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Depressão: Uma tristeza evolutiva?

Busquei no Google uma imagem para o tema Depressão. E encontrei essa aí de cima. Imediatamente me lembrei da obra O PENSADOR, de Auguste Rodin). Como se parecem, não? Será que a depressão faz parte da natureza daquelas personalidades mais reflexivas?

Na Grécia Antiga, o filósofo Aristóteles notou que grandes pensadores com frequência tinham uma personalidade com tendência depressiva. Foi o que afirmou um cientista chamado Paul Andrews. Este, junto com J.Anderson Thomson (da Virginia Commonwealth University), defendem que a depressão é um traço positivo moldado pela evolução. Foi o que a reportagem no Caderno MAIS da Folha de São Paulo de ontem (Domingo, dia 11/10/2009) abordou. Gostei da matéria!

Tais cientistas adotam a perspectiva da psicologia evolutiva para instigar o que Darwin e a teoria da evolução teriam a dizer sobre episódios de depressão. Andrews afirmou:

Acreditamos que dificilmente um traço tão prevalente na população poderia ser
considerado doença.

A dupla diz também que “a depressão é uma adaptação que evolui para analisar problemas complexos.” E que “dilemas sociais são particularmente fortes em sua capacidade de induzir depressão.”
 
Eu gostei do que eles disseram. Faz sentido, astrologica e numerologicamente falando. Quando passamos por um Ciclo 7, tal como um Ano Pessoal 7, a tendência é ficarmos mais reflexivos, recolhidos, para encontrar respostas e soluções sobre o que vem nos angustiando e nos deixando melancólicos. E isso poderia gerar uma depressão.
 
Tanto é que, num Ciclo simbolizado pelo Número 7, há aquela observação: se a pessoa se recusa a olhar para si, descobrir certas verdades sobre seus medos e desejos, a probabilidade dela desenvolver uma doença e ficar de molho nessa época cresce consideravelmente. Pois é um meio de nos “obrigar” a fazer esse trabalho reflexivo-alquímico. E isso não é teoria. Já passei por isso num Ciclo 7 (como pode ler nos artigos já escritos aqui no Blog) e constantemente vejo essa comprovação em clientes e amigos.
 
E é mais um ponto a favor daquela similaridade entre a imagem dO Pensador e de uma pessoa em depressão. Ciclo 7 é próprio para refletir, pensar. É, junto com o Ciclo 9 (tal qual o Ano Pessoal 9). os mais propensos ciclos a desenvolvermos uma atitude melancólica, triste e depressiva. Dependendo do modo como reagimos a essa necessidade de autorreflexão, não temos necessidade de sermos obrigados pela vida (pelos anseios de nossa alma) para nos impulsionar rumo a um maior autoconhecimento.
 
Ainda no Caderno Mais da Folha de São Paulo de ontem, uma outra matéria sobre o tema Depressão me chamou a atenção. A neurocientista Kelly Lambert (chefe do departamento de psicologia da faculdade Randolph-Macon, na Virginia/EUA) defende que atividades simples, como limpar o chão, combatem a depressão.
 
Ela disse que, “quanto mais pesquisava o assunto, mais parecia haver um circuito envolvendo prazer, movimento e solução de problemas, que chamei de CIRCUITO DA RECOMPENSA ADQUIRIDA PELO ESFORÇO.”
 
Ou seja, ela percebeu que esse tripé Prazer/Movimento e Solução de Problemas combate a depressão. Fiquei pensando no que eu falo para mim mesmo e para certas pessoas que me perguntam sobre depressão: se a pessoa faz atividades físicas regularmente e trabalha (ou tem um hobby frequente) com algo que lhe dá prazer, dificilmente ela desenvolverá uma depressão. Tanto é que, nesse universo de jogadores de futebol, não se ouve informação de que determinado atleta está com depressão.
 
Tudo bem, tem o caso do jogador Adriano (hoje no Flamengo e detectado com depressão quando jogava na Interzionale de Milão). Mas ele deu claras declarações do quanto ele não estava feliz na Itália, da falta de prazer em morar num local como aquele, isolado de sua família e amigos. Ele não sentia prazer ao jogar pela Inter, por causa dessas condições. Então, ele solapou o pólo do prazer e ficou apenas com o pólo da atividade física. Há necessidade dos dois juntos: prazer e movimento físico.
 
Com a reportagem de ontem, percebi que é um triângulo; não dois pólos. São três pólos. Ou seja, prazer, movimento físico e a recompensa por meio do esforço.
 
Quais símbolos astrológicos podemos atribuir a esses três fatores?
 
Prazer está associado a Vênus.
Movimento físico a Marte.
E recompensa por meio do esforço a Saturno.
 
Será que, ao procurarmos expressar a nossa Vênus, o nosso Marte e nosso Saturno Natais (conforme o seu posicionamento por signo, casa e aspectos em nosso Mapa Natal), combatemos a depressão? Evitaremos nos deprimir e diminuiremos essa probabilidade se vivermos o que Vênus, Marte e Saturno representam em nosso Mapa Natal? Creio que sim. É experimentar para comprovar se essa suposição, se essa hipótese, se essa reflexão fazem sentido ou não.
 
Beijãozão nocês…
Yub


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