PRI e FRAN – e as Análises Finais para o BBB9!!!

 
 
Havia postado as análises tarológicas de Ana e Max. Ficaram faltando as de Francine e Priscila.
 
Vamos a elas!!
 
Fran será a vencedora do BBB9 ao ganhar R$1.000.000,00 na final do programa, dia 07/04/2009?
 
Casa 01 (o que está propício de ocorrer à Fran): Pendurado/2 de Copas
Casa 02 (os obstáculos de Fran): Enamorado/Rainha de Copas
Casa 03 (como será o desenrolar desta reta final de Fran): Mago/7 de Copas
Casa 04 (qual será o resultado final para Fran): Morte/10 de ouros
Casa 05 (como Fran se encontra nesta reta final): Julgamento/3 de Paus
 
Casa 01: está propício à Fran (Casa 01) fazer vários sacrifícios pessoais (Pendurado) em prol de uma harmonia (2 de Copas) com Max – e também com Priscila. Sente-se bloqueada (Pendurado) em função da necessidade de estar em paz e em acordo (2 de Copas) com Max – e também com Priscila.
 
obs.: parece que o foco maior de Fran está no seu relacionamento com Max…
 
Casa 02: os obstáculos que Fran tem pela frente (Casa 02) giram em torno da tomada de uma decisão mais madura (Enamorado) que mantenha seu nível de satisfação emocional (Rainha de Copas) e preserve um vinculo afetivo que lhe satisfaça (Rainha de Copas).
 
obs.: mais uma vez o foco parece voltar-se para sua relação com Max. E com DJ, claro? Afinal, O ENAMORADO dá o ar de sua graça e acaba revelando a dúvida de Fran em escolher entre um e outro. E, portanto, o que poderá avacalhar Fran (Casa 2) na conquista do milhão é justamente sua indecisão entre Max e DJ (Enamorado) para preservar sua segurança emocional (Rainha de Copas).
 
Casa 03: o processo de Fran até a final (Casa 03) está repleto de expectativas e aspirações (Mago) repletas de sonhos, elevadas expectativas e ilusões (7 de Copas).
 
obs.: Fran parece bastante confiante na aspiração (Mago) de um sonho e tanto (7 de copas).
 
Casa 04: o resultado final para Fran (Casa 04) resultará numa perda, numa mudança dolorosa (Morte) que lhe gerará segurança, estabilidade e a concretização de uma empreitada propiciadora de frutos que durarão bastante tempo (10 de Ouros).
 
obs.: A Morte costuma – para questões materiais – indicar sucesso, ou seja, realização do que se quer. Será, então, que Fran ganhará o prêmio??? Se vencer sua passional tendência a se sacrificar pelo outro para manter-se ao lado deste outro, talvez sim. Pois o que pode lhe avacalhar a ter esta conquista é justamente “dispor” do prêmio para não dispor da segurança emocional que Max lhe proporciona… como mostrados na Casa 1 e 2 deste Peladan… Ela é bem capaz de considerar o casamento – a preservação do relacionamento com Max – mais importante do que o prêmio de um milhão de reais… e se prejudicar com isso…
 
Vamos ver… rsrs
 
Casa 05: Fran se encontra (Casa 05) renascida, com um ânimo revigorado (Julgamento), talvez em função da saída de Ana e da permanência de Max, enxergando um amplo horizonte de expansões à sua frente (3 de Paus)
 
Pri será a vencedora do BBB9 ao ganhar o R$1.000.000,00 na final do programa, Dia 07/04/2009?
 
Casa 01: Morte/4 de Ouros
Casa 02: Justiça/ 2 de Ouros
Casa 03: Diabo/Cavaleiro de Ouros
Casa 04: Imperador/Rainha de Paus
Casa 05: Roda Fortuna/3 de Copas
 
Casa 01: Está propício à Priscila (Casa 01) enfrentar um processo de mudanças (Morte) perante o qual ela mantenha o que já conquistou com muita determinação (4 de Ouros).
 
obs.: Hummm… será uma mudança do favoritismo em prol de Priscila (Morte na 1), permitindo-lhe tomar posse do prêmio (4 de Ouros)???
 
Casa 02: os obstáculos que Pri tem pela frente (Casa 02) giram em torno de fazer alguns ajustes e agir com muita ponderação e senso de justiça (Justiça), a fim de driblar com jogo de cintura os obstáculos e se dispor a adquirir uma recompensa maior do que a inicialmente prevista (2 de Ouros).
 
obs.: caraca… será que Priscila vai ganhar?? Porque o 2 de Ouros retrata um obstáculo pela frente que, a fim de ser superado, gera uma ambição maior para um empreendimento mais elevado ainda… Se Priscila se adaptar bem a tais ajustes, superando seus conflitos interios e os obstáculos externos, sei não, viu?
 
Casa 03: O processo de Pri até a final (Casa 03) está marcado por uma intensa e poderosa ambição de conquista (Diabo), por meio da qual ela se direciona com perseverança, praticidade e determinação (Cavaleiro de Ouros).
 
obs.: parece que a vitória de Pri na última prova do líder (lembrando que fiz esses jogos na 4a.feira passada, antes da formação do último paredão entre Ana e Max) foi conquistada em função dessa intensa ambição (Diabo) e muita perseverança (Cavaleiro de Ouros).
 
Casa 04: o resultado final para Priscila (Casa 04) apresenta a conquista do que se quer (Imperador) ao preservar a posição de destaque, autoconfiança e espontaneidade (Rainha de Paus).
 
obs.: Caraca!! Tá difícil pra caramba… A Casa 04 de Max tem Imperatriz/10 de Espadas. A de Fran tem Morte/10 de Ouros e a de Pri tem Imperador/Rainha de Paus. Na boa, mas a mais auspiciosa parece ser a de Priscila… Porém, vendo o conjunto dos arcanos como um todo, de cada finalista, Max tem a vantagem…
 
Então, se eu não tiver enganado em minha interpretação tarológica, vai ser bastante apertada, com uma margem de porcentagem bastante reduzida de um para o outro, a vitória de um deles. E ficará entre Max e Pri mesmo… A Casa 4, por si só, parece indicar a vitória de Pri. E do jogo como um todo a vitória de Max.
 
Portanto, eu aposto que Max será o vencedor do BBB9 mesmo…
 
Agora é esperar pra ver… rsrs
 
Beijãozão nocês…
Yub


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BBB9, Tarot, Numerologia e Previsões!

Saudações EXPERIMENTAIS a todos!!

Nessa semana que passou, a editora do jornal O Diario de São Paulo me pediu para fazer uma matéria sobre esta reta final do BBB9. Como era para ser veiculada hoje (Domingo), não saberíamos quem iria ao paredão hoje. A 3a.etapa da última prova do líder foi ontem (Sábado). Eu tive de entregar a matéria na 4a.feira passada.

Essa análise que fiz foi baseada na Numerologia. Como só tinha um parágrafo para escrever sobre cada finalista, e ainda por cima enaltecer as chances de cada um, foi difícil pra mim. Nas análises que faço para a globo.com, eu não utilizo previsões. Porém, pela primeira vez, eu aceitei fazer para o jornal. Postarei aqui para vcs o que escrevi. E em outro e-mail refletirei mais e divulgarei o jogo de Tarot que fiz para cada finalista.

Aqui está a matéria que vcs de São Paulo podem comprovar no O DIARIO DE SÃO PAULO:

FINAL BBB9

Dia 07/04/2009 é o dia da grande final do Big Brother Brasil 9! Os 4 finalistas disputam o prêmio de 1 milhão de reais! Confira um breve perfil e as chances que cada um tem, segundo a Numerologia.

Há dois métodos de se analisar se o momento é auspicioso ou não para o tipo de dinâmica existente no programa que é o BBB9. Estes devem ser comparados. O primeiro diz respeito a encontrar os números 3, 5, 6, 8 e um Número-Mestre nos ciclos que a pessoa vive. O segundo consiste em encontrar nos números do Mapa Numerológico, os mesmos que estejam simbolizando o momento de cada participante.

Ana Carolina: Destaca-se na personalidade da Sister, em função da presença marcante dos Números 1, 3 e 7 no Mapa Numerológico, a franqueza, a impulsividade e o individualismo. No dia 07/04, ao analisarmos os ciclos nos quais se encontrará, o 5 está em seu Ano Pessoal e o 8 em seu 2º.Trimestre de 2009. Pontos positivos para a catarinense. Porém, o Mês Pessoal 9 e o Dia Pessoal 7 não se enquadram nesse perfil de boa sorte para esse tipo de jogo. O que conta a seu favor é que Ana tem o 9 na Expressão e o 7 como Lição Existencial.

Priscila: Sua sinceridade, sua maturidade e sua capacidade de encarar com bom humor os obstáculos, observadas nos Números 4 e 6 em destaque em seu Mapa Numerológico , sobressaem em sua personalidade. Pri está no Ano Pessoal 4 e no 2º.Trimestre simbolizado pelo 6. No dia 07/04, viverá o Mês Pessoal 8 e o Dia Pessoal 6. Dos números auspiciosos, há a presença do 6 e do 8 a favor da Sister. Além do 4 e do 6 serem fortes em seu Mapa.

Francine: Seu jeito original, surpreendente e passional de ser a colocam em evidência. Há muito número 1 e 8 em seu Mapa Numerológico. Fran, no dia da final, não estará em um momento tão auspicioso, pois não encontramos em seus ciclos os números que citamos acima. Porém, todos os números de seus ciclos (Ano Pessoal 9. 2o.Trimestre 7 e Mês Pessoal 4) estão presentes em seu Mapa Numerológico. E no dia da final, ela estará no Dia Pessoal 11 (que é um auspicioso Número-Mestre).

Maximiliano: Sobressai na personalidade do Brother a sua inteligência, a sua autoconfiança e seu lado ponderado (uma conjugação dos Números 1, 4 e 7). Max, no dia da final, estará num momento bastante favorável: Ano Pessoal 8, 2º.Trimestre 5, Mês Pessoal 3 e Dia Pessoal 1 (o qual é encontrado em diversas posições de seu Mapa Numerológico). Numerologicamente falando, no Dia 07/04/2009, é quem tem mais chances de faturar o prêmio.

Depois que fiz as análises numerológicas de cada finalista do BBB9, a Cris me deu a idéia de jogar o Tarot para cada qual e ver as chances que tinham de ganhar o prêmio de um milhão de reais na 3a.feira, dia 07/04/2009!

Eu topei! E joguei um peladan para cada finalista. Eis os jogos que fiz. Lembrando que joguei na 4a.feira, sem saber que Ana e Max estariam no paredão de hoje.

Max será o vencedor do BBB9 ao ganhar o R$1.000.000,00 na final do programa, dia 07/04/2009?

Casa 01 (o que está propício de ocorrer): Imperador/8 de Paus
Casa 02 (os obstátculos de Max): Pendurado/9 de Paus
Casa 03 (como será o desenrolar de Max no programa): Sacerdotisa/Cavaleiro Copas
Casa 04 (qual será o resultado final para Max): Imperatriz/10 Espadas
Casa 05 (como Max se encontra nesta reta final): Força/2 de Espadas

Casa 01: Está propício ao Max (Casa 01) perseverar na busca gradual da realização de suas ambições (Imperador), com muito autocontrole (Imperador) e através de um impulso progressista veemente depois de muita tensão, ansiedade e espera (8 de Paus).

obs.: essa Casa 01 me pareceu descrever muito bem a postura de Max durante toda a sua jornada dentro da casa mais espiada do Brasil.

Casa 02: Os obstáculos que Max tem pela frente (Casa 02) giram em torno de um bloqueio, uma sensação de opressão e uma necessidade de fazer sacrifícios (Pendurado), principalmente no que tange a encontrar forças quando considerava que não mais as possuía (9 de Paus).

obs.: ontem, na 3a.etapa da prova do líder, Max sofreu um duro golpe. Errou duas perguntas no finalzinho e permitiu que Priscila fosse a nova líder. E pagou um alto preço: foi ao paredão com a Ana. Ele está se culpando e se esforçando tremendamente para voltar a confiar, ter energia para enfrentar este novo desafio. Essa situação é a cara do Pendurado/9 de Paus. Está travado (Pendurado) quanto a voltar a confiar em si e na sua conquista (9 de Paus).

Casa 03: o processo de Max até a final (Casa 03) será marcado por uma aparente imobilização, estagnação e parada (Sacerdotisa), quando, na verdade, ele estará estudando melhor os adversários e as situações (Sacerdotisa), além de se preparar (Sacerdotisa) para, sabiamente (sacerdotisa), gestar o que quer (Sacerdotisa). E, nesse processo, vai tomando rumo do que lhe permitirá sentir-se satisfeito e nutrido (cavaleiro de copas), sempre com muita diplomacia, sedução e encanto (Cavaleiro de Copas).

obs.: como a Sacerdotisa pode simbolizar uma mulher e o Cavaleiro de Copas ser o resultado da influência dessa mulher, temos o seguinte: nesse processo de Max rumo à final (Casa 03), ele contará com o apoio de uma mulher (Sacerdotisa) que o ajudará afetivamente (Copas) a se encaminhar no rumo do que almeja conquistar (cavaleiro). Creio que a influência de Fran (Sacerdotisa) é crucial para a continuidade do Brother no programa

Casa 04: O resultado final para o Max (Casa 4) gerará bons frutos, satisfação e abundância (imperatriz) marcados pelo fim de um ciclo muito sofrido e doloroso (10 de Espadas).

obs.: eu vejo nessa Casa 4 a possibilidade do Max sagrar-se campeão do BBB9. Resta saber até que ponto minha torcida por ele não está influenciando minha análise tarológica… rsrs

Casa 05: Max se encontra (Casa 05) tentando se controlar e canalizar construtivamente seus intensos desejos de conquista (Força) enfrentando oposições fortíssimas que ele procura não combater diretamente ou mesmo assumi-las (2 de espadas). Ou tentando dominar (força) seus próprios conflitos internos martirizantes (2 de espadas).

Eis os pares de Arcanos que saíram no Peladan da Ana:

Casa 01 (o que está propício de ocorrer): Papa/Rei de Paus
Casa 02 (os obstátculos de Ana): Mundo/2 de Paus
Casa 03 (como será o desenrolar de Ana no programa): Sol/Pajem Copas
Casa 04 (qual será o resultado final para Ana): Temperança/Cavaleiro Copas
Casa 05 (como Ana está encarando esta etapa do programa): Pendurado/ 3 Paus

Casa 01: está propício a Ana (Casa 01) acreditar nos princípios que segue e considera ser os corretos (Papa), a fim de conquistar com muita autoconfiança o que almeja (Rei de Paus).

obs.: alguém comentou hoje no diário do Max no site do BBB9 – é bem provável que seja um boato para difamar e prejudicar a Ana – que o namorado dela é um dos patrocinadores do programa. Se sim, essa influência de seu namorado poderia muito bem enquadrar-se no perfil Rei de Paus que ajuda a Ana, como mostrado na Casa 01.

Casa 02: os obstáculos da Ana (Casa 02) giram em torno de finalizar uma etapa, o seu ciclo no programa (Mundo), em função de obstáculos e oposições gerados por terceiros (2 de Paus).

obs.: enxerguei esse obstáculo como sendo a saída de Ana hoje do programa, como resultado do paredão com o Max. Mas aí entra um detalhe: o Mundo representa o fim de um ciclo e o início de outro, bem diferente do anterior e melhor. E o 2 de paus simboliza uma situação na qual há obstáculos e uma pausa para resolver problemas gerados por terceiros. Demanda-se muita energia para manter o foco no objetivo principal, o qual poderá ser retomado depois de vencer tais obstáculos. E com uma energia extra, com o objetivo inicial ampliado. Em outras palavras, esse paredão com o Max, se for vencido por Ana (o que não acredito), poderá ser esse final de ciclo e retomada de um outro, melhor – MUNDO – e com um objetivo maior pela frente (R$1.000.000,00) – DOIS DE PAUS. Ou seja, se ela vencer esse paredão, muito provavelmente vai com tudo para ganhar o prêmio final do programa.

obs.2: mas pelos arcanos da 3 e da 4, não acredito nisso. Creio que ela pára na parede grande de hoje, com a vitória de Max. E ela coloca fim em sua participação no BBB9. Ou será minha torcida por Max que faz ver assim??? rsrs

Casa 03 (Sol/Pajem de Copas): durante esse processo de chegar até a final (Casa 03), Ana brilha, tem autoconfiança e procura realizar o que quer (Sol), através de uma incipiente condição satisfatória (Pajem de Copas).

obs.: como o pajem de copas simboliza uma situação bem fraquinha, uma promessa que demanda muito tempo e dedicação para ser realizada e trazer realmente satisfação, talvez mostre que a Ana apenas usufruiu da autoconfiança (Sol) por pouco tempo (Pajem de Copas), ficando apenas na promessa (Pajem de Copas) de conquista (Sol).

Casa 04 (Temperança/Cavaleiro de Copas): o resultado final do programa para a Ana (Casa 04) mostra uma situação que demandaria mais tempo e ajustes (Temperança) no rumo do que quer conquistar e obter satisfação (Cavaleiro de Copas).

Casa 05: Ana se encontra (Casa 05) sentindo-se impedida e bloqueada (Pendurado) enquanto acredita que tem um amplo horizonte de expansão pela frente (3 de Paus)

obs.: Geralmente, quando aparece a Temperança na Casa 04, há uma negação do que a pergunta propõe. Pelo menos uma negação no sentido de talvez obter o que quer a longo prazo, além do que foi estipulado na pergunta. Então, como o programa definitivamente acaba 07/04/2009, a Temperança na Casa 04 reflete o impedimento Ana de vence-lo.

É por isso que acredito que ela saia hoje. Além do fato de que 8 de paus no jogo de tarot do Max, acompanhado do Imperador, envolve a vitória do Brother nos “acréscimos”. E o 9 de Paus também retrata uma situação semelhante: ou seja, vejo que qdo o 9 de Paus está atuante, a pessoa não acredita que sairá vencedora. Mas nos finalmentes, ela resgata uma força que achava não ter mais e, com isso, acaba vencendo.

Portanto, tentando enxergar o paredão de hoje no jogo que fiz para a GRANDE FINAL, é como se a decisão do paredão de hoje fosse apertada e, no finalzinho, o Max ganha. Ou será que minha torcida por ele está me impedindo de ver diferente??? rsrs

Beijãozão nocês…
Yub

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Vícios, Compulsão, Netuno, Plutão e Reflexões

Enviei às listas do yahoogrupos das quais participo a mensagem que eu e a Cris escrevemos a respeito de vícios. E obtive algumas respostas, reflexões e questionamentos bem bacanas sobre a tentativa de associarmos os vícios à astrologia.
 
Uma AMIGA ESCREVEU:
Me ocorreu um raciocínio astrológico sobre o tema dos vícios e da “homeostase” .
Gostaria que vc Yub, ou alguém que também entende de astrologia comentasse se faz sentido o que eu pensei…
 
A casa relacionada aos vícios na mandala astológica é a casa 12 certo?
 
YUB: se a gente encarar os vícios como uma FUGA À REALIDADE – tal como eu e a Cris abordamos no artigo – a CASA ASTROLÓGICA envolvida pode muito bem ser a Casa 12. O Planeta NETUNO (e também JÚPITER e VÊNUS). O Signo de Peixes (e os SIGNOS DE ÁGUA E DE FOGO).
 
Mas isso é de uma forma bem simplista. Creio que os VÍCIOS representem algo mais do que a FUGA À REALIDADE.
 
No Globo Repórter dessa 6a.feira, por exemplo, vimos VÁRIOS exemplos do quanto a COMPULSÃO é uma forma de VÍCIO. Será que  COMPULSÃO pode ser vista como uma fuga à realidade??? Não sei…
 
E a COMPULSÃO pode, astrologicamente falando, envolver PLUTÃO, CASA 8 e ESCORPIÃO na jogada. Além da LUA. Afinal, se uma pessoa tiver LUA em CONJUNÇÃO COM JÚPITER em TOURO na casa 2, por exemplo, pode precisar – para se sentir NUTRIDA (Lua) – de comer (Touro) EXAGERADAMENTE (Júpiter) e, com isso, se sentir segura (Casa 2). Ou comprar (Casa 2) muito (Júpiter), a fim de se sentir nutrida (Lua) com o que possui (Touro/Casa 2). E isso pode levar à COMPULSÃO em comer e comprar.
 
a mesma amiga refletiu:
E a 12ª casa da casa 12 é a 11, a casa dos amigos.
Ou seja, os inimigos ocultos dos vícios seriam os grupos de amigos (?!)
 
YUB: gostei disso, minha Linda!! Muitas pessoas dizem que seu filho entrou no mundo das drogas por causa das “más companhias” (Casa 11), certo?? Eu só não acho que poderíamos generalizar. Porque há pessoas extremamente SOLITÁRIAS, sem amigos, que são viciadas em algo. Ou seja, os amigos podem não ter tido influência alguma no vício dela.
 
Ela escreveu:
Faz sentido, do ponto de vista astrológico, dizer que ocultamente alimenta um vício é o grupo de amigos??
 
YUB: nem sempre. Mas poderemos dizer que uma forte influência negativa (Casa 12) pode vir sim dos amigos (Casa 11) para alguém se viciar (Casa 12).
 
No caso da COMPULSÃO ser um VÍCIO e eu crer que tenha a ver com Plutão, me fez tentar associar a posição de Casa de Plutão no nosso Mapa Natal e a nossa TENDÊNCIA a ser COMPULSIVO no que diz respeito à mesma.
 
Ou seja, me identifiquei MUITO com a surfista (no programa GLOBO REPÓRTER) que era obcecada com alimentação e exercícios físicos. Eu tenho uma forte tendência a ser COMPULSIVO (Plutão) no que tange a cuidar do meu corpo (Casa 6) em termos de alimentação, exercícios físicos, etc. na busca da integração corpo-mente-espírito (Casa 6).
 
Uma pessoa com Plutão na Casa 2 PODE ser COMPULSIVA (Plutão) no que tange a ter (Casa 2), a possuir (Casa 2). E, com isso, pode querer comprar (Casa 2) compulsivamente (Plutão) o que deseja (casa 2) para ter, ter, ter (Plutão na 2). Seu medo de perder (Plutão) o que tem (Casa 2) e lhe dá estabilidade (Casa 2) é tão intenso e profundo (Plutão) que PODE leva-la a possuir (Casa 2) compulsivamente (Plutão).
 
Cabe a cada um de nós avaliar se existe mesmo essa tendência compulsiva – que nos levaria a um vício – por meio das questões da Casa Astrológica na qual Plutão se encontra em nosso Mapa Natal!!
 
Beijãozão nocês…
Yub
 


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Quando um homem ama uma mulher – e VÍCIOS!

Artigo que eu e a Cris escrevemos juntos.
 


Quando pensamos em vícios, geralmente nos remetemos às drogas. Porém sabemos que os vícios podem ser tanto físicos como emocionais. Existem pessoas viciadas em drogas, outras em alimentos, e ainda, aquelas que são viciadas em emoções ou em algum tipo de relacionamento.

A busca ansiosa pela vivência do vício tende a esconder necessidades internas que não estão encontrando oportunidades saudáveis de satisfação. Quando alguém, por exemplo, quer comer mais e mais, mesmo estando sem fome, talvez esteja mascarando uma fome por nutrição emocional. Quem sabe quer mais carinho e sentir-se protegido? Seu vício de comer, portanto, pode mascarar necessidades internas de ter mais atenção de sua família, por exemplo. E o que leva uma pessoa a buscar no vício o prazer que poderia ser saciado por meios bem mais construtivos?

É bem possível que o vício, seja este qual for, represente uma fuga da realidade. A pessoa tem medo de reconhecer e expressar diretamente suas mais profundas necessidades. Provavelmente ela considera, mesmo a nível inconsciente, que sofrerá menos ao se envolver com algum vício do que expondo suas carências, sua revolta e seus desejos. Então, em vez de declarar o que precisa, procura no vício tanto o esquecimento provisório desse anseio quanto o anestésico dessa dor de não se saciar verdadeira e saudavelmente. Prefere escapar daquilo que a faz sentir-se vazia através de alguma compulsão. E acaba aumentando esse mesmo vazio quando passa o efeito da “droga”, ainda mais que este poderá ser acompanhado de muita culpa e desconforto.

Como a dependência do viciado geralmente envolve os familiares, as maiores barreiras e, ao mesmo tempo, a grande esperança de cura estão vinculadas à família. A dinâmica familiar diante do vício de um de seus membros tende a ser crucial, tanto em termos de manter o viciado dependente quanto de resolução do problema. Como?
Há um princípio na Teoria Sistêmica (Familiar) que comprova esse fato. O princípio chama-se Homeostase e refere-se ao processo autorregulador que mantém a estabilidade do sistema e protege-o de desvios e mudanças. Na família, representa uma tendência da mesma em manter um certo padrão de relacionamento e empreender operações para impedir que haja mudanças nesse padrão de relacionamento já estabelecido.

Sendo assim, quando o “viciado” melhora, a família, ou um outro integrante específico, tende a piorar para manter o equilíbrio na dinâmica familiar. Nesse caso, caberá a cada um dos envolvidos nesse processo doloroso tentar resolver os conflitos juntos, com cada qual fazendo uma auto-observação. A ideia é entender que cada um tem um papel na família, mas que isso não deve ser permanente. Devemos considerar que podemos estar alimentando o vício do outro, em prol de uma autossatisfação inconsciente, a qual pode ter uma baixa autoestima por trás. Não é fácil aceitarmos a mudança do outro em um relacionamento familiar (e aqui se incluem também os casais), pois isso implica que também teremos que fazer a nossa parte na mudança. Podemos tentar manter o mesmo padrão ou promover a autotransformação de todo o sistema familiar.

Um exemplo é o da mãe que se sacrifica profissional ou afetivamente para cuidar de seu filho viciado. Quando este começa a melhorar, ela se sente confusa. Aquele papel que desempenhava na família, servindo-o quase que exclusivamente, é abalado. Agora ela terá de cuidar da sua vida afetiva ou profissional, as quais relegou em função do sacrifício que fez em ser útil ao filho. Inconscientemente, ela tende a evitar esse compromisso com seu parceiro e seu trabalho. Procura manter a função de servir ao filho. Eis a homeostase em ação. Ela, diante da melhora do filho, também precisa fazer um movimento progressista. Envolver-se de uma nova maneira com seu lado afetivo e profissional é o que é pedido dela nessa nova dinâmica familiar. Se ela fizer isso, estará ajudando seu filho, a si mesma e todos os familiares.

Podemos encontrar essa situação bem exemplificada no filme “Quando um homem ama uma mulher.” Diante da recuperação de sua mulher Alice Green (Meg Ryan), Michael Green (Andy Garcia) também precisa mudar muitos comportamentos. O papel que desempenhava na dinâmica familiar de sua vida conjugal e na criação das duas filhas precisou ser revisto, de modo a acompanhar os progressos de Alice. Enquanto Michael não percebeu essa necessidade, sua postura, de certa forma, alimentava o vício dela e colocava em risco a relação deles.

Algumas pessoas se casam sem querer ver como o outro é realmente. Então muitas vezes o que no início da relação parece ser legal ou engraçado, depois se torna o pivô das brigas e conflitos no relacionamento. No filme isso fica implícito, mas é possível notar que a princípio Michael se divertia com as atitudes de Alice quando ela estava alcoolizada. Provavelmente ele poderia ter convivido com isso durante todo o casamento e não ter percebido que aquilo era um problema para Alice. De certa forma alimentou o vício dela de maneira inconsciente (ou podemos dizer também que ele reforçava o comportamento de Alice). Com isso, ele também se mantinha em seu papel de homem maduro e responsável por todos.

É bom ressaltar que em uma família, seja com filhos ou não, todos são responsáveis pela dinâmica familiar. Então se há um viciado, o problema não é somente dele, é de todos os integrantes. Cabe a cada um perceber seu papel e assumir a responsabilidade nos relacionamentos. Todos somos co-responsáveis em uma família. Ao percebermos isso todos irão se envolver na resolução de problemas, sem definir vítimas nem culpados.


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Conflitos nos Relacionamentos: Vênus Retrógrado até 17/04!

 
Saudações VENUSIANAS a todos!!
 
Vênus está em movimento retrógrado desde 06/03/2009. Vênus é símbolo de relacionamentos. As relações sociais e afetivas estão dentro do simbolismo de Vênus.
 
Quando um Planeta está em movimento retrógrado, há uma necessidade de reavaliarmos as funções por ele representadas.
 
Portanto, até 17/04/2009, estamos numa fase de reavaliar (retrógrado) nossos relacionamentos (Vênus), seja com algum amigo, com a pessoa parceira ou com as pessoas de modo geral (Vênus).
 
Alguns mal entendidos e conflitos afetivos e sociais, com a pessoa parceira ou um amigo, poderão necessitar de ajustes. Reavaliar nossos valores afetivos e interpessoais é importante.
 
Muitas vezes observamos uma pessoa com quem tivemos um relacionamento no passado, seja afetivo ou não, reaparecendo em nossa vida. É como se ela representasse a oportunidade de revermos os valores que tínhamos na época que relacionamos com ela. E observar os atuais valores que elegemos em nossas relações atuais, principalmente com a pessoa parceira.
 
O que vc valoriza e gosta em um intercâmbio social e afetivo? Seus amigos e a pessoa parceira correspondem a tais valores e gostos?
 
Vênus, regente de Libra no que tange a relacionamentos, pode representar também nossos elevados ideais quanto a um relacionamento justo, bacana, satisfatório. Corremos o risco, por exemplo, de exigirmos bastante da pessoa parceira nesta fase – e também dos amigos. Queremos que quem se relaciona conosco corresponda às nossas altas expectativas de intercâmbio social e afetivo.
 
É saudável, portanto, reavaliarmos como estamos reagindo às decepções afetivas e sociais. Até que ponto esperamos do outro algo que, no fundo, é uma expectativa irrealista para esse outro corresponder?
 
Vc tem cobrado bastante da pessoa parceira e de seus amigos/sócios e se decepcionado com eles? Está obtendo a insatisfação afetiva e interpessoal da pessoa parceira e de seus amigos? Considera-se necessitando se envolver em vários conflitos em seus relacionamentos, principalmente com a pessoa parceira? 
 
O diálogo em busca de entendimento no qual haja um equilíbrio entre o dar e o receber (símbolo-mor da necessidade venusiana/libriana de acordos justos em que cada parte de uma relação merece ser respeitaca e valorizada) é fundamental nesta fase.
 
O problema é que esta Vênus retrógrada está nada mais nada menos do que no impulso signo de ÁRIES. Cobranças irrealistas sobre a conduta e os valores da pessoa parceira e de quem se relaciona conosco de algum modo estão coloridas pela impulsividade, pela agressividade e por uma franqueza que pode doer ao ferir o outro.
 
Decisões súbitas de se separar/romper e brigas pela impaciência de se resolver no diálogo os conflitos interpessoais e afetivos podem ser uma tônica nesta época. Áries não tem muito saco para esperar e resolver os desajustes afetivos e sociais com diplomacia e justiça. Quer logo resolver imprudentemente os conflitos. E isso pode colocar mais lenha na foqueira. Pode acentuar os desajustes afetivos e interpessoais.
 
Relações que terminaram tendem a ser retomadas. Pelo menos um dos parceiros pode querer voltar nesta época. Relações que se iniciam podem ser reavaliadas e os parceiros decidirem termina-la. Um vai e vem, um briga, ata-desata, desentende entende e desentende de novo pode rolar até 17/04. Todo esse movimento faz parte da dinâmica de reavaliações e resoluções de conflitos deste período em que Vênus está retrógrada.
 
Talvez seja legal a busca por reavaliar e decidir justamente acordos por meio de uma franqueza assertiva e corajosa, em vez de uma impaciência agressiva com a outra pessoa, seja a pessa parceira ou colegas/amigos.
 
Beijos venusianos-arianos nocês…
Yub


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Saturno e os Pesos Inúteis – transcrição da palestra q farei no Domingo!

Eu e a Cris fazemos parte de um grupo. Há reuniões mensais, nas quais realizamos estudos a partir do livro RENOVANDO ATITUDES, do Hammed.
 
Neste próximo Domingo, eu levarei o tema Saturno para o grupo. Pois considero-o apropriado para o que foi veiculado no capítulo Pesos Inúteis do livro acima citado.
 
Compartilho com vocês o que prosearemos na reunião.
 
Saturno e os Pesos Inúteis
 
Logo na frase inicial deste capítulo, extraída do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, somos incentivados a encontrar nas nossas dores a razão divina: “Se perscrutásseis melhor todas as dores que vos atingem, nelas encontraríeis a razão divina, a razão regeneradora (…).”
E talvez não haja na nossa vida uma dor tão incômoda e pesada quanto a simbolizada pelo posicionamento de Saturno no nosso Mapa Natal. Dói a cobrança que nos impomos para lidar com as questões associadas ao nosso Saturno. Dói nos envolver com essas experiências saturninas, já que temos medo de não dar conta das responsabilidades associadas às mesmas.
 
(1) Saturno na Casa 1 , Saturno em Áries e Saturno em Aspecto com Marte:
            Dói a cobrança que me imponho para ser independente, arriscar em meus projetos pessoais e iniciar qualquer nova experiência ou ciclo na minha vida? Dói me envolver com o desenvolvimento de minha independência, de minha identidade, de meu poder auto-afirmativo e de exercer liderança, por medo que tenho de não dar conta das responsabilidades?
 
(2) Saturno na Casa 2, Saturno em Touro e Saturno em Aspecto com Vênus:
            Dói a cobrança que me imponho para ter segurança (principalmente financeira), para ter saúde, estabilidade, paz de espírito e praticidade? Dói me envolver com o desenvolvimento de meus valores materiais e de minha determinação prática em pacientemente realizar minhas metas? É por que tenho medo de não dar conta dessas responsabilidades?
 
(3) Saturno na Casa 3, Saturno em Gêmeos, Saturno em Aspecto com Mercúrio:
            Dói a cobrança que me imponho para ter habilidades comunicativas, estudar, aprender e considerar-me inteligente? Dói também me relacionar com irmãos e parentes próximos? Dói me envolver com o desenvolvimento de minha inteligência, de saber escrever e falar bem, e de assumir responsabilidades com irmãos e parentes próximos? É por que tenho medo de não dar conta dessas responsabilidades?
 
(4) Saturno na Casa 4, Saturno em Câncer e Saturno em Aspecto com a Lua:
            Dói a cobrança que me imponho para lidar com as emoções, com a família, com o lar, a mãe ou meu lado maternal? Dói me envolver com o desenvolvimento de minha maturidade emocional, de minha segurança familiar e com a minha imaginação – por medo de não dar conta dessas responsabilidades? É o medo de cuidar das pessoas e demonstrar a minha sensibilidade?
 
(5) Saturno na Casa 5, Saturno em Leão e Saturno em Aspecto com o Sol:
            Dói a cobrança que me imponho para me divertir, ter prazer, ser criativo, ter auto-estima, lidar com meu pai (ou as figuras paternas/detentoras de autoridade)? Dói me envolver com o desenvolvimento da autoconfiança, de projetos criativos, de me expor com expressividade/prazer, de lidar com crianças/filhos/criança-interior? É por que tenho medo de não dar conta dessas responsabilidades?
 
(6) Saturno na Casa 6, Saturno em Virgem e Saturno em aspecto com Mercúrio:
            Dói a cobrança que me imponho para lidar com o processo de auto-aperfeiçoamento (integração corpo-mente-espírito), bem como com as tarefas cotidianas e profissionais? Dói me envolver com atividades que requeiram praticidade, eficiência, atenção aos detalhes (como questões burocráticas)? É por que tenho medo de não dar conta das responsabilidades cotidianas, profissionais e práticas?
 
(7) Saturno na Casa 7, Saturno em Libra e Saturno em Aspecto com Vênus:
            Dói a cobrança que me imponho para me relacionar, ser sociável, diplomático e justo, principalmente com a pessoa parceira e/ou um sócio? Dói me envolver com um relacionamento afetivo e com parcerias de um modo geral, por medo de não dar conta das responsabilidades sociais, afetivas e interpessoais?
 
(8) Saturno na Casa 8, Saturno em Escorpião e Saturno em Aspecto com Plutão:
            Dói a cobrança que me imponho me para relacionar mais intimamente com as pessoas, principalmente com a pessoa parceira? Dói me envolver com a entrega (emocional/sexual) e com o poder de transformação que possuo, a partir da força psíquica, emocional, financeira e/ou íntima sexual que tenho? É por que tenho medo de não dar conta das responsabilidades nas parcerias financeiras, emocionais, psíquicas e/ou íntimas?
 
(9) Saturno na Casa 9, Saturno em Sagitário e Saturno em Aspecto com Júpiter:
            Dói a cobrança que me imponho para ter fé, confiar no futuro e seguir as crenças que acredito (bem como em professa-las)? Dói me envolver com a espiritualidade/religiosidade, com viagens, com a transmissão do que sei, por medo de não dar conta das responsabilidades intuitivas e professorais?
 
(10) Saturno na Casa 10 e Saturno em Capricórnio:
            Dói a cobrança que me imponho para ser bem-sucedido, obter o reconhecimento social e a respeitabilidade profissional? Dói me envolver com os compromissos pessoais e profissionais, bem como com a realização de minhas elevadas ambições, por medo de não dar conta dessas responsabilidades?
 
(11) Saturno na Casa 11, Saturno em Aquário e Saturno em Aspecto com Urano:
            Dói a cobrança que me imponho para lidar com grupos, amigos/amizades e a realização de meus ideais inovadores, progressistas e humanitários? Dói me envolver com grupos, com amigos, com comunidades e os projetos futuros que idealizo, por medo de não dar conta dessas responsabilidades?
 
(12) Saturno em Peixes, Saturno na Casa 12 e Saturno em Aspecto com Netuno
            Dói a cobrança que me imponho para lidar com a espiritualidade, a mediunidade, o inconsciente, os sonhos, o transcendente e a entrega a uma Realidade Maior. Dói me envolver com o desenvolvimento de meu lado doador, espiritual, sábio, sensível, mediúnico, imaginativo e psíquico, por medo de não dar conta dessas responsabilidades?
 
            Portanto, por medo de não darmos conta dessas responsabilidades, acabamos gerando muita culpa. Sentimos culpa por fugirmos ao desenvolvimento dos dons que temos para lidar responsavelmente com essas atividades e experiências saturninas.
            Essa culpa nos machuca. E acaba se tornando um peso inútil que colocamos sobre nossas costas.
            Sendo assim…
 
(1) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades de não me arriscar, ser mais independente e corajoso para bancar meus projetos pessoais e encarar o desconhecido em cada novo desafio/ciclo de minha vida?
(2) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades de não buscar me valorizar, ser seguro financeiramente e cultivar o hábito de realizar gradualmente minhas metas de modo prático?
(3) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades de não buscar desenvolver minha mente, meu intelecto e minhas habilidades comunicativas, principalmente de falar e escrever bem para comunicar minhas idéias e conhecimentos?
(4) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a desenvolver minha segurança emocional, familiar e residencial?
(5) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a confiar em mim, em minha criatividade e no meu merecimento de sentir prazer, brilhar e inspirar as pessoas?
(6) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a desenvolver minha competência na execução das tarefas cotidianas, profissionais e voltadas para meu auto-aperfeiçoamento?
(7) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a me relacionar/namorar/casar e estabelecer parcerias?
(8) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a desenvolver meu poder psíquico, financeiro, emocional, sexual e transformador/íntimo?
(9) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a desenvolver minha fé, minha sabedoria e minha capacidade de ensinar e professar o que acredito e sigo?
(10) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a desenvolver meu poder de realização, minha autoridade, minha respeitabilidade pessoal e habilidade de influenciar algum nicho profissional?
(11) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a desenvolver minha sociabilidade, atuar em algum grupo onde possa divulgar minhas idéias inovadoras, assim como em participar de alguma comunidade para implementar meus ideais sociais?
(12) Eu me sinto culpado por fugir às responsabilidades no que tange a me conectar e me entregar à Vida através de atividades psicológicas, mediúnicas, artísticas, oníricas/psíquicas, imaginativas e espirituais/humanitárias?
 
            O Capítulo Pesos Inúteis se concentra no tema MORTE e nas reações dolorosas que nós tendemos a adotar frente à perda que ela nos provoca. Segundo Hammed, “ao provar o sentimento da perda, passamos por uma das maiores experiências como seres humanos: somos impulsionados a uma intensa reflexão.” E diz também que “a Vida Maior constantemente nos coloca à disposição situações e lugares novos, (…) para que possamos nos enriquecer com as múltiplas experiências.” Tudo em função da busca do aperfeiçoamento.
E as experiências saturninas podem muito bem ser associadas à Morte, a uma dolorosa situação de perda. Alguma frustração, alguma rejeição, a qual foi sentida como uma perda, pode ter nos marcado profundamente. E, daí em diante, poderemos adotar reações negativas frente à dor que vivemos nessas questões saturninas.
Aí entra algo bem bacana que liga nosso passado de outras vidas com Saturno. Por mais que cada posicionamento astrológico possa ter conexão com algo que vivemos em uma existência pretérita, a posição astrológica referente a Saturno talvez seja a mais evidente e forte. Pelo peso que sentimos nessas situações associadas a Saturno, fica mais fácil relembrarmos o que vivemos em outra vida que trazemos bem notório para a atual.
Hammed esclarece isso: “Nossos sentimentos resultam dos processos de nossas percepções, emoções e sensações acumuladas ao longo das vidas pretéritas.”
Portanto, seria legal nos perguntar:
(1)   Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei apostar em algum projeto, arrisquei enfrentar um desafio e iniciar algum ciclo/experiência? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a ser independente, líder, ousado e dinamicamente assertivo?
(2)   Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei comprar algo, vender algo, me valorizar e buscar a segurança financeira/material? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a finanças, posses, bens materiais, saúde e segurança/estabilidade?
(3)   Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei aprender, estudar, escrever, falar e me relacionar com algum irmão/primo/parente próximo? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a estudos, irmãos, parentes próximos e conversas/comunicação?
(4)   Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei expressar minhas emoções, cuidar de alguém/algum parente, usar minha imaginação e lidar com minha mãe/família? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a lar, família, mãe, emoção e privacidade?
(5)   Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei brilhar, me destacar, ter prazer, me expressar criativa/artisticamente e lidar com filhos/crianças? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito à auto-estima, criatividade, divertimento e lidar com crianças?
(6)   Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei cuidar de minha saúde (integrar corpo-mente-espírito), servir de modo prático e eficiente às pessoas através de meu trabalho e dia-a-dia? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a trabalho, tarefas domésticas, corpo/saúde e competência com detalhes cotidianos e profissionais?
(7)   Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei me relacionar com algum sócio ou pessoa parceira afetivamente? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a me relacionar, ser justo, diplomático, conciliador e unificador de pessoas, situações e idéias aparentemente divergentes?
(8)   Lembro-me de alguma frustra/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei confiar nas pessoas, me abrir e me entregar a uma parceria financeira, sexual, emocional, psíquica e/ou íntima? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a intimidade, sexo, ocultismo, psiquismo, finanças e emoções profundas?
(9)   Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei ter fé, confiar na minha intuição, desenvolver meu saber e transmitir minhas crenças? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a viagens, cursos, fé, intuição, crenças e divulgação do meu saber?
(10)                      Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei realizar minhas ambições, adquirir poder e ser respeitado social e profissionalmente? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a imagem social, reconhecimento público, respeitabilidade profissional, ambição e poder de realizar minhas metas?
(11)                      Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei fazer parte de algum grupo, estabelecer amizades, compartilhar meus conhecimentos diferentes e meus ideais sociais e progressistas? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a atuar em algum grupo, comunidade, estabelecer laços de amizade e divulgar meus inovadores ideais sociais?
(12)                      Lembro-me de alguma frustração/perda que vivi – nesta vida ou em outra – quando tentei me entregar à Vida, me conectar com uma Realidade Maior/Deus e ajudar as pessoas através de meus auto-sacrifícios? O que pode ter acontecido comigo em outra vida ou na minha infância que me marcou tanto no que diz respeito a sonhos, inconsciente, mediunidade, espiritualidade, doação, humanitarismo, arte e psiquismo?
 
Diante desses questionamentos, talvez tenhamos mais claramente acessado alguns possíveis pesos inúteis que carregamos. Quais seriam? E como lidar com eles?
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Reflexão sobre Mediunidade e Loucura através da Astrologia!

 

Saudações LOUCAMENTE MEDIÚNICAS a todos!!
 
Cada dia mais, pelos exemplos de pessoas que conheço, do que já vivi/tenho vivido e de quem compartilha certos feedbacks comigo sobre as interpretações astrológicas que faço, eu me convenço de que a Loucura é a dificuldade de lidar com o diferente. É o diferente que invade a nossa vida costumeira, aparentemente estruturada, e gera um caos.
 
Essa invasão não é uma invasão. Nós é que sentimos como se fosse. Acabamos deixando que o maluco nos invada por não termos reconhecido os sinais de que o inusitado altamente progressista gostaria de entrar em nossa vida. Ele bateu à nossa porta (consciência/necessidade interna) durante várias vezes.
 
Como o reprimimos, não fomos receptivos ao novo, ele acabou nos invadindo. E os efeitos caóticos, obstinados, confusos deram o ar de sua graça em nosso existir. 
 
Eu gosto MUITO de usar a Astrologia como uma ferramenta para refletir sobre a vida. E vejo nos significados dos Planetas Transpessoais (Urano, Netuno e Plutão) os sinais da loucura, quando nossa estrutura pessoal (Sol, Lua, Mercúrio, Vênus e Marte) e social (Júpiter e Saturno) é desafiada a receber o novo, o diferente, o transcendente, enfim, o que foge às regras e normas da padronização de conduta.
 
Um amigo meu me contou um caso. Disse que uma amiga que frequenta as reuniões mediúnicas onde atua está enfrentando uma situação chata. Seus irmaos estão achando que ela é louca. Ela tem percebido algumas coisas, anda dizendo algumas coisas e se opondo ao tratamento médico que a mae tem recebido e, assim, anda sendo taxada de louca.
 
Eu creio que, como esta amiga de meu amigo está adotando posturas, atitudes e opiniões diferentes da usual e que conclamam a todos a perceber algo além do padronizado e considerado correto, ela é chamada de louca. Isso ocorre sempre quando alguma pessoa introduz o novo, o diferente e o progressista ao que já está legalizado (Júpiter) aceito/implantado socialmente (Saturno).
 
E a loucura – ou o desequilíbrio mediúnico -, a meu ver, surge quando a própria pessoa (como essa amiga do meu amigo, por exemplo) não aceita o conflito interno referente à necessidade de aceitar a esfera de vida uraniana, netuniana e plutoniana.
 
É cada vez mais sofrido para as pessoas que abrem um pouco para essas realidades e se confrontam com o julgamento e a repressão exterior/social. Pois isso as força a reprimir a aceitação, a compreensão e o manuseio gradual dessas outras percepções e atitudes novas, diferentes e transformadoras.
 
Quanto mais o médium não encarar com naturalidade o desenvolvimento de sua natureza transpessoal e de seus impulsos transpessoais (simbolizados por tais planetas), mais ele sofrerá e será taxado de louco. Porque, pra mim, mediunidade é justamente um exercício para aceitar o transcendente em nossa vida diária.
 
Consequentemente, as psicopatologias tenderão a irromper violentamente em seu corpo e em seu psiquismo. Não porque estas precisam ocorrer para a gente abrir espaço para essa faceta transpessoal de nossa natureza e da vida.
 
Pena que tô sem tempo agora para continuar agora, porque quero falar no quanto a doença, os sintomas, fazem parte de um todo que, justamente por esse papel dentro de um conteúdo maior, não merecem ser considerados de modo pejorativo, negativo.
 
Espero em breve voltar para traçar essas associações: ciclos de transcendência e doença como um mesmo pacote de crescimento… minha visão sobre a saúde/doença tem mudado consideravelmente… coisas de um trânsito de Plutão em conjunção ao meu sol em quadratura com plutão natal na Casa 6 (=saúde), e de um trânsito de URANO NA 12 em quadratura com meu mercúrio e minha vênus em sagitário (regentes de minha Casa 6: saúde).
 
Volto de repente… rsrs
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Kléber: o Gladiador Azul – Como unir o sábio ao guerreiro?


 

            O jogador Kleber, ex-Palmeiras e conhecido por suas constantes expulsões, fez dois jogos pelo Cruzeito nesta Taça Libertadores da América 2009. Nos dois jogos, ele foi expulso: contra o Estudiantes e contra o Universitário Sucre. Será que o atacante guerreiro não aprenderá com seus erros a desenvolver mais sabedoria?

Ele já recebeu o apelido de O Gladiador Azul. Se ele for um gladiador no estilo de Russel Crowe, com aquela postura sábia de guerrear, eu – e toda a nação cruzeirense – estarei satisfeito.

Não discuto a técnica e a capacidade de fazer gols de Kleber. Justamente por ser tão talentoso, merece desenvolver a qualidade sábia de expressar seu lado guerreiro.

Astrologicamente falando, Kleber tem Marte em Câncer recebendo nada mais nada menos que a Quadratura de Plutão e de Saturno em Libra (12/08/1983, nascido em Osasco/SP; desconheço o horário de seu nascimento).

Sabemos que Marte simboliza nosso lado guerreiro. Representa o impulso de lutar pelas metas que estabelecemos. Plutão simboliza o impulso de transformação. E Saturno o de reestruturação madura através da prática.

O Aspecto Quadratura que une tais astros no Mapa Natal do atacante celeste já denota o grande desafio que Kleber tem de transformar (Plutão) e reestruturar (Saturno) sua ação agressiva/guerreira (Marte) por meio de constantes ajustes (Quadratura). Conciliar esses fortes impulsos plutonianos e saturninos num nível construtivo e benéfico para sua ação marcial é um exercício constante de diversos ajustamentos (Quadratura).

Ele se diz perseguido pelos juízes em campo. Diz que qualquer falta que cometa, os árbitros já têm a predisposição de julga-lo com mais severidade. Eis o conflito (quadratura) com figuras de autoridade (juizes; Saturno) tão comum de se ver na vida daqueles que têm Marte em Aspecto com Saturno. Os homens (Marte) podem ser vistos como repressores, castradores e severos (Saturno). E, claro, como destruidores (Plutão) de sua ação (Marte). Kleber tende a considerar as figuras de autoridade (Saturno) como perseguidores (Plutão) daquilo que quer fazer e faz (Marte).

Ele colocava a culpa no diretor técnico do Palmeiras, o qual lhe cobrava mais disciplina (Saturno) em campo por meio da mudança significativa (Plutão) de sua ação marcial. Agora se desentendeu com o diretor técnico do Cruzeiro, que também lhe cobrou mais ponderação (Saturno) no exercício de sua vontade (Marte).

Enquanto Kleber culpar as figuras de autoridade (diretores técnicos dos clubes que defende e juízes que lhe expulsam justamente), mais dificuldades terá para amadurecer (Saturno) e transformar (Plutão) seu modo guerreiro de agir (Marte).

Tudo bem que nesse mês de Fevereiro e ainda Março, Kleber – com Sol em Leão – não foi muito ajudado pelos astros… pois Marte (agressividade), transitando por Aquário, tem feito oposição ao seu Sol Natal. Sabemos o quanto todos nós tendemos a ficar mais impulsivos e agressivos (Marte) nessas fases em que Marte toca o nosso Sol.

Vamos torcer para que neste Ano Pessoal 4 no qual o atleta se encontra, seja propício para ele desenvolver mais disciplina e ponderação (4). Que nosso Gladiador Azul desenvolva mais maturidade e responsabilidade (4) em seu agir. Que ele, mesmo se sentindo inicialmente reprimido (4), possa superar essas aparentes e necessárias repressões (4) para ser nosso Gladiador Russel Crowe azul.

 


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Número de Impressão e Relacionamentos

Número de Impressão: se conhecendo através da pessoa parceira

Costumo brincar com meus clientes ao propor-lhes um desafio. Digo que, se querem realmente se conhecer, então, procurem uma pessoa parceira para se relacionar. Se já namoram, eu lhes incentivo a aproveitar melhor a função “espelho” que o cônjuge possui. Esse reflexo que o outro nos apresenta de nós mesmos costuma ser chamado de projeção na Psicologia Analítica.

Daryl Sharp, em seu livro Conhecendo a si mesmo: o avesso do relacionamento, escreve: “Jung acreditava que tudo a respeito de nós mesmos de que não temos consciência é projetado em outra pessoa. (…) Vemos portanto nos outros tanto nossas piores características quanto nosso potencial não desenvolvido.” Por mais que o que cada Número de nosso Mapa Numerológico represente características que podem ser projetadas na pessoa parceira, isso ocorre de maneira bem evidente com o nosso Número de Impressão (soma das consoantes de nosso nome). Tanto é que quando interpreto os possíveis significados da simbologia numérica que surge nessa posição, alguns clientes têm dificuldade de se enxergarem desse jeito. Uma pessoa com o Número de Impressão 3, por exemplo, costuma ser vista (Número de Impressão) como bastante comunicativa (3). Porém, por mais que as pessoas a julguem assim, ela mesma pode ter dificuldades de se ver dotada de habilidades de comunicação.

Justamente para ter mais consciência dos talentos que seu Número de Impressão mostra, a tendência é atrairmos uma pessoa para nos relacionar afetivamente com esse perfil. No caso da pessoa com o Número de Impressão 3, ela poderá atrair uma pessoa parceira hábil em se comunicar e, inclusive, que trabalhe em alguma atividade relacionada à comunicação, tal como o jornalismo.

Portanto, o Número de Impressão vai representar justamente o tipo de perfil que atrairemos em termos de pessoa parceira para nos relacionar. Através desse relacionamento amoroso, ao observarmos as características negativas e positivas que mais nos chamam a atenção na pessoa com a qual nos relacionamos, teremos pistas das qualidades que merecem ser desenvolvidas por nós. É como se deixássemos a pessoa parceira viver um lado de nossa natureza (representado pelo Número que ocupa essa posição) que ainda não nos sentimos confortáveis em expressar. Alguém com o Número de Impressão 1, por exemplo, pode atrair uma pessoa parceira (Número de Impressão) muito independente e assertiva (1). E, ao não desenvolver tais características, deixar que a companheira tenha sempre a iniciativa em tomar as decisões com coragem e criatividade.

E quais são os perigos de permitirmos – mesmo que inconscientemente – nosso cônjuge viver quase que integralmente esse jeito de ser simbolizado pelo nosso Número de Impressão? Corremos o risco de não desenvolver esses dons. E quanto mais não procuramos vivenciar essas características, mais a pessoa parceira poderá vive-las de maneira muito negativa. É como se ela nos alertasse: “olha, você precisa aceitar e reconhecer os desejos que tem de viver esses atributos.”

Continuando com o exemplo da pessoa com o Número de Impressão 1: ela anseia (mesmo que secretamente) ser mais independente, dinâmica e corajosa para apostar em seus projetos pessoais. Quer ser vista como original, genial e criativa. Talvez tenha o forte desejo de exercer liderança e trilhar um caminho diferente, inovador. Se tal pessoa não aceita, reconhece e procura viver esses anseios, muito provavelmente atrairá uma pessoa parceira que tenha esse perfil. E quanto mais não desenvolver esse jeito de ser, ou seja, demonstrando exteriormente muita indecisão, insegurança e comodismo, mais ela corre o risco de atrair uma companhia afetiva que, de tão independente, chega a ser excessivamente egoísta, impulsiva e autoritária.

Com isso, é muito proveitoso observarmo-nos naqueles momentos em que taxamos veementemente a pessoa parceira com adjetivos que correspondam – positiva ou negativamente – aos atributos do nosso Número de Impressão. É uma forma instintiva que usamos, ao projetar tais características na pessoa parceira, para nos conscientizar dos dons e talentos que temos e precisamos desenvolver para nos proporcionar muitos benefícios.

Então, com quais termos você fortemente descreve a pessoa parceira ou taxava algum(a) ex-namorado(a)? Essas características correspondem a atitudes negativas ou positivas de seu Número de Impressão? Você está vivendo tais qualidades ou deixa que apenas a pessoa parceira assim se expresse? Envolva-se em situações por meio das quais possa desenvolver tais atributos. Desse modo, sentirá mais satisfação em sua vida e enriquecerá seu relacionamento afetivo ao assumir esse perfil mostrado em seu Número de Impressão.



Beijãozão nocês…
Yub

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Refletindo sobre os Ciclos!

Refletindo sobre os ciclos

O que há de novo ou repetitivo na sua vida neste novo ano?

 
O que você procura repetir todo final de ano para entrar no
próximo? Há algum ritual costumeiro, como passar o Reveillon de roupa
branca? Ou você faz diferente? Cada ano cria um detalhe novo no
ritual de passagem?
 
Eu procuro observar o Ano Pessoal que estarei a
partir de 1o. de Janeiro. De acordo com o Número que simbolizará os
tipos de situações, desafios e aprendizados, eu me preparo
internamente para enfrentá-los. É mais um ritual interno do que
externo. Medito e reflito nas primeiras horas do novo ano sobre como
poderei encarar o colorido dos aprendizados que terei nos meses
seguintes.

O interessante é observar o quanto a vida é uma eterna repetição.
Sempre me intrigou ver, por exemplo, uma pessoa ficar gripada quase
sempre em determinado mês do ano, ou de três em três anos. E aqueles
casos em que uma pessoa namora durante dois anos e termina, aí em
seguida começa a namorar de novo e finaliza essa outra relação depois
de dois anos novamente? Você percebe esses ciclos se repetindo em sua
vida ou na de pessoas próximas?

Eu fico com aquela vontade de compreender esses ciclos que
constantemente se repetem. Como lidar com esses retornos? De quais
maneiras podemos reagir mais sabiamente perante essas situações
semelhantes a outras que já vivemos em outras épocas? A Numerologia
me ajuda muito nesse processo. Como?
Através do cálculo do Ano Pessoal e dos Trimestres de cada
ano, posso identificar qual o colorido de cada ciclo desses e
comparar com o que vivi anteriormente quando passava pelo mesmo
trânsito numerológico. Todas as pessoas, por exemplo, estão no Ano
Pessoal em 2009 de mesma simbologia do seu 4o.Trimestre de 2008.
 
As pessoas que, como eu, têm a soma do dia e do mês de seu nascimento
gerando o número 6, estão no Ano Pessoal 8 em 2009. E viveram o
4o.Trimestre de 2008 simbolizado pelo mesmo Número 8. Os aprendizados
que extraímos a respeito de questões financeiras vividas no último
trimestre do ano passado (Trimestre 8), poderão ser úteis também
durante todo este ano de 2009 (Ano Pessoal 8).

Como faço uso de um diário desde 1997, eu tenho registrado o
que vivo, sinto e compreendo. Com o conhecimento numerológico, ou
seja, sabendo, por exemplo, qual Ano Pessoal estou e qual Trimestre
Pessoal me encontro, coloco essas simbologias ao lado do que escrevo
no meu diário. Por exemplo: abri uma conta poupança em 2001. Foi uma
decisão muito marcante, pois a partir dela desenvolvi hábitos bem
bacanas em termos de lidar com o dinheiro. Estava no Ano Pessoal 8.
Como agora também estou num ano simbolizado pelo 8, o que aprendi em
termos financeiros naquela época me ajuda a lidar mais sabiamente com
essa mesma questão material atualmente.

Mas independente de se saber em que Ano Pessoal ou Trimestre
Pessoal se encontra, o importante é você se observar. Preste atenção
nas situações que se repetem em sua vida com uma certa constância.
Geralmente, os eventos marcantes que costumam ocorrer de tempos em
tempos ficam bem gravados em nossa memória. Caso tenha dificuldade de
lembrar que, por exemplo, a crise profissional ou afetiva vivida hoje
é bem semelhante com outras já vividas por você, ter um diário pode
ser uma ótima ferramenta.

Assim, procure identificar se já viveu situação parecida no
passado. Lembre como reagiu a ela, quais as consequências
posteriores. Reflita sobre o que pode fazer diferente desta vez e
quais atitudes pode repetir, mas aprimorando-as. Faça o exercício de
anotá-las, para que possa aproveitar essas sugestões em outras
ocasiões.

Beijãozão nocês…

Yub
obs.: texto originalmente postado na Revista Personare


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