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photo credit: katie tegtmeyer via photopin |
… porque você vai receber! 😉
Quer a gente acredite ou não, a lei da gravidade existe (e não vai deixar de existir só porque não botamos fé nela). Com a lei da atração acontece a mesma coisa: atraímos aquilo que pensamos, acreditamos, sentimos, falamos. Por isso é bom tomar cuidado!
Em 1993 eu não tinha ouvido falar em lei da atração e o livro O Segredo nem tinha sido lançado. Mas eu tinha a crença/hábito de acender uma vela para o meu anjo da guarda toda semana. E além de agradecer, eu fazia um pedido: encontrar um homem para namorar que fosse bem humorado, trabalhador e que gostasse muito de mim. Esses eram os atributos que eu considerava mais importantes na época (aos 23 anos). E ele apareceu: bem humorado, trabalhador e gostava muito de mim. E nos casamos em 1995.
Com o passar do tempo e o surgimento de uma crise séria no casamento, acabei lembrando dos meus pedidos ao anjo da guarda. Brinquei comigo mesma: faltaram algumas coisas no pedido, dona Lucia. E a crise se transformou em divórcio. Nessa hora cheguei até a pensar que eu não co-criei “corretamente”. No entanto, o tempo e os aprendizados mostraram que era assim mesmo que tinha que ser.
Agora dá uma olhada em um trecho do livro Comer, Rezar, Amar de Elizabeth Gilbert. Richard do Texas é um amigo que a autora faz enquanto está em um ashram na Índia. Elizabeth comenta que, a determinada altura da vida, Richard começa a rezar o tempo todo.
Sua prece era sempre a mesma. Ele não parava de suplicar a Deus: “Por favor, por favor, abra meu coração.” Era só isso que ele queria – um coração aberto. E sempre terminava a prece na qual pedia um coração aberto perguntando a Deus: “E, por favor, me mande um sinal quando isso acontecer”. Hoje, lembrando-se dessa época, ele diz:
– Cuidado com o que você pedir quando estiver rezando, Sacolão, porque você pode conseguir.
Depois de alguns meses de rezando constantemente por um coração aberto, o que vocês acham que Richard conseguiu? Isso mesmo: uma cirurgia cardíaca de emergência. O peito dele foi literalmente aberto, as costelas afastadas uma da outra pra fazer com que um pouco da luz do dia finalmente penetrasse no seu coração, como se Deus estivesse dizendo: “Que tal esse sinal”? Então agora Richard sempre toma cuidado com suas preces, segundo ele.
– Quando rezo por qualquer coisa hoje em dia, sempre termino dizendo: “Ah, e Deus? Por favor, me trate com delicadeza, ta?”
Hehehehe…
Por Lucia Fontes