Os Pesadelos ONÍRICOS e os Pesadelos da vida cotidiana!

Quem acha que os símbolos – mensageiros do inconsciente – só aparecem nos sonhos, está dormindo… hehehe. Eles inundam nosso dia-a-dia!!!

O mais bacana é que eles são altamente reveladores sobre nossos mais profundos desejos. Aqueles que não vêm de nossa vontade consciente, mas que são produtos e consequências de nossos padrões comportamentais, de nossos medos, de nossas crenças e de nossas limitações.

Por exemplo: há alguns meses, eu fiz uma pergunta no facebook. Queria pesquisar sobre os ciclos numerológicos de eventos nos quais as pessoas foram roubadas, assaltadas, etc.

E aí recebi uma enxurrada de dados sobre os quais me debruço ainda hoje. Eles me fazem pensar no porquê um evento como este ocorre.

Quando eu era adolescente, eu fui assaltado duas vezes numa mesma semana. E como tenho Sol na Casa 9 e muitos planetas em sagitário nesta Casa, eu sinto necessidade de encontrar um significado para aquilo que vivo. É vital (Sol) pra mim, buscar um propósito maior (Casa 9) nos eventos cotidianos. E compreender (Casa 9) o porquê de certos acontecimentos.

Desde essa data e à medida que fui amadurecendo, fui percebendo um fator comum nas questões relativas a assalto. Posteriormente, fui testando, como ao perguntar para as pessoas alguns detalhes sobre sua vida financeira.

E consegui identificar um POSSÍVEL pano de fundo comum na personalidade e no momento de vida das pessoas assaltadas. Este fazia parte de uma gama de outros fatores que são bem pessoais, únicos e particulares. É a questão do modo como a pessoa LIDA COM DINHEIRO.

Percebi em mim, nas pessoas próximas que foram assaltadas e posteriormente em quem do meu círculo social que era roubado, uma fase financeira marcada por certas crenças negativas.

Algumas estavam MUITO apegadas a seus bens, com muito medo de serem assaltadas e perderem tais bens. Consideravam-se quase dependentes desses bens. Outras não valorizavam suas conquistas materiais, querendo sempre mais, mais e mais. Isto é, sempre insatisfeitas com o que tinham, focadas no que queriam. E tinham também aquelas que consideravam a questão da DOAÇÃO (ou dízimo) uma balela, um prejuízo financeiro, uma opção inviável em suas vidas.

No fundo, todas estavam contra a LEI DA DOAÇÃO, da CIRCULAÇÃO DE DINHEIRO. E esta demanda fé, desprendimento, desapego.

Há anos venho reparando o quanto o DOAR DINHEIRO faz o fluxo de energia não só material, mas da vida como um todo, CIRCULAR PODEROSAMENTE. E a PROSPERIDADE (que são oportunidades de crescimento e prazer da vida, financeiro, material, emocional, afetivo, etc.) ser vivida de forma mais explícita.

Daí fui linkar com a Numerologia. E detectei o quanto tais pessoas assaltadas viviam algum ciclo 8 e 9 juntos (seja Ano Pessoal, Trimestre Pessoal, Mês Pessoal ou Dia Pessoal). Esses números estavam presentes. E eles abordam JUSTAMENTE o modo como estamos lidando com dinheiro, com as questões materiais, com o tema abundância, prosperidade, poder (8). E a importância de revermos nossas crenças e desenvolvermos maior sabedoria, desprendimento e desapego (9).

O detalhe é que na vida de hoje em dia, o número de assaltos aumenta consideravelmente a cada ano. Então, além claro dos problemas de educação, desemprego, drogas, corrupção, etc, eu fico me questionando até que ponto TAMBÉM não somos uma sociedade POBRE. O quanto o fato de nós não circularmos energia, dinheiro, faz com que os índices de assalto cresçam. O quanto cada um de nós CONTRIBUI para essa onda de roubo ser cada vez mais tsunâmica, entende?

Não por acaso uma amiga terapeuta disse a seguinte frase para a Cris (minha esposa).

“O LADRÃO SÓ ROUBA AS PESSOAS ROUBÁVEIS!!!!!!!!!!!”

A vida do dia-a-dia é reflexo da nossa vida, principalmente da nossa vida NÃO VIVIDA. Os eventos cotidianos são simbólicos para nos mostrar até que ponto estamos nos comportando de uma forma CONTRA A VIDA, contra a PROSPERIDADE, contra a ABUNDÂNCIA.

Os sonhos (literalmente falando) nos revelam MUITO os AJUSTES que nosso ego precisa fazer para viver o que nosso Self (Inconsciente Sábio) quer de nós. E os símbolos do dia-a-dia TAMBÉM nos revelam essas pistas, dicas, mensagens.

Quantas vezes meu terapeuta junguiano me ajudou a traduzir o que meus sonhos estavam mostrando? E o quanto isso me ajudou a EVITAR eventos com uma carga de dramaticidade maior??

Porque eu não vejo diferença de SIGNIFICADO entre um PESADELO e o “PESADELO da VIDA REAL” que são esses eventos trágicos, negativos, impactantes, tais como assaltos, roubos, sequestros.

Se tivermos a devida consciência do RUMO que nosso SELF (e não nosso egoÍSMO) quer que nosso ego siga, evitamos tanto o PESADELO ONÍRICO quanto o PESADELO “REAL/COTIDIANO.”

Porque os PESADELOS são eletrochoques para nos conscientizar de questões que estamos teimando de VIVER, de medos a enfrentar, de oportunidades a investir – os quais vêm sendo mostrados SIMBOLICAMENTE nos nossos sonhos.

E os PESADELOS DA VIDA REAL também são eletrochoques para nos revelar que ajustes precisam ser feitos e crenças reavaliadas sobre as escolhas de nosso presente e de nosso futuro…

Beijãozão nocês…
Yub

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *