Besouro, Orixás, Oferendas e Sincronicidades!!

 

 

Saudações REFLEXIVAS a todos!!

 

Vi o filme BESOURO. Gostei! Eu recomendo. Não é um filme SENSACIONAL… mas vale a pena assistir.

 

Depois das opiniões da galera aqui, tais como do Sepe, do aluno, por exemplo, eu me senti mais motivado ainda a ver o filme. Por quê? Porque pelo que vcs falaram, o filme aborda questões que eu venho refletindo desde o ano passado: exu, oferendas, influência espiritual, etc.

 

Atendi uma mulher de 40 anos no ano retrasado. Ela veio até mim porque seu marido teve um surto. Já vinha apresentando um quadro repleto de perseguições. Ele se considerava perseguido e tava pirando. Até que teve um surto, passou a ir a um psiquiatra e precisou ser medicamentado.

 

Essa mulher é muito religiosa. Como ela foi me contando o desenrolar do caso de seu marido e de sua vida conjugal, eu fui conhecendo a personalidade dela mais profundamente. E percebi o quanto ela se sente constantemente perseguida por trabalhos de macumba, olho gordo e inveja.

 

Tudo o que ocorre de ruim com ela, as filhas, o marido e os pais, ela atribui a uma causa espiritual. Como conhece uma benzedeira, esta vive pedindo para essa mulher fazer uns trabalhos contra estes outros que ela acredita receber.

 

A última “obra” dos obsessores foi contra sua mãe. Problemas de saúde da mãe são atribuídos a um trabalho não feito por essa mulher à meia-noite numa encruzilhada. Os espíritos, segundo essa benzedeira, estão cobrando essa oferenda.

 

Conversei com ela na quinta-feira passada. Tentei mostrar para ela um outro lado e desmistificar certas coisas. Foi em vão. Ela é muito fanática nessas crenças. Além de se considerar uma pessoa que não sente inveja, não lança olho gordo e nem deseja mal a ninguém.

 

Eu desconfio de pessoas assim, porque elas não estão se considerando humanas. E isso é um perigo. É o momento em que a Sombra acaba se apossando de alguém. Afinal, se não reconhecemos, aceitamos e compreendemos que é natural sentir inveja, ciúmes, ter desejo de bater, etc., é como se nos considerássemos acima do humano, superiores. E o demônio da hybris surge. Na maioria das vezes, através da projeção nossa desse nosso lado em alguém ou algo fora. Essa minha cliente enxerga apenas que todas as pessoas fora do seu círculo familiar sente e expressa esse lado feio. Ou seja, ela projeta em tudo e em todos, enxergando em cada esquina uma conspiração persecutória.

 

Então, decidi ver o filme Besouro para entender melhor essa questão de corpo fechado, oferendas e a influência de exú. E ficou bem claro na relação de Besouro com o Exú, desde quando este aparece para aquele. Não vou estragar o filme, mas quando Besouro, por determinados motivos e circunstâncias, se deixa levar pelo orgulho e pela vaidade, Exú aparece cobrando reverência.

 

A Sombra quer ser respeitada, reconhecida. Precisamos saber a força desse lado sombrio, obscuro e animal existente em cada um de nós. Senão fazemos isso, ele toma conta de nós. E se torna, assim, por nossa decisão – muitas vezes inconsciente – uma força destrutiva.

 

Logo quando eu e a Cris saímos do cinema, fomos à livraria, no mesmo Shopping, o Diamond. Tinha combinado de comprar um livro de psicologia para a Cris. Ao chegarmos na prateleira onde tínhamos visto tal livro antes, eu me deparei com o segundo volume das Cartas de Jung. Estava me deliciando com a sua leitura enquanto a Cris procurava o livro que queria.

 

Nesse processo, antes de achar o respectivo, a Cris achou outros dois livros. Ela me chamou e me mostrou.

 

O primeiro: Homens maus fazem o que homens bons sonham: um psiquiatra forense ilumina o lado obscuro do comportamento humano.

 

O outro: Ori Axé: a dimensão arquetípica dos orixás

 

EITA!!!! PQP!!! Os livros que precisava e tanto queria para me aprofundar nos assuntos que aqui reflito de forma breve se apresentaram para mim. A Cris me mostrou. Decidimos compra-los, juntos com o que já planejáramos comprar.

 

Impressionante…

 

Agora, se a chuva assombrosa parar e a luz voltar aqui em casa: escrevo no notebook com a bateria já acabando, iremos assistir o filme belamente indicado pelo Láz e pela Cammy: ANTICRISTO.

 

Beijos de uma LUA NOVA EM ESCORPIÃO ocorrida hoje (2a.feira) por volta das dezessete horas…

Yub


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10CelebridadesMúsicaEsportes

Be Sociable, Share!

Então… co-criar é isto?

 

Há algum tempo, cerca de um ano, eu não entrei em contato com algo sobre co-criação. Já escrevi bastante sobre minhas experiências e reflexões a respeito da arte de co-criar a realidade. E parece que fiquei praticando e testando consideravelmente o que envolve esse tema.

 

Na semana passada, tirei um tempo do meu dia para reler a transcrição do programa Roda Viva de 2008. Aquele com a participação do Amit Goswami. Puxa, foi muito enriquecedor. Observei certos detalhes com outros olhos. E tive uma experiência legal quando me questionei sobre como, então, devo co-criar a realidade. Compartilho agora com vocês.

 

Amit Goswami dá um exemplo bem interessante. Vou resumir: imagine uma situação em que você e uma amiga sua, cada um dirigindo o seu carro, se deparam com um cruzamento à frente. Ambos estão com pressa e precisam cumprir certos compromissos. Cada qual deseja que o sinal esteja aberto para si. Criam esse desejo. E procuram criar essa realidade. Como fica? O sinal ficará verde para quem?

 

Amit diz:

“A consciência é não-local. É justamente isso que falta na expectativa do senso comum, que preconiza a possibilidade de mudar uma possibilidade em um evento real com o cérebro a partir da nossa identidade comum e local, escolhendo assim coisas desejáveis para nós. Nós não podemos, infelizmente.”

 

Então, que diabos é co-criação? Como co-criar? O que é consciência não-local, já que a nossa consciência individual é considerada uma consciência local.

 

Aqui entra a minha vivência.

 

O Cruzeiro enfrentou o Santo André pelo Campeonato Brasileiro na 4a.feira retrasada. Perdia de 1 x 2 até os 38 minutos do 2o.tempo. Até os 45, empatou. E nos acréscimos, virou o jogo. Uma vitória espetacular, dramática, por 3 x 2. Ouvi no rádio. E não vi os melhores momentos na respectiva noite.

 

Queria MUITO ver esses momentos da partida no Globo Esporte da 5a.feira. Porém, tive de sair para resolver alguns assuntos numa agência dos Correios e visitar a mãe da Cris que estava hospitalizada. Ia me encontrar com a Cris no hospital para almoçarmos na rua.

 

Esqueci de deixar o DVD gravando o programa esportivo. Saí de casa 11 horas. Resolvi os lances no correio e no banco e continuei andando. Olhei para o relógio e vi que não chegaria a tempo de assistir o Globo Esporte na recepção do hospital. Aceitei esse fato, pois já eram 12:40h. O Globo Esporte costuma começar às 12:45h aqui em BH. Estava num ponto do caminho que demoraria ainda uns 15 minutos até chegar ao hospital.

 

Tinha desejado ver os melhores momentos do jogo do Cruzeiro contra o Santo André. Mas, infelizmente, o sinal vermelho me impediria de realizar esse desejo. Outra pessoa precisava passar no cruzamento com o sinal verde…

 

Quando senti essa frustração, me entreguei. Prestei atenção na minha respiração enquanto andava e fui sentindo aquela bela serenidade. Até que me veio outra idéia:

 

– Bom, se não conseguirei assistir o Globo Esporte na recepção do Hospital, quem sabe eu não encontro os melhores momentos dessa virada espetacular do Cruzeiro na internet? Talvez no próprio site do programa, na globominas. E me entreguei ao momento. Continuei caminhando serenamente.

 

O hospital onde ia (o Vera Cruz) é na região militar. Há o 12o Batalhão de Infantaria perto e vários serviços prestados aos militares por ali.

 

Em determinado momento, nesse caminho, eu passo por uma clínica médica de militares e o que está passando na recepção??? Sim, Globo Esporte!! Justamente nos melhores momentos do jogo do Cruzeiro.

 

Quando vi a televisão ligada e o programa passando o que queria ver, sorri. Pedi licença ao militar que estava na recepção da clínica para assistir os melhores momentos. Ele permitiu e eu pude realizar meu desejo.

 

Antes de refletir a respeito, colocarei mais uma fala do Amit Goswami:

 

“O filme O Segredo é particularmente falacioso, pois ele diz que você pode atrair um desejo específico para você apenas sentando-se e esperando por ele. Eu não compartilho dessa forma de entender como as coisas são atraídas.

            “Sim, as coisas podem ser atraídas, mas você deve desejar ADEQUADAMENTE, lembrando que sua intenção deve alinhar-se com a consciência cósmica e que você deve ser criativo ao desejar.

            “Por isso você não pode simplesmente não fazer nada e esperar que as coisas venham até você. Sim, a criatividade vem a nos, mas somente se trabalharmos e esperarmos, se trabalharmos e RELAXARMOS. Isso é amplamente conhecido, que o relaxamento é necessário para uma experiência criativa.”

 

Eu senti o efeito do relaxamento, o quanto a respiração feita de forma consciente me deixou relaxado, sereno e aberto ao inesperado. E a oportunidade veio ao passar em frente à clínica dos militares, onde na recepção passava os melhores momentos (realização do meu desejo). Se eu tivesse ficado reclamando, pensando no quanto a vida é injusta, no quanto me distraí ao não deixar gravando o Globo Esporte, etc., eu poderia ter perdido essa oportunidade. Ou não tê-la percebido.

 

Amit diz que “a consciência escolhe, dentre essas possibilidades, uma faceta e esta faceta se torna um evento real da experiência consciente. Essa escolha se dá no nível de um estado incomum da consciência, de unidade cósmica onde todos nós estamos interconectados. Essa interconexão da consciência é chamada de não-localidade quântica.”

 

Senti que tive uma experiência co-criadora. Sim, para um desejo socialmente julgado como “ridículo”: ver os melhores momentos de uma vitória de virada do time que torço. Eu sempre digo que não vale tanto a APARÊNCIA da experiência, mas, sim, o APRENDIZADO veiculado por ela. Desejo é desejo, por mais fútil ou nobre que possa parecer.

 

Lembro de um colega do Curso de Filosofia. Ele fazia o 3o.período e eu o 5o. Ele era um cara muito estranho. Ficava na dele. Não cumprimentava ninguém. Só tinha um cara que ele conversava frequentemente: o irmão da minha namorada daquela época. Esse colega do 3o.período vivia de cara fechada. E conseguia não ser contagiado pelo clima de fraternidade entre a maioria de nós. Havia uma amizade entre a galera dali, do prédio 6, onde estudantes de Filosofia, História e Letras se relacionavam de forma muito bacana.

 

No outro semestre, houve uma transformação. Ele se transformou! Passou a cumprimentar todos, ampliar seu círculo de amizades. Seu semblante mudou. Um sorriso cativante, um papo agradável e uma energia dinâmica passaram a ser irradiados pela personalidade desse colega.

 

O que fez ele mudar de tal forma??? A política!!! Sim… ele decidiu se eleger para o D.A. de Filosofia. Presidia uma chapa que iria concorrer na próxima eleição.

 

Um desejo “sujo”, de se envolver com política, como alguns podem julgar (e eu assim julgava naquela época) fez ele passar por um aprendizado e tanto: vencer a timidez, se socializar, estabelecer relações e buscar a realização do que queria. Por mais que ele tenha se motivado a se relacionar para ter votos, ser eleito como presidente do DA de Filosofia, esse desejo “interesseiro” dele o levou a uma bela mudança. Mostrou ser um cara simpático, não daqueles que puxam o saco – ou se mostram muito forçados socialmente – para ter voto.

 

O que quis dizer com isso? Não importa se o desejo é fútil, “sujo”, hipócrita, superficial. O que importa é o aprendizado pelo qual passaremos enquanto buscamos realizar tal desejo.

 

Beijãozão nocês…

Yub


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10CelebridadesMúsicaEsportes

Be Sociable, Share!

Um episódio marcante da minha infância…

 
Quando eu era criança, morava no Bairro Serra aqui em Belo Horizonte/MG. Mais especificamente na Rua Caraça. Na Esquina de minha rua com a Rua do Ouro, havia um bar.
 
Certa manhã, num Sábado, eu me assustei. Ouvi uma gritaria danada lá fora. Gente berrando e barulhos impactantes de porrada. Parecia que uma briga daquelas, com direito a pauladas e porretadas, envolvia muitas pessoas enlouquecidas.
 
Olhei para meus pais, complemetamente apavorado. Meu olhar de temor, principalmente por não saber o que de fato ocorria na rua e imaginando que aquela pancadaria irrompesse nossa porta, foi entendido por eles. E meu pai disse que estavam malhando o Judas. Ele complementou:
 
– Pode chegar na janela. Você verá o que é isso.
 
Eu, apreensivo (depois sobrava pra mim), cheguei todo temeroso à janela. De mansinho, estiquei meu pescoço e dei uma olhada na rua. Aí que tomei um susto danado. Vi um imenso boneco de pano, repleto de palha e roupas largas, esticado tal como um espantalho num poste de madeira. E uma renca de gente xingando e decendo a porrada com chutes, socos, porretes, vassouradas.
 
Achei aquilo tudo muito estranho. Tive uma sensação ruim. Nunca gostei de presenciar cenas de fúria de uma multidão ensandecida. Ainda mais sobre um treco tão feio que era aquele boneco. Sempre detestei espantalhos. Morria de medo deles quando os via no sítio de meu tio. Parecia gente sem vida. Não sei se a presença do espantalho servia para manter os pássaros longe da horta. Mas com certeza me mantinha bem distante dali e de toda a região que circundava as plantações.
 
Nunca mais vi aquela cena violenta e sem sentido. Sim, desde novinho procurava um sentido, um propósito, um significado para algo. Deve ser meu stellium (3 ou mais Planetas) na Casa 9. rsrs
 
Quando comecei minha viagem ao universo simbólico, principalmente por meio do estudo da Psicologia Analítica, me lembrei daquela cena. E associei JUDAS (Iscariotes, o discípulo que traiu Jesus) à nossa Sombra.
 
Então, se as pessoas reagiam daquela forma com o boneco que representava Judas, o Traidor, será que esse gesto agressivo, violento e carregado de ódio mostrava algo bem relevante a respeito do modo como elas viviam sua Sombra???
 
Hummmm… péssimo sinal.
 
Quando, no ônibus hoje, após prosear com meu amigo cineasta Luis Claudio Papini, voltava para casa, eu vi um camaradinha lendo o jornal Super. Cada estado do país deve ter um jornal desse estilo, repleto de sensacionalismo e de notícias/matérias que faltam respingar sangue em quem as lê. Aqui esse jornal se chama Super. É baratinho. E grande parte da população de baixa renda devora seu conteúdo (pelo menos, quem sabe, tal jornal exerce uma função bem bacana: pode estimular as pessoas a lerem. Sou OTIMISTA).
 
Ao ver o cara lendo aquelas notícias mais sangrentas, observei um detalhe: havia também uma notícia sobre São Judas. Lá estava escrito que hoje (dia 28/10) é dia desse santo. Não creio que tenha a ver com Judas Iscariotes. Não, não tem. É um santo que dizem ter vivido em 30 d.C. Mas foi o suficiente para eu retornar a essa associação: malhação do Judas (o Iscariotes) com o nosso modo de viver a Sombra. E agora vemos e lemos as piores notícias nos telejornais e nos jornais como um substituto ainda capenga da conscientização e expressão criativa/construtiva de nossa Sombra…
 
Às vezes acho que nós, a humanidade, não evoluímos porra nenhuma. Lembram de filmes em que pessoas são queimadas na fogueira ou enforcadas/guilhotinadas em praça pública?  Com a multidão aguardando, sedenta, o evento, como se fosse o show do ano? O que será que atraía tanta gente assim? Será que era a sensação de que há outras pessoas em piores condições e isso dava um certo alento aos que continuavam sobrevivendo? Ou simplesmente aquela avidez em assistir um ato tão brutal (ou natural?) revelava que a humanidade se nutre de tragédia, de horror?
 
 
Bodes expiatórios parecem “gastar” uma energia que cabe a nós canalizarmos. Mas como não conseguimos nem vislumbrar a existência dessa energia com um mínimo de consciência – para a empregarmos de um modo mais vital, criativo e construtivo -, é melhor alguém ser julgado, chutado, queimado e violentado, muitas vezes de forma sádia, não é mesmo?
 
Porém, caímos naquela armadilha: a projeção em alguém de algo que cabe a nós viver, faz esse alguém viver esse algo da pior maneira possível. E acumula em nós a urgência de viver essa energia, essa necessidade psíquica. Quanto mais a gente foge da vida, mais ela nos persegue…
 
Beijãozão mercúrio/sol em Escorpião em Quadratura com Marte em Leão…
Yub


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10CelebridadesMúsicaEsportes

Be Sociable, Share!

Sonhos, Sinais e Sincronicidades – parte 2

 
Na primeira parte deste artigo, escrevi sobre a importância das sincronicidades,
sinais que nos guiam sabiamente pela vida. E agora abordarei o misterioso e
fascinante mundo dos sonhos, que também nos trazem valiosas orientações.
 
            Quero logo apresentar um desafio. Ao ler a descrição de um sonho que
tive em novembro de 2007, como você a interpretaria? Qual seria a visão geral
apresentada pelo seguinte sonho?
 
            Encontro-me no meu quarto, sentado numa cadeira, escrevendo em uma
escrivaninha. Estou coberto por um véu de abelhas. Elas contornam todo o meu
corpo. E há uma luz incidindo sobre mim enquanto escrevo.
 
            Qual a atividade que está destacada nessa cena? É a escrita. Qual o
clima que permeia o meu escrever? Um clima de proteção e de iluminação ofertado
pelo ambiente seguro de meu quarto e da luz emanada no ambiente. Que detalhe se
destaca no sonho? As abelhas me circulando, formando uma espécie de escudo. E
qual seria o significado desse simbolismo?
 
            O significado deste ou qualquer sonho é, em grande parte, obtido
através da interpretação do simbolismo presente no mesmo. Para alcançar esse
objetivo, precisamos pesquisar o que cada símbolo representa para nós. A abelha,
para mim, pelo fato de serem organizadas, laboriosas e disciplinadas em seu
trabalho em equipe, simboliza tais qualidades. O detalhe no sonho evidenciava a
abelha como escudo, proteção; uma espécie de aura que circundava meu corpo. Ao
mesmo tempo, a abelha consegue sublimar em mel o frágil perfume das flores. E
consegue extrair o pólen das flores apenas roçando-lhes, sem tirar-lhes o viço.
 
            Então, o contexto geral do sonho parecia denotar uma situação na
qual eu escrevia sob a proteção e a segurança de um trabalho em equipe muito bem
organizado e disciplinado, por meio do qual se buscava extrair de mim o meu mel,
ou seja, o meu melhor.
 
            Sem contextualizar o sonho com as dúvidas, angústias, desejos e
situações cotidianas que estamos passando, ele perde muito de sua utilidade. Em
outras palavras, para encontrar aquele sentido na mensagem do sonho, precisamos
conectar com o que estamos pensando, sentindo, desejando e querendo.
 
            Na noite em que tive o sonho descrito, eu me encontrava no Rio de
Janeiro. Foi minha primeira noite na cidade maravilhosa. O objetivo da minha
viagem ao Rio? Conhecer e fazer uma parceria com a equipe Personare para
desenvolver o conteúdo dos produtos de Numerologia do portal. Eu cheguei ao Rio
sentindo aquela ansiedade que envolve uma decisão importante. Quando conheci os
sócios e funcionários do Personare, bem como a proposta humanitária da empresa,
percebi claramente a mensagem de meu sonho. Ele me direcionava a aceitar a
proposta e trabalhar junto com o pessoal. Assim foi feito.
 
            Enxerguei o quanto as abelhas representavam o trabalho da equipe
Personare. Eles conseguem extrair o melhor de mim (mel), na minha tarefa de
escrever o conteúdo de numerologia e os artigos para a Revista Personare. E me
oferecem um clima de segurança e inspiração. Meu sonho, mais uma vez, me mostrou
o caminho que devia seguir e a decisão a ser tomada. Assim o fiz. E é o que
procuro constantemente fazer.
 
            Para isso, precisamos, portanto, pesquisar os significados de cada
cena, personagem, objeto e situação que compõem os nossos sonhos. E tentar,
depois, juntar essas peças e construir um contexto geral sobre a mensagem
essencial que nosso inconsciente está nos enviando. Além disso, precisamos ter
muita consciência a respeito dos conflitos, angústias, desejos e sentimentos
vividos por nós para fazer a conexão com os sinais contidos nos símbolos do que
sonhamos. Um diário, por exemplo, é um excelente instrumento para registrar
tanto os sonhos quanto o que vivemos. Dele poderemos extrair o significado que
nos permitirá tomar decisões mais sábias, afins com a nossa trajetória
existencial.
 
Beijãozão nocês…
Yub (artigo originalmente publicado na Revista Personare)


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10CelebridadesMúsicaEsportes

Be Sociable, Share!

A Morte no Tarot, Saturno e o Limite

 

Sempre observei na prática o quanto Saturno, astrologicamente falando, está associado com a morte propriamente dita. Ele é chamdo de O Ceifador. Tanto que nos Trânsitos de Saturno, observamos a forte possibilidade da morte (não a psicológica, mas sim a literal) ocorrer. Muito mais do que nos Trânsitos de Plutão (esse sim, mais associado à morte psicológica).

 
Saturno é constantemente associado ao tema LIMITE. Ficava intrigado, então, em como Saturno, símbolo do LIMITE, tinha algo a ver com MORTE. Em outras palavras, por mais que a prática me mostrasse essa faceta “mortal” de Saturno, não conseguia compreender como isso tinha a ver com LIMITE.
 
Para acentuar essa minha ausência de compreensão, vira e mexe costumo ler algum astrólogo ou astróloga associando Saturno com o Arcano Maior A Morte. Sei que buscar essas similaridades entre Astrologia e Tarot é algo incompleto e insatisfatório. Porém, muitas vezes, nos fornecem belos entendimentos e profundas percepções. Não era o que ocorria comigo ao ler e ouvir da boca deles a associação entre A Morte (Tarot) e Saturno (Astrologia).
 
Ontem, na reunião do grupo espiritualista do qual faço parte, eu obtive a resposta para esse dilema. A Dona Rosângela, uma sábia mulher que é fera em Leitura Corporal, soltou uma pérola ontem que me fez quase parar a reunião, aplaudi-la e reverencia-la. Fiz isso depois… hehehe
 
Ela disse: “a morte é o grande LIMITE da vida. Quando chega, a morte define o fim de nossa existência, de nossa atual encarnação.”
 
Quando ouvi a Dona Rosângela soltar essa frase, eu compreendi. Aí sim vi que a morte é uma experiência marcante de LIMITE (Saturno)!!! 
 
O engraçado é que esse tema (morte-limite) foi abordado e direcionado mais diretamente para dois integrantes de nosso grupo. Os dois que têm o ASCENDENTE EM PEIXES. Quem tem o Ascendente em Peixes, tem Virgem na Casa 7. E quem transita pelo Signo de Virgem atualmente??? Sim, ele: SATURNO!!
 
Tais integrantes detendores de Ascendente em Peixes (Descendente em Virgem) vivem situações diferentes, em termos de aparência, fatos. Mas com significados e aprendizados iguais: lidar sabiamente com o LIMITE (Saturno). E colocar limite para um Ascendente em Peixes pode ser algo muuuuito difícil. Júpiter, regente do Signo, é o símbolo-mor do exagero, da falta de limites, do abuso.
 
Bom, mas aí já é outro assunto. O que mais me agradou foi compreender e encontrar o sentido real dessa associação entre a morte e o limite/saturno. Ontem, consegui!
 
obs.: Dona Rosângela tem Saturno em Virgem na Casa 9. Virgem é um signo associado ao corpo, à saúde. Casa 9, à interpretação de símbolos. Dona Rosângela é mestra (Saturno) em interpretar os símbolos (Casa 9) dos sintomas físicos (Virgem). Ela é mestra (Saturno) na leitura (Casa 9) corporal (Virgem).
 
Beijãozão nocês…
Yub

__________________________________________________
Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo! Messenger
http://br.messenger.yahoo.com/

Be Sociable, Share!

Depressão: Uma tristeza evolutiva?

Busquei no Google uma imagem para o tema Depressão. E encontrei essa aí de cima. Imediatamente me lembrei da obra O PENSADOR, de Auguste Rodin). Como se parecem, não? Será que a depressão faz parte da natureza daquelas personalidades mais reflexivas?

Na Grécia Antiga, o filósofo Aristóteles notou que grandes pensadores com frequência tinham uma personalidade com tendência depressiva. Foi o que afirmou um cientista chamado Paul Andrews. Este, junto com J.Anderson Thomson (da Virginia Commonwealth University), defendem que a depressão é um traço positivo moldado pela evolução. Foi o que a reportagem no Caderno MAIS da Folha de São Paulo de ontem (Domingo, dia 11/10/2009) abordou. Gostei da matéria!

Tais cientistas adotam a perspectiva da psicologia evolutiva para instigar o que Darwin e a teoria da evolução teriam a dizer sobre episódios de depressão. Andrews afirmou:

Acreditamos que dificilmente um traço tão prevalente na população poderia ser
considerado doença.

A dupla diz também que “a depressão é uma adaptação que evolui para analisar problemas complexos.” E que “dilemas sociais são particularmente fortes em sua capacidade de induzir depressão.”
 
Eu gostei do que eles disseram. Faz sentido, astrologica e numerologicamente falando. Quando passamos por um Ciclo 7, tal como um Ano Pessoal 7, a tendência é ficarmos mais reflexivos, recolhidos, para encontrar respostas e soluções sobre o que vem nos angustiando e nos deixando melancólicos. E isso poderia gerar uma depressão.
 
Tanto é que, num Ciclo simbolizado pelo Número 7, há aquela observação: se a pessoa se recusa a olhar para si, descobrir certas verdades sobre seus medos e desejos, a probabilidade dela desenvolver uma doença e ficar de molho nessa época cresce consideravelmente. Pois é um meio de nos “obrigar” a fazer esse trabalho reflexivo-alquímico. E isso não é teoria. Já passei por isso num Ciclo 7 (como pode ler nos artigos já escritos aqui no Blog) e constantemente vejo essa comprovação em clientes e amigos.
 
E é mais um ponto a favor daquela similaridade entre a imagem dO Pensador e de uma pessoa em depressão. Ciclo 7 é próprio para refletir, pensar. É, junto com o Ciclo 9 (tal qual o Ano Pessoal 9). os mais propensos ciclos a desenvolvermos uma atitude melancólica, triste e depressiva. Dependendo do modo como reagimos a essa necessidade de autorreflexão, não temos necessidade de sermos obrigados pela vida (pelos anseios de nossa alma) para nos impulsionar rumo a um maior autoconhecimento.
 
Ainda no Caderno Mais da Folha de São Paulo de ontem, uma outra matéria sobre o tema Depressão me chamou a atenção. A neurocientista Kelly Lambert (chefe do departamento de psicologia da faculdade Randolph-Macon, na Virginia/EUA) defende que atividades simples, como limpar o chão, combatem a depressão.
 
Ela disse que, “quanto mais pesquisava o assunto, mais parecia haver um circuito envolvendo prazer, movimento e solução de problemas, que chamei de CIRCUITO DA RECOMPENSA ADQUIRIDA PELO ESFORÇO.”
 
Ou seja, ela percebeu que esse tripé Prazer/Movimento e Solução de Problemas combate a depressão. Fiquei pensando no que eu falo para mim mesmo e para certas pessoas que me perguntam sobre depressão: se a pessoa faz atividades físicas regularmente e trabalha (ou tem um hobby frequente) com algo que lhe dá prazer, dificilmente ela desenvolverá uma depressão. Tanto é que, nesse universo de jogadores de futebol, não se ouve informação de que determinado atleta está com depressão.
 
Tudo bem, tem o caso do jogador Adriano (hoje no Flamengo e detectado com depressão quando jogava na Interzionale de Milão). Mas ele deu claras declarações do quanto ele não estava feliz na Itália, da falta de prazer em morar num local como aquele, isolado de sua família e amigos. Ele não sentia prazer ao jogar pela Inter, por causa dessas condições. Então, ele solapou o pólo do prazer e ficou apenas com o pólo da atividade física. Há necessidade dos dois juntos: prazer e movimento físico.
 
Com a reportagem de ontem, percebi que é um triângulo; não dois pólos. São três pólos. Ou seja, prazer, movimento físico e a recompensa por meio do esforço.
 
Quais símbolos astrológicos podemos atribuir a esses três fatores?
 
Prazer está associado a Vênus.
Movimento físico a Marte.
E recompensa por meio do esforço a Saturno.
 
Será que, ao procurarmos expressar a nossa Vênus, o nosso Marte e nosso Saturno Natais (conforme o seu posicionamento por signo, casa e aspectos em nosso Mapa Natal), combatemos a depressão? Evitaremos nos deprimir e diminuiremos essa probabilidade se vivermos o que Vênus, Marte e Saturno representam em nosso Mapa Natal? Creio que sim. É experimentar para comprovar se essa suposição, se essa hipótese, se essa reflexão fazem sentido ou não.
 
Beijãozão nocês…
Yub


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10CelebridadesMúsicaEsportes

Be Sociable, Share!

Reflexões Astro-Numerológicas sobre Roman Polanski

No dia 29/09/2009, Roman Polanski ganhou visibilidade, novamente pelo caso do abuso sexual cometido por ele em 1977. O diretor cinematográfico drogou e violentou sexualmente uma garota de 13 anos (Samantha Gailey) numa festa na casa do amigo Jack Nicholson no referido ano.
Nas listas de discussão que participo no yahoogrupos houve muito embate sobre a condenação ou a absolvição de Polanski. Não entrarei no mérito de tal julgamento. Vou apenas tecer alguns comentários sobre a personalidade e as fases do diretor de O PIANISTA, levando em consideração tanto seu Mapa Numerológico quanto seu Mapa Astral (ver abaixo).
Seu nome de batismo é o seguinte:
RAJMUND ROMAN LIEBLING.
Nasceu dia 18/08/1933, às 10:30h, em Paris, na França.
Logo quando abri o Mapa Natal de Polanski, uma significativa oposição entre Marte em Libra na Casa 1 e Urano em Áries na Casa 7 me chamou atenção. Principalmente porque tais Astros estão em Quadratura nada mais nada menos que com Lua/Plutão na Casa 10.
Quando o Planeta que simboliza a expressão sexual (Marte) está em aspecto (principalmente desafiante, tais como a Oposição e a Quadratura) com Urano e Plutão, isso já indica muita coisa. Ainda mais ativados pela Lua… Mas quero falar de outra coisa primeiro… de um outro posicionamento astrológico.
O que está no Meio do Céu (o qual marca o início da Casa 10) representa algo que fica bem evidenciado para o público sobre a nossa pessoa e a nossa vida. É o que ganha destaque social. Roman Polanski tem Lua em Conjunção com Plutão em Câncer na Casa 10.
A mãe (Lua) do cineasta foi morta num campo de concentração (Plutão). Sua mulher (Lua), Sharon Tate, foi assassinada (Plutão) em 1969, quando estava grávida de 8 meses, pela família do serial killer Charles Mason (Plutão). Homens com a Lua em aspecto com Plutão costumam ter uma família (Lua), a mãe e as mulheres de sua vida (Lua) marcadas por acontecimentos trágicos (Putão), dramáticos e intensos (Lua), muitas vezes sendo sobreviventes, no sentido de precisarem renascer significativamente (Plutão).
Lua também representa o povo. O modo como a pessoa é vista pelo público é observado pelo posicionamento da Lua em nosso Mapa Natal. E a Lua, de Roman Polanski, está em conjunção com Plutão, em destaque lá no ponto mais visível da Carta Natal (a Casa 10). Plutão – co-regente de Escorpião – simboliza o radicalismo do ame ou odeie. Então, ganha visibilidade na vida de Polanski (Casa 10) o modo como é visto pelo público (Lua na Casa 10): ou o ama ou o odeia (Plutão).
Voltando à questão sexual (Marte e Plutão são símbolos dessa área de nossa vida), enxergamos Marte em oposição com o elétrico, chocante, revolucionário e inusitado URANO. Sabe aquele momento quando a Lua Cheia está surgindo no horizonte? Não parece que ela está GIGANTE?? Pois é… Qualquer Planeta próximo ao Ascendente ganha essa proporção gigantesca. No caso de Polanski, sua atividade sexual (Marte) chocante (Urano), sendo julgada (Casa 10) por ter abusado (Plutão) de uma menina de 13 anos.
Em 1977, quando ele drogou e abusou sexualmente da garota, inclusive via sexo anal, Polanski estava no Ano Pessoal 5 (1+9+7+7 = 24; 24+18+08 = 50/5). Ele já tem o Número 5 na soma das vogais e consoantes (Número de Expressão). Todo Ano Pessoal de simbologia numerológica que se encontra em alguma posição do Mapa Numerológico tem acentuada a dinâmica desse Número nesta posição.
O Número 5 representa uma atitude bastante sexualidade. É considerado o número do magnetismo sexual. Sabe aquelas celebridades que transmitem exalar uma sexualidade magnética? Elas costumam ter o Número 5 no Número de Impressão (soma das consoantes do nome completo). Impressionante… Irradiam visivelmente (Numero de Impressão) uma imagem (Impressão) de encanto sexual (5).
Num Ano Pessoal simbolizado pelo 5, costumamos ter muita curiosidade. Nossa vontade de experimentar algo novo, diferente e mais estimulante ganha proporções consideráveis. Se, ainda por cima, temos o 5 em destaque no Mapa, nem que seja em apenas uma posição, isso já é sinal de acentuação dessa tendência.
Em 1977, o ímpeto experimentador de Polanski estava acentuado. Em seu Ano Pessoal 5, ele – com 44 anos -, se dispôs a fazer sexo com uma garota de 13. Convenhamos que isso não é considerado comum, tradicional, não é mesmo? Pois é… ele experimentou (AP 5).
Bom, é isso. Queria compartilhar algumas das reflexões que tive ao ver o Mapa Numerológico e Astrológico de Roman Polanski.
Beijãozão nocês…
Yub
Be Sociable, Share!

Ronaldo e Numerologia: Unindo teoria e prática!

 

Diariamente visito a globo.com. Lá eu observo, na prática, como esportistas, políticos e celebridades vivem seus Ciclos Numerológicos.

 

Num Ciclo 6 (seja este de curta ou de longa duração), há necessidade de harmonizar conflitos, principalmente familiares.

 

Já num Ciclo 7, existe a oportunidade de viajar, bem como de ser incompreendido. Mistérios se apresentam de modo bem evidente.

 

Ronaldo, o Fenômeno, vive o Ano Pessoal 6, 3o.Trimestre 7 e Mês Pessoal (Setembro) simbolizado também pelo 6.

 

E o q lhe aconteceu neste mês?

 

Ele viajou à Espanha (Trim.7) para resolver assuntos familiares (AP 6 e MP 6): tratar da pensão de seu filho Ronald com a ex-mulher Millena.

 

E o mistério (TP 7) q ganhou visibilidade na vida do jogador agora em Set envolve o tema família (MP e AP 6): se ele seria pai de um garoto de 4 anos..

 

Um Ciclo 6 tbm envolve a busca por harmonia e saúde. Externamete por via da estética, da arte. Procuramos por mas beleza, paz e tranquilidade,

 

E Ronaldo se envolveu naquele clima de suspense/mistério (TP 7) se fez ou não lipoaspiração (AP e MP 6).

 

Eis alguns fatos que mostram a vivencia prática dos Ciclos Numerológicos.

 

Beijãozão nocês…

Yub

 
 


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10CelebridadesMúsicaEsportes

Be Sociable, Share!

Sonhos, Sinais e Sincronicidades – parte 1

 

Sonhos, Sinais e Sincronicidades – parte 1

 

            Como você reage quando uma coincidência bastante significativa ocorre em seu dia-a-dia? Sente aquela sensação de que algo especial se apresenta? Dá atenção ao evento e busca um significado ao mesmo? Ou simplesmente considera-o obra de um acaso?

            Há alguns anos atrás, mais precisamente em 1996, eu decidi ter um diário. Sentia necessidade de registrar tanto essas coincidências marcantes quanto os meus sonhos. Porque vislumbrava a possibilidade de ser guiado pelas mensagens de meu inconsciente, as quais usavam essas experiências para me conduzir sabiamente pela vida. Ou seja, acreditava que elas tinham um propósito superior.

            A cada ano vivido, procurava compreender esse tipo de direcionamento. E comprovei a riqueza desses recados. Descobri que uma sincronicidade ocorre quando há uma conexão entre um evento externo e um sentimento, pensamento e desejo internos. Um exemplo dessa ligação entre o mundo exterior e o interior pode ser encontrado numa livraria. Desejamos ler sobre determinado tema. E começamos a circular pelas estantes. Muitas vezes, o livro que precisamos ler parece “cair” em nossas mãos. Chega até nós de uma maneira surpreendente, inusitada. Ou seja, o desejo de entender sobre um assunto (realidade interior) se encontra com um evento exterior, tal como achar um livro caído no chão da livraria que trata justamente do que queremos saber.

            Para quem vive uma experiência assim, o evento tem uma carga emocional impactante. Ele nos toca, nos sensibiliza, nos comove. E essa repercussão interna nos incita a reconhecer o quanto tal situação é especial para nós. Evidencia um significado, o qual, quando aceito, assimilado e praticado, fará diferença na nossa vida. Parece que uma força poderosa organiza esses acontecimentos para nos trazer oportunidades úteis ao nosso processo de autoconhecimento e autorrealização.

            Eu costumo brincar com o universo. Tento me abrir para os sinais que se apresentam por meio das circunstâncias cotidianas. Essa atitude de entrega e de atenção desprendida no dia-a-dia me permite enxergar o surgimento das mensagens por meio das quais obterei respostas às minhas dúvidas e angústias.

            Quando preciso tomar uma decisão e estou incerto sobre qual escolha fazer, adoto uma postura de caçador de tesouros. Com esse faro detetivesco, uma simples conversa ouvida no ponto de ônibus entre duas pessoas desconhecidas pode me ofertar a valiosa informação que necessito e me fará decidir com sabedoria.

            Compartilho um exemplo: Almoçava com a Cris (minha esposa) e meus pais em um restaurante. Eu e ela tínhamos encontrado um apartamento que queríamos alugar. Gostamos dele. E conversávamos com meus pais se um tio meu, chamado Luiz, aceitaria ser um de nossos fiadores. Quando expus essa dúvida, imediatamente ouvimos uma mãe chamando seu filho: “Luiz!! Venha aqui!” Olhei para a Cris e sorri. Meu tio, muito provavelmente, toparia ser nosso fiador. E aceitou quando lhe fizemos o pedido.

            E os sonhos? Eles também têm esse caráter de condutor? Sim, têm. Porém, para decifrar suas indicações, demandam uma certa prática na interpretação do simbolismo onírico. Sua linguagem é plástica, simbólica. E, portanto, exigem de nós o desenvolvimento dessa capacidade de questionar: o que esta situação aparentemente confusa e sem lógica quer, simbolicamente, me mostrar?

            Tratarei desses detalhes na outra parte deste artigo.

 

Beijãozão nocês…

Yub (artigo originalmente publicado na revista personare:

http://www.personare.com.br/revista )


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10CelebridadesMúsicaEsportes

Be Sociable, Share!

SATURNO: O MEDO do que ambicionamos!!!

Lidar com o medo é um desafio. Muitas vezes, nos travamos. Evitamos
lidar com
determinada situação por conta do nosso medo. Porém, ainda assim,
sentimos a
presença daquele persistente desejo de viver a situação, por mais
que a temamos.

Também pode haver aquela forte cobrança, sempre martelando, para
vivermos
determinadas situações e expressarmos específicos talentos. Todavia,
diante da
insistente lembrança do que ambicionamos empreender e obter, existe
o temor de
nos enveredar por esse rumo.

O que fazer? Como lidar com o medo e nos dedicar ao que queremos?
Como sair da
inércia, vencer nossa resistência e ir em busca do que tanto ambicionamos?

Como explicar o fato de temermos aquilo que temos mais ambição de
experimentar?

Quer compreender melhor essa sua faceta saturnina, isto é, os medos
que tem de
desenvolver os talentos que tanto deseja aprimorar, expressar e
obter o
merecido reconhecimento a eles associado??

Se quiser, eu ministro há 4 anos um Curso via internet (4 aulas apenas) sobre Saturno, com a seguinte dinâmica:

*** COMEÇA NA OUTRA SEXTA-FEIRA, DIA 09/10/2009 ***

Costumo perguntar para as pessoas: qual é o seu
maior medo? Aquilo que mais se sente inibido(a) e
receoso(a) de lidar?

Depois de ouvir as respostas, eu faço outra
pergunta: qual é a sua maior ambição? Aquilo que
vc mais sente vontade de realizar na vida?

É impressionante como essas duas perguntas
revelam a mesma resposta, porém, vista por dois
ângulos: um negativo e outro positivo. Revelam as
duas faces de uma mesma moeda: a moeda
simbolizada por SATURNO!!

É ali, naquele Signo e naquela Casa onde ele se
encontra em nosso Mapa Natal, que encontramos
o ponto-chave que nos revela nossos mais arraigados medos,
receios, inibições, bem como nossas maiores ambições e
talentos.

Assim, estarei ministrando esse Curso VIRTUAL
(via internet) sobre o nosso SATURNO. Serão 4
aulas, enviadas toda Sexta-feira ao seu e-mail, com enfoque
pessoal, segundo o posicionamento deste Astro no
Mapa Natal de cada um(a), satisfazendo tanto a
leigos quanto a estudantes de Astrologia.

Na Aula 01, farei vários questionamentos a
respeito de como você percebeu a vivência de seus
pais (ou de alguma outra figura de autoridade que
tenha participado de sua infância e criação) no
que tange ao que seu Saturno Natal pode estar
mostrando
nesse sentido. O objetivo desses questionamentos
é tentar compreender o quanto a experiência
que nossos pais tiveram pode ter gerado fortes
efeitos sobre a nossa maneira de viver
esses medos e esses dons representados pelo
próprio Saturno.

Na Aula 02, abordaremos o SIGNO de seu Saturno
Natal, e na Aula 03, a CASA onde tal Astro se encontra,
nas quais farei vários questionamentos sobre como vive e pode viver
seu Saturno.

Na Aula 04, concluiremos o Curso com minhas interpretações
sobre todas essas facetas – negativas e positivas – de seu Saturno
Natal.

Terá início na Sexta-feira, Dia 09/10/09. O preço
do Curso: R$60,00 (sessenta reais).

Aqueles que se interessaram, procurem-me em pvt:
lestat344@yahoo. com.br

Beijãozão nocês!
Yub


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10CelebridadesMúsicaEsportes

Be Sociable, Share!