1999: o ano em que MEU mundo acabou!

 
Saudações APOCALÍPTICAS a todos!!
 
Diante desta enxurrada de mensagens trazendo à tona as profecias para 2012, envolvendo Calendário Maia, Planeta prestes a se chocar com a Terra, etc., inevitavelmente me lembrei das experiências que vivi em 1999.
 
Participava do Projeto Portal, do Urandir Fernandes. Tinha recém-saído da Eubiose. Estava no meu último ano do curso de Filosofia. Pegava as fitas de vídeo de Aldomon. Qualquer palestra sobre Ashtar Sheran, naves que viriam resgatar os escolhidos e fim do mundo, lá estava eu (junto com diversos amigos e amigas espiritualistas que também acreditavam que a Terra não chegaria ao ano 2000 da mesma forma).
 
Me deparava com as piores previsões ambientais e humanas. Terremotos avassaladores, maremotos horripilantes e guerras ainda mais acentuadas e globais eram esperados e temidos.
 
Temidos? Nem tanto. Eu e muita gente que participava dessas andanças espiritualistas, no fundo, queríamos que todas essas catástrofes ocorressem. Por mais que aquela tão condenada vaidade dos meios espiritualistas fosse combatida, internamente nos sentíamos como os que seriam resgatados pela frota espacial de Ashtar. Sentíamo-nos íntimos do comandante. Tudo bem, de vez em quando éramos assolados por uma dúvida angustiante: seríamos mesmo uns dos escolhidos? Seríamos de fato resgatados?
 
Isso tudo gerava expectativa. Aguardar o fim do mundo na transição 1999-2000 mexia muito com a gente. E pensávamos:
 
– Já que o mundo vai acabar e a Terra passará por tanto caos e transformação, pra que eu farei planos para o futuro?
 
Minha vida acadêmica estava prestes a terminar, pois formaria no final de 99. Será que o apocalipse ocorrerá no dia da minha colação de grau? Não. Ufa! Ocorrerá no dia 31/12/1999 e 01/01/2000. E eu colarei grau dia 13/12/99.
 
– Mas o que eu farei depois de formado? Darei aulas de filosofia ou continuarei trabalhando com a Numerologia?
 
Quando vários pensamentos sobre meu futuro pessoal, afetivo, financeiro, familiar e material me invadiam, preferia não permanecer muito tempo neste estado angustiante. Fugia dos mesmos. E justificava:
 
– O mundo vai acabar. O caos vai reinar. As transformações serão tão intensas e globais que não há como me preocupar com esses “pequenos” detalhes.
 
Passava grande parte do meu dia conversando com vários amigos espiritualistas sobre as previsões de Aldomon, Urandir e cia.Ltda.
 
Quando chegou o Dia 30/12/1999, pensei:
 
– Este é o meu último aniversário. Espero não estar aqui neste planeta no ano 2000.
 
Chegou dia 31/12/1999. Notícias sobre o Bug do Milênio. Mas nada do apocalipse tão propagado. Iniciou o ano novo. 2000 estava aí. E nada do apocalipse tão divulgado.
 
Resultado: frustração. Decepção.
 
Ano 2000 correndo e eu apresentado ao mundo real, ao mundo das necessidades materiais de buscar meu espaço no mercado de trabalho, me sustentar com mais independência e enfrentar as duras realidades do dia-a-dia. Como foi frustrante pra mim ser jogado no mundo real.
 
A partir daí vivi MEU verdadeiro APOCALIPSE. O mundo não acabou no ano 2000. Mas MEU mundo sim, este sim terminou. Meu mundo de ilusões com relação a certos paradigmas propagados no meio espiritualista.
 
Me envolvi numa intensa busca por COMPREENSÃO. Queria compreender o que deu errado e por que eu e tanta gente acreditou nessas profecias todas??
 
Foi a partir daí que minha visão inocente e infantil foi duramente sendo substituída por uma visão mais profunda da vida, principalmente acerca de nós, os espiritualistas.
 
Por que acreditamos no final do mundo? O que nos leva a reagir frontalmente a qualquer pessoa mais experiente e pé no chão que nos alerta contra as ilusões apocalípticas que estamos mantendo?? Por que acalentamos essas expectativas de que o mundo iria acabar?
 
Percebi claramente o quanto nós, espiritualistas, principalmente quando iniciamos nossa busca pela espiritualidade, tendemos a encarar a vida material, financeira, prática e do dia-a-dia com resistência. Percebi o quanto inúmeros espiritualistas iniciam sua trilha espiritual/religiosa por FUGA (e MUITOS de nós se mantêm na mesma por FUGA). Temos medo das durezas da vida. Queremos evitar as cobranças sociais, as pressões financeiras, os compromissos materiais, as responsabilidades práticas da vida.
 
E a espiritualidade é um alento. É como se ali pudéssemos tentar permanecer na segurança, na proteção e no aconchego do útero materno e do plano espiritual.
 
Quando compreendi as causas de minha busca espiritual (e que são visíveis em muitos outros espiritualistas), MEU mundo acabou. Vivi o meu apocalipse. E passei a tentar me adaptar à vida do dia-a-dia, à minha subsistência, aos ditames sociais. Não dava mais pra fugir. Por mais que Urandir, Aldomon e cia.Ltda tenham mudado seus discursos, alterando datas apocalípticas, eu não me deixei mais cair nessas ilusões. Pode até ser que o mundo acabe em 2012. Mas eu tenho cada dia pra viver da melhor maneira possível até lá.
 
Foi aí que descobri que a verdadeia espiritualidade, na minha limitada visão existencial, é a prática dos preceitos espirituais que acreditamos no dia-a-dia que vivemos. Por isso AMO a Voadores, que tem como um de seus lemas: viver a espiritualidade no COTIDIANO.
 
E, óbvio, quis compreender o que leva tanta gente nesses grupos espiritualistas que conclamam o fim do mundo para uma próxima data depois da frustrante data anterior em que não ocorreu o que as profecias proclamavam.
 
Passei a conversar mais profundamente com meus amigos e amigas que se manteram nesses grupos. Fui a viagens na Fazenda do Projeto Portal em Mato Grosso. Compareci a outras palestras do Aldomon aqui em BH. E pude perceber o belo trabalho que eles fazem, independente se estão proclamando o fim do mundo para uma próxima data.
 
Vi que muitas pessoas funcionam mais sobre pressão, inclusive nos meios espiritualistas. rsrs Participam de tais grupos porque, a meu ver, ali há uma certa urgência em mudar, evoluir. Afinal, o fim está próximo. Só que esse fim é estar preparado para o caos do final dos tempos, em 2012.
 
Então, focando-me no fato de, muitas vezes, os fins justificarem os meios, eu compreendo que essa tão propagada urgência apocalíptica impulsiona, motiva e até empurra muitos amigos e amigas que participam de tais grupos a se moverem, a se melhorarem, a se conhecerem melhor e a serem mais “evoluídas.”
 
Percebi que tudo tem sua utilidade. E que tudo serve a um propósito maior.
 
Então, diante do compartilhar dessas minhas experiências, bem como de algumas percepções que as mesmas me incitaram a desenvolver, só posso agradecer a tudo que vivi e percebi em minhas ilusórias crenças de que o mundo acabaria em 1999-2000. Mesmo porque MEU mundo realmente acabou em 1999-2000. A partir daí deixei de usar a espiritualidade como fuga e comecei a tentar praticar a espiritualidade em meu cotidiano.
 
Se vc acredita que em 2012 o mundo vai acabar conforme promulgado por tais profecias apocalípticas, calendário maia, etc., eu te respeito. E quero aproveitar o MÁXIMO cada dia AO SEU LADO, compartilhando VIDA contigo, diariamente. Vamos aproveitar durante este tempo? 😉
 
Beijãozão nocês…
Yub
Yubertson Miranda – Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo 
Formado em Filosofia pela PUC/MG e Simbologista
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Já renasceu onde vc tem Plutão no seu Mapa?

 
Cada dia mais percebo um fato: pelo menos uma vez na vida, cada um de nós viverá um significativo renascimento na área em que Plutão se encontra em nosso Mapa Natal.
 
Vou exemplificar: tenho Plutão na Casa 6. Essa Casa Astrológica aponta para assuntos de saúde, por exemplo.
 
Eu, aos 5 meses de idade, tive uma doença que durou até os 5 anos de idade. Vivi esse renascimento (Plutão) em minha saúde (Casa 6).
 
A Casa 6 também representa assuntos profissionais, de trabalho. Dos 18 aos 21 anos de idade, trabalhava com contabilidade. Vivi uma crise em que não sentia o mínimo prazer de trabalhar nesse ramo. E como Plutão simboliza um impulso que veicula uma ferrenha vontade de nos envolver com o que realmente nos satisfaz, com algo que possamos nos dedicar de corpo e alma, assim me senti quando encontrei o trabalho com a astrologia, a numerologia e o tarot. Ou seja, vivi esse renascimento (Plutão) em meu trabalho (Casa 6).
 
E vc? Onde tem Plutão no seu Mapa Natal? Já viveu uma baita transformação, um tremendo renascimento nesta área (Casa) em que Plutão se encontra? Já ressurgiu das cinzas neste âmbito de seu existir?
 
Aqui vai um roteiro de possibilidades para alguns prováveis renascimentos plutonianos, segundo a Casa em que tal astro está em nosso Mapa Natal:
 
Plutão na Casa 1: vc já nasceu tendo de renascer? Já ressurgiu das cinzas a partir de um projeto, do início de um empreendimento em que se envolveu? Já viveu uma significativa transformação em sua maneira de se auto-afirmar e enfrentar os desafios da vida? Ou algum projeto seu, alguma imagem que tinha, algum empreendimento que iniciou foi uma excelente ferramenta para se transformar de modo impressionante??
 
Plutão na Casa 2: vc já renasceu financeiramente? sua segurança física e material já passaram por uma significativa transformação? seu corpo ou algum outro bem (algo que considerava como sendo seu) já passou por um renascimento? seus valores, principalmente materiais/financeiros, já passaram por algum renascimento? Suas finanças, suas conquistas, sua saúde/corpo e seus valores, de alguma forma, já foram instrumento para vc renascer?
 
Plutão na Casa 3: vc já teve de transformar sua maneira de se comunicar? Algum irmão ou parente próximo (ou vizinho/colega de estudo) viveu um significativo renascimento que te influenciou profundamente? vc já renasceu de alguma crise mental, intelectual ou comunicativa? Seus estudos, seus pensamentos, seus conhecimentos e suas habilidades comerciais, de alguma forma, já foram instrumentos para vc renascer?
 
Plutão na Casa 4: vc já teve de transformar seu passado, sua maneira de se relacionar as experiências pretéritas e com seus pais? Vc já renasceu de alguma crise familiar, residencial, doméstica e emocional? Seu passado, suas propriedades, sua família, sua residência, sua imaginação e seu sentimento de segurança emocional, de alguma forma, já foram instrumentos para vc renascer?
 
Plutão na Casa 5: vc já teve de transformar sua maneira de criar, se auto-afirmar, namorar, transar, se expressar sexualmente? vc já passou por alguma crise de identidade, sobre quem é, sobre sua personalidade, sobre sua maneira de se expor, que gerou uma baita transformação na sua vida? Alguma criança, seja um filho, um aluno, um sobrinho, de alguma forma, passou por uma transformação que mexeu profundamente com vc? vc já passou por alguma crise em termos de querer ou não ter filhos, escrever um livro, enfim, deixar algo de vc espelhado em uma criação sua?
 
Plutão na Casa 6: vc já teve de transformar sua maneira de trabalhar e de se auto-aprimorar pessoal e profissionalmente? sua saúde, sua maneira de cuidar de seu corpo, de sua alimentação, de se auto-aperfeiçoar, inclusive fisicamente, já passaram por significativas transformações? Seu ambiente de trabalho, seus métodos de trabalho, seu corpo, sua saúde, de alguma forma, já foram instrumentos para vc renascer?
 
Plutão na Casa 7: vc já teve de transformar sua maneira de se relacionar, de compartilhar seus valores e de estabelecer parcerias?? Vc já viveu uma crise afetiva ou em alguma parceria de negócios em que teve de renascer? Seus valores interpessoais e sua maneira de estabelecer acordos já passaram por baitas transformações? De alguma forma, alguma pessoa parceira (seja a nível amoroso ou profissional) já foi instrumento para vc viver um significativo renascimento?
 
Plutão na Casa 8: vc já teve de transformar sua maneira de se abrir, confiar e se entregar a um relacionamento? Vc já passou por uma significativa crise sexual, financeira, emocional, psíquica e afetiva em que teve de renascer? vc já transformou seus valores emocionais, sexuais, financeiros, psíquicos OU sua forma de lidar com o inconsciente? De alguma forma, alguma parceria financeira, sexual, emocional, psíquica foi instrumento para vc viver um baita renascimento?
 
Plutão na Casa 9: vc já teve de transformar suas crenças e sua maneira de enxergar o ser humano e a vida como um todo? vc já passou por uma significativa crise em alguma viagem, algum curso, alguma religião em que teve de renascer? Vc já teve de transformar os paradigmas que acreditava e seguia, bem como sua maneira de professa-los? De alguma forma, alguma crença, algum professor, algum curso, alguma viagem, alguma filosofia foi um instrumento para vc renascer?
 
Plutão na Casa 10: vc já teve de transformar suas ambições e sua maneira de realizar suas metas pessoais e profissionais? sua imagem social/profissional já passou por uma significativa crise em que teve de renascer? vc já viveu alguma crise em seu trabalho e em sua profissão que te fez ressurgir das cinzas? De alguma forma, algum trabalho, alguma profissão, alguma figura de autoridade (como o pai, o cônjuge ou o patrão),alguma ambição foi instrumento para vc renascer?
 
Plutão na Casa 11: vc já teve de transformar suas amizades, seus ideais sociais, seus projetos futuros e sua maneira de relacionar com pessoas e grupos? Seus amigos, sua comunidade, o grupo de ideais semelhantes aos seus já passaram por significativas crises que, de alguma forma, foram instrumentos para vc renascer? Vc já teve de ressurgir em termos sociais, grupais e modo de se comportar em algum grupo?
 
Plutão na Casa 12: vc já teve de transformar sua maneira de encarar as consequencias da vida, o karma, a imaginação e sua imagem de deus? vc já passou por uma significativa crise emocional, onírica, imaginativa, artistica, mediúnica, psíquica e/ou religiosa? De alguma forma, alguma instituição de caridade, algum hospital, algum centro espiritualista, algum guru, algum artista, algum médiu já foi instrumento para vc renascer?
 
Quem quiser compartilhar sua vivência fênix plutoniana, vou ADORAR! ;D
 
Beijãozão nocês…
Yub
Yubertson Miranda – Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo 
Formado em Filosofia pela PUC/MG e Simbologista
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Dicas e Reflexões Oníricas – parte 1

 
Principalmente quando começamos a prestar um pouco de atenção aos nossos sonhos, somos inundados de um sentimento estranho. Perguntamo-nos como pode essa loucurada toda que sonhamos ter algum sentido…
 
Ficamos repletos de pontos de interrogação ao nos deparar com tantas imagens desconexas e tantas situações inusitadas presentes em nossos sonhos. Achamos praticamente impossível encontrar o fio de Ariadne que nos norteará neste labirinto onírico.
 
Porém, se respirarmos um pouquinho depois desse assombroso quebra-cabeça apresentado por nosso inconsciente via sonho, temos a chance de colocar as coisas em ordem.
 
Fica ainda mais fácil quando nos lembramos de um detalhe significativo. Tal detalhe é muito bem descrito por John Sanford, em seu livro Os Sonhos e a Cura da Alma (da coleção Amor e Psique). Vejam o que ele escreve:
 
“Não são os sonhos que são obscuros, mas sim a nossa compreensão dos mesmos. Ninguém olharia para algo escrito numa língua estrangeira que não tivesse aprendido e diria que é obscuro. Se for racional, admitirá que sua falta de conhecimento é que torna aquela língua ininteligível para ele.”
 
Se, então, nos dedicarmos a aprender essa nova língua, por meio do alfabeto inconsciente/onírico, gradualmente ganhamos familiaridade com a mesma.
 
Veremos que as letras deste alfabeto são os SÍMBOLOS. E símbolo é algo que funciona como uma PARÁBOLA. O Símbolo apresenta uma imagem (seja esta uma pessoa, um objeto ou uma situação) que traz consigo um significado além do exteriormente visível.  Uma casa, por exemplo, quando se apresenta em nosso sonho, não é apenas uma casa. Ela esconde em si vários possíveis significados.
 
E como encontrá-los?
 
Perguntar-nos o que uma casa representa PRA NÓS e para a maioria das pessoas ajuda… Vamos pensar a respeito: uma casa não é uma espécie de abrigo que nos protege do frio, do calor, da chuva? Então, a casa pode simbolizar/representar algo que nos proteja, transmitindo uma situação de proteção.
 
Uma casa funciona como a estrutura que guarda muitas vivências em seu interior, certo? Desse modo, ela também pode representar nosso corpo, a estrutura de nossa alma, a nossa morada, dentro da qual ocorrem vários eventos…
 
Já um carro, por exemplo, quando aparece em nosso sonho, o que pode simbolizar? Ele não é um veículo de locomoção? Não é um instrumento que nos leva de um lugar a outro? Então, ele pode representar algo referente a nossa maneira de nos locomover, de andar, de nos dirigir a determinado destino.
 
Eis o tipo de questionamento que nos pode ser muito útil quando nos deparamos com cada conteúdo de nossos sonhos, quer seja um ambiente, pessoa, circunstância ou objeto. Ver cada fator desses como o símbolo de algo que nos representa e ao nosso atual momento é um grande passo para familiarizar-nos com o alfabeto inconsciente.
 
Beijãozão nocês…
Yub


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Dicas e Reflexões Oníricas: a consciência de nossos Sonhos!

 
 
Quem me conhece sabe o quanto AMO ler os eventos do dia-a-dia a partir de uma perspectiva SIMBÓLICA. Gosto de tentar compreender os possíveis significados de cada experiência cotidiana. O que ela quer me mostrar? Considero que cada situação reflete uma lição, é veículo de um aprendizado.
 
Então, por ter uma natureza que se delicia em buscar um propósito em cada circunstância, interpretando-a como um símbolo de determinado ensinamento, tive muito prazer em encontrar na Psicologia Analítica a valorização dessa atitude simbólica.
 
Mais particularmente, fiquei encantado com o modo de se trabalhar com nossos SONHOS. Sim, aqueles que vivemos durante o sono, dormindo. Passei a devorar os livros do Jung e os de junguianos. Há pouco tempo, descobri os livros da coleção Amor e Psique. Que fonte de aprendizado…
 
Fui praticando o que lia em tais livros. Obviamente, sempre anotando os meus sonhos e relendo-os. E, caramba, como é impressionante a mensagem que nosso inconsciente nos passa por meio dos sonhos. Quantas descobertas… Quanto aprendizado.
 
Portanto, a fim de compartilhar vivências, reflexões e dicas sobre como podemos usufruir os ensinamentos de nossos sonhos, escreverei constantemente na Comunidade do Orkut SIGNIFICADO DOS SONHOS, de meu Querido Amigo Lázaro Freire, na lista VOADORES do yahoogrupos (da qual sou um dos moderadores) e no blog:
 
Quero que outras pessoas se beneficiem também do guia interior que o sonho é. Quero estimular muitas pessoas a serem receptivas a um visitante muito sábio que fala toda noite a linguagem norteadora do inconsciente: o sonho!
 
Então, convido cada um(a) de vocês, se assim quiserem, a aproveitar tais Reflexões e Dicas Oníricas!
 
Beijãozão…
Yub


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Os mistérios de Peixes e Escorpião…

 
Tava rolando uma prosa sobre Peixes e Escorpião. Qual desses signos representam mais mistério? Qual é o mais misterioso?
 
 
Pra mim, Peixes é mais misterioso que Escorpião.
 
Pelo fato de conseguir fazer uma cara a cada segundo, pra cada pessoa, segundo sua predisposição emocional/psí quica (e o q capta do ambiente/pessoa) , isso o faz APARENTAR não ser misterioso. Peixes PARECE ser a criatura mais fácil de lidar. Porém, chega perto e começa a apertar, tentar conhecê-lo melhor, querer um convívio mais íntimo… Faça várias perguntas pessoais para Peixes… Ele escapa que é uma beleza. Deixa-nos num baita ponto de interrogação acompanhado de reticências. rsrs Ou seja, é o próprio mistério, altamente insondável.

Escorpião, na minha opinião, faz questão de se apresentar como misterioso. Mas se vc mostra verdadeiro interesse, ganha a confiança dele, solta umas percepções reveladoras, isso evidencia que está apto a aprofundar-se nos seus mistérios. Tudo que Escorpião quer é alguém que possa compreendê-lo. E tenha a força psíquica para lidar, principalmente, com suas sombras. Aí Escorpião baixa um pouco a guarda e tem orgulho de se mostrar para essa alma eleita e privilegiada que provou ser gabaritada a conhecê-lo.

Reparem nos assuntos, nas questões, nas atividades e nas situações da Casa Astrológica em que têm Escorpião e Peixes. Vejam se vcs se percebem agindo assim ali naquele âmbito… Eu me vejo agindo assim na Casa onde tenho Peixes e Escorpião.

 
Beijãozão nocês… Yub


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Nos auto-sabotamos OU nos auto-protegemos???

 

 
Muitas vezes, consideramos um fracasso, uma doença ou um acidente como uma baita auto-sabotagem ao que poderíamos conseguir, conquistar e vivenciar.

 

Quando um desejo chega, encontra nossa vontade de realiza-lo. Porém, para realmente usufruirmos ou mantermos a realização de um desejo, precisamos passar pelas nossas crenças.

 

Nossa crença é compatível e reforça o que viveremos com a realização desse desejo?? Se sim, provavelmente aproveitaremos deliciosamente as consequências desse desejo realizado. Se não, fatalmente nos depararemos com algum impedimento à conquista ou manutenção do que foi desejado.

 

Esse impedimento é um obstáculo à vivência do que desejamos. Há no Tarot o Arcano 12: O Pendurado:
 
 



 

 
 
 Este Arcano simboliza um impedimento. Vem depois do Arcano 12: A Força. O que muito desejamos (Força) pode se deparar com um obstáculo (Pendurado).

 

Tal Carta também mostra a importância de enxergarmos tais impedimentos ao que desejamos sob uma nova perspectiva. Uma visão diferente, mais profunda.

 

E é isso que estou propondo: será que os impedimentos aos nossos desejos são auto-sabotagens que armamos pra nós OU são uma magnífica atitude auto-protetora de nosso inconsciente?

 

Podemos observar o caráter de proteção de uma aparente auto-sabotagem em pessoas que, por exemplo, vivem o Ano Pessoal 8. Muitas vezes, uma pessoa que está neste ciclo simbolizado pelo 8 em sua vida acaba se auto-sabotando quando está prestes a ter um sucesso, uma promoção.

 

Ela, na iminência de conseguir uma função profissional de maior autoridade, por receio de fazer mau uso do poder que virá nesse cargo, inconsciente se sabota, “criando”, por exemplo, um acidente no trânsito que a deixa no hospital durante vários meses. Como a promoção era urgente na empresa, ela, por conta de sua estadia no hospital, perde a oportunidade, então, de assumir essa maior responsabilidade. E outra pessoa é indicada ao que seria o seu posto.

 

Veremos que o medo – mesmo que inconsciente – desta pessoa, de não saber administrar o papel de maior autoridade e o poder advindo dele, criou meios de evitar que ela assumisse aquela função executiva na empresa. No fundo, ela sabia que não daria conta da pressão, dos desafios e de ter uma posição de comando. Além do salário bem maior – o que poderia subir-lhe à cabeça.

 

Os efeitos turbulentos e destrutivos que possivelmente se produziriam caso tal pessoa num ciclo 8 assumisse esse cargo seriam muito danosos. E, para evitar as conseqüências desastrosas desta falta de preparo dela em lidar com uma situação tão poderosa assim, o jeito foi anular esta oportunidade, não realizar esse possível desejo, enfim, impedir que esta conquista se efetivasse.

 

Essa auto-sabotagem (“criar” um acidente para evitar fazer uso indevido do poder e da autoridade), no fundo, foi uma baita auto-proteção para evitar efeitos negativos na vida desta pessoa. Ela (seu ego/sua personalidade), não estava preparada para dar conta de tais desafios. E, por isso, preferiu ainda não conquistar este sucesso, esta promoção outrora pretendida.

 

Por que será que, muitas vezes, as pessoas dizem querer se envolver num relacionamento amoroso e, quando chega a oportunidade de criar um vínculo efetivo com alguém, algo ocorre que “sabota” a relação?

 

Por que será que, muitas vezes, as pessoas dizem querer mudar de emprego, fazer um novo curso na faculdade a fim de adentrar numa nova área de atuação profissional e, quando chega a oportunidade de viver esta experiência, ela se mantém no emprego e desiste do novo curso e da nova área de trabalho?

 

Eu vejo nesses casos, nos impedimentos que vão contra ao inicial desejo, uma proteção do inconsciente que cria tais obstáculos a fim de não permitir uma vivência na qual a pessoa ainda não se encontra preparada.

 

Demanda-se um trabalho de auto-observação (autoconhecimento), provavelmente terapêutico, de investigação das causas (internas) desses aparentes processos de auto-sabotagens criados por nós (mesmo que inconscientemente) para não obtermos o que tanto desejávamos. Na verdade, tais sabotagens são tremendamente vitais, como processos de auto-proteção.

 

Através de tais impedimentos (Pendurado), procuraremos enxergar as coisas de um outro âmbito, mais profundamente (Pendurado) e, assim, adentrar no próximo Arcano: A Morte. Por intermédio das mudanças, muitas vezes dolorosas (Morte), perceberemos as causas desses bloqueios auto-sabotadores criados por nós. Novos hábitos e posturas (Morte) nos permitirão estar preparados para usufruirmos a conquista/realização de um desejo que outrora nos foi negada diante de uma protetora auto-sabotagem.

 

Beijãozão nocês…

Yub

 


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Crenças X Desejos: o Embate da Co-criação!

 
“A INTENÇÃO INCONSCIENTE DE UMA AÇÃO SE REVELA NO SEU RESULTADO.”     Freud
 
 
Ao escrever a mensagem (Bebê Abandoado, Reflexões
Profundas e Psicologia Analítica/vide abaixo aqui no Blog: http://www.yub-universosimbolico.blogspot.com), coloquei em movimento algo que gerou uma
enxurrada de e-maisl em PVT pra mim.

Na maioria deles, uma tônica:

– Como pode você, Yub, que sempre escreve valorizando nossa capacidade de
co-criação, dizer que muito daquilo que dizemos conscientemente querer é
sobrepujado pelo nosso inconsciente??

Pois é… rsrs

Talvez seja porque eu, em minha própria experiência, tenho percebido que
co-criar qualquer coisa na minha vida segundo as técnicas e as motivações
preconizadas no filme O SEGREDO (e QUEM SOMOS NÓS) – para que ELAS SE REALIZEM
-, me leva NECESSARIAMENTE a encarar os processos AUTO-SABOTADORES que estão
enraizados em meu inconsciente…

Sim, não adianta apenas visualizar um relacionamento afetivo lindo,
maravilhoso, enriquecedor e repleto de afinidade com uma pessoa-parceira se a
gente não trabalha em nós os nossos arraigados medos da intimidade e do que a
troca íntima implica na dinâmica de uma relação amorosa.

Não adianta nada apenas visualizarmos e colocarmos em prática todas as dicas e
técnicas mostradas nos filmes THE SECRETE e WHAT THE BLEEP… sobre como
conquistar a abundância material se nós não reconhecemos (compreendemos e
trabalhamos) nossas crenças de que, por exemplo, o dinheiro é sujo, de que rico
é tudo FDP/ladrão, de que dinheiro e felicidade não combinam, etc.

 

Como gosto MUITO de tentar praticar aquilo que estudo e procuro
compreender, experimento. Venho – desde o boom do lançamento de
filmes e livros na linha THE SECRET e WHAT THE BLEEP – praticando
VÁRIOS exercícios e técnicas de CO-CRIAÇÃO.

Então, várias coisas que eu venho desejando e co-criando via tais
técnicas surgiram em minha vida. As oportunidades de vivenciá-las
apareceram e eu adentrei nas mesmas

 

Não posso falar aqui quais situações são estas, porque eu iria expor
várias pessoas que não gostariam de ser expostas pra tanta gente.
Então, posso dizer que 4 circunstâncias que tanto desejava surgiram no final de março/2008.
Fiquei empolgadíssimo, percebendo – na prática – o funcionamento da
aplicação consciente de tais técnicas de co-criação.

Assim, tais situações foram se desenvolvendo e chegando no ponto-
chave em que iria, de fato, concretizá-las e desfrutá-las como
sempre desejei.

Aí… numa mesma semana, todas essas 4 situações iriam se
solidificar. Elas iriam se concretizar e eu poderia sentir-me
satisfeito por meus desejos terem realmente se realizado.

Porém, há cerca de seis dias da culminação e conquista das mesmas,
eu começo a sentir fraqueza. Meu corpo pede descanso. Meu nível de
vitalidade estava em baixa. Eu, então, comecei a ficar ansioso. Não,
agora não! Este não é o momento de reduzir o ritmo! Mais do que
nunca, preciso de energia para realmente solidificar tais desejos!
Não, mil vezes não.

Não ouvi meu corpo pedindo por diminuição do ritmo. Não tive a fé de
continuar seguindo o ritmo que me levou à realização de tais
desejos. Quis controlar tudo e todos para que não houvesse a mínima
possibilidade de meus desejos não serem realizados. Forcei meu corpo
a ter energia. Quanto mais ele pedia descanso e diminuição do ritmo,
menos dormia e mais me dedicava – ansiosamente – a manter o pique
para chegar ao ponto de culminância de meus desejos.

Até que peguei uma infecção e fui obrigado a repouso absoluto,
justamente nos dias em que efetivaria 3 desses 4 desejos tão
sonhados por mim. Não acreditei… E me perguntei: por quê?

E percebi que tudo o que desejamos, chega até nós sim. Porém, não
basta apenas desejar. É necessário que as crenças que temos sejam
compatíveis com aquilo que desejamos. Percebi o quanto essas 4
coisas que desejei e co-criei eram questões que EU NUNCA ACREDITEI
que conseguiria, entende? Percebi que as crenças que construí há
anos atrás eram justamente OPOSTAS à realização desses 4 desejos que
se materializaram em minha vida

Nesse repouso absoluto, a Vida me jogou pra dentro de mim. Nessa
última semana de março e primeira semana de abril, 
eu
fui “obrigado” a perceber as auto-sabotagens de minhas crenças.
Estas foram alimentadas durante anos em termos de acreditar que
NUNCA teria tais desejos que estavam sendo realizados no meu
existir.

Ainda bem que a realização de tais desejos foi ADIADA. Não cheguei a
miná-los/perdê-los por completo em função de meu repouso absoluto
para recuperar-me. E pude – e estou podendo – trabalhar em terapia e
comigo mesmo tais crenças OPOSTAS aos meus atuais desejos.

 
Ao compartilhar tais situações com duas amigas (a Carol/Carolina Senna e a Lu/Luciana Ramalho), elas me mostraram algo muito belo:

Elas perceberam que o tempo de NÃO CONCRETIZAÇÃO EFETIVA
DE UM DESEJO (de uma situação) é o tempo PERFEITO – por mais que
pareça lento demais – pra amadurecermos e vivenciarmos tais projetos
com mais força e potencial. Ou seja, com mais confiança, preparo e
maturidade. Com as crenças devidamente trabalhadas em termos de
compatibilidade verdadeira com o que desejamos… ;D

Então, só pra deixar claro, eu preconizo e AMO a mensagem desses filmes porque sei, por experiência
própria, o quanto se demanda um PROCESSO INTERNO de autoconhecimento (com tudo o
que ele implica em termos de trabalho alquímico com aquilo que paira em nosso
inconsciente e que costuma nos sabotar) para efetivamente CO-CRIARMOS o que
desejamos e para MANTERMOS saudavelmente o que co-criamos, desfrutando-os
prazerosa e naturalmente.

Ao vizualizar, mentalizar e aplicar diversas técnicas para melhorar minha vida
profissional, afetiva, financeira, familiar, humanitária, intelectual,
comunicativa, corporal, espiritual, etc., vou TENTANDO perceber minhas
resistências internas JUSTAMENTE sobre aquilo que tenciono co-criar.

Não há milagres nem saltos quânticos que nos levem (ou tragam) magicamente ao
que desejamos sem que passemos por um processo alquímico de trabalhar aquilo que
EM NÓS MESMOS impede e/ou sabota o alvo de nossas aspirações co-criadoras.

É assim que percebemos o quanto a permissão interna (não mágica, mas
trabalhada) inevitavelmente nos trás oportunidades, possibilidades, idéias e até
mesmo aquilo que desejamos co-criar.

Creio que agora ficou mais claro o quanto valorizo, gosto e indico livros e
filmes nessa linha THE SECRET e QUEM SOMOS NÓS, uma vez que essas ferramentas
nos estimulam, incentivam e nos movimentam rumo a um existir mais inteiro, mais
apaixonado, mais dinâmico, mais “positivo” – DESDE QUE NÃO DESANIMEMOS COM A
PRÓXIMA ETAPA:

ou seja: *** trabalharmos alquimicamente/internamente o que existe a nível
ainda inconsciente e que tende a sabotar e/ou impedir a conquista daquilo que
tanto desejamos e buscamos co-criar. ***

Se eu fosse contra as mensagens e ferramentas no estilo O SEGREDO e QUEM SOMOS
NÓS, eu também deveria ser contra que os bebês deixassem de engatinhar para
andar – já que ficar de pé e andar ereto os levam inevitavelmente a várias outras
experiências na vida que os ensinam COMO caminhar melhor e AONDE podem chegar…

 
Beijos vivenciais nocês…
Yub


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O Segredo X Karma: Os bloqueios à co-criação!

Se o material sobre CO-CRIÇÃO em filmes como O Segredo, Quem Somos
nós, bem como em livros afins (Lei Universal da Atração, Peça e Será
Atendido, etc.), tivesse caído em minhas mãos há uns 10 anos atrás, as minhas crenças envolvendo a questão do KARMA me impediriam de usufruir desse talento CO-CRIADOR que todos nós temos.

A crença negativa (e mais comum) a respeito do Karma, a de que eu tinha de “pagar” (receber as conseqüências de) certas coisas que colocara em movimento em outra (s) vida(s) fatalmente me bloquearia a exercitar minha capacidade de co-criar. Eu me sentiria reprimido e sempre à espreita de ver meus desejos e minhas atitudes co-criadoras sendo negados pelo karma, pelas consequências de ter feito “bobagem” em outra vida.

Por exemplo: eu me sentiria reprimido, travado e bloqueado a fazer
os exercícios de co-criação no que diz respeito a criar um
relacionamento amoroso prazeroso, harmonioso e enriquecedor. Eu, nos primeiros sinais de NEGAÇÃO ao meu desejo, justificaria esse
insucesso afetivo/amoroso com explicações de que eu estava recebendo o karma (a ação gerada no passado) de ter traído muitas mulheres em outras existências, por exemplo.

Porém, eu vejo na nossa capacidade de co-criar uma realidade mais
saudável, alegre e prazerosa pra nós, com condições de “transcender”
o Karma.

Como assim, Yub?

Quando eu digo que nossa capacidade de CO-CRIAR vai muito além do que o nosso KARMA, é porque tenho percebido isso em minha vida,
na vida da Cris e na nossa vida conjugal, por exemplo.

Sabemos (supondo, pq isso não tem jeito de comprovar pra todo mundo) de algumas experiências que tivemos no passado. E estamos percebendo uma outra forma de “pagar” o Karma sem ser pela negação e pelo bloqueio do que desejamos.

Parece ocorrer o mesmo quando uma pessoa é condenada a passar
determinado número de anos na cadeia, a fim de cumprir pena por
determinado delito cometido por ela. Só que, em vez dela ficar presa
numa penitenciária “pagando” as consequências do delito que
cometera, ela o “paga” de outra maneira: fazendo serviço na
comunidade durante determinado tempo – o que é muito mais
proveitoso, enriquecedor e útil/prazeroso pra ela e pra quem recebe
os serviços dela.

Nós também temos essa oportunidade. Nós também temos essa opção.
Então, quando o objeto de nosso desejo, a experiência que
intencionamos co-criar, começa a se fazer notar, a brotar, a surgir,
a ser percebida na nossa vida cotidiana, pode ser que o MEDO de
adentrarmos nessa situação tome conta de nós.

É como se, co-criando um determinado relacionamento amoroso, esta relação começa a tomar forma, o contato com a pessoa-parceira parece tomar corpo e encaminhar para um envolvimento mais íntimo. Então, nesse momento, o MEDO toma conta de nós e RECEAMOS MUITO que certos karmas do passado dêem o ar de sua graça e avacalhem uma incipiente e bela relação que se desenvolve.

Tenho percebido que esse MEDO é, muitas vezes, causado pela
CULPA que sentimos por termos feitos as escolhas que fizemos no
passado. NÓS MESMOS QUEREMOS NOS CULPAR por termos colocado em movimento certas ações, em função de determinadas decisões que
tomamos no passado.

Usando o mesmo exemplo, a CULPA por termos causado sofrimento em
outras pessoas por tê-las traído no passado pode criar o MEDO de
que, ao entrar no atual relacionamento que se forma entre nós e uma
outra pessoa, receberemos o mesmo sofrimento, as mesmas dores de
outrora, com o relacionamento amoroso sendo minado, bloqueado,
reprimido, impedido e, enfim, destruído.

Essa CULPA em nós gera o nosso MEDO de sofrer. E isso é uma CRENÇA nossa: de que temos de pagar com SOFRIMENTO, IMPEDIMENTO, BLOQUEIO, REPRESSÃO E DOR o que fizemos de “bobagem” no passado. Ou seja, essa crença forma um PARADIGMA
ATUAL: “meus desejos e minhas intenções co-criadoras não serão
realizadas porque eu tenho de pagar pelo que fiz no passado.”

Não precisamos fazer isso conosco. Não precisamos ter essa crença
auto-sabotadora. Não precisamos nos auto-sabotar desta maneira por
aquilo que fizemos no passado. Compreendamos que fizemos as escolhas que fizemos no passado porque era o que dávamos conta de viver naquela época. Agora se apresenta uma nova oportunidade. Não
precisamos repetir as mesmas escolhas. Podemos assumir a
responsabilidade pelas escolhas que fizemos no passado num outro
nível de consciência, ou seja, lidando com o karma do passado a
partir de um outro tipo de “pena”.

Em vez de nos encarcerarmos por esse paradigma, por essa crença auto-sabotadora, poderemos “pagá-lo” de um outro jeito, tal como aquele condenado que, em vez de ir pra prisão pagar o seu delito, foi fazer algo mais proveitoso, útil e enriquecedor (e PRAZEROSO!!) pra si e para outras pessoas ao “cumprir sua pena” fazendo serviços gratuitos
e úteis em determinada comunidade.

Tudo bem que, se prestarmos atenção, no fundo, TUDO É KARMA,
certo?

Eu pelo menos vejo assim. Porque constantemente estamos gerando
AÇÕES que repercutirão em REAÇÕES = KARMA.

Eu apenas saliento que a precisão matemática do karma não seja
tão “exterior” assim. Podemos sentir o efeito do karma mais a nível
interno, sem que tenhamos de vivenciar uma experiência EXTERIOR para equilibrar a ação kármica gerada anteriormente (seja nesta ou em
outras vidas).

Ou seja, MUITAS VEZES, uma angústia, uma alegria, um estado
emocional interno, vivido no recôndito de nossa alma e dentro de
nosso mundo interno, seja uma reação kármica de algo que geramos no passado, SEM QUE NECESSARIAMENTE HAJA uma AÇÃO EXTERNA, um FATO EXTERNO, um ACONTECIMENTO EXTERNO para essa vivência kármica, entende?

A Culpa, o Medo, a Angústia e o Sofrimento vividos internamente
podem, muito bem, ser a expressão/conseqüência kármica de algo que
vivemos no passado, seja nesta ou em outras vidas. Muitas vezes não
precisa haver o bloqueio, o impedimento e a negação exterior de algo
que desejamos e buscamos co-criar para que o karma
seja “quitado”, “equilibrado.”

Afinal, as dificuldades à realização do que se quer, possivelmente, também foram atraídas e co-criadas. rsrs Ou seja, é Karma (reação a uma ação)

Outro detalhe também é que, muitas vezes, nossa concepção de que outros interesses, contrários aos nossos, limitam a realização do que queremos co-criar, pode gerar alguns equívocos sobre o FUNCIONAMENTO DA LEI DE ATRAÇÃO…

Vou dar um exemplo bem tosco: um camaradinha está interessado em co-
criar um relacionamento amoroso com uma ESPECÍFICA gatinha que ele
conhece. Porém, esta tem um interesse contrário ao dele, ou seja,
ela está interessada em namorar outro carinha. Então, obviamente, o
camaradinha é frustrado em seu desejo e, consequentemente, o
relacionamento que ele deseja co-criar com esta ESPECÍFICA gatinha
não será concretizado (já que ela se interessa por outro).

Eu sou capaz de apostar minhas fichas de que ele atrairá uma OUTRA
gatinha MUITO parecida (em termos físicos e de personalidade!!) com o
que ELE ADMIRA E GOSTA na primeira gatinha. 😀

Eu tenho visto isso em minha vida e na de algumas pessoas.

 
Então, por mais paradoxal e CONTRADITÓRIO que possa soar rsrs, eu não sei se a capacidade co-criadora vai além do karma porque são essencialmente a mesma coisa. Afinal, o karma é a lei do que se atraiu antes. 😉
 
A questão é que podemos usar nossa capacidade de co-criar para gerar consequências mais positivas no futuro e “transcender” de maneira mais postiva reações do passado (como a do exemplo do presidiário colocado acima).
 
Beijos libertadores em todos…
Yub
Yubertson Miranda – Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo 
Formado em Filosofia pela PUC/MG e Simbologista
=============================================
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E, neste outro Blog, leia as reflexões sobre Astrologia, Numerologia,
Tarot, Sonhos, Sincronicidades, Mediunidade, Co-Criação e
Psicologia Analítica:
 

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Co-criamos algo ou o pressentimos??

Saudações REFLEXIVAS a todos!!
 
Pelo que tenho praticado em termos de co-criação (estimulado por filmes como THE SECRET/O SEGREDO, WHAT THE BLEEP/QUEM SOMOS NÓS, e livros como PEÇA E SERÁ ATENDIDO, A LEI UNIVERSAL DA ATRAÇÃO, A LEI DA ATRAÇÃO, etc), encontro-me em dúvida quanto a isto:
 
PRESSENTIMOS ALGO QUE VAI ACONTECER OU ESTAMOS NA
VERDADE É CO-
CRIANDO ESSE MESMO ALGO???

QUANDO PRESSENTIMOS, ESTAMOS NA VERDADE
CO-CRIANDO?? QUANDO CO-
CRIAMOS ALGO PARA A NOSSA VIDA, SERÁ QUE ESTAMOS
NA VERDADE É
PRESSENTINDO QUE ESSE ALGO IRÁ ACONTECER??

Existe diferença entre co-criação e
pressentimento???

Se sim, vcs conseguem saber com clareza qdo estão
co-criando algo e
qdo estão pressentindo?? Como conseguem saber que
é co-criação e não
pressentimento?? Ou que é pressetimento e não
co-criação??

Um EXEMPLO para ajudar cada um(a) a compreender
tal questionamento:

SUPONHA que vc ENXERGA no Astral (numa projeção,
por exemplo) que vai sair do seu emprego. Vê vc
saindo do
seu atual emprego. Aí, esse “enxergar” é um
PRESSENTIMENTO de que
vai sair ou está, na verdade, CO-CRIANDO a sua
saída??

Beijos questionadores a todos…
Yub


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Como interpretar o "tripé" SIGNO/PLANETA/CASA de seu Mapa

Signos

Signo… O que é um Signo?
Costumamos ouvir por aí: “eu sou de tal Signo. E você?”
Eu responderia:
– Eu sou todos os Signos!
Alguns poderiam perguntar: Como assim TODOS os Signos?

No nosso Mapa Natal, os 12 Signos estão distribuídos pelas 12 Casas do Zodíaco.
Então, mesmo não tendo Sol, Lua, Ascendente ou algum outro Planeta em determinado Signo, eu sou esse Signo na área da vida (Casa Astrológica) que ele estiver.
É por isso que é quase impossível falarmos de Signo Astrológico sem mencionarmos o significado de Casa e de Planeta.
Tudo bem, Signo é diferente de Casa. E Signo também é diferente de Planeta.
Porém, se entendermos como esses 3 funcionam em conjunto, saberemos o que é cada um.
Signo, portanto, descreve uma gama de características, qualidades, atitudes, percepções, reações, enfim, comportamentos bem delineados.
E esses comportamentos relativos a determinado Signo estarão sendo mais naturalmente vividos na área de nossa Vida, ou melhor, na Casa Astrológica que ele estiver em nosso Mapa Natal.
A Casa onde tal Signo se encontra vai ser o CENÁRIO em que tais comportamentos vão incidir diretamente. As circunstâncias internas e externas associadas a esta Casa (área de nosso existir) serão coloridas pelo “jeitão” do Signo que ali está.
As características arianas nunca perderão seu “estilo” próprio de serem manifestas. Todavia, elas serão percebidas nos assuntos e nas questões referentes à Casa Astrológica que o Signo de Áries “dá o ar de sua graça” em nosso Mapa Natal.
Daí a importância de sempre que estudarmos um determinado Signo, tentarmos aplicar toda essa gama de características à Casa onde ele está em nosso Zodíaco.
É justamente esse o objetivo do MINI CURSO GRATUITO de Astrologia de nosso BLOG.
E quando um Planeta se encontra em um Signo?
Já sabemos como é a “incidência” de um Signo numa Casa. E quando esse Signo nessa Casa é acompanhado de um Planeta?
Esse Planeta vai mostrar determinado ritmo, determinada velocidade, determinada TONALIDADE que vai permear o colorido da expressão desse Signo na Casa (área da vida) onde se encontra.
Então, digamos que Áries esteja na Casa 6. Essa Casa está associada a questões e assuntos voltados para o modo (Signo) como vamos vivenciar, por exemplo, nosso ambiente de trabalho, nossa atuação na esfera profissional em termos da maneira de executarmos as tarefas cotidianas em nosso serviço.
Se o Signo de Áries está ali, há esse colorido ariano presente em nossa maneira de viver a Casa 6, ou seja, tenderemos a querer executar as tarefas profissionais sob nossa responsabilidade (Casa 6) de maneira corajosa, dinâmica, franca, direta, objetiva (Áries), de modo que encontremos em nosso ambiente de trabalho (Casa 6) espaço para liderarmos (Áries), para sermos constantemente desafiados (Áries) a desbravar novos territórios (Áries) ou a encontrar soluções rápidas (Áries).
E a presença de um Planeta no Signo de Áries e na Casa 6 vai dar uma tonalidade a mais nesse jeitão Áries de viver a Casa 6. Em outras palavras, se Júpiter está em Áries na Casa 6, uma das possíveis manifestações do que esse simbolismo (posicionamento astrológico) representa consiste em termos um impulso cheio de confiança (Júpiter) nos movendo a sermos aguerridos (Áries) no enfrentar os desafios (Áries) presentes em nosso ambiente profissional (Casa 6).
Talvez tenhamos um impulso professoral (Júpiter) repleto de sabedoria (Júpiter) no que tange a ensinarmos (Júpiter) os nossos colegas de trabalho (Casa 6) a serem mais corajosos, audaciosos, autoconfiantes e aguerridos (Áries) na execução de suas tarefas profissionais (Casa 6). Tal pessoa, por exemplo, poderia ser uma excelente motivadora que ministra palestras a um time de futebol (afinal, nada melhor que antes de uma partida receber essa inspiradora injeção de coragem e luta para vencer desafios de maneira sábia).
Quer saber mais? Leia abaixo os textos – muito DIDÁTICOS – sobre cada Casa, Planeta e Signo como se fosse um MINI CURSO GRATUITO de Astrologia!! Leia tais interpretações e aproveite para escrever seus COMENTÁRIOS sobre como vive cada Signo/Planeta/Casa. Aproveite e leia o que outras pessoas escreveram. Nesse compartilhar, poderemos aprofundar os significados e as possibilidades de se vivenciar cada posicionamento astrológico de nosso Mapa Natal. Nada melhor do que essa troca de experiências… Sinta-se à vontade para nos enriquecer com suas vivências daquilo que seu Mapa Astral simboliza e representa.
Beijãozão nocês…
Yub
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