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Sincronicidades, Ataques espirituais, Sintomas e Karma: novas percepções

A Lunação de Virgem terminou. Esses dias de Setembro foram muito produtivos para compreender certas questões kármicas (Peixes) e que envolvem mediunidade (Peixes) e sintomas (Virgem). Compartilharei aqui detalhes que até então não se encaixavam com clareza em minha mente – e que envolvem esses temas e situações.


Vamos lá!


Eu constatei o quanto a vida é perfeita. Pude compreender os ataques espirituais e o karma (efeitos de ações passadas, as quais podem ser de outras vidas) de uma maneira mais satisfatória. Porque conectei com problemas emocionais e físicos/saúde. Para esse compartilharei, precisarei contar uma experiência que vivi.


Em 2008, eu reagi de um modo muito brusco a um bruxo. Havia uma relação de anos entre mim e ele. Ele se considerava o meu “pai espiritual”, aquele que teve influência direta no meu caminho profissional. E buscava manter um laço de dependência comigo, como seu eu tivesse uma dívida com ele e precisasse ser alguém sempre disposto a servi-lo por conta desse papel que ele se colocou. Eu nunca o vi assim, como um pai espiritual. Porém, essa postura dele era como se ele não me deixasse seguir o meu próprio caminho, ser independente de sua influência espiritual.


Então, rompi. Já incomodado com essa manipulação dele de manter-me ao seu lado, eu reagi de modo bem afrontador ao seu pedido de eu lhe servir. Quando ele me ligou, pedindo uma consulta numerológica comigo, eu disse que não queria fazer essa consulta que ele me pedia. Falei na boa. Disse que eu tenho a liberdade de escolher se estou disponível ou não para oferecer meus conhecimentos a qualquer pessoa. Já fiz isso com outros clientes. Quando não me sentia à vontade com uma pessoa, eu simplesmente dizia que não poderia fazer o seu mapa. 


Isso foi o suficiente para ele reagir de vários modos, cada vez de um modo diferente. Mas todos manipuladores, como se eu fosse obrigado a atendê-lo. E eu fui espelhando lucidamente para ele cada estilo de tentativa manipuladora que ele estava fazendo para atingir seu fim: manter um vínculo de dependência comigo. E me obrigar a servi-lo quando ele bem entendesse.


E não existe uma pessoa que seja dependente da outra sem esta também o ser. É um vínculo de mão dupla. Se um é dependente do outro; esse outro irremediavelmente está enlaçado num laço de dependência. É a mesma coisa do jogo vítima-salvador. Quando um parece o salvador, este está sendo uma vítima. Quando a vítima assume seu papel, está também exercendo o papel de salvadora. São dois lados de uma mesma moeda. E de um valor que gera prejuízo para ambos.


Então, fui firme. Mantive a postura de romper o vínculo. Porém, hoje, percebo que fui brusco, reativo, afrontador. Hoje não faria desse jeito. Até que ele lançou uma ameaça pra mim. Disse que eu pagaria por isso.


Depois de quase uma semana, lembro-me claramente de quando meu corpo sentiu o ataque energético. Estava envolvido com muitos desafios: tirar a carteira de motorista (coisa que, pra mim, com Saturno em Gêmeos na 3, era um medo terrível, pois nunca quis dirigir), alugar um apê para mim e a Cris (minha noiva na época) e casar. Sair de casa também era algo muito desafiante pra mim, com nodo sul em Câncer na Casa 4. E estava me envolvendo num negócio/empreendimento que seria um passo e tanto para a minha liberdade financeira. As negociações para fechar essa parceria estavam a todo vapor.


Eu estava num ritmo muito frenético em Março de 2008. Ansiedade a mil. Várias atividades simultâneas. Pressão interna e externa. Então, toda essa pressão me levou a uma fraqueza física.

É justamente numa época assim que mais precisamos de valorizar o descanso e a meditação. E eu – que já tinha desenvolvido uma disciplina diária de meditar – já não meditava. Fiquei mais de uma semana sem meditar. Dormia cerca de quatro horas por noite – e sempre fui acostumado a dormir 7-8 horas por noite. Enfim, muita coisa foi acumulando. E num final de semana eu estava exausto, mental e fisicamente. Foi nesse sábado que senti o impacto de um ataque energético.


Na época, não tinha dado bola para a ameaça feita pelo bruxo. Tinha como crença de que olho gordo, mal olhado, inveja, maldição, trabalho de macumba, influência espiritual, enfim, só nos pega se damos bola, acreditamos nisso e ficamos preocupados com essas “energias”. Acreditava que era essa nossa atenção/preocupação a tais energias que faziam com que se manifestassem em nossa vida. Ou seja, nem lembrava mais das ameaças do bruxo. Elas tinham entrado num ouvido e saído por outro quando rompi reativamente com aquele vínculo. E, por isso, nem vinculei essa sensação de ataque energético com o que o bruxo havia vociferado. Apenas sabia que era um ataque energético.


E não fiquei preocupado com esse ataque. Simplesmente busquei relaxar, meditar e não dar bola para isso. Simplesmente viveria minha vida comum do dia-a-dia, normalzinho. Porém, como minha vitalidade já estava em baixa por conta de tudo que estava envolvido na época (como citei acima), e a ansiedade estava imensa para continuar num pique cada dia mais alucinante de atividades, não consegui descansar, relaxar, meditar. Abusei ainda mais neste final de semana, dormindo menos ainda e trabalhando ainda mais. Não conseguia relaxar, nem descansar.


Pronto. Na 2a.feira, fui parar no pronto atendimento. Eu pirei na madrugada de Domingo para 2a. Não consegui dormir. E pensamentos muito loucos, obsessivos, sinistros – com medos abissais – tomaram conta de mim. A fraqueza física, então, chegou à exaustão. Lá no pronto atendimento, no exame de sangue, foi detectado que eu estava com uma infecção e precisava de repouso ABSOLUTO.

Essa semana totalmente de cama foi o estopim que me levou à terapia. E também a algumas estratégias de limpeza espiritual por meio do que uma benzedeira da minha família prescreveu.

E aquela experiência também foi o estopim para começar a compreender a simultaneidade de várias questões psíquicas, emocionais, kármicas e psicológicas atuando em conjunto. 

Continua…

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