conversa ouvida no ponto de ônibus entre duas pessoas desconhecidas pode me ofertar a valiosa informação que necessito e me fará decidir com sabedoria.

            Compartilho um exemplo: Almoçava com a Cris (minha esposa) e meus pais em um restaurante. Eu e ela tínhamos encontrado um apartamento que queríamos alugar. Gostamos dele. E conversávamos com meus pais se um tio meu, chamado Luiz, aceitaria ser um de nossos fiadores. Quando expus essa dúvida, imediatamente ouvimos uma mãe chamando seu filho: “Luiz!! Venha aqui!” Olhei para a Cris e sorri. Meu tio, muito provavelmente, toparia ser nosso fiador. E aceitou quando lhe fizemos o pedido.

            E os sonhos? Eles também têm esse caráter de condutor? Sim, têm. Porém, para decifrar suas indicações, demandam uma certa prática na interpretação do simbolismo onírico. Sua linguagem é plástica, simbólica. E, portanto, exigem de nós o desenvolvimento dessa capacidade de questionar: o que esta situação aparentemente confusa e sem lógica quer, simbolicamente, me mostrar?

            Tratarei desses detalhes na outra parte deste artigo.

 

Beijãozão nocês…

Yub (artigo originalmente publicado na revista personare:

http://www.personare.com.br/revista )


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SATURNO: O MEDO do que ambicionamos!!!

Lidar com o medo é um desafio. Muitas vezes, nos travamos. Evitamos
lidar com
determinada situação por conta do nosso medo. Porém, ainda assim,
sentimos a
presença daquele persistente desejo de viver a situação, por mais
que a temamos.

Também pode haver aquela forte cobrança, sempre martelando, para
vivermos
determinadas situações e expressarmos específicos talentos. Todavia,
diante da
insistente lembrança do que ambicionamos empreender e obter, existe
o temor de
nos enveredar por esse rumo.

O que fazer? Como lidar com o medo e nos dedicar ao que queremos?
Como sair da
inércia, vencer nossa resistência e ir em busca do que tanto ambicionamos?

Como explicar o fato de temermos aquilo que temos mais ambição de
experimentar?

Quer compreender melhor essa sua faceta saturnina, isto é, os medos
que tem de
desenvolver os talentos que tanto deseja aprimorar, expressar e
obter o
merecido reconhecimento a eles associado??

Se quiser, eu ministro há 4 anos um Curso via internet (4 aulas apenas) sobre Saturno, com a seguinte dinâmica:

*** COMEÇA NA OUTRA SEXTA-FEIRA, DIA 09/10/2009 ***

Costumo perguntar para as pessoas: qual é o seu
maior medo? Aquilo que mais se sente inibido(a) e
receoso(a) de lidar?

Depois de ouvir as respostas, eu faço outra
pergunta: qual é a sua maior ambição? Aquilo que
vc mais sente vontade de realizar na vida?

É impressionante como essas duas perguntas
revelam a mesma resposta, porém, vista por dois
ângulos: um negativo e outro positivo. Revelam as
duas faces de uma mesma moeda: a moeda
simbolizada por SATURNO!!

É ali, naquele Signo e naquela Casa onde ele se
encontra em nosso Mapa Natal, que encontramos
o ponto-chave que nos revela nossos mais arraigados medos,
receios, inibições, bem como nossas maiores ambições e
talentos.

Assim, estarei ministrando esse Curso VIRTUAL
(via internet) sobre o nosso SATURNO. Serão 4
aulas, enviadas toda Sexta-feira ao seu e-mail, com enfoque
pessoal, segundo o posicionamento deste Astro no
Mapa Natal de cada um(a), satisfazendo tanto a
leigos quanto a estudantes de Astrologia.

Na Aula 01, farei vários questionamentos a
respeito de como você percebeu a vivência de seus
pais (ou de alguma outra figura de autoridade que
tenha participado de sua infância e criação) no
que tange ao que seu Saturno Natal pode estar
mostrando
nesse sentido. O objetivo desses questionamentos
é tentar compreender o quanto a experiência
que nossos pais tiveram pode ter gerado fortes
efeitos sobre a nossa maneira de viver
esses medos e esses dons representados pelo
próprio Saturno.

Na Aula 02, abordaremos o SIGNO de seu Saturno
Natal, e na Aula 03, a CASA onde tal Astro se encontra,
nas quais farei vários questionamentos sobre como vive e pode viver
seu Saturno.

Na Aula 04, concluiremos o Curso com minhas interpretações
sobre todas essas facetas – negativas e positivas – de seu Saturno
Natal.

Terá início na Sexta-feira, Dia 09/10/09. O preço
do Curso: R$60,00 (sessenta reais).

Aqueles que se interessaram, procurem-me em pvt:
lestat344@yahoo. com.br

Beijãozão nocês!
Yub


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Equus, Sonhos e a parceria Consciente-Inconsciente!!

 
Na parceria consciente-inconsciente, uma decisão tomada de forma consciente parece estimular o inconsciente a mostrar (geralmente via sonho) o que precisamos trabalhar em nós.
 
A partir dessa decisão, parece que nos predispomos ativamente a receber do inconsciente o material simbólico sobre o que estamos prontos para conscientizar e integrar. E sobre o qual temos condições de nos dedicar na atual fase de nossa vida.
 
Caso resistamos, no dia-a-dia, a encarar e trabalhar esses conteúdos, pode ser que nossos sonhos fiquem mais dramáticos e se transformem em pesadelos.
 
Isso foi o que consegui exergar com mais clareza ontem, ao assistir o filme EQUUS.
 
E refletindo sobre essa reflexão rsrs, percebi uma tendência minha: eu costumo atribuir a uma causa INTERNA (desejo, pensamento, angústia, sentimento) o fator desencadeador de um evento sincronístico que gerará a conexão entre uma situação externa e uma realidade interna.
 
Minha tendência a valorizar mais acentuadamente as questões internas me predispõem a atribuir um peso maior às necessidades internas como causadoras de sincronias ao atrairem eventos externos compatíveis e formadores de conexão interna-externa.
 
Porém, ao ver o filme EQUUS, as primeiras frases que escrevi acima (neste texto) me mostraram que um evento EXTERNO pode ser o causador de uma sincronicidade. Um pedido de alguém (como o feito pela amiga do psiquiatra do filme, para este atender um paciente) pode ser o deflagrador de certas necessidades INTERNAS e, com isso, atrair eventos EXTERNOS que conectem essas realidades e tragam à CONSCIÊNCIA as questões a serem trabalhadas nesta fase de nossa vida.
 
Quando o psiquiatra decide atender o rapaz, parece que desbloqueia uma barreira INTERNA que impedia a vinda à CONSCIÊNCIA de um conteúdo a ser aceito, trabalhado e integrado na estrutura psíquica do médico. Tanto é que, APÓS 3 DIAS de tratamento do menino Alan, ele tem um SONHO que mostra, cada vez mais claramente no decorrer do filme, uma insatisfação que ele vinha evitando encarar há tempos.
 
A decisão de aceitar tratar o Alan e o início do tratamento mexem com o psiquiatra o suficiente para ruir com as barreiras que vinha mantendo para impedir que se conscientizasse de suas frustrações e insatisfações, as quais se manifestavam por meio de SINTOMAS, tais como os SEIS anos de distanciamento com sua mulher (não dava sequer um simples beijo nela).
 
Ou seja, o inconsciente se faz presente CONSTANTEMENTE, principalmente por meio dos SINTOMAS.
 
No decorrer do filme, o psiquiatra percebe (se CONSCIENTIZA) essas questões que adiara há tanto tempo. Mas com a decisão consciente de se enveredar por uma experiência (de tratar Alan), ele abriu o canal para uma SINCRONICIDADE ocorrer: o SONHO que teve no terceiro dia de atendimento a Alan.
 
Porque o SONHO é uma SINCRONICIDADE. Conecta uma necessidade interna com uma realidade externa. O evento SONHAR conecta a realidade interior (insatisfação profissional do psiquiatra) com a realidade exterior (suas atitudes de frustração no trabalho, no atendimento aos seus pacientes; e no seu relacionamento, com o distanciamento entre ele e sua mulher).
 
E o SONHO mostra o que envolvia essas insatisfações, frustrações e necessidades de superação por parte do psiquiatra. Mostrou conteúdos que estavam reprimidos e que, com sua decisão de aceitar o caso de Alan, vieram à tona.
 
Aí eu (ou você) poderia me questionar: Será que não foi uma necessidade do próprio INCONSCIENTE que, percebendo o preparo da CONSCIÊNCIA, não o influenciou a tomar a decisão consciente de aceitar o caso de Alan?
 
Talvez não haja um causador, mas sim, até nisso, ser a parceria CONSCIENTE-INCONSCIENTE quem “causa” os eventos sincronísticos. É o que mais acredito atualmente, uma vez que é a nossa mente dualista que vê as coisas separadas, que vê ora uma ora outra realidade (interna/externa) ser a causadora dos eventos, das sincronicidades.
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Os desafios e aprendizados de 18/09 a 18/10/09

 

Na Astrologia, quando o Sol e a Lua fazem conjunção em determinado Signo, essa configuração marca o início da Lua Nova. Eis a partida de um novo ciclo, o ciclo de lunação.

 

No que ocorrerá amanhã, Sol e Lua se encontram no Signo de Virgem. E agregam Saturno (e Mercúrio Retrógrado). Além de Urano, o qual faz oposição a esses astros em Virgem.

 

Portanto, de 18/09 a 18/10/2009, teremos um ciclo marcado pelo stellium (3 ou mais astros) no Signo de Virgem. Uma fase marcada pela necessidade de colocar ordem na casa. Mas em que Casa? Na Casa Astrológica que essa cambada toda estiver reunida. Basta olhar onde está o grau 25 de Virgem em seu Mapa Natal. Será ali, nos assuntos e questões associadas a tal Casa Astrológica, que você precisará se organizar, se aperfeiçoar.

 

Virgem simboliza a demanda de uma atitude prática, eficiente, econômica, competente e minuciosa. O objetivo é alcançar um novo nível de autoaperfeiçoamento nesse âmbito onde a lunação ocorrerá. O que pode fazer para cortar o supérfluo e deixar, com organização, o essencial nesta área de sua vida?

 

Tudo bem… sei que você poderá resistir a colocar em prática esse plano inteligentemente arquitetado. Sentirá um peso para aplica-lo. Terá medo de se perceber falho. Não desejará sentir na pele que ainda não está preparado como gostaria para, enfim, organizar as coisas e deixa-las bem postas nesta esfera de seu existir (grau 25 de Virgem em seu Mapa Natal). Afinal, Saturno está presente nesse processo.

 

Mas você, muito provavelmente, se deparará com pendências. Não dá mais para evitar o lidar com praticidade com essa área de sua vida. Reflita e reavalie o que vem adiando. Afinal, Mercúrio Retrógrado está aí, sinalizando essa necessidade.

 

Persista na aplicação dos dados e dos conhecimentos que ordenará neste período. Além disso, o que pode fazer de forma diferente e progressista nestas situações que a Lunação traz à tona? Como Urano está fazendo oposição a tais Planetas em Virgem, ele demanda uma atitude nova, original e inusitada a ser aplicada no que está ordenando, organizando e buscando aprimorar virginianamente.

 

E justamente por Urano se mostrar atuante neste mês, talvez seja bacana não ficar tão preso a minúcias e picuinhas na área que busca aperfeiçoar e se tornar mais competente. Um toque de genialidade e de inovação precisa se conjugar aos métodos certinhos que procura seguir no âmbito de sua vida em que o grau 25 de Virgem se encontra.

 

É o momento de deixar que as idéias revolucionárias, progressistas e humanitárias sejam aplicadas de modo prático e eficiente. Não fique tão preso à rotina. Abra-se às sincronicidades. Elas lhe abrirão portas, oportunidades e situações novas para você, aí sim, usar de toda sua persistência, disciplina, inteligência, organização e versatilidade nos assuntos e situações referentes à Casa Astrológica onde o grau 25 de Virgem se encontra em sua Carta Natal.

 

Beijãozão nocês…

Yub


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Sobre suicídios, suicidas e astrologia…

 
Após o que escrevi sobre VERÔNIKA DECIDE MORRER, recebi uma mensagem do meu amigo e irmão de alma KÉLSEN ANDRÉ lá na numerologiapitagorica (do yahoogrupos). Ele refletia sobre o SUICIDIO e os SUICIDAS. Achei o que ele escreveu simplesmente BRILHANTE!!
 
Reproduzo aqui o que ele refletiu. E como depois ele me fez uma pergunta astrológica sobre o tema, coloco o que escrevi após as reflexões dele.
——————————————-
Salve a todos,
 
Este texto nao tem razão, sentido, objetivo, ele é apenas um desabafo, uma homenagem postuma. Era isso que ele era duas semanas atrás quando comecei a escreve-lo. Agora depois de saber fragmentos da verdade e assistir uma parte do saia justa, ele virou uma reflexão.
 
Pois é!! Ele era isso tudo a cinco meses atras, no final ele virou uma critica a algo que eu defendia até começar escrever como legitimo.  
 
Ele passava o ano na mesma posição na hora do recreio: recostado em uma poltrona com as pernas esticadas sobre outra, os olhos sempre fechados. Nenhuma palavra pronunciada, nenhum sorriso trocado, nenhuma queixa realizada. Apenas o silencio e o vazio dos olhos fechados. Olhando para onde? Desejando quais sonhos? Nao saberei responder e nao quero imaginar.
 
Nao sei a disciplina que ele lecionava. Trocavamos apenas olhares rápidos, que valiam como bom dia. Em verdade, nao recordo da voz dele, a lembrança que ele me traz é a dele sentado na sala dos professores.
 
Recentemente (duas semanas atrás) fiquei sabendo que ele era do interior e estava na capital trabalhando. Descobri tambem que estava noivo com casamento marcado para o fim do ano. Sabia que ele dava aula de manha e a tarde e nada mais. O nome dele nao tenho certeza, parece que é Ralf, ou será apelido?
 
Pois bem, este cavaleiro solitário, julgou toda a humanidade, em verdade, fez mais, nos condenou. Ele naquele silencio que parecia indiferença, hoje nos proporciona uma nova leitura- um pedido de atenção. Um pedido que nao teve, nao recebeu, pelo menos de mim naqueles seis meses que convivemos juntos.
 
II
Na semana passada encontrei com o presidente da associação de pais e mestres e ele ao me narrar sobre o ocorrrido, disse que o moço deixou uma carta (nao sabemos se veridica) afirmando que o sonho dele desde criança era casar, ter filhos, um emprego e se matar. tirando o requisito do casamento, todos os outros itens foram cumpridos a risca, como que em um ritual. Um ritual programado, planejado, especulado, sonhado. Mas nao quero acreditar que o suicidio dele tenha sido programado, pelo contrário, quero pensar que foi um ato espontaneo.
 
III
O suicida é o juiz do mundo. Mais do que juiz, ele é a sentença, o veredito.
 
IV
Tudo acima estava escrito a cinco meses e todas as vezes que eu ia enviar pensava… mas não vai encorajar as pessoas? Assim diante do primeiro eu nao escrevi, diante do segundo caso tb nao, mas houve um terceiro. O de uma moça, devia ter no maximo uns 40 anos. Decada atras o irmao se jogou da mesma janela na qual ela deu o salto triunfal. O que me chamou atenção em tudo foi que pela primeira vez ela se dirigiu a palavra a mim e conversamos.
 
Ela era uma moça exotica. Tinha os cabelos presos em forma de circulo na altura das orelhas. Utilizava um oculos de sol que tinha quase o mesmo tamanho da abobada celeste, dando ao seu rosto, combinado com o seu cabelo um ar de mosca. Sim, ela parecia um mosquitinho, seja pelo corpo franzino, seja pela sensação de que nao ocupava espaço. Nós conversamos. Eu a vi chegando em uma kombi e fiquei profundamente feliz em saber que ela tinha vida social, que ela conhecia pessoas e que conversava com alguem. ( Como eu sabia que ela nao tinha contato social?)
 
Uma manha saio para correr e vejo uma agitação estranha. Volto e ninguem me diz nada. Na hora do almoço a central de noticias chega em casa ( meu irmao) e diz: ficou sabendo? Pois é! Pergunto eu: quem?
 
Não sei o nome dela, nao sei as preferencias, somente quando ele diz uma esquisita é que associo. A esquisita.
 
V
A vida moderna é muito louca. A indiferença é muito grande. Recordo que vinte dias depois do acontecido estava eu saindo para minha pelada, cinco horas da manha, quando escuto gritos e conversa aflita no hall do predio. Sao duas amigas que desde o acontecido nao sobem mais de elevavor sozinhas, nem atravessam o corredor sozinhas. Olhei para aquilo e nao acreditei, mas elas falavam sério. Subimos e elas foram me contando que viram o corpo passando pela janela e o grito. O grito impregna a mente delas, assim como o corpo largado no chão. Fico pensando o grito foi de alivio? Ou de arrependimento?
 
Continuo…. 
 
Continunando:
 
VI
Eu voltei àquele olhar que ela me lançou no elevador semanas antes de se matar. E este olhar descortinou para mim todo o mistério do suicida. Nelson Rodrigues diz que eles são os juizes do mundo. Fiquei conversando com suicidas o resto do mes e posso dizer coisas assim:
 
o suicida espontaneo nao quer se matar, quer apenas chamar atenção para uma dor que ele nao sabe onde colocar e o que fazer dela. É provavel que este dor o sepulte e ele se transforme em um morto vivo, um zumbi. É possivel que ele utilize essa dor, simbolicamente morra e renasça. Esses casos são poucos e a força do renascimento é tão forte que eles nem se lembram que foi essa dor de morte que lhes proporcionou outra vida. De forma que aqueles que recebem a noticia de que a filha esta gravida, de que é soropositivo, de que o filho é gay, de que a mulher o trai com toda redondeza tem a vontade suicidada, mas ela dificilmente é executada. Eles pegam a arma, em verdade, mais pensam que pegam, se ameaçam, mas não se matam; pelo menos fisicamente.
 
Chegamos a conclusão que nenhuma desgraça subita leva a pessoa a morte eterna.
 
O suicida mesmo é cruel, é um chantagista, é um filho da puta. Ele prepara cada ato, cada cena para que vc se lembre, se culpe, se martirize, sofra. A incapacidade dele em gerir e gestar a propria vida é lançada nos ombros dos outros.
 
O suicida é um canalha. Quando vc o olha, vc pode ter a visão ingenua de que eles estão desligados do mundo, de que as coisas não mais lhe interessam, de que nós nao os compreendemos, de que não fazemos nada por eles, mas na verdade, ele esta silenciosamente, articulando o plano: “como será este mesmo espaço sem mim? O que eles farão quando descobrirem que eu nao esou mais entre eles? Que eu me matei de forma vitoriosa?”
 
O suicida é cruel. Eu se fosse psicologo faria uma associação entre eles e o psicopata. (Coisa que todo mundo virou depois que a Ivone apareceu na movela das oito e o Lazaro começou a postar na voadores). Mas a mesma sandice que tem o psicopata externamente, penso que tem o suicida introspectivamente.   
 
Onde a gente ve vazio e sente o vazio o suicida arquiteta o seu plano. E há todo um ritual, toda uma preparação. Acorda-se e vive-se o dia como se fosse um dia qualquer. Dentro deles há um tesão inconfessavel e que nao pode ser revelado para ninguem: “hj vou me matar”.
Eles passam os dias, os meses, as semanas, as horas, os anos olhando para cada um e pensando consigo: “duvido que descobrem que me matarei daqui a seis meses”.
 
Enquanto isso vão preparando o ritual, cena por cena, ato por ato. Nada é de improviso, nem mesmo o grito da queda. Até ele é treinado. A única coisa espontanea no suicidio é a posiçao final do corpo. Todo o restante é treinado, ensaiado mentalmente e alguns ritos fisicamente. A carta de despedida escrita dias antes, horas antes, meses antes, com a correçao, as vezes, de uma virgula, ou o acrescimo de um ponto. A roupa passada e preparada tanto para o ato final, quanto para o sepultamento. As palavras deixadas para martirizar o leitor que fica o resto da existencia. Tudo é pensado. “Eu te perdo filho, mae, por…”  É a chantagem no seu ponto mais supremo, visceral.  
 
Eu tomei a liberdade de perguntar entre as risadas e os deboches que alguns deles davam acerca das pessoas que ficaram e choravam, quando é que preparavam o ato. No que me responderam: a cada olhar e encontro. Não há um momento no qual o suicida nao esteja treinando e tentando imaginar como sera a reaçao daqueles que ficarão. Quando ele te olha, ele já imagina a roupa que vestira no velorio, a dor que terá nos proximos dias. O sonho de cada suicida é ser chorado como um Getulio (caso ele tivesse se matado). Ser chorado como um Kurt Cobain. Eu achava que tinha sido a industria fonografica que tinha matado o Cobain, agora acho que foi o fantastico.
 
Viram o que fizeram com o Belchior!!!? O cara some, desaparece, nao deixa recado nem com a mae e o fantastico coloca o Brasil inteiro para procura-lo para fazer uma materia de domingo. Nelson dizia que Carlos Lacerda foi o assassino de um suicida (referindo-se a Getulio). Aquela reporter chata é a medium de um fantasma. Afinal, antes de ser sinalizado pela globo que sentiu falta do Belchior? E já que há este interesse em ressuscitar fantasmas, tem milhares de artistas que gostariam imensamente de aparecer dois segundos no fantastico, porque a globo nao os procura, nao atende o telefonema dos empresarios deles?
 
Mas voltando aos suicidas, cada vez que eles olhavam para alguem, eles estavam pensando: “vai sofrer com a minha morte? Vai se lembrar de mim? Vai se sentir culpado? Vai pensar que poderia ter me amado, me bajulado, me…?”
 
O suicida é um egoista. Na verdade o ato do suicidio é um ato de egosimo extremo.
 
VI
Antes eu achava o suicida um cara incompreendido, injustiçado que nao lhe restou senao a morte. Agora o vejo como um pulha, que nao se colocou no mundo e resolveu culpar a humanidade por nao ter se realizado. Os casos são muitos e variados, coloquei todos no mesmo balaio. Mas há os casos artisticos, teatrais, recordo de Essenim (poeta russo) ele corta os pulsos e deixa um poema escrito no quarto de hotel com o proprio sangue.
 
Meu irmao Maiakowiski faz um verso-homenagem lindissimo, falando da falta de tinta nos quartos de hoteis, mas anos mais tarde se dá um tiro no coração. O caso de Maiak é diferente do de Essenin. Este planejou tudo como um grande canalha e sabia de certa forma que seria mais lembrado por isso do que pelos poemas. Ja Maiak foi um ato, um segundo de desespero, um segundo daquele rompante que lhe é natural e peculiar.
 
O suicida julga o mundo, mas o que escapou a Nelson, é que ele é condenado de si mesmo.
 
bjs em todos
 
Saudações ASTROLOGICAMENTE SUICIDAS, meu Querido Kél!!

VC ESCREVEU:
Começando por mestre Yub creio que apenas verticalizei as observaçoes e
reflexoes que coloca em “Veronica decide morrer”. Não sei se ela se mata, de
qualquer forma as observaçoes sobre saturno e netuno negativo são interessantes.
Uma pergunta: haveria um posicionamento de netuno, ou um transito de netuno que
favoreceria ao ato extremo de praticar o suicidio?

YUB: Sim. Pelo menos nos exemplos de suicidas que conheço (pessoas bem próximas
a mim), ambas têm o signo de PEIXES e NETUNO bem marcantes no Mapa Natal. E
quando há um Trânsito de NETUNO sobre ASCENDENTE/MEIO DO CÉU/DESCENDENTE/FUNDO
DO CÉU, em aspecto com o REGENTE do Ascendente e com PLANETAS PESSOAIS, a
tendência pode existir sim.

No caso dessas pessoas que conheço, ambas têm LUA EM PEIXES e NETUNO num dos
pontos do Mapa (Ascendente, Meio do Céu, Descendente e Fundo do Céu). Quando
NETUNO está num desses pontos, acaba fazendo aspectos (quadraturas e oposição)
com os outros. Exemplificando: Uma tem NETUNO no MEIO DO CÉU (início da CASA
10). E, por isso, NETUNO faz quadratura com o Ascendente e com o
Descendente/Casa 7. E faz oposição ao FUNDO DO CÉU (= início da Casa 4).

Quando NETUNO está bem marcante num Mapa Natal (tal como num dos pontos
cardinais, fazendo vários aspectos com Planetas Natais), há MUITOS Planetas em
Peixes/ou Ascendente em Peixes, ou mais de um Planeta na Casa 12, a tendência é
a de ter MUITAS DIFICULDADES DE LIDAR COM O MUNDO MATERIAL, com a “REALIDADE”.

E uma das tendências de escapar do peso da realidade, da densidade da matéria,
daquela angústia que a Regina tão bem falou em seu email (“continuando…”), é o
suicídio.

Porém, o que NETUNO/PEIXES/CASA 12 simbolizam – por si só, se não estiverem
acompanhados de aspectos PLUTONIANOS e/ou URANIANOS -, eu vejo mais uma
inclinação a buscar uma fuga na espiritualidade (na religião) e nos vícios
(drogas/bebidas alcóolicas).

Nos casos que conheço de pessoas que tentaram o suicídio – literalmente (porque
MUUUITA GENTE, por seus hábitos de vida, se suicidam em doses homeopáticas
DIARIAMENTE) – há um PLUTÃO/ESCORPIÃO/CASA 8 e um AQUÁRIO/URANO fortes no Mapa
Natal.

Por quê?

Porque precisa ter aquele súbito impulso rebelde e chocante presente no suicídio
(= URANO em Aspecto com MARTE, principalmente). Necessita-se de coragem (Marte)
para se suicidar… É uma ação (Marte) chocante (Urano) e radical (Urano).

E porque também precisa ter aquele autodestrutivo impulso (Plutão/Escorpião/Casa
8). Também radical (Plutão), no sentido de tentar cortar o mal pela raiz
(Plutão). Cortar a angústia, a raiva reprimida que muitas vezes existe no
suicida. Pelo menos nos que conheço.

Esses suicidas que conheço têm MARTE em aspecto com URANO e com PLUTÃO.

Quando a Regina falou sobre a REPETIÇÃO, a TENDÊNCIA DOS SUICIDADES DE REPETIREM
MAIS UMA VEZ ESSA AÇÃO CONTRA A VIDA, eu percebo isso também. Eu vejo que eles
estão ainda reagindo da mesma forma que reagiram em outras existências:
SUICIDANDO para “resolver os problemas.” Consideram que é o único jeito de
sanarem a profunda dor que sentem…

Aqui entra outro detalhe: Signos de AGUA, principalmente Câncer e Peixes, sentem
uma angústia tão profunda que chega a doer na alma. E a realidade nua e crua é
muito sofrida para eles… difícil de suportarem, de aguentarem… Peixes acaba
ganhando nessa. Mas Câncer não fica de fora. Tirei Escorpião dessa porque ele é
mais forte para vencer a angústia e renascer desse estado de espírito deprê que
também tende a visita-lo regularmente, parecendo que quer engoli-lo.

Sobre essa REPETIÇÃO da tendência a se suicidar novamente, eu associo o
posicionamento do NODO SUL e a LUA em Peixes, ou na Casa 12 ou em Aspecto com
NETUNO. No caso das pessoas que conheço e que tentaram o suicidio mais de uma
vez, disse que elas têm LUA EM PEIXES. E uma tem Lua em Peixes em CONJUNÇÃO
EXATA ao NODO SUL. E como se não bastasse, estão quase cravados no ASCENDENTE.

Sabemos que tudo que está próximo ao ASCENDENTE se torna algo MAIOR, aumenta. Já
repararam quando vemos a lua cheia nascendo??? Ela não se torna enorme aos
nossos olhos? Não parece ser IMENSA??? Qualquer PLANETA próximo ao ASCENDENTE
ganha proporções MAIORES. E a angústia da LUA EM PEIXES/NODO SUL EM PEIXES
quando encontrados ali, torna maior a angústia de existir num mundo, numa
realidade que sufoca para tais pessoas.

Vamos proseando!!

Beijãozão nocês…
Yub


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Verônika Decide Morrer, Depressão e Reflexão.

 

Na semana passada, assisti ao filme VERONIKA DECIDE MORRER. Sempre gostei de histórias voltadas para o tema Morte/Transformação. Quando li a sinopse, me senti motivado a ver o filme justamente por essa temática.

 

Logo no início, uma cena me chamou a atenção. Verônikca encontrava-se dentro do metrô, observando as pessoas. E começa a enxergar a falta de sentido no desenrolar da vida. Vê nos rostos dos outros passageiros histórias iguais e que se repetem com todos. Ela se foca mais especificamente no casamento. Essa realidade vista de forma muito crua por Verônika toma proporções dolorosas. Ela desanima de viver. Não aceita repetir o mesmo script que a maioria das pessoas.

 

Então, não conseguindo suportar as dores da realidade de uma vida aparentemente mecânica e repetitiva (Saturno negativo), ela decide escapar dessa sensação limitante e aprisionadora (Saturno). Resolve se entupir de remédios antidepressivos. Opta pela fuga (Netuno negativo).

 

O bacana é ver esse Netuno na imagem que Verônika vislumbra enquanto começa a passar mau, a sentir os efeitos do envenenamento. Na visão, ela se atira na água e começa a afundar. Um mergulho passivo rumo ao afogamento (Netuno).

 

Diante dessas cenas iniciais do filme (prometo não contar mais nada… rsrs), fiz a associação do quanto a depressão pode ser representada simbolicamente (astrologicamente) tanto por Netuno quanto por Saturno. E essa associação me fez lembrar uma reflexão feita por mim no mês de julho/2009.

 

Numa mesma semana de Julho, ouvi histórias de pessoas próximas sobre a depressão que estavam vivendo (e continuam). E me veio uma intuição reflexiva:

 

Será que Depressão = decepção + orgulho?

 

Como assim?

 

Refleti sobre a POSSIBILIDADE da depressão estar associada à reação orgulhosa de nossa parte frente a uma impactante decepção. Encontrei na história dessas pessoas um colorido similar. Elas viveram uma profunda desilusão. Porém, em vez de reagirem de forma madura diante da mesma, aceitando que erraram por acreditarem numa ilusão durante tanto tempo, preferiram manter uma atitude orgulhosa. Não admitiram os erros de julgamento e de conduta perante as situações que imaginaram algo ilusório. Esperavam obter algo maravilhoso das mesmas e não obtiveram tal resultado.

 

Elas ainda se mantêm iludidas. Seu orgulho as impede de assumirem a responsabilidade pelas escolhas e expectativas ilusórias que mantiveram durante tanto tempo por outras pessoas, instituições e crenças. O resultado? Estão depressivas.

 

Talvez, quem sabe, se elas reconhecessem suas crenças ilusórias, admitindo sentir uma profunda decepção vinda com a desilusão, poderiam ter oportunidades de se movimentarem rumo à reconstrução de certos paradigmas, abandonando aqueles que se mostraram ilusórios?

 

Beijãozão nocês…

Yub


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Globo Repórter, Medo, Saturno e Experiência Prática

No Globo Repórter da última sexta-feira (28/08/2009), o assunto abordado foi o MEDO.

Quando observei o belíssimo (e efetivo) trabalho feito pela psicóloga Laura Granado (USP) com voluntárias com medo de aranha, naquele instante eu associei: “Isto é lidar com o MEDO representado por SATURNO de uma maneira Saturnina!”

http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1284990-16619,00-TRATAMENTO+ACABA+COM+PANICO+CAUSADO+POR+ARANHAS.html

A homeopatia trabalha muito com a filosofia do SEMELHANTE. A cura vem por meio do uso do semelhante. O que nos mata é o que nos salva – é o que costumamos ouvir por aí. E essa é a mesma “filosofia” de Saturno: nossas maiores fraquezas representam as nossas maiores forças. Nossos medos são os nossos dons. Nosso ponto forte é o nosso calcanhar-de-aquiles. Enfim, naquilo que nos assombra está algo que nos liberta e significa MUITO para nós.

Quando uma pessoa tem Saturno na Casa 4 (ou em Câncer, ou em Aspecto com a Lua), por exemplo, seu maior medo (Saturno) talvez seja o de ser responsável (Saturno) por criar uma família (Casa 4; Câncer; Lua). E ela só vai superar esse medo NA PRÁTICA, ao criar uma família, ao se responsabilizar por seu lar e pela segurança que reinará no ambiente doméstico. Ela pode inicialmente (gradualmente) se envolver com famílias carentes, fazer um trabalho voluntário com órfãos, enfim, iniciar a superação desse medo de família, lar e segurança emocional vivenciando uma atividade associada ao mesmo.

Sempre digo que o MEDO só é vencido na prática. É no enfrentamento de uma situação que tememos o meio de nos familiarizar com o medo. Nesse enfrentamento, enxergamos nosso medo com mais realismo. Vamos nos acostumando com o que antes nos aterrorizava, nos atormentava, nos assombrava. E é justamente isso que tal psicóloga fez com as voluntárias detentoras de um medo sem igual em relação às aranhas. Esse bicho tão horrível para elas.

Tal psicóloga (Laura Granado) criava uma situação segura na qual as voluntárias iam, gradualmente, se familiriazando com o medo de aranha. Diante de imagens que não eram de aranhas, mas, pelo seu formato, faziam lembrar uma aranha, tal como os cabos de um guarda-chuva, um emaranhado de linhas, arquiteturas com esse formato, as voluntárias foram enxergando com mais realismo o que lhes causava pânico. Com isso, o medo foi diminuindo, gradualmente. Até o ponto no qual não havia mais medo de aranha.

Achei uma estratégia altamente saturnina de lidar com o medo. Magnífica!! Essas doses homeopáticas de realismo (e dor) numa situação prática e segura, a partir das quais há uma constatação prática do despropósito do terror e de seus efeitos paralisantes, existe a possibilidade da superação do que antes nos imobilizava de medo. Brilhante!!

Beijãozão nocês…
Yub

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Chuva, Frio, Filmes e Urano na Casa 4!

 
 
No último final de semana, em função do frio e da chuva, eu e a Cris aproveitamos para assistirmos vários filmes pendentes em DVD. Sábado e Domingo, portanto, foram de MUITO drama.
 
Vimos:
 
– A Vida Secreta das Palavras
– Mergulho no Escuro
– Conte Comigo
– A Lula e a Baleia
– A Excêntrica Família de Antônia
 
Achei uma coincidência bem bacana o fato do filme A VIDA SECRETA DAS PALAVRAS retratar algo que tinha estudado durante toda a semana ao ler o livro A JÓIA NA FERIDA: O corpo expressa as necessidades da psique e oferece um caminho para a transformação, de Rose-Emily Rothenberg (da Coleção Amor e Psique, só de livros de Psicologia Analítica/Junguiana).
 
Mas comentarei sobre esse algo em outro post, quando abordarei a questão da saúde, da doença, dos sintomas físicos e do processo de individuação.
 
MERGULHO NO ESCURO, CONTE COMIGO e A LULA E A BALEIA enfatizaram, no meu entender, um tema comum: RELACIONAMENTO AFETIVO. O quanto é necessária a maturidade para que haja uma relação afetiva “saudável.”
 
Não há como alguém que não está lidando com seus demônios internos se relacionar com outra que foge exaustivamente de seus medos, de seus traumas, de seus próprios demônios. Esse “pré-requisito” foi, inclusive, tratado de forma aberta no MERGULHO NO ESCURO, quando a protagonista disse não ser capaz de lidar com os demônios de um de seus amantes enquanto ela própria não consegue compreender e superar os seus. Mas sua consciência – e suas ATITUDES no decorrer da trama – demonstram que ela está nesse caminho.
 
E o filme que mais me tocou, mais me inspirou e que mais gostei foi A EXCÊNTRICA FAMÍLIA DE ANTÔNIA. Um filme SENSACIONAL!!! E para quem gosta de Astrologia, Antônia retrata bem uma pessoa com URANO na CASA 4.
 
A Casa 4 costuma ser associada ao lar, à família e ao local onde nascemos e moramos. Urano é o símbolo do diferente, do excêntrico. Ele representa um impulso revolucionário, chocante e original. Busca romper com o tradicional. 
 
Antonia volta à sua cidade natal (Casa 4) e a revoluciona (Urano). Ela cria uma família (Casa 4) bastante diferente, original e excêntrica (Urano). Há, inclusive, um traço de genialidade (Urano) em seus familiares (Casa 4). Sem contar no espírito independente (Urano) das mulheres desta família (Casa 4), a começar por ela própria.
 
Enfim, posso dizer que A EXCÊNTRICA FAMÍLIA DE ANTÔNIA é um dos melhores filmes que já assisti.
 
Beijãozão nocês…
Yub 


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